New Life With Aliens
11 Something new.
Notas iniciais
IF YOU KNOW WHAT I MEAN. ehehe.
Bom, quero agradecer aos inúmeros comentários e ao apoio de todos vocês, meus queridos. Fico imensamente feliz por ter vocês aqui, lendo a minha humilde fic :3 Peço que não desistam dela. Preciso do apoio de vocês e, vocês não sabem como fico feliz com o amor que me dão, suas coisas lindas.
Enfim, boa leitura, tá? Leiam sabendo que não tem nada de importante além de fofuras e sensações novas, como já diz o nome do capítulo.
PS: Depois do primeiro *** Loki será o narrador.
Darcy me puxava com força até o quarto de Jane, que nos seguia também. Assim que entramos, Darcy empurrou-me para a cama e trancou a porta, correndo para sentar-se ao meu lado, assim como Jane.
– Desembucha. — Darcy usou o indicador para arrumar os óculos que estavam caindo depois da nossa breve maratona. Ela e Jane possuíam expressões curiosas em seus rostos.
– O que é isso, Darcy? — Perguntei, segurando o riso.
– Nem se atreva. Que azaração era aquela lá na sala? Desde quando você está tão amiguinha do Loki?
– Esqueceu que ele é um assassino perigoso? — Assim que Darcy havia terminado de falar, Jane logo começou. Claro que ela não poderia esquecer de citar que Loki era assassino.
De fato, ele era. Eu sabia sobre tudo o que ele havia feito em Nova York, mas ele estava diferente agora. Poderia até haver uma possibilidade mínima dele estar tramando alguma coisa contra a Terra outra vez, eu já havia pensado nisso também.
– Não, não esqueci. Mas não estou preocupada.
– Como não, Scarllet? — Jane ainda estava séria.
– Eu confio nele e não me arrependo disso. — Respondi e sorri logo em seguida, fazendo com que as duas olhassem para mim com se eu fosse um caso perdido.
– Não faça isso consigo mesma, Scarllet...Pare com isso agora!
– Jane, com todo respeito, por que eu tenho que parar? Vai insinuar que Loki é perigoso? Eu já sei disso, mas eu costumo gostar de viver a vida perigosamente. — Eu ri. — Não, sério. Você vai dizer também que não devo porque ele é um deus? Ora, se você pode, eu também posso. Loki nunca foi mal para mim, pelo contrário, ele me ajudou inúmeras vezes. Ele me salvou. E você quer que eu me afaste dele porque ele é perigoso? Por favor, Jane. — Bufei e rolei os olhos. Eu estava ficando nervosa.
Ah, faça-me o favor, né? Olha só quem estava me dizendo aquilo. A noiva do Deus do Trovão.
– Eu entendo você, Scar. Sei como é se apaixonar por alguém como ele. É tão sem explicação; sem fundamentos. Não há como relatar todos os sentimentos nem com todas as palavras do mundo. Parece ser tão forte que é incapaz de ser controlado...- Ela baixou a cabeça. — Eu sei. É ótimo sentir isso, mas é um relacionamento horrível. Só não queria que você sofresse com isso. Thor se casará comigo e me levará para morar com ele, eu acho, mas...Loki não será o Rei de Asgard. Pra onde ele vai levar você? Pro inferno? Pra onde os monstros iguais à ele vivem?
– Monstros? Do que está falando? — Olhei-a sem compreender e assim que ouviu minha pergunta, arregalou os olhos. Fitou Darcy como se estivesse assustada e sem reação, calando-se em seguida.
Elas estavam me escondendo alguma coisa e eu queria saber o que era.
– Responda, Jane.
– Loki é adotado. Ele não é Asgardiano. É um Gigante de Gelo, um monstro enorme, frio e assassino.
Assim que ela terminou de dizer, dei-lhe um tapa. Bem no rosto. Ambas olharam-me com surpresa e desgosto, e até eu mesma estranhei minha atitude. Nunca havia batido em alguém que considerasse uma amiga, mas ela ofendeu Loki e, portanto, ofendeu-me igualmente.
– Como ousa chamá-lo de monstro?
– Scarllet, é verdade. Ele é diferente dos outros. Ele é pirado! E é mau! Por que acha que é considerado o deus da trapaça e da mentira?
– Parem, tá? Parem com isso agora mesmo! — Gritei, levantando-me da cama. — Vocês só conseguem lembrar que ele é o deus da trapaça, mas ele é muito inteligente e está ligado à magia, também!
– É, ele pode ser ótimo em algumas coisas, mas decidiu usar as habilidades para o mal! Você está hipnotizada por ele, Scarllet. Você precisa parar agora mesmo! — Era Jane quem gritava dessa vez.
– Isso sou eu quem decide. — Falei e saí do quarto, batendo a porta atrás de mim.
