Next to Me

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Notas iniciais
Cheguei, mores! Boa leitura :)

Ao abrir os olhos, dou de cara com Regina sentada ao meu lado, observando-me com um pequeno sorrisinho.

― Ontem à noite eu estava tão preocupada com você por causa da minha mãe, que nem me dei conta do que você estava usando. — Fala, deixando-me completamente confusa. — O que está fazendo com a minha blusa de dormir? — Cruza os braços e arqueia a sobrancelha. — Passei dias procurando por ela.

Levanto-me no mesmo instante e analiso o que estava vestindo. Já nem lembrava mais que a estava usando.

― Você quer de volta? — Finjo ficar triste. — Eu a peguei no dia que trouxe suas roupas, logo quando voltei de viagem. — Peguei na barra da blusa e levei ao nariz. — Tinha o seu cheiro e era uma forma de ter você por perto, mesmo sem estar. ― Confesso sem vergonha alguma.

Minha morena me analisa em silêncio e de repente se joga em cima de mim, derrubando-nos na cama.

― Pode ficar, mon amour. (Meu amor) — Sussurra de formal sensual e dá uma mordida de leve em minha orelha, deixando-me arrepiada.

― Sabe... Eu adorei ver você falando em francês. — Murmuro extasiada com os beijos que está me dando no pescoço. — Isso me excitou...

― Excitou, foi? — Pergunta manhosa, com a voz rouca e me beijou com vontade ao mesmo tempo que sussurrei um ‘’humhum. ’’

Seus beijos pelo meu pescoço começaram a evoluir e desceram em direção aos meus seios, porém por cima da roupa e eu logo me lembrei de que não estávamos sozinhas e alguém poderia chegar a qualquer momento ali. A última coisa, ou nem a última, que eu queria nesse momento é que esse alguém fosse justamente Cora, a entrar nesse quarto e nos ver fazendo qualquer coisa.

― Rê, é melhor parar... — Minha voz sai entrecortada devido a suas carícias. — Alguém pode entrar e nos ver. ― Tento afastá-la, mas estou completamente sem forças e não consigo.

― Ninguém vai entrar, mon amour... (meu amor...) — Murmura, continuando com os beijos, descendo por minha barriga e levantando a blusa. Quando senti seus lábios tocarem minha pele, soltei um leve gemido. Precisávamos parar urgentemente.

― É melhor não arriscar... — Empurro-a delicadamente para que parasse o que fazia e dessa vez consigo afastá-la. — Essas coisas sempre acontecem... E sua mãe pode vir aqui, e mesmo que ela bata na porta para avisar, eu prefiro sair sem que ela precise vir. — Meu amor suspira pesadamente, claramente desgostosa com a minha decisão e se joga teatralmente ao meu lado na cama.

― Tudo bem, você venceu... Quebrou completamente o clima... — Pega o lençol e se cobre toda. Sorri de seu drama e fui para cima dela, retirando a coberta de seu rosto.

― Não fica triste, meu amor... À noite, eu serei toda sua. — Digo em tom de promessa.

― Vai demorar muito. — Retruca com manha, fazendo um bico e eu não perco a oportunidade de beijá-lo e morde-lo.

― Num piscar de olhos já é de noite, meu amor... ― Acaricio seu rosto e então me lembro da tapa que ela deu na mão e recebeu também. ― Regina, você e sua mãe estão mesmo bem?

― Emma, não é a primeira vez que minha mãe me bate e eu também. ― Responde, demonstrando que sabia exatamente o que eu estava perguntando. ― Eu não nasci com essa cicatriz. ― Arregalo os olhos em surpresa e passo o dedo levemente no lugar.

― Foi ela? ― Minha morena assente com pesar.

― Em uma briga para defender a minha irmã... ― Seu tom é triste.

― Mesmo que não tenha sido a primeira vez, eu me sinto culpada por essa vez... ― Confesso, abaixando a cabeça.

