Notas iniciais
Bem é o p-ultimo Hj ou amanha eu posto o fim... que sera narrado por uma Judith mais velha ... hum alguém safada(o) ? Vc vai gostar. eu acho rsrs

Carl

CAPITULO 21 = AMOR ....

Depois de cair e se alevantar e voltar a correr pela varanda finalmente entrou pela porta, todos os olharam, ele não se importou, apenas correu as escadas acima, subindo para o segundo andar, caminhou ate a porta do quarto que ele sabia que ela estaria, a abriu e La estava ela, sentada no chão chorando entres os joelhos.

Carl- Liza...

Os cabelos dela pareciam estar úmidos, ela usava aquela blusa branca, agora não era tão branca assim tinha manchas vermelhas e mais nada alem dela, tinha a mão enfaixada por uma camiseta clara que já estava ensanguentada.

Carl- Liza..

Ele se aproximou dela e a puxou para seus braços, os braços dela estavam em volta do corpo dele, Carl tinha o nariz contra a cabeça dela sentindo o cheiro de podridão, o cheiro que ele amava não estava mais ali e talvez nunca mais voltasse a estar.

Liza- c-Carl.

Com seus dedos segurava com força a roupa de Carl o trazendo mais perto de si, ela queria senti o cheiro dele, provar a pele salgada dele, ter certeza que era ele.

Liza- v-você...

Ela se ajoelhou em frente dele e colocou seus dedos entre os fios dele, olhou em seus olhos, ha como ela amava aquela cor... Azul.

Liza- eu te amo, eu te amo...

Ela falaria dessa vez, não esperaria que algo pior acontece-se e tivesse que dizer essas palavras com uma faca na mão para tirar a vida da sua mãe e logo depois de seu pai enquanto escutava seu irmão chorado um pouco afastado dela.

Carl a beijou, ele não precisava escutar mais nada, so precisava mostra que também a amava e falar.

Carl — te amo...

Colocou as mãos na cintura dela e a empurrou rumo ao chão, Liza bateu a costa com tudo no chão, mas não foi isso que a fez soltar um gritinho, foi por causa das suas pernas que estavam dobradas, mas logo estavam estendidas.

As mãos de Carl rasgaram a blusa de Liza, seus olhos azuis verificaram cada parte daquele pequeno corpo, ela não tinha cortes e nem arranhãos, era o sangue da mão da mesma que havia manchado a camiseta enquanto a vestia.

Carl- intera rsrs..

As mãos dele passaram nos joelhos dela.

Liza- n-não tenho um dedo agora rsrs.

Ela mostrava sua mão direita sem o dedo indicador.

Carl — não atrapalha em nada.

Ele tirou seu moletom junto da camiseta.

Liza- mas se eu for furar um bolo..rsr.

A voz dela estava chorosa.

Carl- pode usar o meu.

As mãos dele estavam desabotoando a calça jeans.

Liza não esperou ele tirar a calça e boxe das pernas para entrelaçar as pernas dela envolta da cintura dele o puxando a encontro dela.

Ele nem se importou, na verdade ele queria estar ali logo demonstrando o quanto a amava.

Seus lábios se moviam sem sincronia, parecia que não se beijavam a dois anos e não a dois dias, na verdade ate menos que isso.

Entrou nela sem avisa-la, Liza não sentiu dor e nem nada, na verdade ela so percebeu que ele estava dentro dela quando ele fez o primeiro entre e sai, ela estava tão escorregadia que não sentiu nada -ela ainda estava menstruada.

Liza — carl...

Carl entrava com rapidez e saia com velocidade para logo depois entrar novamente, ele fazia isso sem a menor delicadeza, apenas tomava cuidado para não machucar a mão dela, Liza não estava se importado se Carl estava sendo selvagem, ela estava adorando aquilo, era prazeroso, era como a primeira vez deles, ela so não estava assustada.

Carl- hum...a...

Ele estava cansado, mas não iria diminuir o ritmo ate gozar, ate dar prazer a Liza e a si próprio.

Ele sentia as unhas dos cincos dedos da mão esquerda da Liza lhe arranhando a costa ate a bunda, podia sentir os dentes dela mordendo seu ombro.

Logo ela pode sentir um liquido quente dentro dela, Carl por uns cinco 5 longos minutos continuou com entrando e saindo na velocidade daquele ritmo ate que o cansaço bateu de vez o fazendo diminuir aos poucos ate parar por completo dentro dela.

Liza tirou suas pernas da cintura dele quando percebeu que ele iria desmoronar a qualquer momento sobre si e seus dentes se retiraram da pele dele deixando a marca de uma mordida ali.

Ele tombou para o lado tomando o Maximo de cuidado para não cair sobre a mão direita dela que estava estendida para o mesmo lado.

Carl- m-minha-a...

Ele fechou os olhos precisava descansar um pouco, mas não demorou muito para ele sentir o peso dela sobre seu quadril e as pernas dela abertas, uma de cada lado da sua cintura, as mãos de mesma pousadas sobre o peito dele.

Liza- d-de n-novo.

Com a mão de cinco dedos ela engajou 'ele nela' .

Carl- porra...

Suas unhas arranharam o chão de madeira, fechou os olhos com força, ele não sentia dor, mas estava sendo difícil fazer seu amiguinho ficar duro de novo em menos de tres 3 minutos.

Carl- porra ah ha....

Ela subia e descia lentamente e para ele isso era tortura, apesar de estar gostoso.

Carl — Liza-a...

Colocou as mãos uma de cada lado da cintura dela, a ajudando a dar mais ritmo aos movimentos.

Liza já não estava com as mãos sobre o peito dele, elas estavam um pouco a cima do ombro dele, perto do pescoço.

Agora com seus olhos azuis abertos ele olhava para ela que tinha os olhos fechados e mordia o lábio, os cabelos dela caiam como uma enorme cortina ao redor do rosto dela.

Liza- uhm...

Esse som saiu entres os lábios fechados dela, perecia que ela não queria gemer.

Carl correu a sua mão esquerda da cintura dela ate seu seio e em seguida apertou com força, Liza gritou.

Liza- hai...

Seus olhos se encontraram com os dele e em seguida ela estava completamente vermelha.

Carl- a-assim que gosto.

Ele adorava o vermelhão nas bochechas dela, adorava ouvir a voz dela gemendo por ele.

Liza- ca-car.. hummm....

Ela revirava os olhos de tanto prazer ao atingir o seu gozo e logo em seguida Carl chegou ao seu.

Ainda sobre ele ela o beijou, um beijo tímido e cansado, quase sem fôlego.

Liza- m-meu-u.

Deslizou de cima dele para o chão bem letamente, fechou os olhos, estava a um ponto de apagar.

Quatro 4 minutos foi o tempo para Carl se alevantar e por sua calça e boxe no lugar, logo depois Liza sentiu um braço entrando por de baixo de suas pernas e outro logo abaixo de seu braço e em seguida seu corpo não estava no chão.

Caminhou com Liza nos braços ate chegar na cama e deita-la ali, se deitou ao lado dela e os cobriu.

Carl- Liza ?

A chamou enquanto se aproximava mais dela, colando sua barriga na costa dela e sua cabeça no pescoço dela.

Liza- um...

Estava quase dormindo.

Carl- amanhã vou esfregar sua cabeça na grama.

Ele falava serio enquanto fechava os olhos.

Liza sorriu enquanto pegava a mão dele que estava envolta da sua cintura.

Notas finais
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