Notas iniciais
Olaaaaaaaaaa meninas como vão? Finalmente a Nyah voltou ao normal, confesso que fiquei realmente preocupada pensando que não voltaria ao normal, tanto é que abri um conta no site do Spint http://socialspirit.com.br/flavika (este é o endereço), vou começar a postar lá e aqui, caso dê novamente pau no Nyah. Vou postar hj e já vou avisando que semana que vem é minha ultima semana de aulas antes das provas finais na facul, e não sei se vou conseguir postar durante estas duas semanas, tenho que estudar e descobri que a Nyah é muito viciante rsrsrrs, sendo assim não se preocupem se eu demorar a postar por estes dias (não quero pegar DP e pagar R$600,00) é muito dinheiro. Mas muito obrigada mesmo por ter lido e deixado recados, mil bjs.

Darcy, de fato, detectou sinais de que havia homens acampando nos bosques, entretanto não encontrou ninguém.

Ao voltar para Pemberley, à noite ia alto. Preocupara-se com Lizzy o tempo inteiro, se os ferimentos doíam muito, se o inchaço do tornozelo melhorara, se passara o dia na cama, repousando...

Pretendia ir diretamente para os aposentos de ambos. Só pensaria em jantar e em cuidar dos outros problemas de Pemberley depois de certificar-se de que a esposa se encontrava bem. Ao entrar no salão principal, jurou a si mesmo não tornar a deixá-la até que estivesse plenamente recuperada. Para sua completa surpresa, descobriu Lizzy sentada perto da lareira, rodeada de pessoas, muita das quais não conhecia.

Ela parecia escrever sem parar enquanto conversava com Gílbert Lucas. Dois outros homens também davam palpites e um terceiro apontava para as janelas do salão. Charlotte mantinha-se ao lado de Lizzy, apoiando a cabeça do filho adormecido no colo.

Aproximando-se do grupo, Darcy tinha dificuldades de acreditar nos próprios olhos. Elizabeth lhe parecia ótima e animada, o rosto rosado revelando concentração. Quando, por fim, ela o fitou, brindou-o com um sorriso de tal esplendor que quase o fez explodir de alegria.

Senhor, sua mulher era linda, Darcy pensou beijando-a no alto da cabeça e cumprimentando os homens ali reunidos, todos de pé para saudá-lo.

No mesmo instante, Lizzy apresentou os artesãos, chamados ao castelo por Lucas para dar uma estimativa de tempo e do custo envolvidos na limpeza e nos reparos a serem realizados no salão, na cozinha e escadas.

Agora que o marido estava ali, ela começou a ter dúvidas sobre seus planos de restaurar Pemberley à antiga glória. E se Darcy não os aprovasse? E se a considerasse afoita demais, por ter tomado a iniciativa sem consultá-lo?

— Ouvi dizer que existe um solarium na torre norte, onde algumas das aldeãs poderão trabalhar na confecção de seu novo estandarte — Lizzy falou.

— Meu novo estandarte?

— Sim. E Edward, o carpinteiro, afirma ser possível começar os reparos no salão depois de amanhã.

— Reparos no salão... — Darcy olhou ao redor como se visse o lugar pela primeira vez.

— Você gostaria de estudar os cálculos das despesas? Tenho-os anotados.

— Não será preciso. Qualquer coisa que você decida será aceitável, Elizabeth. Pemberley estará bem em suas mãos capazes.

Aliviada, ela suspirou fundo. Não apenas o marido retornara para casa são e salvo, como confiara em sua capacidade de fazer Pemberley recuperar a antiga majestade. Darcy podia não amá-la ainda, porém apreciava suas habilidades. Já era um começo.

— Suponho que você não tenha obtido sucesso na empreitada — Charles falou.

Darcy limitou-se a balançar a cabeça.

— Sua duquesa passou parte da noite na companhia de lorde Wellesley. O barão se ofereceu para ajudar-nos a localizar George. Além de conhecer bem a área, não me pareceu apreciar seu primo.

— Discutiremos o assunto amanhã. Você teve um dia cheio, esposa. Será que consigo persuadi-la a deixar esse grupo e se juntar a mim em nossos aposentos?

