Notas iniciais
Oi pessoal... desculpem a demora!

está muito corrido para mim...

Preparados?

esse capitulo é para os fãs de Finchel...

espero que gostem e me deixem reviews por favor...

minha conta normal no nyah! volta hoje!!! então logo vai ter mais um capitulo de Glee, the band!

vamos ao capitulo

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Rachel Berry

Eu andava pelos corredores enquanto todos me observavam. Aqui não mudou muito, nossa como eu sentia falta desse colégio. Um ano não sendo ninguém, e agora era o centro das atenções de novo, isso era estranho e desconfortável.

Meus pensamentos são interrompidos quando ouço um grito no corredor:

–BERRY!- Escutei uma voz familiar gritar e sorri. Mal terminei de me virar e ela já estava no meu pescoço.

–Santana! — Eu falei retribuindo o abraço e tentando respirar enquanto ela me apertava.

–Você voltou! — Ela falou me soltando mas ainda me segurando pelo braço, ela usava um de seus famosos vestidos listrados com um casaquinho e a sua bota preta, o cabelo solto com a franja presa para trás. — Senti tanto a sua falta.

–Também senti a sua falta Sants. — Falei para ela. Agora que havia percebido tinha uma garota loira de olhos azuis ao lado da latina. Santana percebeu que eu olhava a garota e me tirou a duvida de que ela era.

–Rachel, essa é a Brittany — Santana fez uma pausa. — Ela é minha... namorada.. — Ela falou e sorriu para mim.

Não consegui segurar e minha boca caiu. A Santana Lopez é lésbica? Como assim? Eu realmente perdi muita coisa em um ano.

–Prazer. — Brittany falou me abraçando. — Santana não me contou que tinha uma anã nariguda. Eu sou Brittany.

Olhei para ela perplexa. Anã?

–Rachel. — Falei se soltando dela.

–Agora eu tenho que ir. — Brittany deu um selinho em Santana.- Tenho que convencer o diretor a fazer o clube do papai noel. — Franzi a testa. O que? — Ele me falou para fazer um clube para ele ou ele não pararia de vender drogas para o meu gato. — Ela bufou e saiu. Encarei Santana de boca aberta.

–O que foi isso? — Perguntei a ela. Ela abaixou a cabeça. — Santana, eu estou feliz que esteja feliz. Mas... — Me interrompi. Caramba eu havia acabado de chegar, será que eu não poderia ser mais gentil? O QUE HOUVE COMIGO?

–Mas o que Rachel? — Santana me encarou e cruzou os braços. Droga, ela já estava brava comigo.

–O que... — Falei pausadamente com medo de sua carranca. — Você sente por ela?

Santana parou e me encarou confusa, seu rosto se suavizou.

–O que eu sinto? — Ela falou lentamente continuando confusa. — Ela me atrai. — Ela falou e se levantou a cabeça me encarando com um sorriso falso no rosto.

–Atração? Só isso? — Cruzei meus braços e ela me olhou confusa.

–O que mais poderia sentir? — E lá está a Santana confusa de novo.

–Amor. — Ela me encarou e ficamos assim por alguns minutos, ela estreitava os olhos perdida em pensamentos. Se minha boca grande não tivesse falado nada estaríamos conversando sobre como tinha sido o Texas!

–Rachel! — Ouvi duas vozes pelos corredores. Santana revirou os olhos, e eu não entendi o motivo já que ela tinha feito a mesma coisa. Senti quatro braços envolta de mim. Após alguns segundos Quinn e Marley me soltaram.
Marley segurou minha mão e a da Santana enquanto Quinn segurava a mão da latina e a minha nos unindo em um roda.

–É tão bom estarmos juntas de novo. — Quinn falou.

–Garotas, eu senti tanta falta de vocês – Falei sorrindo.

–Ok, nós já sabemos – Santana falou revirando os olhos. — Você sentiu nossa falta e sentimos a sua falta, agora pulamos essa parte ok? — Todas nós rimos.

–Esta cena realmente me comoveu... e enjoou. — Nos viramos e damos de cara com Kitty. — A quatro unidas novamente, a pocahontas, a vadia, a orca e olha só! A nariguda voltou, cuidado para não sugar todo o ar com isso que você chama de nariz. — Revirei os olhos e vejo Marley abaixar a cabeça e apertar a barriga com força.

–Olha aqui, sua vadia! VOCÊ SABE DE ONDE EU VENHO? — Santana gritou e seguramos ela, antes dela tentar fazer alguma coisa.

–Não me interessa de onde você surgiu. — Kitty interrompeu Santana e se virou para mim. — Bem vinda... de novo. — Ela sorriu ironicamente e saiu andando pelos corredores.

