Notas iniciais
:-) espero que gostem

Ryan e eu acabamos dormindo ali mesmo de baixo das cobertas abraçados, meus braços estavam formigando quando acordei, tento sair devagarinho da cama sem acorda ele, mas a cada vez que tento Ryan se remexia, faço impossível pra poder sair.

Depois de fazer o café da manhã eu vou acordar Ryan, ele desce comigo, mas sem dizer uma palavra, e começo a ficar preocupado com isso, tento incentivo ele a falar algo, mas nada consigo. Só quando eu ligo pro hospital pra marcar uma visita que ele finalmente fala:

– Ela está bem? — Ele pergunta, entre sussurro.

– Sim, mas só vai poder receber visita a partir da tarde. — Dou um sorriso.

– Por quê? — ele me olhar com agonia.

– Ela esta em observação, meu pequeno.

Eu o puxo pra um abraço, ele tenta se afastar, mas logo acaba cedendo.

Antes de sairmos pra fazer compra eu ligo pra dona Rosa avisando que não vou trabalhar hoje, e por um milagre de deus ela não dos chiliques, Ryan acabar se animando um pouco quando vamos ao supermercado, e ao chegar a casa, eu e ele preparamos a comida favorita de vovó.

Quando faltavam 20 min pras 15h00min horas, eu e Ryan nos apressemos pra pega o ônibus, a viagem não demorou mais do que 10 minutos.

Ryan já estava perdendo a paciência na sala de espera, coisas que eu tinha visto há muito tempo, ele já ia ver pela décima vez a hora no relógio quando a enfermeira entrou na sala e anunciou o meu nome:

– Senhorita Mary Louise — Ela faz uma varredura pela sala, me levanto de imediato. — me acompanhe, por favor.

Ela nos leva para um corredor enorme, pintado de amarelado, e logo após o corredor paramos numa porta onde havia varias camas e paciente. Minha vovó Geena estava na última cama aos fundos do enorme quarto, ela estava acordada quando chegamos, mas ela parecia esta perdida em pensamentos como sempre, Ryan logo a braça ela, mas ela não reage, fica apenas ali perdida em pensamentos, Ryan me olhar com cara de espanto e eu encaro a enfermeira a procura de explicação.

– Bom... — ela começa. — quando ela chegou aqui já estava desmaiada, e então fizemos a reanimação e logo ela voltou ao normal, ou quase.

– Oque quer dizer com isso?

– Desde que acordou ela não fala nada.

– Isso é ruim. — digo um pouco pensativa.

– Talvez ela só esteja estranhando o lugar — diz Ryan cheio de esperança.

– É talvez.

– Volto daqui a pouco, vou auxiliar os outros pacientes — Ela da um sorriso, acena com a cabeça e vai embora.

– Ela vai ficar bem, não é?

– Vai sim maninho — Eu o puxo pra um abraço e beijo sua testa — logo ela vai estar em casa.

– Acho que vou conta uma história pra ela — Ele sorrir e depois olha para ela. — toda noite ela pedia pra mim.

– Acho que ela vai adora se você fizer isso.

– É você tem razão.

Naquela tarde, Ryan contou três historinhas pra vovó, ele estava feliz em fazendo isso, mas quando a enfermeira entrou no quarto sua felicidade se foi desfazendo.

Quando voltamos pra casa tive a surpresa de ver Holly sentada na porta sentada esperando por mim, ela estava vestida com uma blusa branca e um jeans rasgado, provavelmente ela veio do trabalho pra cá. Ryan vai logo se adiantando e entra apressadamente em casa, e eu diminuo os passos ate fica cara a cara com Holly e da um sorriso sem graça e em seguida diz:

– Mary eu vim — ela faz uma pausa e mexe nos cabelos — pedir desculpas por ontem.

Eu cruzo os braços e continuo seria e não digo uma só palavra.