― Ei... ― Ela segura meu rosto e me olha intensamente. ― Você não tem culpa de nada. Eu não dei uma tapa no rosto da minha mãe por sua causa. Além dela ter me batido também, disse muitas coisas que me magoaram. ― Uma lágrima solitária desce por seu rosto e eu me apresso em enxuga-la. ― Foi principalmente por mim mesma. ― Acrescenta com a voz fraca e eu deito a cabeça em seu peito e a abraço como posso. ― Mas vamos mudar de assunto. ― Dá uma fungada. ― O que importa é que conversamos e nos resolvemos. ― Levanto a cabeça e assinto. ― Então, vamos tomar um banho? ― Pergunta com malícia, dando uma piscadinha acompanhada de um sorrisinho.

― Vamos! Mas eu vou primeiro. ― Beijo seus lábios suavemente, saio de cima dela e corro para o banheiro.

― Vai demorar para ser de noite, Emma... ― Ouço-a reclamar antes de ligar o chuveiro.

•§•

O café-da-manhã ocorreu tranquilamente. Minha sogra só dirigiu a palavra a mim para um bom dia e por incrível que pareça, oferecer café. Zelena e o Sr. Henry que conversaram comigo o tempo todo, enquanto Tinker e Dawson conversaram com Regina. Em alguns momentos as conversas se cruzaram e todo mundo participou, exceto ela, que apenas olhava para o seu prato e comia em silêncio.

Logo após o café, todos seguimos para a sala e Tinker me chamou para conversar no jardim.

― Você está bem? — Balanço a cabeça afirmativamente e sorrio. Eu não estava 100% bem, estava me sentindo desconfortável na presença da mãe de Regina e uma vez ou outra, eu me lembrava de tudo que ela me disse, mas eu iria ficar. — Fico feliz e aliviada que tudo acabou bem. — Abraça-me de lado e deita a cabeça em meu ombro. — Se Cora permitir, você verá que ela não é tão má como vimos ontem.

― Não tenho tanta certeza sobre isso. ― Faço uma careta. ― Ela demonstrou ser bastante intolerante e deixou claro que só me tolerou por causa da filha, mas irei torcer para o que você disse. — Digo com sinceridade e minha professora sorri. — Sabe, não era assim que eu queria conhecê-la... ― Chegamos perto da macieira e paramos de andar.

― Se serve de consolo, com o Robin também não foi fácil. — Conta, pegando-me de surpresa. — A primeira vez que se viram não foi de um jeito muito legal. ― Faz uma careta e automaticamente minha mente começa a trabalhar em imaginar algumas opções constrangedoras. ― A Regina é a bebê dela, então está sempre protegendo-a com unhas e dentes.

― Mãos e dedos também. — Completo, passando a mão onde fui atingida na noite passada. — Ainda bem que não ficou a marca.

― Agora, não é? Porque ontem à noite a história era outra. ― Tinker sorri.

― Não acredito que saí com a bochecha marcada... ― Cubro meu rosto com as duas mãos e balanço a cabeça negativamente Que merda! ― Ainda bem que saímos de carro e onde fomos não tinha muita gente, sem falar que, eu acho que não estava muito forte, já que ninguém falou nada. ― Digo, tentando amenizar a minha própria situação e me convencer de que não passei tanta vergonha assim.

― Olha, mudando de assunto... ― Fica séria e eu já fico preocupada. ― O Robin voltou de Sanford e está sozinho. Ele está morando no centro. Mamãe o expulsou de casa ao saber o que ele fez com Regina.

― Você acha que ele fará algo? — Questiono apreensiva.

― Se você estiver perguntando em relação a qualquer tipo de violência, não. — Suspiro aliviada, embora não fosse esse tipo de coisa que eu estava me referindo. Conheço bem aquele homem e sei que ele não faria nada desse tipo. — Robin nunca faria nada para machucar você ou Regina. — Garante-me, falando com firmeza. ― Sem falar que ele não sabe de vocês duas...

― Eu sei que ele não tocaria um dedo em nós duas, principalmente na Regina... O que eu quis dizer é: será que ele tentará algo para voltar com ela? Virá atrás dela? — Reformulo a pergunta e Tinker abre a boca, demonstrando-me que entendeu.

― Bem, eu não faço ideia, mas é bom você ficar atenta. — Alerta-me e eu sinto um medo percorrer o meu corpo, mesmo sabendo que Regina jamais voltaria com ele, mesmo se não estivesse mais comigo. — Talvez ele venha procurá-la, não sei...

