No limite - crônicas do batalhão 16
25 Culpada
Notas iniciais
A palavra de hoje era Rabulice, que são palavras sem sentido ou sem nexo
— Anne Rogers, um mágico nunca revela seus truques.
A voz dele me causava raiva. Enrico andava ao meu redor como um caçador observando sua presa; era daquele jeito que eu me sentia. Como uma presa.
— Achei que, quando você concordou em se encontrar comigo, tivéssemos combinado que teríamos uma conversa, e não apenas um montante de rabulice.
— Você se lembra do meu irmão, certo?
— Aquele que me sequestrou por três dias, no caso?
— Ele morreu há dois meses. E você sabe de quem é a culpa, Anne Rogers? — Ele perguntou, pegando uma mecha do meu cabelo. — Você é a culpada.
Notas finais
Eu finalmente terminei de organizar o que vai acontecer nos próximos capítulos e olha, provavelmente eu vou ser ligeiramente xingada pelos próximos acontecimentos ksksks mas teremos um final feliz, né?
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