– Eu fiquei sabendo de sua avó, sinto muito pelo oque aconteceu — Eu continuo em silêncio. — Mary fala comigo — ela tenta se aproxima, mas eu me afasto. — A qual é amiga.

– Esta tentando apelar para esse lado de bff — diz Ryan, surgindo por trás de e mim, e tanto eu quanto Holly se espanta.

– Que saco garoto você me assustou.

– É, Ryan. — diz ele.

– Tanto faz — ela fala com desdém.

– Não, Eu tenho nome e me chame por ele — diz ele irritado.

– Qual é garoto, qual seu problema.

– Holly quer para — digo aborrecida. — e ele tem nome e sempre o chame por ele.

– Que seja, mas você faz maior tempestade num copo d'água quando alguém faz qualquer coisa pra ele.

– Eu não faço tempestade, e se me der licença, eu tenho mais o que fazer.

– A então é assim que você trata amigos.

– E me diz como e que você trata.

Ela não ousar fala mais nada, e assim eu entro em casa e a deixo lá.

Quando começa anoitecer, eu e Ryan decidimos pedir uma pizza e assistir um filme de animação, já estava passa das 20h00min, quando o cara da pizza chegou.

– Olá, tem alguém e da pizzaria Smou — Ele toca a campainha varias vezes.

– Já estou indo — digo, abrindo a porta.

– Senhorita Louise.

– Sim, sou eu.

– Aqui está seu pedido.

– Obrigado.

– disponha-se — Ele dar um sorriso, depois olha em volta e diz — Lugar aconchegante pra se morar.

– Pois é.

– Bom, vou indo — Ele acena com a cabeça.

– Tenha uma boa noite.

– Obrigado.

Quando terminamos de ver os filmes, Ryan foi logo pra cama e eu logo em seguida.

Já passava das 02h00min da manhã quando levantei e fui beber um copo com água, desço as escadas com cuidado pra não fazer barulho, entro na cozinha e pego um copo d'água, e puxo uma cadeira e sento apoio minha testa na Mesa e fecho os olhos, tentando dar um cochilo, estou quase conseguindo quando ouso passos vindos em minha direção, acho que Ryan veio assalta a geladeira, eu permaneço de olhos fechado espero ele falar comigo assim que me ver aqui, mas então me recordo que a luz esta desligada, acho provável que ele não tenha me visto ainda, ele continua andando pela cozinha, ate que para um pouco perto de mim, e fica parado por alguns minutos e logo em seguida começa a refazer seu caminho lentamente ate chegar à sala, então percebo algo estranho, e me levanto e vou atrás dele.

– Ryan!

Quando chego à sala percebo que o cheiro de cachorro molhado começa a ficar forte, eu vou seguindo o cheiro pela sala ate para perto do sofá, então sigo meu olhar a luz da lua iluminando as cortinas da janela que estava aberta, Fico parada ali mesmo e me pergunto, porque diacho Ryan saiu a umas horas dessas, oque esse garoto esta aprontando.

O relógio da sala começa a soar 03h30min da manhã, e nada de Ryan volta pra casa, já tinha se passado quase 1 hora que estava esperando ele, então decido ir procurar ele, eu subo as escadas e vou pro quarto da vovó onde havia uma lanterna guardada, mas ao chegar lá sou pega de surpresa, Ryan estava dormindo na Cama da vovó, porque ele esta dormindo aqui se vi indo lá pra fora, e como ele entrou aqui sem eu ver ou ouvir, então me ocorre o óbvio, ele entrou pela janela, eu corro pra janela e vejo se tem alguma escada encostada lá, mas não há nenhuma, isso e impossível, tem que haver alguma escada.

Eu me sento ao lado dele, e tento acorda-ló mais de nada adianta, Ryan permanece dormindo. A cada minuto que se passa ali, mas perguntas surgem em minha cabeça, como Ryan subiu ate aqui, sem eu ver, e por que ele fez isso tudo.

Notas finais
*-* comentem se gostarem
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.