Notas iniciais
E eu voltei com mais NCIS!
Espero que gostem dessa brincadeira inspirada pela noite de ano novo e pelas regras do Gibbs!!

— Alguém só pode ter zicado a gente! Só pode! Quem foi que abriu a boca antes do recesso de Natal e disse que não teríamos nenhum caso? Quem foi? Porque eu vou dar um tiro nele ou nela!!!

— Para com isso, Tony, nem é tão ruim assim! Aposto que vai ser rápido!

— Não zica ainda mais, Ziva! Não zica! Toda santa vez que alguém diz isso, os casos duram mais de uma semana!

— Dramático!

— Estou sendo realista! Isso aqui — e eu fiz questão de mostrar toda a sala do esquadrão – vai arruinar o nosso recesso! Eu até posso ver o que vou perder na hora da virada...

— Como eu disse, você está sendo dramático. Nem sabe para que nos chamaram hoje!

— Minha adorada Agente David, se nos chamaram é porque a coisa é séria! Se não fosse, outra equipe resolveria!

— Na verdade que disse que resolveríamos esse. – O Chefe falou enquanto entrava na sala.

— O QUE?!

— Como é DiNozzo?

— Se o senhor acha que podemos lidar com isso, nós podemos, Chefe! Mas o que é o isso?

— A filha e a melhor amiga do Secretário Davenport foram sequestradas.

— Isso não é jurisdição do FBI? – McGee finalmente abriu a boca.

— Não. Pois quem a sequestrou foi um Primeiro Oficial da Marinha. Caso nosso, McGee. E temos que andar rápido. Peguem suas coisas.

— Viu, até o Gibbs tem planos para a Noite de Ano Novo! E você me chamando de dramático!

— Não tenho nenhum plano, DiNozzo. Acontece que SecNAv está no escritório da Direção falando na cabeça da Jenny, e se ela ficar sem paciência, vai falar na minha. E se ela falar muito na minha cabeça.

— Você vai falar na nossa. Entendi. Vamos resolver isso logo.

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No local do rapto não tinha muita coisa para ser analisada. Apenas marcas de pneus e as coisas das duas garotas que foram deixadas para trás.

Fizemos o que fazemos de melhor e após coletar cada uma das evidências e ensacá-las, fomos até a casa do Secretário para poder colher informações sobre as meninas. O que consistia em revirar o quarto de uma colegial e levar o seu notebook conosco.

Confesso que passei a oportunidade de mexer em quarto desses. Deixei que Ziva fizesse todo o trabalho. A mesma coisa fizemos na casa da amiga.

— Estranho. Pelo que pude notar, eram garotas comportadas. Por que alguém as sequestrariam? – Ziva me perguntou já de volta à base.

— Chantagem. SecNav tem acesso a várias informações.

— Mas mesmo assim, Tony, são adolescentes. Por que não irem atrás do Secretário?

— Ele com certeza não falaria nada, nem mediante tortura, mas se visse a filha em perigo?

— Qualquer pai faz qualquer coisa para ver os filhos bem, Ziva. – Gibbs sempre entrando no meio da conversa.

— Menos o meu. – A israelense retrucou.

— Alguma novidade?

— Por enquanto, não, chefe. Abby e McGee estão trabalhando nos computadores das meninas. E já lançamos alertas para todo o estado. Quanto as duas garotas, elas são santas demais para se encrencarem sozinhas.

— Certo. Mas preciso de mais. E rápido! Investiguem ameaças, e-mails, telefonemas para toda a família! – Ele disse lançando um olhar para a porta da Diretoria. Nem precisou se explicar.

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— McGee, acho melhor vocês terem pego o notebook dos pais das garotas! Neste aqui só tem filme pirata e acesso em redes sociais. Um tédio!

— O mesmo aqui, Abby. Músicas, séries, filmes e fotos com as amigas. Nada de incriminador, não conversou com ninguém estranho nas redes sociais.

— Atualizações!

— Gibbs! Que bom que você está bem! Tá tudo certo lá em cima? Digo, o Secretário ainda não tentou matar a Jenny e nem ela a você, né?

— Ainda não, Abs. Mas o que vocês têm?

— Nada.

