No Ritmo Da Vida

13 Capítulo 13 - No Ritmo da vida!


Notas iniciais
AVISO ESSE CAPITULO CONTÉM SEXO, QUEM NÃO SE SENTIR A VONTADE É SÓ NÃO LER.

– Amor agora vamos comemorar? Amanhã é Natal, parece que vão fazer uma ceia pra gente.

– O que você pretende fazer, Tomas Penedo?

– Vou te levar em lugar, que descobri, e atualmente aonde componho.

– Nossa, eu estou curiosa.

– Vou te deixar em casa!

– Vamos então meu amor!

A gente foi caminhando até minha casa, só iriamos nos mudar para a casa 1, no dia seguinte depois do Natal. Tomas me deu um beijo quando chegamos, o beijo foi tão gostoso, até parecia que ele nunca tinha me beijado, com se fosse saudade.

– Amanhã passo aqui pra te buscar às 20h30min, certo?

– Okay!

Demos um selinho. Eu entrei, conversei com os meus amigos que ficaram no Reality junto comigo, fui dormir já era mais de meia noite. Acordei 10 horas da manhã, tomei o café, fui dá uma corrida, voltei e comecei a me preparar para mais tarde. Escolhi um vestido vermelho, um pouco acima da metade da coxa, com o salto fino preto. Terminei de me arrumar, Tomas já estava me esperando.

– Uau, minha namorada está uma gata, mas esse vestido está muito curto.

– Tá nada, e eu sou só sua!

– Gostei dessa parte, vamos?

– Vamos!

Chegamos, dançamos um pouco e bebemos umas tequilas, passava-se da meia noite quando Chay Falou.

– Vamos agora?

– Ao lugar especial?

– Sim!

Fomos caminhando, eu vi uma espécie de “casa abandonada”, mas não era tipo casa de terror, estava bem cuidadinha.

– Eu a achei zanzando por aí!

– Nossa é aconchegante… Apesar de está desabitada.

– Eu dei um toque, queria que fosse tudo perfeito essa noite.

– Tomas…

– Shiu!

Ele pôs o dedo indicador sobre a minha boca, nos fomos nos beijando, ele foi me conduzindo para o quarto, parei pra vê, tinha uma cama, o chão estava cheio de pétalas vermelhas, as minhas preferidas.

– Tomas, eu sou virgem!

Falei rápido, quase morri de vergonha, queria fugir da li correndo o mais rápido possível.

– Eu sei que é!

– Como?

– Só pelo o seu jeito boba, queria ser o primeiro, por isso quero que seja tão especial.

– Obrigada!

Agora eu que dei o beijo nele, um beijo calmo o suficiente para nós, nos beijarmos e tirarmos nossas roupas, eu tirei o blazer dele e sua camiseta por debaixo, enquanto ele tirava a calça e abria o zíper do meu vestido. Senti seu membro “acordar” dei um gemido baixo. Ele deu um sorrido vitorioso. Nossas mãos estavam livres pra andar por todos os extremos do corpo, Tomas passou a mão na minha intimidade que estava completamente encharcada. Mais um sorrisinho. Como pode ele ser tão lindo. A cada beijo eu ia arranhando suas costas, enquanto ele depositava beijos no meu pescoço e chupadas que com certeza no outro dia ia está ali para contar história. Nossas intimidades de roçaram. Ele gemeu junto comigo.

– Eu preciso de você agora.

Ele tirou minha calcinha, e penetrou, no começo eu senti dor, mas era uma dor prazerosa.

– Oh Tomas…

– Vai Carlinha, grite meu nome!

– TOMAS!

Comecei eu mesma a rebolar sobre seu membro, percebendo que ele já estava se cansando. Enquanto rebolava em cima dele, ele chupava meus seios rígidos, mudamos de posição e agora estava submissa totalmente a ele.

– Tomas eu acho que vou…

Antes de terminar de falar o gozo escorreu sobre as minhas pernas, o fazendo criar um ar de vitorioso.

– Já Carla? Eu nem comecei…

Continuamos ele fez oral em mim, e o retribuí, depois ele voltou a estocar em mim, até gozarmos juntos, em uma explosão de prazer. Então adormecemos.