— Você deve estar fatigado, meu lorde. — Lizzy levantou-se devagar. — Por favor, deem-nos licença, cavalheiros. Está tarde e preciso providenciar o jantar de meu marido.

Porém Darcy a impediu de caminhar, tomando-a nos braços. Apesar de sentir-se embaraçada ao ser alvo dos olhares de todos os presentes, Lizzy adorou a sensação de estar aninhada junto ao peito forte. Sentira tanta falta do marido.

— Vejo-a amanhã, Charlotte? — indagou, antes de ser carregada escada acima.

— Sim, milady. Bem cedinho.

Ao entrarem no quarto, Darcy sentou-se na cama, ainda com a mulher nos braços. Tudo o que queria fazer agora era beijá-la. Entretanto um beijo levaria a outro, e mais outro, até que não conseguisse parar. E a esposa não se recuperara o suficiente do acidente sofrido no dia anterior para se entregar aos aspectos físicos da paixão.

— Eu poderia ter andado, você sabe — ela falou baixinho, traçando o contorno dos lábios do marido com a ponta dos dedos. Não havia compreendido quão desesperadamente ansiava ser tocada.

— E é capaz de andar agora? — Darcy mal resistia à sensualidade daquela simples carícia em sua boca, o sangue já fervendo nas veias. Sua mulher tinha ideia do que lhe provocava?

— O fato é que acabei ficando preguiçosa em Pemberley, com tanta gente para me servir. — Devagar, ela o puxou pelo pescoço, até que os lábios de ambos se encontraram.

Todavia o beijo suave a deixou insatisfeita. O marido a estava tratando como se fosse um vidro frágil, que poderia quebrar-se a qualquer momento. E se ele não a tocasse logo, se não a possuísse, com certeza iria se estilhaçar em mil pedaços.

— Lizzy, eu...

— Beije-me, marido. Toque-me.

— Se eu a beijar, não serei capaz de parar.

— Deixe-me despi-lo — ela murmurou, a voz rouca vibrante de desejo.

Sem pressa, Lizzy desfez os laços da túnica e deslizou as mãos sobre o peito largo, apreciando os contornos dos músculos bronzeados. O ferimento estava quase inteiramente cicatrizado agora, embora a pele continuasse avermelhada no local. Inclinando-se, beijou a cicatriz enquanto o obrigava a deitar-se de costas na cama. Depois, tirou-lhe as botas e o cinto.

Alucinado, Darcy segurou-a pelos pulsos, debatendo-se entre a urgência de possuí-la e a vontade de apenas abraçá-la. Precisava ter cautela, pois temia ferir o corpo ainda dolorido da esposa. Afinal, mulheres eram criaturas frágeis.

Ousada, Lizzy tirou o corpete e a saia, ficando apenas com a túnica branca, o tecido transparente mais revelando do que escondendo. Depois, tornou a beijá-lo nos lábios, lenta e sensualmente.

— Devo mandar Darby lhe servir o jantar? — perguntou provocante, acariciando-o nas coxas.

— Elizabeth — ele respondeu num sussurro, incapaz de responder à pergunta, os pensamentos coerentes se perdendo em meio ao tumulto interior.

Os lábios da mulher, doces e sedutores, o estavam enlouquecendo. Mas não podia amá-la agora, não quando os ferimentos provocados pela queda ainda não tinham cicatrizado.

Assim, valendo-se de um resto de autocontrole, impediu-se de tocá-la, sabendo que a inexperiência de Lizzy não a deixava perceber o quanto o perturbava.

— Talvez você gostaria de dormir agora — ela insistiu, beijando-o no pescoço, certa de que poderia seduzi-lo.

Bem devagar, deslizou a língua pelo peito forte, prendendo os mamilos eretos entre os dentes, provando o gosto da pele coberta por uma fina camada de suor.

— Senti tanto sua falta.

— Lizzy...

— Estive esperando por você — ela sussurrou, os lábios vorazes cobrindo-o de beijos. — Quero você agora... desesperadamente.

Por fim, Darcy já não pôde conter-se. Chegara ao seu limite.

Notas finais
O que acharam?