— Nada?! Como nada?

— Essas garotas são quietas, Gibbs. Não deram nenhuma informação ou compartilharam detalhes que poderiam levar aos seus sequestros. – McGee continuou.

Nós nem terminamos de falar e Gibbs já estava no elevador.

— Ele não ficou feliz com isso, McGee!

— Nem um pouco! Mas quem pode culpá-lo? É ele quem vai levar a falta de notícias para o Secretário e a Diretora.

— Eu não quero estar naquela sala por nada nesse mundo!

— Nem eu.....

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— Por que eu não me surpreendo que você não bata na porta, Agente Gibbs?

— Me poupa tempo, Madame.

Ele sabe que esse “Madame” me irrita, mas parece gostar de fazer isso.

— Então, quais são as novidades?

— Nenhuma.

— Nenhuma! Olhe aqui, Agente Gibbs, é a minha filha quem está na mão de um lunático! E o que você está fazendo que não tem nenhuma atualização? Tem certeza que este é o seu melhor time, Diretora?

—Senhor Secretário, tenho certeza que toda a equipe está dando o seu máximo para que o caso seja resolvido o mais rápido possível. E a falta de atualizações se dá pelo fato de as investigações terem começado a pouco tempo. Peço que tenha um pouco mais de paciência. Casos assim não se resolvem em poucos minutos. – Tentei soar o mais diplomática que conseguia. – Agora fique á vontade que irei inspecionar o andamento das investigações.

SecNav se sentou no sofá e me deu um sinal de que poderia ir – abusado, ele estava na minha sala, entro e saio quando quero -, enquanto Gibbs me lançou um olhar ameaçador.

Saímos juntos do escritório e quando já era seguro falar sem que o Secretário nos ouvisse, ele enfim soltou o que não pode dizer lá dentro:

— Vai inspecionar a minha investigação, Jenny?

— Vou sair do meu escritório e tomar um ar, Jethro! Se eu ficar lá dentro mais um minuto, com esse homem falando na minha cabeça, a presença de Ducky será necessária! – Dei um meio sorriso cansado. – Vocês realmente não têm ideia do que está acontecendo.

— As garotas estão limpas. Nada de importante em seus computadores. Estamos de volta ao início.

— Já tentaram rastrear as ameaças recentes feitas ao Davenport?

— Tony e Ziva estão fazendo isso.

Ele nem acabara de falar, Ziva o chamou.

— Gibbs, temos uma pista!

Trocamos um olhar aliviado, acho que ainda passaríamos a Noite de Ano novo em casa!

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— Qual é a pista, Ziva?

— O pai da Amanda!

— Amanda?

— A melhor amiga da filha do Secretário, Jethro, Amanda Lynch. À propósito, o nome da filha dele é Sara. – A Diretora explicou.

— O pai de Amanda recebeu alguns telefonemas estranhos, chefe. Daqueles em que alteram as vozes e tudo. – DiNozzo continuou.

— Nessas ligações pediam detalhes da residência dos Davenports e ameaçavam que, se ele não desse as informações em 48 horas, eles levariam a filha dele.

— Já conseguiram um número?

Neste instante, Abby e McGee iniciaram uma chamada de vídeo.

— Oi gente!! O número do telefone nos leva a um celular pré pago. Mas conseguimos rastrear onde ele foi comprado!

— O endereço já está nos seus telefones! – McGee completou.

— Tony, Ziva, para a loja. – Gibbs mandou e olhando em volta, simplesmente continuou – Você vem comigo, Jen.

Sobrou até para a Diretora nessa investigação!

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Na loja de conveniência não tivemos muito sucesso. Vários são os celulares pré pagos vendidos por ali. Mas pelo menos a dona lembrou que o aparelho foi pago no dinheiro. E conseguia lembrar da roupa que a pessoa vestia.

Após nos dar a descrição da roupa, já que ela disse não se lembrar do rosto ou de qualquer detalhe da pessoa, só sabia que era um homem, muito mal vestido, com roupas sem combinar. Um assassinato à moda. Pegamos os vídeos de segurança e levaríamos mais esses brinquedos para McAbby se divertirem.

