New Moon
12 Eu Só Quero Fazer Amor Com Você - PARTE II
Notas iniciais
PARTE II
Suas mãos continuavam subindo e descendo destemidamente pela minha cintura, chegando no fecho do sutiã e descendo elas novamente.
-Relaxa…-pediu ele em um tom carinhoso em meu ouvido, suspirei concordando.
Minha mente não conseguia explicar tamanho nervosismo, talvez porque fosse praticamente como perder a virgindade.
Mas, era ele. Jake que mexia comigo, ele era o meu ponto fraco, ele era a minha doença e a minha cura. Só ele conseguia me deixar calma e nervosa, fria e quente ao mesmo tempo.
Eu não enxergava nada além de Jake, eu estava em transe com aquilo. Aquele calor que queimava a minha pele, aqueles lábios que devoravam aos meus.
E com carinho e delicadeza ele juntou os lábios nos meus, em um beijo calmo, que aos poucos e lentamente tornou-se um beijo urgente e desejoso, mas que não deixava de ser romântico.
Seus lábios abandonaram os meus, me fazendo gemer de desgosto, e ele sorriu com o baixo, o nariz roçando em meu ombro, deixando pequenos beijos cair sobre ele, e então as mãos dele abaixaram a alça da blusa, deixando ela cair para o lado e seus lábios beijarem meu ombro.
Puxei seu rosto e o beije-o com desejo aqueles tão perfeitos e bem moldados lábios, senti ele sorrir no meio do beijo e em um ato desesperado e apressado, o atirei na cama, ficando por cima no mesmo instante, ele sorriu nos virando e trazendo de volta á casa aquele romance.
Sorri pequeno quando nossos lábios se trançaram novamente no encaixe perfeito, e permiti minha mão entrar dentro de sua blusa, passar pelo tanquinho bem definido, e ir entrando sem rédeas nenhuma dentro de sua calça, e sentir o quanto ele me desejara, subi a mão de novo, passando pelo peitoral, e a escalando para as costas, dando uma leve arranha.
Sua respiração era errática, mas não continha o sorriso que estava em meu pescoço, logo em seguida suas mãos tiravam minha blusa, e eu sem o mínimo da paciência rasgava a dele, o fazendo soltar uma rouca risada.
Depois disso, em poucos segundos havíamos arrancado completamente as roupas um do outro. E era algo extraordinário, aquele desejo que nos consumia. Era tão forte, tão poderoso. E então estávamos chegando aos finalmente, á conexão de corpos, como havia dito o próprio lobo á dois dias atrás.
E tudo estava abstrato á minha volta, suspirei baixo, fechando os olhos e pedindo pra não morrer de tanta alegria, paixão e prazer. Eu sentia tudo e via tudo. Seus gemidos, que eram ruídos roucos que me enlouqueciam, os seus movimentos, aquele corpo tão quente sobre o meu, a eternas juras de amor, o prazer nos em seus olhos, os rangidos da cama, os meus gemidos, o suor sobre a sua face.
-Eu te amo- e essa foi a ultima coisa que disse antes de unir nossos lábios em uma beijo cheio de devoção, e repousar a cabeça na curva de meu pescoço, suspirei alegre e deixei meus dedos trançarem os fios de seus cabelos.
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