Noah Brown: a Floresta do Crepúsculo
1 Capítulo 1
Noah Brown:
A Floresta do Crepúsculo
Prólogo
Raviel
Era noite na vila Powerblue, um vento frio soprava pela vila, a rua estava deserta, era meia noite, ninguém estava nas ruas, excerto ele, o homem que todos temiam... Raviel.
Podia se ouvir os passos dele de dentro das casas, passos pesados e metálicos por causa da sua armadura cinza como nuvens de tempestade. Ele era alto, forte, usava um capacete, por isso ninguém nunca tinha visto o rosto dele. Algumas pessoas o temiam por causa da sua espada, uma espada de duas mãos, pesada, uma espada grande, 1 metro e meio, feita com o metal, mas puro que podia se encontrar, mas misteriosamente a espada estava com a lamina negra. Raviel ia até Powerblue por que procurava uma pessoa ou uma coisa. Ninguém sabia o certo. Ele já tinha passado por varias outras cidades, sempre matava varias pessoas por onde passava. Os moradores de Powerblue se uniram para acabar com Raviel. Armaram uma emboscada para acabar com ele de uma vez. Os homens mais fortes da cidade se armaram com espadas, adagas, arque-flechas. Juntos somavam quarenta homens, Todos tinham apenas um objetivo...
Matar Raviel.
Raviel andava lentamente pela cidade, procurando por cada canto supostamente uma pessoa. Á noite fria não o fazia diminuir o ritmo, ele procurava e procurava, mas parou para descansar em um lago que ficava fora da cidade, mas ainda assim bem próximo.
Raviel chegou perto do lago sentou-se na margem e ficou lá olhando o mesmo.
- Vamos, temos que acabar com ele, não podemos viver com medo. — Disse o líder dos quarenta homens, tentando dar-lhes coragem para atacar Raviel, eles estavam atrás de algumas árvores perto do lago.
- No, cinco nos o atacaremos, primeiro os arqueiros, depois nós com armas de curto alcance – Disse o líder novamente – 1, 2, 3, 4...
Raviel levantou-se
- 5, ARQUEIROS! – Anunciou o líder, o que fez com que os arqueiros atirassem contra Raviel.
As flechas saíram de trás das árvores, Raviel viu o momento em que as flechas saíram das árvores, mas não se mexeu, eram mais de 200 flechas indo na direção dele.
Raviel então ergueu o braço direito na direção das flechas e gritou:
- ESTÃO BRINCANDO COMIGO? – da sua mão direita saiu um vento extremamente forte e foi na direção das flechas, que foram empurradas de volta para os 40 homens. Pelo menos 20 deles foram atingidos, Raviel saltou no ar e voou até as árvores, pegou sua espada, pousou no chão e começou a chacina, podia se ouvir os gritos da cidade.
Raviel matou todos os homens menos o líder, e quando o encontrou disse:
- Sinto em você o poder interior, você tem o poder interior? – Perguntou Raviel enfiando a espada suja de sangue na grama e andando em direção ao líder, que estava caido no chão, assustado de mais para poder fugir.
- Tenho. – respondeu o líder, gaguejando de medo.
- Então você será o primeiro homem dessa cidade a ver meu rosto. – disse Raviel, tirando o capacete bem divagar, até que seu rosto surgiu na frente do líder, Raviel era bem diferente do que o líder achava, era loiro, com olhos azuis, seus cabelos caiam até a orelha, o cabelo era bem arrepiado, Raviel tinha a pele clara e dentes brancos, muito diferente do que todos achavam. – Obrigado... – Agradeceu Raviel com um sorriso malicioso no rosto.
- Pelo que? – Perguntou o homem ainda com medo e surpreso pela aparência de Raviel.
Raviel não respondeu, apenas pegou sua sacola de pano, e procurou por alguma coisa dentro dela.
- Aaah, aqui esta. – disse Raviel, tirando uma flauta dourada com uma pequena flecha esculpida nela, ela tinha sete orifícios. – Você é um homem com o poder interior, você é bem útil a mim agora, levante – disse Raviel.
O Homem levantou imediatamente, ainda estava com medo, podia se ver nos olhos dele.
- Qual o seu nome? – Perguntou Raviel indo em direção a espada que ele havia deixado na grama atrás dele.
- Meu nome é Gary senhor. – respondeu o homem curioso por Raviel estar pegando a espada que estava enfiada na grama.
Raviel pega a espada, confere a lamina que não estava mais negra, e sim cinza. E vai andando em direção ao Gary.
- Gary. Terei que derramar um pouco o seu sangue... – anunciou Raviel com sua voz fria e sem remorso
- Por que senhor? – disse Gary evitando olhar para a espada de Raviel que ainda estava melada de sangue, a espada exalava o cheiro do medo, só de olhar para ela já sentia o medo a sua volta.
