New life - History of teenagers

9 Matemática, a ciência que me ferra


Notas iniciais
Hi guys, me desculpem a demora. Sério gente, me perdoem. Boa leitura

Pov Anna

Mais um dia de aula. Realmente o tempo se passa muito rápido,eu mau chaguei na escola e já tenho amigos, bem...colegas, ainda não confio 100% neles. Eles tem uns 45%, porque não dá pra confiar nas pessoas que acabamos de conhecer. Nossa, pareci a Elsa agora hahaha. Ela sempre me diz pra não dar mole para estranhos, pois pode me sequestrar e me matar, ou até coisa pior.

Tá vou começar dizendo cada detalhe de meu dia. Ele foi um pouco intediante e ao mesmo tempo divertido. Jack sem querer acertou o Sr.Jackman com uma bolinha de papel e ninguém dedurou ele. Isso que é uma turma unida.

– Hoje teremos uma pequena prova de Matemática — Fala o Sr.Jackman entregando a pequena prova. Esse homem deve adorar ferrar os alunos. Acho que ele é parente do professor de Ciências, o Sr.Crocker. Hic me falou que ele foi a inspiração pro desenho dos Padrinhos Mágicos. Porque só dava F pra todo mundo se errasse uma pergunta — Essa prova é para testar vocês, para ver se lembram de alguma coisa. Quem gabaritar, ganhará uma caixa de chocolate — A única coisa que tínhamos em comum, era que ele adorava chocolate. Punzie me disse que na Páscoa ele foi o coelho. Por isso que Jack o chamou de Bunny...acho que se ele falasse isso de novo, é bem provável que ele tome uma voadora do que uma suspensão.

Ele entregou a prova e foi para sua mesa.

– Podem começar. Vocês tem 1 hora. Boa prova — Eu virei a minha prova e quase tive um infarto.

Havia vários problemas, equações elaboradas que deixaram meu cérebro um nó. Eu estava suando de nervosismo, eu queria muito aquela caixa. E ainda era do Willam Wonkar. Ahhhh eu preciso de chocolate. Relaxa Anna, você consegue, é só calcular da maneira certa e responder com tranquilidade.

– Já se passaram 2 minutos — Fala o professor e eu me desespero completamente.

Meu cérebro enganchou, eu tinha esquecido de tudo. Se eu estou assim só em uma provinha que não tem importância, nem quero ver na prova verdadeira.

– 5...4...3...2...1...PAREM — Fala o professor e eu largo o lápis na mesa. Eu não sabia se tinha ido bem, mas também acho que não fui mal — Vou corrigir suas provas e depois do intervalo, entregarei as provas para a representante. Podem ir para a outra aula — Ele fala e todos os alunos saem correndo, no meio deles..eu.

Fui até meu armário peguei meu caderno. Até que Punzie chega.

– Oiii. Achou difícil? — Pergunta ela apoiando suas costas no armário do lado.

– Não sei, acho que não. Deu branco — Falo — Aquele professor é um doido. Como ele passa uma prova que ninguém estuda? E bem no terceiro dia de aula — Falo indignada e bato meu armário.

– É realmente, ele é um louco — Rapunzel começa a xingar o professor e ele aparece bem atrás dela, eu o olho e faço expressões pra ela parar, porém ela não entendeu — Oque é Anna? Parece que tá com dor de barriga — O professor grunhiu e Rapunzel se virou, já temendo o homem.

– Olha senhorita Corona. Eu não farei nada com você — Caramba escapou ilesa — Mas sugiro criar respeito por todos os seus superiores — Rapunzel engole em seco e ele direciona o olhar para mim — Senhorita Snow..queira me acompanhar — Sentir um arrepio na espinha e o seguir até a sala.

Eu esperei ele me mandar fazer alguma coisa, então ele se sentou em sua cadeira e eu fiquei em sua frente, deixando a mesa nos separando legalmente.

– Olha senhorita Snow, eu estava corrigindo sua prova, que foi a primeira. E me surpreendi com o resultado — Já vi que não fui bem — Essa nota seria 1 ponto para a sua média nesse trimestre. E você não alcançou o resultado — Respirei fundo.