— Nosso tempo está se esgotando Ziva! Faltam quinze horas para o ano acabar e esse caso não está nem perto de se resolver.

— Tony, a virada do ano não é nem tão importante assim! Pare com isso!

— Não é importante para você que fica em casa. Eu tenho os meus planos!

— Claro que tem! Assistir a qualquer filme que se passe na virada o ano! Ou você pretendia ir a New York, passar a noite na Times Square?

— Não seria uma má ideia! Acho que ainda consigo chegar lá hoje. São cinquenta minutos de avião!

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— Admita, Jen. Você estava querendo sair da base!

— Mas eu não podia ter saído e deixado o Secretário lá sem nenhuma informação, Jethro!

— Me agradeça depois! Agora você está de volta ao trabalho de campo.

— Trabalho de campo no meio do inverno. Que ótimo! E a propósito, a casa é aquela ali atrás.

Ele só me lançou um olhar raivoso. Dei de ombros e completei.

— Está precisando de óculos?

Sem me responder ele parou o carro e desceu. Quando eu o alcancei, a alguns passos da entrada, ainda complementei:

— Não se esqueça, eu sou sua chefe! Trate-me como tal.

No momento em que ele ia me responder, a porta foi aberta.

— Sra. Lynch? Bom dia! Agente Gibbs e Diretora Shepard, NCIS. Você poderia conversar por um minuto?

Então fomos convidados a entrar.

— Preciso chamar o meu marido?

— Seria bom, Senhora. – Gibbs respondeu.

Assim que ela saiu da sala, ele me sussurrou o seguinte.

— Não esqueci do que você falou, Diretora. Ainda vou dar o troco.

— Se você acha. – Dei de ombros.

O casal retornou e começamos a questionar sobre os telefonemas e a rotina da casa. Acontece que algo estava muito estranho. A Sra. Lynch respondia com naturalidade, e apesar do claro nervosismo por tudo o que passava, ela conseguia ser clara nas repostas. Já o pai de Amanda, em hora nenhuma mostrou coerência nas respostas, além de estar evidentemente nervoso.

Nós dois notamos isso, e, como não tínhamos prova da mentira, resolvemos que era hora de ir.

— Muito obrigada – agradeci apertando-lhes as mãos. – Qualquer novidade ou questionamento, entraremos em contato.

E fomos para o carro.

— Lynch! – Nós dois falamos ao mesmo tempo.

— Dinheiro.

— Poder, Jen.

— Dinheiro. Não notou o rolex falso no braço dele? Com certeza tinha um original que vendeu para poder pagar as dívidas. E vai usar da amizade da Amanda com a filha do Secretário para poder conseguir o que precisa.

— Acontece que Tony e Ziva reviraram a vida financeira das duas famílias. E não encontraram nada.

— TEM que ter alguma coisa!

— Mas isso é trabalho para os investigadores, não para a Diretora. Agora você volta para a sua sala e nos deixa trabalhar.

— Se eu estiver certa, Agente Gibbs, você vai pagar a rodada para toda a equipe!

— Você está errada, Jen.

— Veremos. Apostado?

Ele só me estendeu a mão. E eu tinha certeza que estava certa.

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As imagens dessa câmera de segurança são horríveis! Eu não faço milagre! Tony, por que você me traz coisas assim?

— Abby, nem todo mundo sabe que as coisas evoluem! Veja o Gibbs! Olhe o celular dele! E eu acredito que você pode melhorar isso, aí! Vamos lá!

— Algum problema com meu celular, DiNozzo?

— É excelente, Chefe!

Tony nunca vai aprender o quão furtivo Gibbs pode ser! Ele me passou um copo extragrande de CAF-POW! e eu continuei minha busca pela pessoa mal vestida que a dona da loja de conveniência tinha visto.

— Mas são horas de filmagens! Nunca vamos conseguir identificar a tempo! Não tem nada que você possa fazer, Abby? Tim? – Ziva suplicou.

Eu já estava sem ideias, e a presença de todos no meu lab não estava ajudando. Foi então que McGee teve a grande ideia!

— Nosso suspeito está usando calça vermelha, não é?

— Como bem disse a Sra. Jones, “um assassinato à moda” – Tony imitou a moça e Gibbs apenas o olhou com a cara fechada.