- Bom, esta vendo essa flauta? – perguntou Raviel começando uma explicação e erguendo a flauta para facilitar que Gary a visse
- Sim, estou vendo senhor. – Respondeu Gary.
- Ela só pode ser tocada quando entra em contato com sangue de pessoas com Poder Oculto, ou Mestiço como você. – Explicou Raviel.
Raviel então levantou a espada e disse:
- Não me entenda mal, mas eu preciso do seu sangue – e abaixou a espada, cortando a cabeça de Gary.
Raviel pegou a cabeça de Gary pelo cabelo, a cabeça dele estava pálida, os olhos estavam brancos e estava com a boca aberta. E pingou duas gotas de sangue na flauta, bem na escultura de flecha. A flecha assumiu uma cor avermelhada e Raviel soprou à flauta apertando o primeiro orifício com o dedo, um som fino e baixo saiu da mesma tomando conta de todo o local, no instante em que Raviel tirou a flauta da boca ele teve uma visão, a visão de um garoto que estava indo fazer o teste na floresta do crepúsculo.
A flauta então voltou ao normal e Raviel a guardou na sacola pegou a espada, a guardou na bainha que estava pendurada nas suas costas, voou e disse para se mesmo:
- Então o garoto esta indo fazer o teste na floresta do crepúsculo – ele riu — então eu irei até lá, mas antes vou tirar essa armadura.
Então Raviel voou pelo seu da meia noite...
Capítulo Um – Teste.O Dia estava bom, azul e refrescante na cidade Overprint, as casas eram bonitas, feitas das pedras mais duras de Gavaléria, os telhados eram feito de couro de boi com madeira e reforçadas com pedras marrons. as paredes eram feitas de pedras cinza, as portas eram feitas de uma mistura de madeira, cobre e pedras. O Chão era feito de paralelepípedos. Varias pessoas estavam espiando pela janela de suas casas, a fila enorme que se formava na frente do portão da floresta do crepúsculo.
- Vamos Noah! – gritou Ethan correndo em direção a um grande portão que estava no final da cidade, tinha uma fila enorme, com mais de 400 pessoas, 50 guardas vestidos com armaduras cinza protegiam o portão.
Noah estava correndo logo atrás de Ethan, Noah Brown tinha 15 anos, tinha cabelos castanhos, usava uma camiseta de algodão e uma causa de couro marrom. Tinha uma faca amarrada ao cinto e uma mochila nas costas.
Ele adianta a corrida e alcança Ethan, Ethan era o melhor amigo de Noah, ele tinha 15 anos, vestia uma roupa igual à de Noah, seriam idênticas se não fosse pela cor, a causa de Ethan era preta, ele também carregava uma faca e uma mochila, os dois estavam com uma mochila nas costas.
- A fila ta gigante... – Lamentou Noah, tentando ver o começo da fila, sem sucesso.
- Isso não faz diferença, quando o Portão da Floresta do Crepúsculo se abre, os guardas ordenam que todos entrem de uma vez. – informou Ethan – Você já decidiu que classe você vai ser? – mudou de assunto Ethan
Mais e mais pessoas chegavam à fila e ela aumentava mais e mais a cada minuto.
O Sol também não ajudava, estava escaldante. Noah começou a pensar em como responder a pergunta de Ethan, ele não tinha pensando nisso ainda, ele gostava muito de todas as classes, seu falecido pai era um cavalheiro, o seu tio parte de pai era Feiticeiro. Sua mãe era Arqueira e seu avô Paladino, todos eles o ensinaram o suficiente para querer ser cada uma das classes, mas isso era antes, o tempo passou e Noah agora sabe que durante a vida não da pra ser especialista em quatro classes diferentes.
- Não sei ainda – respondeu Noah.
Ethan ficou pasmo diante a resposta de Noah, antes de entrar no teste já era obrigatório estar ciente de qual classe você queria ser.
- Melhor você se apressar e escolher. – avisou Ethan.
Os guardas gritaram do começo da fila, pedindo a atenção de todos, no mesmo segundo todos pararam de conversar e ficaram voltados para o portão em fila indiana.
Noah continuava pensando na classe que era mais apropriada para ele, mas não conseguia pensar em nem uma, os guardas começaram a perguntar as pessoas da fila qual classe elas seriam, faltavam apenas cinco pessoas para o guarda chegar a Noah, Quando der repente uma voz na cabeça de Noah o manda escolher Arqueiro, a voz era de um homem, nem grossa e nem fina. Ele se assustou a principio. Mas pensou melhor sobre isso a classe que acabara de ouvir. Lembrou das historia incríveis que sua mãe lhe contava. O guarda já tinha chegado em Ethan que estava nervoso diante do guarda.
- E você? – Perguntou o guarda, segurando um pergaminho e uma caneta de tinta preta.