– Pode me dizer a nota — Falo firme e ao mesmo tempo curiosa.

– 0,05 — MEU DEUS EU SOU UMA BURRA — Olha eu sei que está mal com isso, mas resolvi te dar uma chance. Eu aplicarei outra prova para a senhorita, na segunda, então, sugiro que estude.

– Mas não seria justo com os outros — Falo séria.

– Eu sei disso, mas a senhorita que sabe. Porque se a senhorita tirar um D+ faltando um ponto para tirar C, eu não irei te dar esse ponto. E a senhorita sabe que para passar precisa de C, que é a média. Então vai aceitar? — Eu pensei por uns instantes.

– Tudo bem, eu aceito — Falo sorrindo — Obrigada pela oportunidade — Aperto sua mão e saio feliz da vida, mas havia um problema. Tenho que arrumar alguém que sabe Matemática na palma da mão.

– Eai como foi? — Pergunta Punzie na porta.

– Eu fui mal — Falo desanimada e ela parece ficar triste por mim — Mas ele me deu mais uma chance — Falo animada e ela abre um sorriso.

– Que demais.

– Eu sei, agora preciso da sua ajuda.

– Fala.

– Quais são as pessoas que sabem Matemática? — Pergunto e ela pensa. Então ela sorri e me encara.

– O Kristoff, ele que me ajuda estudar para as provas. Não que eu seja ruim, mas ele ensina muito bem. Ele estuda de um modo fácil de entender e muito divertido — Fala Rapunzel entusiasmada com a idéia, só que eu não.

– Não tem mais outro? — Falo esperançosa.

– Não que eu recomende — Fala ela e eu suspiro. Podia ser qualquer um, mas tinha que ser ele?

Se passou o dia e já estava indo para casa. Eu ainda estava no ônibus. Então olhei para trás e vi Kristoff brincando com a turma do fundão. Eu estava pensando, ele não parecia tão ruim assim. Acho que devia dar uma chance a ele. Mas não agora, vou consultar minha conselheira. Minha mana mais velha.

O ônibus nos deixou na porta de casa, me despedi de todo mundo e desci do veículo.

– Tchau gente — Jack dá um beijo na bochecha de nós duas e vai até sua casa. Noto que Elsa fica com a bochecha vermelha, e não era da maquiagem.

– Elsa preciso da sua ajuda — Falo e entramos em casa.

– Deixa eu tomar um banho, aí você me conta — Fala ela jogando a bolsa em cima do sofá, e eu faço o mesmo — PAI, MÃE, CHEGAMOS — Grita Elsa indo para a cozinha, depois ela volta — Mamãe foi trabalhar?

– Acho que sim — Falo ligando a Tv — Cade o papai? — Pergunto e ela olha para os lados procurando ele.

– Não sei, vou ver se ele está lá em cima — Fala ela subindo as escadas e eu a sigo — PAIIIII.

– Tô aqui — Ouvimos uma voz e vimos uma escada. Subimos e no final encontramos nosso pai arrumando cadeiras e vasos de plantas, no terraço. Caramba temos um terraço — Oii minhas lindas — Fala ele e o abraçamos. Só que não tiramos o olhar para o local.

– Pai, você sabia disto? Que tínhamos os terraço? — Pergunto vendo a paisagem.

– Claro né Anna. Só precisa de uma varrida e uma nova grade de proteção e pronto — O terraço era grande. tinha uma área coberta com uma pia. Luzes em cima, como se fossem estrelas sobe nossas cabeças. Havia quatro puffs roxos, uma mesinha central de vidro e um sofá com almofadas coloridas. Havia um balcão e banquinhos de frente dele. Realmente só precisava de uma varrida para tirar a terra.

– Muito legal pai — Fala Elsa.

– Querem almoçar? — Pergunta ele e nós negamos.

– Valeu pai , mas agora vou tomar um banho e depois ver se eu consigo falar com o Breu — Fala Elsa saindo. Depois vou ter uma conversa com ela. Será que Kristoff vai me ajudar?

Notas finais
Gente eu iria escrever mais, mas hoje eu vou ir para uma festa. Então no próximo eu continuo ok.? Mas eai gostaram? Comentem