― A Regina já sabe que ele está por aqui?

― Ainda não. Depois eu contarei para ela. ― Assinto.

— Agora, vamos voltar lá para dentro. — Minha professora assente e nós retornamos para dentro da casa, logo encontrando todos na sala, exceto minha sogra.

•§•

Mais tarde, eu e Regina não nos encontramos na escola porque a mãe dela precisou ir ao hospital e ela a acompanhou com Dawson, enquanto Zelena e o Sr. Henry foram resolver alguns assuntos relacionados a casa deles em Vermont. Eles estavam para se mudar para Augusta.

Antes de eu sair da escola, Regina me mandou uma mensagem avisando que a família não estaria em sua casa e me pedindo para ir direto para a casa dela e assim que os portões da Deering foram abertos eu não perdi tempo, despedi-me dos meus amigos e segui direto para lá.

Quando cheguei, meu amor estava na cozinha, preparando o jantar, o nosso jantar, e eu me lembrei de antigamente, de quando começamos a namorar e ela ainda não estava indo para a escola. Em silêncio, cheguei por trás dela e a abracei possessivamente.

― Boa noite, Rê. — Sussurrei, beijando seu pescoço e a vi se arrepiar. Sorri e comecei a dar leves chupões e mordidas em sua pele. Sentindo-me extremamente excitada, comecei a me esfregar em seu bunda e enfiei minha mão por debaixo de sua blusa, logo alcançando seus seios.

― Seria uma pena se eu não estivesse sentindo nada, Em. — Murmura zombeteira, porém com a voz rouca, deixando-me claro do quanto estava gostando de tudo. Então, interrompo os pequenos apertos em seus seios e as chupadas e mordidas em sua nuca e me afasto um pouco, olho ao redor procurando por algo para colocar em minha calça e brincar, vejo bananas dentro de uma fruteira em cima da mesa e tenho uma ideia. Enfio uma dentro da minha calça, volto a abraçá-la e me esfregar com movimentos subindo e descendo.

― Está sentindo agora? — Sussurro com a voz rouca em seu ouvido. Ela para o que está fazendo e se vira para mim já sorrindo.

― Com certeza. — Aperta a banana e eu volto a abraça-la e me esfregar. — Mas agora tira isso daí. — Beijo seu pescoço e paro com os movimentos. — Vai tomar um banho enquanto eu termino aqui. ― Vira-se de costas para mim e dá continuidade ao que fazia.

― Tudo bem, madame. — Beijo sua bochecha, dou uma tapa em seu bumbum e saio correndo direto para o banheiro.

Enquanto a água desce por meu corpo e eu me ensaboo, lembro-me das coisas que Ruby comprou para mim quando fomos ao sex shop e uma ideia interessante passa pela minha cabeça.

Eu as usaria hoje à noite.

Ao sair do banheiro, coloquei minha roupa da escola novamente e fui até Regina, alegando que precisava ir em casa para pegar mais roupa e trocar a farda, porque as minhas que estavam lá, estavam com cheiro de guardadas. Não era mentira, mas umas perfumadinhas já resolveriam o problema. Meu amor prontamente ofereceu as suas, mas neguei sem pensar duas vezes. Eu gostaria muito de poder usar as delas, mas eu precisava negar para poder ter uma desculpa para ir buscar as coisas. Quando disse que precisava dar uma olhada em Ava também, ela desistiu de me impedir de ir, mas só deixou que eu saísse depois pois que eu jantasse com ela.

•§•

Com os acessórios dentro da bolsa, preparo um enorme prato de ração para minha pequena e saio às pressas de casa. Quando chego à casa de Rê, quarenta minutos depois, ela está dormindo no sofá, com um livro em cima da barriga e os óculos no rosto. Vou até o quarto para deixar minha bolsa e volto para a sala para acordá-la.

― Ei... — Sussurro em seu ouvido e dou um beijo em sua bochecha. — Vamos para o quarto... — Ela se espreguiça, abre os olhos, encara-me por alguns, fecha os olhos novamente e volta a se acomodar melhor no sofá. — Estou te esperando lá. — Aviso e recebo um “ok” preguiçoso.

