No fim do túnel
9 naŭ
A luz do sol me cegava, minha cabeça doía, mas infelizmente eu não conseguia fechar os olhos e dormir mais uma vez. Não enquanto não estivesse sozinho. E provavelmente não estaria em um bom tempo.
Um barulho a porta, alguém, me chamava. Mas simplesmente não tinha forças para atender.
— Não vai responder a porta? — perguntou.
Mas fiquei em silêncio.
— Acho que é o porteiro pra ver se tem algo para o sucateiro que sempre passa aos sábados carregar.
Não disse nada.
Não entendia como podia mudar não rapidamente o assunto.
Me irritava.
Me emputecia.
Queria mata-lo. Mas ele não morria.
Fale com o autor