Desci as escadas rapidamente planejando ir para o mais longe possível daquele lugar. Eu sabia que elas viriam atrás de mim e tentariam encher minha cabeça de minhocas.
Eu odiei ouvir aquelas coisas. Não importava o que ele havia feito; não importava quem ele era. Ele não faria nada de ruim outra vez. Confiava demais nele para poder pensar que ele faria outra maldade como aquela. Ele sequer tinha motivos para fazer aquilo!
Afinal, logo ele iria embora. Voltaria para Asgard e se casaria com aquela deusa maravilhosa. Eu sabia disso e estava tentando esquecer, mesmo sabendo que era impossível. Jane e Darcy, mesmo sem saber, fizeram o favor de me lembrar que não posso ter alguém que quero. Muito bom, mesmo.
Assim que passei pela sala e abri a porta, ouvi algumas vozes dizerem algo, impedindo-me de continuar aquela fuga inusitada.
– O que houve lá em cima? — Thor perguntou com seriedade na voz e eu notei que ele havia escutado a alteração na voz de Jane.
– Nós brigamos.
– Por que brigaram? — Foi Luke quem perguntou, mas todos tinham expressões curiosas, assim como ele.
– Estava defendendo a pessoa que eu amo.
Quando terminei, saí do apartamento e fui direto ao elevador.
***
Assim que Scarllet bateu a porta do apartamento, senti como se tivesse levado um golpe no estômago. Antes que pudesse perceber, já estava de pé, indo em direção à porta.
– Loki, onde vai? — Algum deles perguntou, mas eu sequer dei atenção e saí de lá, seguindo-a.
Andei até o final do corredor e virei para a esquerda, onde ficavam aquelas máquinas que nos levavam para baixo e para cima. Scarllet estava parada em frente, esperando uma das máquinas chegar.
Andei lentamente até ela e quando cheguei mais perto, vi que ela colocou as duas mãos em seu rosto e baixou a cabeça. Encostei em seu ombro e ela olhou para mim, surpresa, com lágrimas nos olhos.
– Por que está aqui?
Assim que pensei em relatar os diversos motivos pelos quais eu me encontrava ali, as palavras pareciam ter fugido de meus lábios. Eu não sabia o que lhe dizer, nem como lhe dizer. Aquela sensação era estranha para mim; era algo que eu nunca havia sentido antes.
Olhei profundamente para os olhos dela, com o intuito de encontrar alguma luz ali que fizesse com que eu pudesse compreender aquela situação, fazendo-me falar o que era aquilo; mas era em vão. Naquele momento, era impossível para mim.
– Não sei.
– Ótimo. É melhor assim. — Ela sorriu levemente e segurou minha mão, puxando-me para dentro da máquina que subia e descia.
Scarllet apertou um dos botões que estavam em um painel com luzes alaranjadas. Olhei para cima e notei que os números em vermelho estavam aumentando, portanto, deveríamos estar subindo.
– Para onde vamos? — Falei, ainda olhando os números vermelhos.
– Vamos ver as estrelas, gatinho. — Ela riu baixo e eu olhei-a com o cenho franzido. — Ai, o quê? É sério. — Deu-me um tapa no braço, fazendo-me sorrir torto.
– Ver as estrelas...É, me parece uma boa ideia. — Disse e passei a olhá-la, vendo-a sorrir inocentemente graças à simples frase que eu havia dito. Quando a vi sorrir, percebi o quão errado eu estava antes de conhecê-la melhor.
Até mesmo Midgard tinha seus encantos.
Assim que chegamos no último andar, Scarllet levou-me até um ponto ainda mais alto do prédio. Tivemos de seguir pelas escadas e assim que chegamos perto dos últimos degraus, ela encostou-se no corrimão para descansar.
– Já ficou cansada, mortal?
– Completamente. — Ouvi-a dizer com algum sentimento desconhecido para mim tomando conta de sua voz.
Ousei olhá-la e ela estava com as costas encostadas no corrimão, fazendo com que seu corpo ficasse levemente arqueado para trás. Ela usava uma blusa preta sem mangas que era um tanto quanto colada em seu belo corpo; também usava aquela peça de roupa curta que encontrei certa vez no quarto de Jane.
Meneei a cabeça, jogando-a para ambos os lados, com o intuito de esquecer aquela visão. Pensei em ignorá-la e então, continuei a subir os degraus. Assim que apoiei um dos pés no degrau em que ela estava, Scarllet segurou meu braço.
Olhei-a de canto de olho, sem virar a cabeça em sua direção. Ela mantinha aquela expressão de quem parecia ter muito para me dizer, mas continuou em silêncio.
– Pare de ser preguiçosa. Trouxe-me até aqui para parar no meio do caminho?
– Eu não consigo.
