Notas iniciais
.... Cap By: BlackIceFox

Visão: Sora

—bem, meus fieis companheiros de camping, prontos pro… ultimo teste?

Era a voz do Slender?

—claro que é a minha voz, seu retardado. Mudando de assunto… pronto ou não, AqUi vOu Eu…

Visão: Saiyame (que eu vou carinhosamente chamar de Wang)

Todos nós fomos teleportados para uma espécie de… fortaleza.

Estávamos todos presos em cadeiras com algemas, e sem poder nos mover. O Slender apareceu em nossa frente segurando um livro.

Ele esticou a mão para trás e simplesmente apareceu um trono atrás dele.

Ele sentou, cruzou as pernas, abriu um livro e colocou um óculos de leitura que tirou de não sei aonde.

Ele mexia a cabeça como se estivesse lendo, mas com aquela cara de palmito dele, não fazia sentido.

—eu ouvi isso hein.

O Slender tinha dito isso olhando pra mim… melhor parar de pensar por um tempo.

O Slender fechou o livro e jogou ele pra trás, depois o livro simplesmente explodiu e ele iniciou a fala:

—bem, fazendo um resumo de tudo: vocês, minhas fieis fontes de entretenimento, terão de fazer um “tower defense”. Serão 10 “waves”, waves que eu vou mandar uma cacetada me monstros pra vocês. Se conseguirem, parabéns! Vocês estão livres! *confetes*uuuuhhuuuuu!

De repente, o clima ficou mais sério. Parecia que tinha gravidade no meu coração, eu estava com falta de ar, e respirava com dificuldade. Eu me esforcei, mas não consegui olhar pra outro lugar a não ser o Slender.

Então ele falou:

—mas… se não conseguirem…

Nossas cabeças foram viradas para a Ametista, e ela foi tirada da cadeia. As trancas simplesmente abriram. Ela flutuou até ficar no meio da meia lua que todos nós estávamos formando.

O Slender andou até ela, ela tentava se mexer, se contrair ou gritar, mas não conseguia. Ela abria a boca, mas a voz não saia. Ela mexia os braços, mas eles pareciam estar amarrados com fios.

O Slender parou na frente dela, sacou um revolver de velho oeste, colocou um chapéu de cowboy que eu não sei como ele conseguiu e disse:

—pessoas morrem nessa porra.

A Ametista ainda conseguiu virar a cabeça mexer a boca, mas levou um tiro. O sangue e as partes do cérebro voaram todos no Sora e na Emily.

Por mais estivéssemos com vontade de pelo menos emitir algum som, não saia. Simplesmente não saia…

—SEU FILHO DA PUTA!

Todas as nossas cabeças foram direcionadas ao Sora, que surpreendentemente estourou as correntes e quase conseguiu acertar um soco certeiro no rosto do Slender, mas as correntes sugiram de volta, pegaram os pulsos e os calcanhares dele de volta, puxaram e o fizeram bater de costas em uma parede.

Depois as correntes puxaram mais e o deixaram esticado naquela parede, porém, ele estava fora de si. Lembrava uma fera descontrolada no corpo de um humano, se debatendo e com aquele olho azul brilhante, emitindo luz como se fosse feito de fogo, e as labaredas dançavam no ar antes de se dissipar com ele.

Já o Slender… apenas caminhava na direção do Sora com as mãos nas costas. Quando passou do lado da Emi, ele desapareceu em sombras e apareceu colado no Sora, com a mão segurando a boca dele. Mas tinha algo de diferente nele… ele tinha uma boca.

Uma boca larga, cheia de dentes finos como agulhas e afiados como tal. Eram tantos dentes juntos e colados que não daria para representar a quantia em meros números. Ele mostrou a língua, uma língua cinza escura, quase preta, grossa no começo e fina na ponta. Os tentáculos escuros dele pareciam se multiplicar. De 4 foram pra 8, de 8 foram pra 16…

Eles pararam no 64, então todos os tentáculos ficaram finos como se fossem pernas de aranha. Todos os 64 tentáculos pareciam ser duros como rochas, mas finos como fios de cabelo. Todos eles tocaram o chão ao mesmo tempo, e nisso, o Slender falou:

—qualé meu amigo, tenha mais educação com o ser que está dançando com suas vidas na palma da mão.

O Sora, sem deixar o brilho do olho enfraquecer nem um milésimo sequer, abriu o segundo olho. Parecia, simplesmente, que ele não tinha o outro olho. Estava tudo escuro.

—ok, vou tentar ser mais educado, seu filho de uma inocente mãe que prestava serviços sexuais á troco de dinheiro. Trate de retirar o filhote equino da perturbação pluviométrica a partir de agora, pois quando eu libertar-me dessas corrente, irei, com todo o respeito, romper sua fisionomia facial até pareceres com outro individuo. Então, Sugiro veementemente a Vossa Excelentíssima que procure receber contribuições inusitadas na cavidade retal e vá para outro lugar extremamente longe dá minha pessoa.

É, ele foi até bem educado.

Notas finais
...... filho da puta...