O sinal bateu e olhei meu horário: Literatura. Santana, Quinn e Marley também tinham essa matéria. Saímos conversando em direção a sala de literatura, chegando lá me sentei na ultima carteira na fileira do meio, Marley na minha frente, Santana ao lado direito dela e Quinn ao lado esquerdo.

Enquanto elas conversavam sobre algo que ocorreu no ano em que eu não estava aqui peguei meu livro. Romeu & Julieta. Ok, é muito brega uma garota gostar de ler livros antigos, mas eu sou simplesmente apaixonada por essa historia, ela é tão envolvente, tão romântica, um amor impossível. Já li esse livro milhares de vezes e decorei cada fala.

Meus pensamentos são interrompidos quando escuto Quinn:

–Oh, meu Deus! — Ela falou e eu levantei minha cabeça olhando para ela, Santana e Marley fizeram o mesmo. Ela olhava para a frente da sala, olhei para onde ela olhava e minha boca caiu.

De pé encostado na mesa do professor estava um jovem, ele parecia ter uns 20 anos de idade, moreno com o cabelo preto levemente bagunçado, olhos castanhos, usava uma calça jeans um pouco larga, e uma camiseta azul xadrez e uma branca por baixo. Ele é bonito, muito bonito.

–Bom Dia, eu sou o Finn Hudson e serei o seu professor de literatura pelo restante do ano. E... — Não consegui prestar atenção no que ele falava, ele é tão lindo, fiquei observando a boca dele se movimentando. Oh meu Deus o que está acontecendo comigo?

Corei e olhei para as outras garotas, algumas estavam coradas como eu e outras mordendo o lábio como a Quinn, Santana estava revirando os olhos.

Caramba! Como eu vou me concentrar com ele ali na frente, logo em literatura. Fiquei encarando o meu caderno. Vou ter ficar o ano inteiro?

Presto atenção na voz dele explicando o que é literatura. Deito a cabeça sobre os meus braços e fico ouvindo, fecho meus olhos.

Acordo em um pulo quando alguém bate no meu braço, Marley eu acho, todos me observavam.

–Rachel Berry? — Ouvi a voz do Professor me chamar, olhei para ele, ele estava sentando olhando para algo na mesa.

–Aqui. — Falei e ergui o braço, mas ele nem viu.

–Calma, é só a chamada. — Marley falou e sorriu. — Ele passou um texto para fazer.

–Sério? — Perguntei e abri meu caderno. — É para entregar? — Ela concordou com a cabeça. — Sobre o que?

–Sobre como nós somos, sobre nós mesmos. — Ela falou franzindo o cenho. — Acho que ele quer nos conhecer melhor. E sim é para entregar.

Revirei os olhos e comecei a escrever. A aula toda foi quieta, não olhei nem um minuto para cima, as vezes Marley me perguntava algo sobre a minha viagem mas não tinha muito para se falar.

–Entreguem o texto por que faltam 5 minutos. — O professor falou lendo algo sem olhar para cima. — Os últimos de cada fila recolham os restantes.

Ah, eu corri e terminei o texto enquanto todos ia para frente, me levantei e todos já haviam se sentado.

–De quem é essa caneta que me emprestaram? — O professor perguntou. Enquanto eu pegava os textos das pessoas da minha fila. Vi Quinn levantar o braço.

–É minha. — Ela sorriu e olhou para mim. — Pega para mim Rach? — Concordei com a cabeça e fui em direção ao professor, sem encarar ele olhando para baixo.

Coloquei os textos na pilha e vi apenas o braço dele estendido com a caneta . Quando peguei a caneta toquei na pele dele sem querer, no mesmo momento senti um choque que nunca havia sentido na vida, tirei minha mão rapidamente e a caneta caiu no chão. Me abaixei para pegar a caneta e percebi que ele me olhava com a boca um pouco aberta. Meu Deus o que foi isso? Me virei rapidamente sem olhar para ele fui para o meu lugar tacando a caneta na mesa da Quinn. Sentei e Marley se virou.

–Rachel, tudo bem? — Ela perguntou e eu concordei com a cabeça. — Você está pálida.

–Eu estou bem. — Respondi e sorri. O QUE FOI AQUILO?

–Professor?! — Quinn chamou e ele a olhou.

–Sim? — Ele falou e se levantou se encostando na parede.

–Você quer saber mais sobre nós... — Aonde Quinn quer chegar com isso? — Mas nós não sabemos nada sobre você.

Ele pareceu surpreso e sorriu de lado, meu Deus como ele pode ser tão lindo.