— Então posso determinar que o programa destaque as pessoas que estão vestindo vermelho. Assim poderemos achar nosso suspeito mais rápido.

— Façam isso vocês dois. DiNozzo, você e Ziva, quero que cavem o passado de John Lynch. Aquele cara está escondendo algo.

— Sim Chefe!

— E isso está valendo o pagamento da rodada pela Diretora!

Eles nem precisaram de outro incentivo. Correram para o elevador.

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Pesquisamos a fundo as finanças do Sr. Lynch e só fomos encontrar os desfalques em uma conta que ele tinha com nome falso. Só por isso, já valeria uma visita á sala de interrogatório. Mas aí, McAbby acharam o assassino da moda. E adivinha quem era? O próprio Sr. Lynch!

Alguém vai encarar a fúria de Leroy Jethro Gibbs no interrogatório! Separem as pipocas porque esse vai ser o nosso programa da virada!

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A conversa nem foi tão emocionante assim. Lynch confirmou que havia comprado não um, mas dois telefones e passou para o Primeiro Oficial James Oliver. Todo o plano de sequestro partiu de Oliver.

— Você deixou que ele levasse a sua filha? – O chefe explodiu.

— Não! De forma alguma! Ele a levou porque não cumpri com a minha parte a tempo!

— E para onde ele as levou?

— Não sei! Não tenho a menor ideia!

— Qual foi o motivo para ele te pedir ajuda?

— Apostas. Apostas ilegais. Ele é quem comanda um esquema de “Clube da Luta”. Eu andei apostando, porém como não tinha mais dinheiro, peguei emprestado com o agiota do Clube. Que é irmão do Oliver. E como não tinha realmente como pagar, ele disse que bastaria que eu desse as informações que ele me pedisse que minha dívida estava quitada. Mas nunca imaginei que ele fosse sequestrar a Sara e, muito menos, a Amanda!

O chefe não disse mais nada. Apenas saiu da sala apressado.

No corredor encontramos com a Diretora. Ela só pediu por uma boa notícia.

— Sabemos o motivo. E quem é o sequestrador. Vamos rastreá-lo agora. – Gibbs respondeu ao olhar inquisitivo da ruiva.

— Já sabem o motivo? Qual é?

— Dinheiro. – Respondi simplesmente.

— Ah, sim. E não é a razão da maioria dos casos? – Ela retrucou. Mas juro que não entendi a olhada que ela deu para o Chefe. – Vão. Tentem resolver isso antes da meia noite! Vou atualizar Davenport.

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Jogamos o nome do Primeiro Oficial Oliver no sistema. Rastreamos sua vida. E depois de muito cavar, encontramos que a sua namorada possuía um rancho no interior. Seu carro foi flagrado pelas câmeras na mesma direção! Estávamos perto.

Fomos sem ajuda ao local. Pelo jeito, Oliver não esperava que o achássemos tão cedo. Ele está redondamente enganado.

Como todos os culpados fazem, ele correu. Como se as coisas já não estivesses ruins o bastante! Afinal era dezembro, estava nevando e o babaca ainda me cisma de ir para o meio da floresta à noite? Tem gente que não tem cérebro!

As garotas foram salvas e Oliver foi pego pouco depois. Um tanto molhado, pois escorregou e caiu dentro de um buraco no lago congelado.... Além de uma pena bem longa, com certeza, pegaria uma pneumonia!

Levamos as garotas para seus pais, logicamente Lynch seria preso, contudo sua pena seria reduzida por ter nos ajudado. Um final feliz para as famílias, mas para nós...

— Nem acredito que faltam apenas cinco minutos para a meia noite! Cinco minutos para o Ano Novo e eu estou aqui!

— Eu te disse que acabaríamos o caso antes da virada, Tony! Só não disse o quanto antes da virada!

— Pode parando com esse sorrisinho, Ziva. E agora, onde vou passar a virada? Dentro do carro?

Nessa hora uma voz foi ouvida da sacada do segundo andar:

— Bem, como ainda temos alguns minutos para o Ano Novo e como eu tenho certeza que vocês não tem mais nenhum plano e não querem passar a virada dentro dos seus carros, eu os convido para o meu escritório, preparei uma coisinha para todos nós.