Scarllet resmungava algumas coisas sem sentido para mim e então, puxou-me até ela. Não esperava uma reação como aquela vindo dela e apenas continuei olhando-a intrigado. Ela sorriu torto e colocou uma das mãos em meu rosto, acariciando-o.
Senti meu corpo arrepiar por aquele mísero contato e logo fechei os olhos. Aquela sensação era nova para mim, como tantas outras que eu já havia sentido quando estava com ela...
E como tantas outras que eu esperava conhecer algum dia.
Antes que eu pudesse perceber, ela juntou seus lábios com os meus. Abri os olhos no mesmo instante, enquanto ela fechava os dela. A expressão que ela possuía era serena; me passava uma calmaria que eu novamente desconhecia. Fazia com que eu sentisse um calor que corria por todo o meu corpo e, como da outra vez, senti meu coração dar um grande salto.
Embora sentisse inúmeras sensações diferentes, elas não deixavam de ser um tanto quanto satisfatórias. Ela cessou o beijo e depositou outros ligeiros, abrindo os olhos e olhando-me profundamente enquanto fazia aquilo.
– O que está fazendo? — Perguntei tentando mostrar que eu estava indiferente, mas meu tom de voz estava diferente. Minhas palavras saíram roucas e tremidas, como se eu estivesse transtornado pelo contato que tivemos.
– Só pare de pensar. — Ela sorriu e puxou-me outra vez, com mais força, fazendo com que eu ficasse ainda mais perto dela do que antes.
Suas pernas estavam pressionadas contra a minha cintura, puxando-me para si como se tentasse diminuir o espaço que já não existia entre nós. Enlaçava-me pelo pescoço com os seus braços e sorria languidamente. Fiz como ela havia dito e parei de pensar, podendo, enfim, correspondê-la.
Scarllet colocou uma das mãos em meu cabelo e puxou-o, separando nossos lábios; mas, naquele momento, eu não queria parar. Passei e beijá-la em seu pescoço, prensando minha boca, deliciosa e furiosamente, contra a sua pele. Passei os lábios na pele delicada do pescoço dela e mordi a região, dando uma leve sucção em seguida.
Scarllet arfou e aquilo fez com que eu levantasse a cabeça para poder encará-la. Ela possuía um belíssimo rubor em seu rosto e mantinha os lábios entreabertos.
– Não sei porquê não fiz isso antes. — Ela falou com a voz rouca e fraca, assim como eu havia feito há poucos minutos.
Não fui capaz de falar nada e apenas abri um meio sorriso, odiando-me mentalmente por estar tão à mercê dos encantos dela. Aquela Midgardiana tinha alguma influência estranha sobre mim e eu não conseguia compreender. Ainda mais agora, depois do que havíamos acabado de fazer. Eu parecia estar enfeitiçado, amaldiçoado, pois eu não me dava ao luxo de simplesmente...parar.
Olhava os lábios dela como se fosse um tipo de animal faminto e ela, a presa por quem eu tanto havia procurado durante toda a minha existência divina.
– Enfim, me desculpe. Sei que você...Bem, não deve estar acostumado com esse tipo de coisa. — Ela riu com deboche e empurrou-me lentamente com uma das mãos, separando nossos corpos. — Vamos lá, estamos quase chegando na cobertura.
– Espere. — Eu falei, mas ela foi mais rápida e continuou a subir os últimos lances de escadas que restavam. A contragosto, decidi segui-la.
Talvez a vista fosse realmente encantadora.
Scarllet abriu uma porta grande — que aparentava ser bem velha — com certa dificuldade. Teve de usar todo o seu corpo para empurrá-la e enfim abri-la.
Peguei-me pensando em como eu poderia estar daquela forma por causa de uma criatura tão frágil e pequena como aquela que estava bem na minha frente.
– Olha, aqui é um lugar bom. Vem aqui. — Scarllet sentou-se no chão e deu leves tapas com uma das mãos no chão, insinuando para que eu me sentasse ao seu lado. Sem qualquer resistência, fui até o local onde ela estava e sentei-me. — O legal mesmo é deitar, mas imagino que você esteja cheio de nojinho desse lugar. — Ela riu. — Então, vamos fazer assim. — Usou suas duas mãos para bater em suas pernas levemente e eu franzi a testa, tentando entender o que ela queria me dizer. — Anda, deita aqui.
– Por que?
– Ai, para de ser chato. Deita logo.
Encostei minha cabeça em suas pernas e agora, a vista tornara-se privilegiada. Olhei para as estrelas e só assim percebi como elas eram bonitas. Sempre estive tão perto delas, mas sequer dei valor.
Agora, talvez por estarem tão longe, elas pareciam ainda mais atraentes.
– É lindo, né?
– Você deveria ver como elas são em Asgard.
