Nos teus olhos vejo os meus...

18 Estranhos Conhecidos/CAPITULO EXTRA.


Notas iniciais
ate mais

Capitulo ESPECIAL com participação de BETO / BE.

CAPITULO 18 : Estranhos Cocnhecidos/CAPITULO EXTRA.

Silencio.

Apenas silencio havia entre os três.

Desconhecidos conhecidos assim que se sentiam.

Um (1) mês não era e foi o suficiente para os três, principalmente pai e filho restabelecer os laços, apesar de conversaram por longos minutos ainda havia o ar de desconhecimento, eles pareciam os mesmo, principalmente nos olhos, mas ja não sabiam como puxar assunto e quais assuntos puxar.

Para Carl o ultimo mes que passou foi o melhor, ele conheceu Liza, aquela que estavam quase sempre em seus pensamentos, aquela que ele aprendeu a adorar o cheiro de grama nos cabelos lisos, aquela que adorava tocar, beijar, vê-la vermelha, excitá-la, prova-la e ouvir sua risada, Mas não foi so isso, reencontrar seu pai, estar nos braços dele de novo, saber que valeu apena cotar sua pele com uma faca para sua irmã tivesse a oportunidade de viver ao lado do pai.

Ele olhou para cicatriz coberta pela moletom.

E Rick notou isso, Rick estava observando o filho dês que saíram da casa, e ele pode notar que Carl agora andava de um modo diferente, cabeça sempre erguida e olhando sempre por cima dos ombros, uma faca de caça na cintura, a cada barulho ele olhava na direção, mãos ao lado da cintura.

Daryl continuava o mesmo, flechas na costa e a besta no ombro, uma camiseta preta de mangas longas e o colete por cima, uma calça jeans dobrada ate a metade da canela, Para Daryl tudo continuava igual, ele nunca teve uma conversa realmente longa com Carl antes e agora era apenas palavras trocadas, para Daryl Carl continuava sendo um moleque.

Carl- hatim

Carl tossiu.

Carl- vou ficar engripado.

E ele sabia o porquê.

Nos últimos dias não teve um dia que ele não dormisse nu agarrado a Liza.

–---

HORAS DEPOIS...

Depois de algum tempo andando reto, finalmente começaram a avistar os primeiros sinais de civilização, placas de shopping demonstrando preços imperdíveis, placas de restaurantes revelando o novo prato, placas de trânsito pedindo que diminuíssem a velocidade, carros abandonados e topos de prédios.

Daryl — podemos ir pela floresta.

Ele apontava para ela.

Rick- não vamos pela estrada.

Ele estava parado com as mãos na cintura.

Carl- podemos nos dividir.

Rick- não, vamos ficar juntos.

Rick falou alto, com os olhos arregalados.

Rick- não vou ariscar perder voce.

Ele deu alguns passos ate o filho.

Carl- pai eu..

Rick- eu já disse.

Carl balançou a cabeça positivamente.

Daryl- vamos logo.

Tomou à dianteira.

Primeiro Carl, depois Rick iniciaram os passos.

–--

Alguns Minutos depois...

Os olhos de cores diferentes observavam o lugar.

Normal, já era visão normal de uma cidade, prédios em pedaços, ruas imundas por corpos comidos, cadáveres que já não tiam força para sair do chão, lixo e carros queimados.

Rick — olhos abertos.

Um andava de costa para o outro, com suas armas em punhaladas, pronta para serem usadas se algo aparecesse do nada.

Daryl- escutaram isso.

Ele tinha escutado som de vidro se espatifando no chão.

Rick- ouvi.

Disse olhando para direção que o som vinha.

Carl- tem alguém fazendo barulho.

Eles ainda continuavam a escutar.

Carl- vamos ver quem é.

Ele ja andava na direção.

Rick- Carl, Carl junto.

Ele disse entre os dentes enquanto se aproximava do filho.

Daryl também apressou seus passos.

Rick percebeu as diferenças que o próprio Carl se reviria sobre si próprio, ele já não tinha medo, avançava sem se importar com os riscos.

Eles chegaram à esquina e podiam ouvir a voz masculina de alguém.

? fiu iço que da creditar nessas demonia.

Mais som de vidro se quebrado.