–O que você gostaria de saber exatamente senhorita Fabray? — Ele falou divertido.

–Quanto anos você tem? — Ela falou erguendo uma sobrancelha.

–23 – Caramba! Ele é novo, deve ter acabado de sair da faculdade.

–E você tem namorada? — Quinn não poderia ser mais discreta quando quer flertar com um homem?

–Não senhorita Fabray – Ele falou erguendo uma sobrancelha. — Não tenho namorada.

Ela abriu a boca chocada.

–Você é Gay? — Ela soltou e Eu, Marley e Santana olhamos para ela.

–QUINN! — Gritamos juntas. Ela sorriu divertida enquanto o professor corava.

–Não, senhorita Fabray eu não sou Gay. — Ele falou e o sinal tocou. Ainda bem que o tocou. Todos se levantaram e foram em direção a porta. Quinn sorriu.

Hoje será um longo dia.


Finn Hudson



Encarava o diretor Figgins e pensava.


–Isso é mesmo obrigatório? — Eu perguntei.

–Senhor Hudson – Ele falou me explicando novamente. — Como eu disse, nós temos as atividades extracurriculares obrigatórias para os alunos cumprirem horário.

–Sim eu entendi isso, mas... — Eu o interrompi e ele me encarou. — Onde eu entro nisso eu sou professor, não aluno. — Dizer isso era estranho, já que era professor apenas por um dia.

–Eu sei, mas você tem que ficar aqui durantes essas aulas extracurriculares, e não pode ficar sem fazer nada, poder você até pode mas não receberá o salario integral. — Ele me encarou.

–E... — Eu pedi para ele continuar, onde ele queria chegar?

–E você deve encontrar algum clube para ajudar a cuidar ou fazer um novo clube. — Ele falou olhando para uma papelada. — Temos vários clubes aqui no colégio. — Ele me passou uma lista e eu fingi ler. Realmente não me interessa ajudar nem comandar nenhum clube, mas eu preciso desse dinheiro. — É só você escolher.

Tem tantos clubes mesmo. Eu estou confuso.

–Será que eu poderia pensar? E te dar a resposta hoje no final da aula? — Perguntei erguendo uma sobrancelha.

–Claro leve a lista com você. — Eu me levantei e fui em direção a porta de saída. — Você tem até o final da aula!

Era intervalo e eu caminhei em direção a sala dos professores, entrando lá pego um copo de café e me sento em uma cadeira perto da janela. Observo os outros professores eu devo ser o mais novo aqui.

Um homem com cerca de uns 35 anos e cabelos encaracolados se senta ao meu lado, ele sorri e parece gentil.

–Você é o novo professor de literatura? — Ele pergunta e eu concordo com a cabeça. Ele me estende a mão. — Prazer, eu sou Will Shuester eu ensino espanhol.

–Prazer – Falei enquanto apertava sua mão. — Finn Hudson, como você já sabe eu ensino literatura.

–E então, como vai o seu primeiro dia? — Ele falou enquanto pegava a xícara de café que estava na sua mão e levava para a boca.

–É estranho todos me chamando de professor – Falei encolhendo o ombro. — Mas é legal. Só estou com um problema com o Figgins.

–Sério? — Ele me encarou, levei a minha xícara de café para a boca e tomei um longo gole sentindo o liquido descendo pela minha garganta. — Qual é o problema? Talvez eu possa ajudar.

Ele falou sorrindo. Ele parece ser um cara legal. Sorri de volta.

–Ele disse que preciso estar em algum clube para cumprir horário. — Falei erguendo o papel que estava na minha mão. — E tem tantos grupos e eu não sei qual escolher, quero estar em algum que eu goste. — Eu o encaro minha caneca, lembro da frase que o Figgins me disse“todos os professores devem estar em pelo menos um clube” – Você está em qual clube?

–Eu sou o instrutor do clube do coral, glee club, o new directions. — Ele falou tomando mais um gole de seu café. — Hoje começo a ver as audições. Se você quiser aparecer vai ser no auditório.

–Eu vou pensar. — Sorri para ele. — Eu ainda não decidi nada, preciso ir em algum lugar silencioso para pensar. — Me levantei e apertei a mão dele. — Você sabe onde fica a biblioteca?

Ele me explicou onde era e eu sai da sala deixando a caneca na pequena pia que tinha ali.

Fui andando na direção da biblioteca. Enquanto andava percebi algumas garotas olhando para mim, e elas olhavam para as garotas do lado e cochichavam algo dando risadinhas, me fazendo corar.