- Eu quero ser Paladino! – anunciou Ethan. Ethan sempre quis ser Paladino, Paladino é pior que um Feiticeiro e pior que um Cavalheiro, mas é a fusão das duas classes o que torna uma classe muito boa.
- Hum... – assentiu o guarda. O Guarda anotou alguma coisa no pergaminho e andou até Noah e disse:
- E você? – perguntou o Guarda, ainda escrevendo alguma coisa no pergaminho.
Ethan olhou para Noah preocupado, achou que Noah ainda não tivesse decidido, estava preparado para usar um desculpa para salvar a pele do amigo quando Noah diz:
- Arqueiro.
O guarda anotou alguma coisa no pergaminho e foi para o próximo da fila.
- Pensei que você não tivesse se decidido. – disse Ethan.
- Alguma coisa na minha mente me disse pra escolher arqueiro. – confessou Noah
- Sua consciência? — brincou Ethan
- Talvez...
Minutos depois os guardas mandaram que a fila se desfizesse, e que todos ficassem de frente para o portão. Um dos guardas começou a falar:
- Saibam que na floresta do crepúsculo, nada é o que parece, a coisas lá dentro que pode fazer 1 + 1 ser igual a 100 ou fazer a física ser uma piada, para aqueles que possuem o Poder Interior, tomem cuidado, isso atrai situações indesejadas. Vocês têm cinco dias para saírem da floresta, nela sempre é crepúsculo o tempo não passa e isso pode dificultar vocês de chegar a tempo, então é melhor vocês não pararem para descansar. Quer dizer... Se vocês decidirem que é preciso... Mas eu não indico o descanso. – Quando o guarda acabou de falar ele deu um sinal e o portão começou a ser aberto pelos guardas.
Todos olhavam apreensivos para a escuridão que ia aparecendo à medida que o portão ia abrindo, os corações batiam cada vez mais rápido à medida que o portão era aberto. Até que o portão foi aberto completamente, todos ficaram em silencio, não se podia ver nada do outro lado do portão, estava completamente escuro, algumas pessoas ficaram tão assustadas que saíram correndo, outras desmaiavam, outras apenas desistiam e iam embora.
Ethan e Noah ficaram com medo a principio, mas eles se lembraram dos seus pais, que já tinham feito o teste e lis contaram cada detalhe. Com essas lembranças eles ganharam força de vontade para ficar ali de pé esperando que os guardas deixassem que todos entrassem.
- ENTREM! – Gritou o guarda.
Todos começaram a correr na direção da escuridão que havia do outro lado do portão. Noah e Ethan correram, esbarrando em pessoas pela multidão, tropeçando, e até que eles atravessam escuridão.
Depois de atravessar o portão a escuridão, não estava mais tão assustadora. A Floresta do crepúsculo, até era uma floresta bem bonita, as árvores tinham folhas verdes, a grama era verde escura, o estranho é que não tinha vento e nem barulho de animais. O Céu estava laranja por causa do crepúsculo que era predominante na floresta tinha varias nuvens, mas elas não cobriam o céu totalmente.
Das 457 pessoas que estavam na fila, apenas 200 entraram, as outras desistiram.
Todas as pessoas estavam no mesmo lugar, comentando sobre o lugar, até que o guarda que tinha feito o pequeno discurso antes de todos entrarem reaparece e começa a falar:
- O objetivo de vocês é chegar até o final da floresta do crepúsculo, há um lago no final da floresta. Quando vocês tiverem conseguido se tornar a classe que escolheram podem mergulhar e antes que percebam então fora da floresta. Vocês devem estar se perguntando o que vocês têm que fazer para se tornar a classe escolhida não é?
Algumas pessoas balançaram a cabeça ou concorda de outro modo.
- É Bem simples, essa é a primeira parte da floresta. Quer dizer – se confundiu o guarda. — A única parte da floresta em que não tem monstros. Vão até a árvore que tem o nome de sua classe e enfiem a mão nela.
Todos começaram a olhar em volta procurando a árvore com o nome de sua classe, Noah encontrou uma bem depressa. Ethan encontrou uma logo depois. Noah olhou para a árvore, mas não tinha onde enfiar a mão, ele olhou para o lado e viu duas pessoas enfiando a mão na árvore sem ela ter um buraco. Será possível? Perguntou se Noah, Noah balançou a cabeça ergueu a mão e a foi levando em direção a árvore, quando o seu dedo maior de todos tocou a árvore, ele sentiu uma superfície liquida, ele enfiou toda a mão na árvore e sentiu alguma coisa dentro da dela, ele pegou a “coisa” a puxou. Era um pergaminho, amarrado com uma fita de pano dourado, o papel do pergaminho estava velho, já devia ter sido usado varias vezes.
Ele olhou em volta e viu que a maioria das pessoas, inclusive Ethan já tinham pegado seus pergaminhos.
