Nightmares

10 Capítulo 10


Notas iniciais
Mais um pouco de Puckleberry (juro que logo acabo com os momentos puckleberry).

Sábado, madrugada.

- Está cansada? – Puck sorriu para Rachel, assim que percebeu que a garota não parava de bocejar.

- Sim, o pior é que temos que arranjar um jeito de nos livrar de Freddy até amanhã. – Sorriu Rachel, sem conseguir disfarçar sua preocupação.

- Calma, eu sei que vamos derrotar Freddy. – Puck riu, relaxado.

- Como pode ter certeza? – Rachel sentou-se na cama, querendo ouvir Puck.

- Porque eu vou controlar meus sonhos, e sonharei com você. – Puck levantou-se, tentando beijar Rachel, que dessa vez se esquivou.

- Você está certo Noah! – Rachel animou-se, de uma forma que deixou Puck curioso.

- Certo? – Puck continuou sem entender, mesmo após tentar pensar.

- Sim! – Rachel começou a rir, levantando-se na cama. – Podemos derrotar Freddy se aprendermos a controlar nossos sonhos. – Rachel se jogou novamente na cama.

- Isso é possível? – Perguntou Puck, sem muita animação, porém esperançoso.

- Sim, é chamado de "Power of Vivid Dreamers", pessoas que possuem controle sobre seus sonhos. – Rachel deu uma risada, mas logo se lembrou de um porém que fez sua expressão mudar. – Porém, são muito raras as pessoas que podem controlar seus sonhos. – Rachel olhou para baixo, insatisfeita com o palpite.

- Então voltamos ao zero? – Puck perguntou, mexendo no cabelo de Rachel.

- Sim. – Rachel voltou a olhar para Puck, sorrindo. – Mas não vamos desperdiçar esse momento nos lamentando. – Puck percebeu que os olhos de Rachel brilhavam com a pouca luz que a Lua podia refletir na janela aberta.

- Então, como quer desperdiçar? – Puck sorriu enquanto observava a garota indo até ele, beijando-o.

No meio do beijo, Rachel abriu os olhos, podendo ver Mercedes ensanguentada ao lado da janela, fazendo com que ela largasse Puck e gritasse.

- O que foi? – Puck estranhou a reação da garota.

- Eu... Eu vi Mercedes! – Rachel apontava histericamente a janela. – Oarece que as alucinações estão começando. – Completou, ainda em choque.

- Rachel... Acalme-se. – Puck pegou em seus ombros, tornando quase impossível continuar com a histeria.

— Tudo bem. – Rachel voltou a beijá-lo, deitando na cama e jogando a cabeça para trás. – Estou tão cansada. – Rachel levantou-se e pegou as pílulas que ganhara mais cedo de Kurt, dando uma para Puck.

- O que é isso? – Puck pegou a pílula, curioso.

- É um tipo de antibiótico que ganhei de Kurt, ele disse que ajuda a não dormir. – Rachel colocou o seu na boca. – Mas eu não usaria muito se fosse você. – Rachel avisou, deitando-se de novo na cama.

- Falando em Kurt, sabe se ele está bem? – Perguntou Puck.

- Creio que está, ele deve estar vendo a noviça rebelde ou algo do tipo. – Sorriu Rachel.

- Olha só, está amanhecendo. – Olhou Puck na janela, fazendo com que Rachel olhasse também.

- Rachel, querida! – Gritou uma voz vinda do corredor.

- Já vou! – Rachel gritou. – Já volto, Puck. – Rachel sorriu para o garoto e levantou-se da cama, indo até a porta.

- Rachel! – Leroy abraçou a filha, assim que ela saiu do quarto.

- O que foi pai? – Rachel perguntou, assustada.

- Por que não me contou que suas amigas morreram? – Leroy continuou abraçado com a garota, que já estava ficando sem ar.

- Aconteceram tantas coisas que até me esqueci, desculpa. – Rachel tentou manter a calma para que seus pais não desconfiassem de Freddy.

- Tudo bem, a escola ligou, na segunda irão velar os corpos e por causa disso não terá aula. – Leroy largou a filha, secando as lágrimas.

- Tudo bem. Vou voltar para meu quarto. – Rachel virou-se indo em direção da porta de seu quarto.

- Diga um “Oi” ao Noah por mim. – Rachel virou-se para seu pai, corando.

- Tudo bem. – Rachel voltou ao quarto, ainda vermelha.