Noites sombrias
5 Capítulo 5 professor Carlos
Notas iniciais
Carine olhava fixamente o lugar em que estava, se perguntava oque faria ali com aquele garoto.
– Carine, venha vamos comigo vou te ensinar tudo oque precisa saber sobre este lugar. Disse Carlos andando em direção a porta junto a Carine. – Bom você irá aprender comigo tudo oque precisar para sobreviver aqui.
– Entendi, mas isso tudo é mesmo real ou você é apenas um sonho no qual eu não consigo acordar? Perguntou Carine.
– Sou real assim como você, mas o único problema é que não conseguimos sair deste lugar, quase não sabemos oque é. E por alguma razão estamos aqui e não conseguimos sair, é como um pesado sem fim mais ainda temos a esperança de sair daqui com vida.
– Eu também espero sair daqui antes que algo de ruim nos aconteça, por isso me ensine todos os seus segredos, e os segredos deste mundo em que estamos vivendo todas as noites sem nenhuma escolha, vou ajudar vocês no que puder.
– O...obrigado Carine, mas chega de conversa mole e vamos te ensinar as coisas esta mesmo pronta pra isso?
– S...sim. falou Carine decidida e ao mesmo tempo um pouco corada.
– Oque você precisa saber aqui é, bom você já se perguntou o por quê de nós sempre termos lanternas ou algo do tipo conosco? Perguntou Marcos num tom sério.
– N...não, mas oque isso tem haver com este lugar? Pergunta a garota, meio sem entender nada.
– Oque acontece é que, este mundo e o nosso tem algumas ligações teve um tempo em que todos nós estávamos correndo daquelas criaturas sinistras e não sabíamos oque fazer e Mary queria algo para iluminar o lugar, ela se lembrou que tinha uma lanterna em seu quarto ela a queria, e um portal se abriu perto dela, e então Mary colocou sua mão lá dentro e puxou algo e para sua surpresa era a sua lanterna então quando, ela pegou a lanterna Mary ligou e colocou a luz dela naquelas coisas e elas começaram a abrir buracos e a morrer, foi assim que descobrimos suas fraquezas. Aquelas coisas não gostam de luz.
– Caramba que extraordinário, e se eu quiser fazer isso também, isso vai dar certo?
– Mas é claro que vai.
– Esse portal tem algum limite?
– Sim, limite dele é um espaço entre você e o seu quarto é oque sabemos até agora.
– Enquanto a todas essas coisas que estão aqui foram vocês que trouxeram?
– Mas é claro que sim, exceto alguns móveis.
– Essas tochas vocês que trouxeram também ou elas já estavam aqui?
– Fomos nós que trouxemos. Nós dormimos com essas coisas em nossos quartos, nossos pais não sabem disso porque não contamos nada a eles, escondemos tudo isso, não queremos meter eles nessa.
– Agora que já sei de tudo isso vou poder ajudar vocês.
– Obrigado Carine. Mas agora vamos lá fora me ajudar com as coisas já que você não pode ir lá fora ainda.
Então eles saíram do lugar de onde estavam e foram para o lado de fora, mas do casarão, Carlos então usa o portal e coloca sua mão dentro dele e puxa um isqueiro e panos velhos para colocar sob as tochas. O portal era um, portal azul de tamanho médio com algumas pedrinhas brilhantes.
Mary fica impressionada com oque vê, para ela isso para ela isso era coisa de animes ou filmes, Carlos entrega a ela alguns pedaços de pano, Carine ajuda com a tarefa.
– Carine eu não devia fazer isso com você, mas como vou te treinar daqui pra frente quero que você aprenda tudo, vamos lá do lado de fora preciso te ensinar a se defender aqui. Falou Carlos com uma expressão séria no rosto. –Venha logo não tenha medo Carine eu vou te proteger.
– Eu irei sim se algo der errado a culpa é sua, porque eu não sei me defender aqui. Disse Ela preocupada.
Carlos pega um pedaço de madeira tamanho médio, um pouco de pano e ascende com seu isqueiro.
– Vamos logo, a hora passa rápido aqui, não vamos perder tempo.
– Já estou indo.
Carlos abriu o portão grande eles andaram ao redor da casa, andam um pouco mais distante até que uma sombra aparece andando.
– Vamos lá, Carine se defenda.
– Vou tentar.
Então ela aproxima-se calmamente do homem sombra e mira nele com a lanterna. Buracos começam a abrir nele quando de repende. Uma sombra aparece sob o lado direito de Carlos.
– Carine você se esqueceu de olhar para os lados e de me proteger, você foi mais ou menos bem nota 5 pra você. Disse ele levantando a tocha para o homem sombra que apareceu ao seu lado o destruindo. –Com o tempo você precisará ser mais cautelosa porque vamos precisar de você para que nos ajude, então tenha cuidado.
Passos começam a ser ouvidos era os passos de Mary e seu companheiro Arthur.
– Oque vocês dois estão fazendo aqui no lado de fora da nossa base? Pergunta Mary irritada.
– Eu só estava treinando a Carine afinal temos menos um.... Sua fala é interrompida por Mary que faz não com a cabeça parecendo esconder algo.
– Me...menos um oque? Pergunta Carine.
– Nada, menos um ajudante afinal sempre fico aqui e nunca saio. Diz Carlos bem rápido.
“hum... será que eles estão me escondendo algo?” pensou Carine.
Chega de conversas e Vamos para dentro rápido algumas daquelas coisas estão atrás de nós. Diz Arthur.
Eles correm em direção ao portão, abrem e escutam passos vindos e muitas daquelas sombras estavam indo em suas direções, eles fecham o portão e estão seguros.
Mary e os outros começam a desaparecer sinal de que estão acordando, Carine olha para Mary e manda um tchauzinho para ela, e diz -Até amanhã. E todos desaparecem e acordam.
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Quando Carine olha, o relógio eram apenas 5:00am.
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