Rick colocou o dedo indicador sobre os lábios, dizendo para os outros fazer silencio, e logo olhou pela esquina, e avistou um garoto tinha cabelos compridos, por isso por alguns segundos pensou ser uma garota, apesar da voz masculina, o mesmo tinha um toca de beisebol nas mãos, que estava sujo de sangue, mas não tinha nada e nem ninguém que poderia ser o dono do sangue preto, ele estava parado enfrente de uma vitrine que já estava bem quebrada, mas continuava quebrado os pedaços de vidros que estavam no chão, tinha duas garrafas de bebidas alcoólicas no chão perto dele, uma estava pela metade.

? -vadia..

Ele bateu com tudo na garrafa de vidro a tocando longe.

? -mas nuca mais acredito em uma mulheeeer

Ele fez o mesmo com a outra.

Carl- pai..

Rick o olhou.

Carl — e então ?

Rick- é um garoto bêbado.

Carl sorriu lembrando-se da primeira vez que ficou tão bêbado que mal conseguia andar.

? — ha seu merda sai pra lá.

Rick olhou novamente, um grupo de mortos — que provavelmente eram novos, pois conseguiam andar e tiam ate carne- se aproximavam do garoto.

? — me dei chão em pazz.

Ele tropeçou nos próprios pés, mas não caiu.

Rick- zumbis..vamos sair daqui.

Rick e seu grupo já não eram os mesmo, já não ajudavam os demais, não depois de tudo que passaram, era a vez deles serem um pouco egoístas.

?- céus merdas.

Ele corria em direção da esquina.

Rick- ele ta vindo pra Ca.

Rick olhava para os lados a procura de uma saída, eles podiam voltar e entrar na outra rua, podiam arriscar a entrar em um dos próprios ou simplesmente, podiam acabar com aqueles zumbis.

Daryl preparou suas flechas, Carl sua faca e Rick pegava uma barra de ferro que estava ali perto.

Rick- voltando a ativa.

Já fazia um bom tempo que ele não tinha um bom confronto.

? — haaa

O garoto avistou os três e mesmo segundo levou a mão no peito, deixando cair o taco.

?- ha au ha

O garoto não conseguia respirar e eles não perceberam isso, pois estavam mais preocupados em arrebentar as cabeças apodrecidas que estavam menos de um (1) metro deles.

? — ca...de...haaa.

Ele passava rapidamente as mãos pelos bolsos a procura da bombinha. Ele tinha asma.

15, 15 era o números dos mortos-vivos, 5 para cada um.

A faca de Carl entrava rapidamente nas cabeças apodrecidas, revelando os vermes gigantescos e um liquido preto que escoria pelo buraco e logo depois o corpo vinha tombar rumo ao chão.

Rick tinha um olho nos seus alvos — que avançavam nele com a boca aberta- e o outro observava os movimentos do filho, que agia com agilidade e rapidez, e isso deixou Rick orgulhoso.;Seu filho não tinha medo, mas nem por isso ele deixava de tomar cuidado.

Daryl acabou com três mortos- vivos rapidamente com suas flechas e então notou o garoto no chão se retorcendo, ficando roxo, procurando algo nos bolsos.

? — mi-minha...haaa...

Daryl olhou para o chão e avistou, ali perto da parede a bombinha e logo chegou na conclusão que era aquilo que o garoto procurava.

Deu alguns passos, pegou, voltou ao garoto, colocou a cabeça do mesmo sobre as pernas, tentou algumas vezes ate realmente consegui usar.

?- haa

Depois que Daryl ter usado uma vez o garoto meio voltou o fôlego e a força, e então logo era ele mesmo que usava as mãos para usar a bombinha.

?- ha rsrs haa

Depois do sufoco o garoto meio que ria.

?- modo patético de morrer rsrsrssr

Ele estava sentado com as mãos entre os cabelos.

A essa altura Carl e Rick já haviam acabado com todos.

? — rsrsrsrs ha aah rs rs.

Ele continuava a ri, mas ainda estava com falta de ar.

Carl- tem mais vindo.

Daryl se alevantou e ajudou o garoto a ficar em pé.

?- vem comigo mim sei ir.

Ainda esta meio bêbado.

Ele pegou o taco e logo depois saiu correndo com os três a trás dele.

–---

Eles haviam corrido por longos minutos e por algumas ruas ate chegar a um quarteirão da alta sociedade -condomínio- cercado por altos murros e portões.

Be- izo foi divertido.