Volto rapidamente para o quarto e tranco a porta. Retiro o dildo e a cinta da bolsa e fico de frente ao espelho, fico completamente nua, coloco a cinta, encaixo o dildo, pego uma calcinha box na bolsa e visto, coloco meu pijama, abro a porta novamente, corro para a cama e me deito de bruços para esconder o que uso. Alguns minutos depois, minha morena vem para o quarto e eu quase me ajoelho no chão para agradecer. Além de eu não estar mais aguentando a pressão do objeto em mim por estar machucando um pouco, eu estava ansiosa para o momento.

― Finalmente você veio. — Comento e minha voz sai abafada por conta do colchão. — Pensei que tinha esquecido o caminho do quarto. — Olhei de lado e pude vê-la tirando a roupa.

― Eu estava com preguiça de me levantar... Você deveria ter me trazido no braço.

― Dá próxima vez eu faço isso. — Escuto o barulho da porta do banheiro sendo aberta e ao virar a cabeça para trás, vejo-a escovando os dentes. — Amor, eu estava pensando aqui... O que você acha de eu cortar meu cabelo do tamanho do seu? — Rê cospe a pasta na pia como se estivesse engasgada.

― Nem pense em fazer isso, Emma Swan. — Fala séria, olhando-me pelo espelho. — Eu mato você se fizer isto... ― Ameaça, olhando-me intensamente. ― Amo o seu cabelo do jeito que ele é e é assim que ele será para sempre se depender de mim.

― Tudo bem... ― Respondo, segurando-me para não rir. ― Não está mais aqui quem falou. ― Aconchego-me melhor no travesseiro e fecho os olhos.

Ficamos em silêncio e eu escuto apenas o barulho do chuveiro. Provavelmente foi lavar os pés, como sempre faz. Segundos depois, sinto-a deitar ao meu lado.

― Será que podemos dar continuidade ao que faríamos de manhã? ― Pergunta com a voz rouca e logo sinto-a beijar minhas costas e se posicionar em cima de mim. Viro-me de frente para ela e minha morena fica sentada bem encima do dildo. Ao sentir o brinquedo, franze o cenho e se esfrega um pouco, depois coloca a mão nele e o aperta.

― Isso é... — Arqueia a sobrancelha e eu balanço a cabeça afirmativamente. Em seguida, agarro-a pela cintura e forço-a mais contra o strap on.

― Nada de bananas dessa vez. — Dou uma piscadinha. — Continua a se esfregar, vai... — Peço usando a minha voz mais sensual e ela logo atende ao meu pedido, fechando os olhos, apoiando-se na cama e começando a se esfregar lentamente. Excitada com a visão que estou tendo, seguro-a com mais força pela cintura e começo a empurrá-la para trás e para frente numa velocidade mais rápida.

Ainda de olhos fechados, Regina morde o lábio inferior e joga a cabeça para trás. Levo minhas mãos aos seus seios e começo a massageá-los ainda por cima da camisola. Contudo, logo retiro a única peça de roupa que cobre o seu lindo corpo e jogo-a para longe. Quando volto a massagear seus seios que já estão durinhos, meu amor se abaixa até minha altura e começa a me beijar sensualmente, chupando e mordendo minha língua e meus lábios.

Com muito esforço, separo nossos lábios e me sento na cama, retiro minha blusa e jogo-a para longe e Rê sai de cima de mim e retira a minha calça. Antes que volte a se sentar em mim, empurro-a para que se deite e vou para cima dela. Começo beijando sua boca, mas logo vou descendo para o seu pescoço, dou algumas mordidas e chupadas e sigo para o colo, dou um pouco de atenção e chego aos seios.

Enquanto trabalho com a boca em um de seus seios, vou descendo sua calcinha, e quando não alcanço mais fazer as duas coisas ao mesmo tempo, dou uma parada e retiro a peça por completo, voltando logo em seguida para o que fazia.