Comida e bebida patrocinada pela Diretora? Ha! Não perderia isso mesmo! Subi no mesmo instante. E fui seguido por McGee e Ziva. Quando olhamos para trás, o Chefe ainda estava sentado em sua mesa.

— Jethro, você não vem? – Jenny convidou. – Suba rápido. Falta pouco! Por que você vai passar a virada sozinho se pode passar com todos nós?

O Chefe ponderou e, enfim, cedeu, subindo as escadas.

Quando entramos no escritório da Diretora, nem acreditamos. Ela armou uma festa da virada bem ali dentro!

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Eu vi a cara de espanto de cada um deles quando viram o que fiz com o escritório. Nada como ter os contatos certos.

Agora faltavam menos de dois minutos. E eu sabia muito bem quem puxaria a contagem regressiva.

Um minuto e todos ficamos naquela expectativa boba da virada.

Trinta segundos e seguramos o ar. Faltava pouco!

Mas a contagem tinha que ser diferente. Era uma festa diferente. Dentro do nosso local de trabalho, ao invés de contarmos os números, Abby começou a contagem com as regras do Gibbs. Sim de 10 a 1, cada segundo para a meia-noite seria uma das regras. Todos entramos na brincadeira!

— Regra 10 – Nunca se envolva pessoalmente em um caso! – Abby gritou.

— Regra 09 – Nunca vá a ligar nenhum sem sua faca! – Ziva

— Regra 08 – Nunca considere nada como certo! – McGee

— Regra 07 – Sempre seja especifico quando mentir! – Tony

— Regra 06 – Nunca se desculpe. É um sinal de fraqueza – Jimmy

— Regra 05 – Nunca desperdice o que é bom! – Eu entrei na brincadeira

— Regra 04 – A melhor maneira de se manter um segredo? Guarde-o para você. A segunda melhor? Só conte a uma pessoa – se for necessário. Não há uma terceira. — Ducky

— Regra 03 – Não acredite no que te contam. Sempre cheque duas vezes! – Todos falamos ao mesmo tempo!

— Regra 02 – Sempre use luvas na cena do crime! – Ziva disse

— Regra 01 – Nuca ferre com o seu parceiro! – Gritamos todos juntos!! E logo em seguida gritamos: FELIZ ANO NOVO!

E puxados por Abby demos uma abraço em grupo.

Foi quando Tony fez um muxoxo perguntando quem iria beijá-lo, já que traz sorte beijar alguém na virada.

Todas as garotas se olharam e partimos para dar um beijo no único homem ali realmente merecia ganhar um beijo, na bochecha, naquela hora: Ducky!!!

— Isso não vale! Eu claramente sou o homem mais bonito desse lugar!!

— Se conforme Tony! – Ziva disse – Quem sabe no ano que vem não é a sua vez? – Ela piscou para ele!

Acho que Gibbs terá a sua regra 12 violada mais cedo do que ele pensa.

Todos continuamos por ali, dando nossos abraços e falando nossos desejos para o Ano Novo, quando Jethro chega perto de mim.

— É uma boa festa de última hora, Jen!

— Obrigada, é bom ter contatos! E Feliz Ano Novo, Jethro! – Dei um beijo na bochecha dele – E, à propósito, isso é para você!

Ele me desejou um Feliz Ano Novo e foi abrindo o papel. Não sei que ele pretendia achar ali, mas tenho certeza que não era o que ele viu!

— Mas do que se trata isso, Jenny? Que conta é essa?

— Ora, Jethro, nós dois apostamos qual seria o motivo do Lynch ter se envolvido no sequestro das garotas, eu disse dinheiro, você poder. Quem perdesse pagava a rodada. Tony me disse que o motivo foi dinheiro. Logo, você perdeu. Vai pagar a rodada!! Ou melhor, a conta!! – Dei um sorriso vitorioso a ele.

A cara que ele fez foi indescritível. E só piorou quando todos o agradeceram pela festinha!!

— Valeu Chefe! Feliz Ano Novo!!

Notas finais
E é só! Muito obrigada por lerem!!
Tenham um ótimo ano!!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!