Ele tropeçava nos próprios pés, mexias as mãos e o taco estava de baixo do braço.

Rick- aonde esta nos levando.

Rick ainda tinha consigo a barra de ferro.

Be- pa entrada ou voce quer pular o murro e furar a bunda rsrsrs.

Ele apontava para as pontas de ferro que tinha sobre o murro.

Be- aqui.

Rick olhou e não tinha num um portão, mas naquela parte do murro não tinha as pontas de ferro, olhou para o garoto que pegava uma escada atrás de um arbusto.

Be- ultimo joga po lado.

Ele após no lugar e já tava colocando um pé, quando Rick o segurou.

Rick- eu primeiro.

Be- ha ta bom.

Ele deu o lado e Rick subiu e para sua surpresa ao olhar para o outro lado, não tinha nada do que ele estava pensando que teria- pessoas- , tinha apenas o de sempre, destruição e rastro da morte, mas a primeira vista não tinha mortos-vivos ali.

Rick- limpo.

Ele jogou a barra par o ouro lado, esperou por movimentação, mas nada e então pulou e em seguida os outros.

Be- a casa que eu to morando por aqui.

Ele andava com os outros de atrás.

Be- eu me separei recentemente e então tudo esta uma bagunça.

O álcool já não fazia tanto efeito.

Eles tomaram rumo a um casa grande de ali perto.

Carl, Rick e Daryl pegaram suas armas e então entraram na casa atrás do garoto.

Rick — vamos dar uma olha...

Ele falava baixo quando ouviu a voz de uma mulher.

Sueli — A onde voce ta- tava..

Ela viu eles e logo levou a mão na cintura pegando a arma, e eles viram ela e logo suas miras estavam na cabeça dela.

Sueli- Be vem para perto de mim.

Seus olhos verdes estavam cravados nos três, mas sua preocupação estavam com o garoto.

Sueli- Be..

Be- relaxa eles são bo bem, eu acho.

Foi para a sala deixando eles ali.

Por alguns longos minutos ficaram se encarando.

Rick — se fossemos ativar já teríamos.

Sueli- se eu atice um de vocês já teria morto.

Ela deu um sorrisinho e abaixou a arma.

Sueli- Be eu já não disse ...

Be- eu sei, sei mas é que eu tava morrendo srsrsrsrs.

Ele gritou da sala.

Sueli- oque?

Ela foi para sala e os três também.

O garoto estava deitado no sofá, se ajeitando para dormi.

Sueli- cadê a sua bombinha ?

Ela estava entrando em pânico.

Be- eu bebi um pouquinho e en..

Ele fazia o sinal de pouquinho com as mãos.

Rick já havia notado que aquela mulher não era irmã do garoto e muito menos mãe e também ela não parecia ter idade para ser, mas se preocupava muito com ele, ambos eram bem diferentes, ela loira, altura mediana e olhos verdes, ele moreno, altura mediana e olhos pretos.

Sueli- voce não da a mínima para mim NE?

Ela pegou uma almofada do outro sofá.

Be- porque eu daria, voce é so uma chata que pega no meu pé.

Sueli- ora seu..

Daryl- err.

Rick- podemos interromper?

Rick se aproximou mais deles.

Carl foi olhar o segundo andar da casa.

Sueli- o que vocês querem ?

Rick — com vocês nada.

Be- então querem cobrar a divida.

Seu pai havia ensinado a ele a jamais ficar devendo aos outros.

Rick- talvez ...

Be juntos as sobrancelhas.

Rick- temos um grupo, precisamos de mantimentos.

Sueli- não vam...

Be- tem um mercado mais ao centro da cidade meu grupo ainda não foi lá e talvez tenha algo la.

Ele coçava a cabeça.

Rick- no centro..

Be- levo vocês La pegamos as coisas e dividimos.

Ele era esperto.

Rick- temos um grupo grande..

Be- temos um futuro bebe...

Ele deus alguns passos para o centro da sala.

Be- que por acaso não é mais meu filho ou filha.

Foi a vez de Rick juntar a sobrancelhas.

Be- descobri que sou corno rsrsrssrsrss....

–----

Carl acabava de entrar em um quarto de casal, que estava bem- muito- bagunçado com exceção dos travesseiros que estavam em seus lugares na cama e sobre um deles tinha uma arma cor de rosa.

Carl sorriu, lembrou-se de Liza.

Notas finais
>< oooooi