Notas iniciais
Desculpem a demora, minha mente tava um pouco ocupada com a chegada da minha seleção ao meu estado, kkkkkk. E faltava um pouco de inspiração, espero que gostem do capítulo novo.

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Hook deixou a casa de Regina e decidiu andar pela cidade, não conhecia bem Storybrooke, ficou pouco tempo por lá e o tempo que tinha ficado foi apenas no convés de seu navio. Não queria estar ali, vagando, queria voltar pra casa da prefeita e estar com ela, mas não podia, ela não queria. Decidiu, então, voltar para o navio e tentar dormir, assim o fez, mas dormir era uma coisa que ele não conseguiria fazer, a imagem, agora constante, da rainha não saía de seus pensamentos.

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Quando o pirata deixou a casa da prefeita e Regina se viu ali, sozinha, chorou como uma criança. Ela não queria isso acontecendo em sua vida de novo, depois de muitos anos sem ter ninguém que a amasse, não queria que o amor voltasse a sua vida, tinha se acostumado com a vida sem ninguém, nesses 28 anos de maldição. A rainha tinha medo... Medo de se entregar, de se magoar, de perder e assim ficar sozinha de novo. Para ela, ninguém poderia a amar, depois das coisas horríveis que já tinha feito pra destruir a felicidade das pessoas. Não merecia o amor de ninguém, muito menos do pirata. Em muito tempo, viveu acreditando que o amor era uma fraqueza, mas no fundo nunca parou de acreditar no verdadeiro amor e na felicidade. No fundo queria ter o que todos tem, queria ser feliz, essa sempre foi sua intenção, ser livre. Tinha medo de tudo ultimamente, mas será que se entregar ao amor do pirata seria um erro? Assim a rainha adormeceu e conseguiu dormir pela noite inteira, até acordar com o barulho insistente da campainha de sua casa. Levantou-se, vestiu um hobby por cima da camisola que estava e desceu para ver quem ousava lhe acordar tão cedo. Abriu a porta e foi surpreendida por alguém abraçando sua cintura.

“Mamãe!” – Era Henry, seu querido filho. – “Que bom que está bem, fiquei tão preocupado.”

“Henry!” – A rainha sorriu, ficou surpresa e radiante com a visita do seu filho, até um tempo atrás pensava que o garoto a odiava e que não estaria nada preocupado se o que aconteceu a tivesse matado, assim ele estaria livre pra viver sua vida com a Emma, se era assim que ele desejava.

Henry entrou e sentou no sofá, enquanto Regina fechava a porta. – “Então, o que te trás aqui tão cedo?”

“Vim te ver” – O garoto sorriu. – “Fiquei com tanto medo de perder mãe” – Os olhos de ambos se encheram de lágrimas. – “Sei que não tenho sido o filho perfeito, sei que tenho te afastado ultimamente, que queria você fora da minha vida, que só queria ficar com a Emma, sei que tudo que tô dizendo agora não apaga o que fiz, mas só de pensar que eu ia ficar sem você me fez arrepender de tudo isso.” – Nesse momento a rainha já chorava, Henry se aproximou da mesma e a abraçou fortemente. – “Desculpa mãe, eu te amo muito.”

Regina se abaixou, ficando a altura do filho. – “Eu que tenho que te pedir desculpas, só pensava em ter você a todo custo, sem pensar na sua felicidade. Você é a única pessoa que eu amo” – Se abraçaram novamente.

“Mãe, o que você acha de tomarmos café juntos, agora?” – Perguntou o garoto rindo. – “Saí antes de acordarem e estou com fome.” – A rainha também riu.

“Eu adoraria, filho. Você espera um pouco? Vou me arrumar e podemos tomar café no Granny’s, sei que você adora o chocolate-quente de lá.” – Henry concordou e a prefeita subiu em direção ao seu cômodo, se arrumou, deslumbrante como sempre, nem pensou que poderia encontrar o pirata a qualquer momento, a surpresa de ter Henry com ela a tirou de todos os outros pensamentos, precisava mesmo disso, afinal tinha passado muito tempo pensando no que o pirata havia lhe dito: “Não fuja, por favor, me deixe te amar, te proteger, te fazer feliz...”. Chamou Henry e foram caminhando, conversando em direção ao Granny’s, com alguma paradas em que Henry agarrava a cintura da mãe, dizendo que sentia falta desses momentos juntos.

***

Chegaram na lanchonete da vovó, sentaram-se, fizeram os pedidos e ficaram conversando, um ao lado do outro. O local estava quase vazio por conta do horário e o barulho da porta abrindo fez com que a rainha desviasse o olhar do filho para a porta. Killian havia acabado de entrar no estabelecimento, olhou o local e seu olhar se encontrou ao de Regina...

Mãe, vou ao banheiro tá?” – Henry levantou, deu um beijo no rosto da mãe e saiu. O pirata viu a cena e achou que era a hora certa pra se aproximar. Chegou perto da prefeita e sussurrou para apenas ela ouvir: “Precisamos conversar...” e saiu, deixando uma rainha pensativa para trás.

Notas finais
Se não tiverem gostando podem falar tá? kkkk. Bom, não sei quando vou poder postar de novo, pois provavelmente ficarei de castigo pelo resto da vida.
#EvilKisses