New life - History of teenagers
5 Primeiro dia de aula
Notas iniciais
Pov Anna
Meu Domingo foi muito chato. Eu e Elsa estávamos no quintal olhando o teto e tomando sorvete, após um almoço delicioso. Meu pai apareceu na porta para a cozinha e falou.
– Hey, que tal vocês duas lavarem o carro? — Fala ele.
– Porque a gente? — Pergunta Elsa.
– Porque vocês estão aí atoa sem fazer nada. E eu já trabalhei Sexta e Sábado.
– Mas amanhã a gente tem escola — Falo.
– Anda meninas — Fala ele — Eu dou 5 dólares.
– Pra cada? — Pergunto.
– Sim — Fala ele.
– Tá o da mamãe ou o seu? — Pergunta Elsa.
– Só o meu, sua mãe deixou o dela no lava-jato. Agora vão — Fala ele e entra. Eu e Elsa nos entreolhamos e fomos lavar o carro.
Eu peguei a mangueira e comecei a molhar, Elsa pegou o sabão e começou a esfregar a parte do Para-shoc. Eu tive uma idéia. Eu apontei a mangueira em direção a Elsa e a molhei hehe.
– Oh — Ela exclama e se esconde do outro lado do carro. E quando menos esperava ela jogou a bucha encharcada no meu rosto. Acho que isso significa.
– GUERRA — E começamos a brincar que nem duas loucas chamando atenção.
5 minutos depois
– Meninas já lavaram...o carro? — Fala meu pai nos olhando perplexo. O carro? Estava ainda sujo e nós? Cobertas de espuma e grama — Oque aconteceu aqui?
– Guerra? — Falo e ele nos encara com aquele olhar nos dizendo, sobem agora, e fiquem nos seus quartos até segunda ordem. Nós abaixamos a cabeça e entramos em casa. Nós subimos as escadas e fomos direto para suíte.
– Será que papai vai nos deixar de castigo? — Pergunta Elsa tirando a blusa.
– Sei lá — Falo torcendo meu cabelo na banheira — Acho que não, só foi brincadeira. Claro que ele vai ter que pagar um lava-jato, mas isso não é nosso maior problema.
– Tem razão — Elsa entra no box e liga o chuveiro. E eu fico tirando grama do meu cabelo — Você já viu o nosso vizinho?
– Vizinho? O do cabelo branco? — Pergunto.
– Sim — Fala ela. Epa, é bem raro a Elsa querer falar de meninos...não creio.
– Elsa..você está gostando dele?
– Claro que não, eu nem o conheço. Só estou comentando .
– Sei, isso foi oque eu disse quando estava xonada no...esquece — Falo. E corto a conversa.
– Sabe, você precisa de um karaoke.
– Oque? Pra que? — Pergunto, será que ela ficou doida?
– Para você se animar — Fala ela saindo do box enrolada em uma toalha — Anda, eu te conheço, você sempre se anima quando cantamos.
– Tá legal, você arruma o karaoke e eu vou tirar essa lama das minhas pernas — Falo e entro no box.
Depois de alguns minutos eu entro no quarto de Elsa, ela usava um vestido rosa simples e eu uma bermuda jeans e uma blusa verde claro.
– Cade o karaoke? — Pergunto. E ela liga o som. E começa a passar Really Don't Care — Hahaha, tá de brincadeira.
– Anda vem — E começamos a cantar e pular na cama, pegamos as escovas de cabelo e fingimos que era microfones.
– OHOH I REALLY DON'T CARE — E acaba a música — Hahahaha.
Meu Domingo de chato se passou para super divertido. A Elsa podia ser mais velha, mas sempre foi ela quem me animou e me ajudou a esquecer as coisas tristes. Tipo uma vez que minha tartaruga sumiu de repente. Eu fiquei mal por uma semana, mas sempre quando podia a Elsa me ajudava a esquecer do Tu. É nome estranho, mas eu só tinha 3 anos quando isso aconteceu. E a Elsa me fez esquecer me fazendo comer cola.
Chegou Segunda, o dia da semana que eu odeio. Mas hoje eu estava animada. Porque hoje era meu primeiro dia de aula. A Elsa estava mais quieta que ultimamente. Acho que ela não queria ir à escola.
Eu e Elsa ficamos esperando o ônibus na frente de casa. Eu usava uma calça jeans, uma blusa azul claro e por cima um Blaser vinho. E nos pés uma sapatilha branca. Eu fiz minhas tranças e passei um Gloss em meus lábios.
Elsa vestia um vestido justo azul e sapatilhas brancas. Ela fez uma trança embutida e jogou para o lado. Ela fez uma maqueagem linda e eu ajudei hehe.
Enfim, o ônibus logo chegou.
– Parada Frozen School — Fala o motorista abrindo a porta. Quando nós iríamos entrar um menino saiu correndo e entrou em nossa frente.
– Oh desculpa — Fala ele. Pelo menos ele pediu desculpa — Por favor, damas primeiro.
– Obrigada — Falo e entro, eu olho pra Elsa e vejo que os dois ficam se encarando durante segundos, mas logo eles entram. Noto que muita gente fica nos olhando, e algumas cochichando.
Eu sento em um banco do meio e Elsa senta ao meu lado. E o mesmo garoto se senta em outro banco ao nosso lado, com um garoto moreno.
– Hey — Fala o moreno, ele era o mesmo da sorveteria? — Você de novo. Anna não é?
– Isso, e você é o Hic? — Pergunto.
– Isso aí, tô vendo que vamos fazer o colegial juntos.
– Pois é — Dou os ombros. E Elsa se encolhe no banco — Essa é minha irmã Elsa — Falo e Elsa me olha de um jeito que só eu conheço.