Ele foi em direção a Ethan e disse:
- Podemos abrir? – ele percebeu que Ethan estava olhando para uma garota.
- Acho que não, melhor não. – respondeu Ethan com o olhar fixado na garota que estava á alguns metros dos dois olhando o pergaminho. Ela era loira tinha olhos azuis, deveria ter uns 14 anos, talvez 15. Ela usava uma bermuda um pouco abaixo do joelho, e uma camiseta de couro com um colete também de couro, ela tinha uma mochila de uma alça, estava com uma espada pequena, presa a seu cinto. Ela repara que os garotos estavam olhando para ela, os dois desviam o olhar rapidamente e a garota começa a andar na direção dos dois.
- Oi. – disse ela com um sorriso carismático.
- Oi – disseram Ethan e Noah ao mesmo tempo.
- Meu nome é Emily, Emily Green e aquele ali é meu irmão – disse ela apontando para um garoto loiro que se aproximava. Ele tinha os mesmo olhos de Emily, era maior do que Noah e Ethan, e também mais musculoso. Vestia um colete que deixava à barriga a amostra, um colete de couro e uma causa também de couro. – O Nome dele é Will, Qual o nome de vocês?
- Meu nome é Ethan Allen, muito prazer! – apresentou-se Ethan apertando a mão de Emily e de Will.
- E o meu nome é Noah Brown. – apresentou-se Noah apertando a mão de Emily e do seu irmão Will.
- Qual a idade de vocês? – Perguntou Will.
- Nós dois temos 15 anos. – respondeu Noah.
- Legal, eu também tenho 17 e Emily tem 15 – explicou Will.
A Conversa foi interrompida pelo guarda, que continuava a explicar.
- Abram os pergaminhos, por favor. – disse ele.
Todos começaram a abrir o pergaminho, Noah retirou a fita dourada que deixava o pergaminho fechado, guardou a fita na mochila que ele carregava e olhou para o conteúdo do pergaminho, tinha escrito:
Primeira Missão: Matar cinco Orcs.
Segunda Missão: Conseguir a pena de um grifo.
Terceira Missão: Roubar as Cinzas de uma Fênix
Quarta Missão: Conseguir o olho de um ciclope
Quinta Missão: Passar Pelo Labirinto subterrâneo.
Depois de Realizar as cinco missões você poderá ir até o lago e sair da floresta do crepúsculo como um arqueiro.
- Matar cinco Orcs... – lamentou Noah. Ele olhou para Will, Emily e Ethan, as caras deles estavam mais frustradas do que a dele.
- Qual a missão de vocês? — antes que eles pudessem contar as missões deles o guarda disse:
- Os pergaminhos escolhem as missões e os grupos, para saber qual seu grupo é só saber quem tem as missões iguais as suas todas as cinco missões.
No mesmo instante, Will pegou todos os pergaminhos o de Emily, Ethan e Noah e conferiu.
- Nós somos do mesmo grupo! – disse ele em tom de comemoração. Noah e Emily acharam aquilo estranho, mas resolveram não comenta, seria bom estar com pessoas que eles conheciam, Emily com irmão e Noah com Ethan.
- Bom, para aqueles que já sabem qual a missão, tem um mapa no verso do pergaminho que mostra o local indicado para realizar as missões. Boa sorte. E para aqueles que estam sem armas as árvores também guardam algumas... – O Guarda então sumiu em um piscar de olhos.
Noah foi verificar se na árvore que ele tinha pegado o pergaminho tinha alguma coisa, alguma arma.
Ele enfiou a mão a moveu de uma forma que tomasse conta de todo interior possível da árvore, e conseguiu tocar em alguma coisa. Ele então agarrou a coisa e puxou. Pra sua surpresa era um arco e uma bolsa com 100 flechas que misteriosamente não pesava nem um grama.
- Legal! – exclamou Noah – Será que os outros ganharam alguma coisa? – Noah se perguntou e foi procurar os outros, Viu que Emily tinha ganhado um escudo de madeira, Ethan tinha ganhado uma espada de 1 metro e de bronze legitimo, tinha um nome esculpido nela, devia ser outro tipo de escrita: Ohayfha Thanesa. Will tinha ganhado um cajado de tamanho médio, parecia mais um galho velho e quebrado.
- Todos nós ganhamos uma coisa útil e relacionada à nossas classes. – disse Emily.
- É verdade. – concordou Ethan – Então você quer ser uma guerreira Emily, eu quero ser um Paladino.
- Legal Ethan. – disse Emily com um sorriso carismático.
- Bom, de qualquer modo, acho melhor começarmos logo, só temos cinco dias e o fato de que o tempo não passar aqui, não tornam as coisas mais fáceis. Então vamos? – propôs Will.
Todo o grupo concordou e eles começaram a seguir o mapa...
Continua...
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