Minutos depois, vou descendo com meus lábios e língua por seu corpo e cada toque meu em sua pele eu recebo uma arfada e um gemido baixo como resposta. Ao chegar em sua virilha, beijo ao redor de seu sexo e abocanho com vontade a área mais sensível que está completamente molhada. Faço círculos com a língua e depois a enfio em sua entrada e recebo mais um gemido como resposta. Minha morena começa a se remexer descontrolada em minha boca, rebolando e impulsionando-se mais para mim e eu a prendo com meus braços ao redor de suas pernas para garantir que fiquem bem abertas. Em resposta, Rê as prende em meu pescoço e me puxa ainda mais de encontro a sua vagina.

― Emma... — Sussurra entre gemidos. Em meio aos meus movimentos, levanto a cabeça para olhá-la e ela está completamente suada, segurando-se como pode no espelho da cama, mordendo os lábios e de olhos fechados. Uma visão do paraíso do orgasmo. — Por favor... — Suplica.

Entendendo bem o que ela quer, paro de estimulá-la com a língua e fico de joelhos, posiciono o strap em sua entrada, ameaçando entrar, mas não faço. Subo o brinquedo até seu ponto de prazer e começo a passar lentamente por ele, provocando-a. Minha morena tenta fechar as pernas, mas não deixo. Faço uma pressãozinha em seu ponto e volto a passar o brinquedo por todo o seu sexo, de cima a baixo.

― Não faz isso... — Pede sussurrante e eu dou um sorriso, adorando ver o seu estado.

Desço da cama e corro até a minha bolsa, pego os lubrificantes que comprei no sex shop e logo volto para ela. Abro o potinho vermelho que serve para excitar e passo em sua entrada, ela suspira pesadamente ao sentir meus dedos por ali e me olha intensamente. Também passo o lubrificante em toda a extensão do dildo, largo tudo de lado e me posiciono no meio de suas pernas.

― Posso? — Ela assente rapidamente e joga sua pélvis em minha direção. Acho que o negócio já está fazendo efeito. Lentamente posiciono a ponta do dildo em sua entrada e dessa vez, sem demora, enfio-o bem devagar até não dar mais. Olho para ela novamente e começo a me movimentar lentamente, entrando e saindo.

― Mais rápido e mais forte, Em. — Pede entredentes, puxando o lençol da cama. — Eu não sei o que você passou em mim, mas isso está me deixando louca...

Atendendo ao seu pedido, aumento gradativamente a velocidade das estocadas e em contrapartida, começo a estimular seu ponto de prazer com o dedo. Não aguentando a onda de prazer, ela goza gostosamente. Contudo, não paro com meus movimentos. Deito-me por cima dela, entrelaço nossas mãos e começo a beijá-la, enquanto a penetro o mais rápido e fundo que posso naquela posição. Meu amor geme gostoso em minha boca, morde minha língua, morde meu lábio e grita ensandecida de prazer. De repente, solta uma mão da minha, leva-a até sua intimidade e se estimula. Beijo seu pescoço, dou umas mordidas e chupões e volto para a sua boca.

Alguns minutos assim e Rê goza novamente, mas eu ainda não quero parar por agora, então, saio de dentro dela e me sento na cama, trazendo-a comigo e posicionando-a em meu colo. Rapidamente Regina se encaixa no strap on e começa a subir descer lentamente enquanto chupo os seus seios, aperto a sua bunda e ajudo-a a subir e descer no brinquedo.

Solto seus seios, procuro sua boca novamente e beijo-a com vontade. Retiro minha mão de sua bunda e levo para cintura, continuando a auxiliá-la no processo de entra e sai, de sobe e desce. Suas mãos que estavam ao redor do meu pescoço, descem para os meus seios e depois de massageá-los, desce para a minha intimidade, mas devido ao brinquedo ela não alcança o objetivo, então volta para os seios.

Cansada da posição que estamos, eu resolvo me deitar e a trago comigo.

― Eu quero ver você rebolar... — Peço. Rê segura as minhas na altura da minha cabeça e começa a rebolar lentamente, deixando-me louca com a visão. Para completar a maravilha, seus seios estavam bem perto de meu rosto.