– Oi Elsa — E do nada o ônibus todo fala. Parece que estavam ouvindo minha conversa com ele.
– Oi — Fala ela super vermelha. E aquele garoto de cabelos brancos fala com ela, deixando mais vermelha ainda hehe.
– Sou o Jack — Ele estendeu a mão e Elsa hesitou em aperta-la, mas ela foi assim mesmo.
– Elsa — Fala ela.
– Vocês duas são minhas vizinhas né? — Fala ele.
– Somos sim — Falo.
– Legal.
Eu achei que iria ficar tudo bem, até que o cara que eu não queria ver sobe no ônibus.
– Oi Kristoff — Fala Hic e um monte de gente o cumprimenta. Ele se senta atrás de mim e de Elsa.
– Oi, são vocês, da sorveteria — Fala ele.
– Olha vocês estão ficando conhecidas hehe — Fala Jack.
– É acho que sim — Falo me afundando na cadeira. E sobe a loira...Astrid.
– Oi gente — Fala ela, ela para e fica encarando Jack.
– Jack, vasa — Fala Hic e Jack começa a rir e sai do lado de Hic. E Astrid toma seu lugar. Ele nota que não tem mais lugar.
– Po, vou ter que ficar em pé? — Fala ele e começamos a rir.
Chegamos no colégio. Parecia um castelo de tão grande que era, mas também tinha o charme de escola popular. O ônibus parou no estacionamento em frente à entrada principal. E todo mundo desceu. Quando eu desci todo mundo ficou me olhando, não só eu quanto Elsa. Eu e ela enrolamos nossos braços e começamos a andar. Espero que eu goste daqui.
Pov Merida
Minha mãe me implorou para que eu fosse para esse colégio. E então eu fui...a força.
– Filha não vai ser tão ruim assim — Falava minha mãe enquanto dirigia — Você é espontânea, vai arrumar amigos rapidinho — Até parece. Ás vezes eu queria que o tempo voltasse, para que eu possa ficar na escola primária, onde só aprendemos a desenhar nas bordas e aprender a música do ABC. E claro dormir, comer e brincar. Ai que vida boa — Está me escutando?
– An? Oque? Desculpa mãe oque dizia? — Falo tirando o fone de ouvido.
– Nada filha, só não apronte. Uma Debutante preserva sua reputação. E eu não quero ficar conhecida como uma mãe horrível.
– Tudo bem mãe.
Eu chego no colégio e vejo os garotos babacas e as garotas metidas. Será que minha mãe está certa? Porque eu duvido que alguém como eu se encaixe nessa turma.
– Anda Meri, pode descer — Fala minha abrindo a porta e eu a fecho — Merida sem birra, ok?
– Você esqueceu o dinheiro do meu lanche — Falo e ela suspira.
– Não gaste tudo — Ela me entrega e eu pego minha bolsa.
– Beijo — Falo e saio — Tchau meninos — Falo e recebo um beijo triplo de meus irmãos — Cuidado para não tacar fogo no cabelo da professora, em vez disso cola ela na cadeira.
– Merida!
– Tô brincando haha, tá tenho que ir, tchau — Eu me distancio do carro da minha mãe e entro na escola. Ela era bem grande, acho que vou precisar de um mapa.
Eu estava procurando a sala do diretor e sem querer esbarro em uma garota.
– Foi mal, desculpa — Falo e a encaro.
– Tudo bem, você é aluna nova, não é?
– Sou.
– Ata, eu sou Rapunzel, mas todo mundo me chama de Punzie, sou a representante do 1· A. Qual é seu nome? — Caramba que menina mais empolgada.
– Sou Merida — Falo — E queria saber onde fica a sala do diretor?
– Eu posso te levar até lá? É que a escola é grande e você pode se perder. E não sou boa de dar informação.
– Tá legal — Ela abre um sorriso e me leva até a sala do diretor. No caminho até lá todos cumprimentaram ela. Acho que ela era popular.
Ela me deixa em um banco de frente a uma porta escrito " principal ". E não era só eu lá, havia uma garota loira e outra, também loira só que escuro. E logo chegou um garoto ruivo com um garoto moreno.
– Oi Hans, quem é? — Fala a Punzie.
– Esse é Flynn Rider. E essa? — Tava falando de mim — Quer dizer essas?
– Essa é a Elsa Menzel — Ela fala para garota loira — E essa é a Anna Bell — Fala para a outra — E essa é a Merida...
– Gavassi. Merida Gavassi.
– Prazer, Hans Santana — Fala ele.
– Olá — Sai um homem de terno daquela porta — Sou o vice diretor Chris Buck e a diretora está esperando os alunos novos. Representantes voltem a suas salas de aula.
As garotas e eu entramos, junto com o garoto na sala. Quando entramos lá era cheia de troféus, e a havia uma prateleira cheia de reportagens, parecia falando da escola.
– Olá, eu sou a diretora Jennifer Michelle e quero dar as boas vindas ao colégio Frozen School. Eu espero que gostem de estudar aqui. E deixem suas marcas na parede histórica.
– Tô vendo que vocês ganharam muitas coisas — Falo olhando a parede.
– Sim, mas essa é só algumas. Essas foi a que eu direcionei e as outras que estão no pátio principal são dos diretores antigos. Sabe nossos jornalista sempre fazem seus trabalhos com eficiência.
– Legal — Fala o garoto.
– Bem creio que vamos ter as irmãs Snow — Snow?
– Sou Anna e essa é minha irmã Elsa — Fala a garota das trancinhas.
– Eu sei, seus familiares sempre estudaram aqui. E agora vocês são a próxima geração.
– Sim — Fala Elsa.
– Que ótimo. Bem vou entregar seus horários. E as chaves de seus armários. E mais uma vez bem vindos ao Frozen School.
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