Entrei na biblioteca que estava quase vazia, havia uns 5 alunos nas mesas. Nossa a biblioteca daqui é enorme. Comecei a andar observando os corredores até que vejo alguém no próximo corredor, coloco a cabeça e vejo uma garota lendo algo sentada no chão.


Flashback on.



–Rachel Berry? — Perguntei mais uma vez esperando a resposta, continuei olhando para o meu livro.


–Aqui!. — Ouvi uma voz e coloquei presença.

Terminei a chamada e olhei o relógio, faltavam 5 minutos para bater o sinal.

–Entreguem o texto por que faltam 5 minutos. — Falei pegando meu livro para ver para quem eu irei dar aula agora. — Os últimos de cada fila recolham os restantes.

Falei para não fazerem bagunça. Logo tinha vários alunos em volta da mesa colocando em um montinho.

Olho para a caneta na minha mão, ah é claro eu peguei emprestada. Mas quem me emprestou mesmo? Olho a sala rapidamente mas não me lembro.

–De quem é essa caneta que me emprestaram? — Pergunto olhando para uma das redações. Blaine Anderson, ele é novo no colégio.

–É minha. — Ouvi uma garota gritar, mas continuei lendo a redação. Pelo canto do olho vejo uma garota se aproximar e colocar a redação na pilha, estendo a caneta para ela.

Quando ela pega, sua mão toca na minha enviando um choque por todo o meu corpo, ela afasta a mão deixando a caneta cair no chão. Ergo meus olhos para ela e ela já está abaixada pegando a caneta. Minha boca estava aberta mesmo eu não percebendo. Ela se levanta sem olhar para mim e sai correndo para sua carteira, eu a acompanho com os olhos e a vejo jogar a caneta na carteira de uma garota loira. O que acabou de acontecer aqui?


Flashback off



Ela estava sentada no meio do corredor e observava o livro atentamente. Eu a observo, ela é baixa, morena com uma franja cobrindo a testa, olhos castanhos e sua boca é rosa bem vivo e carnudo. Ela é linda. Me aproximo dela, mas ela não percebe.


–Sabe, eu acho que as cadeiras da biblioteca são mais confortáveis do que o chão. — Eu falei e ela levantou rapidamente. — Desculpe, eu não queria te assustar.

–Não tem problema. — Ela falou olhando para o chão.

–O que uma garota de 16 anos está fazendo na biblioteca na hora do intervalo? — Perguntei e ela sorriu ainda com a cabeça baixa.

–Eu estava lendo. — Ela ergueu a cabeça e me encarou, com um sorriso maravilhoso no rosto, que me fez sorrir também.

–Mentira! — Eu falei fingindo estar incrédulo e ela gargalhou, me fazendo sorrir ainda mais. — É uma revista de fofoca escondida ai?

Falei olhando para o livro em sua mão lendo o titulo.

–Na verdade é um romance — Ela corou e abaixou a cabeça.

Romeu & Julieta? – Falei sorrindo e surpreso– É um clássico. Você gosta de Shakespeare?

–Na verdade eu adoro ele – Ela falou revirando os olhos. — Sei que é brega mas é minha história favorita. Decorei todas as falas.

–Na verdade eu não acho brega. — Falei e ela sorriu timidamente de lado, eu fiquei a observando por alguns segundos. — Então, senhorita, você prefere passar o intervalo na biblioteca? — Puxei assunto.

–Sabe é uma historia muito longa e eu tenho que ir. — Ela falou de repente olhando para o chão. — Tenho que ir para uma audição.

–Audição? — Eu perguntei curioso.

–É para entrar no glee club. — Ela falou pegando a bolsa no chão e saindo.

–Você canta? — Eu perguntei surpreso enquanto ela saia. Ela se virou e sorriu acenou com a cabeça, depois se virou saindo.

Encantado era a palavra que me descrevia agora. Essa garota ela é...diferente. Estar com ela é algo... bom. Ela é meiga e inteligente e... ok que eu nem a conheço direito, mas e se eu pudesse me aproximar mais dela.

É claro!

Sai da biblioteca andando pelos corredores e fui para a sala dos professores. Vi Will sentado em uma mesa e me sentei na frente dele.

–Eu gostaria de ir ver as audições hoje para saber mais sobre o clube do coral. — Falei sorrindo e ele me olhou sorrindo também.

Notas finais
Ok hora do Review!

Quero que me digam o que acharam do:

Reencontro pezberry...

reencontro do quarteto...

do primeiro encontro finchel...

das perguntas da quinn para o finn...

o começo da amizade do will com o finn

e do da primeira conversa finchel!!!

por favor me falem!!!

beijos e no proximo capitulo:

as audições e o primeiro encontro Blaintana