A luz do sol me cegava, minha cabeça doía, mas infelizmente eu não conseguia fechar os olhos e dormir mais uma vez. Não enquanto não estivesse sozinho. E provavelmente não estaria em um bom tempo.

Um barulho a porta, alguém, me chamava. Mas simplesmente não tinha forças para atender.

— Não vai responder a porta? — perguntou.

Mas fiquei em silêncio.

— Acho que é o porteiro pra ver se tem algo para o sucateiro que sempre passa aos sábados carregar.

Não disse nada.

Não entendia como podia mudar não rapidamente o assunto.

Me irritava.

Me emputecia.

Queria mata-lo. Mas ele não morria.