Não aguentando a visão de seu sexo completamente molhado, devorando o dildo, acabei gozando em meio a um gemido dela e meu. Fecho os olhos, extasiada com o orgasmo e quando volto a abri-los, vejo Regina com o potinho que serve para esquentar. Ela sai de cima de mim, passa o gel em sua entrada, joga o pote onde estava e volta para onde estava, senta-se de uma vez no brinquedo e começa a cavalgar rapidamente. Levo minhas mãos a sua cintura e a auxilio no processo de subir e descer. Ela goza novamente e, provavelmente muito cansada, deita-se por cima de mim. Mas eu não estou disposta a parar agora. Ainda quero ouvi-la gemer em francês essa noite.

Dei um beijo em sua testa molhada de suor, saí debaixo de seu corpo cansado e me sentei ao seu lado. Contemplo a linda visão de seu corpo nu, passo meus dedos suavemente por suas costas e ao chegar no bumbum, dou um apertãozinho, fazendo-a gemer baixinho.

― Amor... — Ajoelho-me na cama e começo a beijar suas costas, parando em sua bunda. — Eu quero mais...

― Você vai me matar desse jeito. — Fala com dificuldade e sorri.

― Só se for de prazer... — Viro-a para mim e coloco novamente o dildo em seu sexo. Levanto suas pernas, junto-as, agarro-me com elas e estoco o brinquedo com vontade. — Geme em francês, meu amor... — Beijo seus pés.

― Oh, Emma! Plus vite mon amour. (Mais rápido meu amor) — Atendo ao seu pedido e aumento ainda mais a velocidade das estocadas, tendo como resposta, seus gemidos mais altos, que me excitam ainda mais. — Ça! Plus mon amour. (Isso! Mais meu amor) — Solto suas pernas e as abro, deito-me por cima dela e continuo indo fundo. De repente sou jogada para o lado, tenho as minhas mãos presas acima da cabeça novamente e ela fica por cima de mim e me beija vorazmente, enquanto sobe e desce rapidamente no dildo.

Minha morena encerra o beijo com uma mordida forte em meu lábio superior e se afasta, apoia-se em minhas coxas, coloca as pernas para frente e bem lentamente, começa a subir e descer, deixando-me louca com a visão. Rapidamente enfio um dedo em sua entrada e junto com o dildo, movimento lentamente. Após algumas estocadas, retiro o dedo e levo ao seu ponto de prazer, começando a massageá-lo. Não demora muito e minha morena explode de prazer, fazendo-me acompanha-la. Regina Mills é tão maravilhosa que me faz gozar sem nem ao menos me tocar.

Sem perca de tempo, retiro minha morena de cima de mim e levanto da cama, puxo-a pelo braço e empurro-a até a parede.

― Coloca suas pernas em minha cintura. — Peço e logo ela obedece, agarrando-me com suas maravilhosas pernas e me prendendo ao seu corpo. Como não tenho força o suficiente para estocá-la e segurá-la ao mesmo tempo, uso a parede para me ajudar e rapidamente começo o movimento de entra sai, Rê logo começa a falar coisas excitantes em meu ouvido. — Em francês, meu amor. — Relembro e minha morena logo muda o idioma, melhorando ainda mais o momento.

Alguns minutos depois, minhas pernas começam a ficar cansadas e eu resolvo voltar para a cama.

― Fica de quatro. — Quando minha morena empina a bunda para mim, pego o lubrificante de esquentar novamente e passo em sua entrada, em seguida, beijo e mordo sua bunda, chupo seu sexo por alguns segundos e a penetro novamente, seguro-a pela cintura e começo a puxá-la em minha direção várias vezes até que meu amor goza novamente. Ao sair de dentro dela, minha morena se joga na cama. Eu retiro o brinquedo e me jogo por cima dela.

― Você me matou, Emma... ― Murmura entre sorrisos e eu beijo seu ombro.

― E você foi deliciosamente maravilhosa, meu amor. — Sussurro em seu ouvido e beijo seus lábios.

Minha morena fecha os olhos e não demora muito para que sua respiração fique mais pesada. Arrumo toda a bagunça da cama, puxo o lençol por cima de nós e me agarro a ela para dormir também.

Notas finais
E finalmente a Emma usou os brinquedinhos, hein! Espero que tenham curtido mais um capítulo e até o próximo! :)