– Deve ser realmente maravilhoso. — Parei de fitar as estrelas e passei a olhar para o rosto de Scarllet, que ainda fitava o céu.
– Gostaria de ver algum dia?
– É o meu grande sonho! — Ela sorriu sinceramente, provocando a mesma reação em mim.
Continuei olhando-a e ela continuava a fitar o céu. Levou uma das mãos e pousou-a em meu cabelo, massageando-o lentamente. Aquela sensação era muito boa. Fechei os olhos para poder apreciar sem qualquer distração.
Foi apenas uma tentativa tola que graças à ela, falhou.
Pensei em abrir os olhos quando senti os lábios dela encostarem nos meus, mas não o fiz. Pensei também em parar com aquilo de uma vez por todas. Ela era só uma Midgardiana, não poderia envolver-me com ela. Era errado. Não era um tolo como Thor ou os outros.
Pensei em diversas razões sensatas que me diziam para evitar aquilo e deixá-la sozinha, mas quase perdi a memória quando ela colocou a língua dentro da minha boca. Naquele momento, a única coisa que importava para nós era o desejo que tínhamos um pelo outro.
Levantei-me parcialmente, ficando na mesma altura que ela. Necessitava senti-la. Aquele mísero contato não estava mais me satisfazendo e essa sensação me deixava ainda mais aflito com relação à tudo aquilo.
Puxei-a para mais perto, colocando-a sentada em meu colo com as pernas em volta do meu corpo. Voltei a beijá-la com vontade, enquanto passava as mãos pelo corpo dela por cima das vestes humanas.
Scarllet estava sorrindo maliciosamente, enquanto eu passava as mãos por todo o corpo dela; agarrando-a, puxando-a, apertando-a em todas as partes que estavam ao meu alcance.
O beijo passou a ser considerado selvagem depois que passei as mãos pelos glúteos dela. Ela grunhiu alguma coisa que acabou tornando-se inaudível para mim, já que o som tornara-se abafado graças às nossas bocas que estavam praticamente lutando, uma contra a outra.
Não demorou muito para que ela cessasse o beijo, procurando por oxigênio. Respirava pausadamente e parecia tentar controlar o rubor que não deixava seu rosto um momento sequer. Sorri e lancei-lhe um olhar repleto de malícia, fazendo com que o rosto dela ficasse ainda mais vermelho.
Aquilo fez com que eu me sentisse completamente satisfeito.
– Certo, é melhor pararmos por aqui. — Ela desviou o olhar de meu rosto e fitou o chão, deixando claro que estava constrangida.
– Justo agora? — Não consegui deixar de sorrir. Aquela sensação de deixá-la nervosa e sem jeito era de extrema satisfação para mim.
– Loki, o que estamos fazendo? Tipo, sério. Você disse que ouviu a conversa com elas, né? Então sabe quem era a pessoa do final do meu sonho, certo?
– Não precisei ouvir a conversa para descobrir isto. Era óbvio. No dia em que você me contou, já havia percebido.
– Como?! — Ela arregalou os olhos e eu tive vontade de sorrir outra vez, mas controlei-me.
– Ora, ora. Você deixou claro o nome de todos que deram as costas para você, menos de um. — Sorri sarcástico e continuei olhando fundo em seus olhos.
– Como sou burra, cara. Não me conformo. — Ela gargalhou e fez com que eu risse tanto quanto ela, depois de concordar que inteligência não era um de seus fortes. Enquanto eu ainda ria, ela deu-me um tapa forte no braço, fazendo-me olhá-la nervoso. — Eu sei que sou burra, mas você não precisa concordar. Seja um cavalheiro, imbecil. Você deve dizer que sou linda e esperta.
– Mas aí seria uma mentira e, normalmente, não gostam muito de mentiras. — Debochei e ela depositou outro tapa em meu braço.
– Cale logo essa boca ou eu vou calá-la pra você.
– Faça isso.
Ela olhou para mim mostrando que havia aceitado o desafio. Engatinhou até onde eu estava e beijou-me outra vez. Assim que tentei aprofundar o beijo, ela mordeu o meu lábio inferior e afastou-se em um pulo, levantando logo em seguida.
– Que tipo de poderes você tem? Você pode voar?
– Não. Por que?
– Quero sair daqui, mas não quero voltar para a casa de Jane. — Scarllet resmungou e andou até a beirada da cobertura, olhando para baixo.
– Não precisamos voltar lá. — Andei em sua direção e fiquei ao lado dela. Apenas com mais um passo, ambos cairíamos. Passei uma mão em volta da cintura dela, encostando o corpo dela no meu. Então, virei-me de frente para ela, que passou os braços pelo meu pescoço, enlaçando-o.
– O que vai fazer? — Perguntou, curiosa.
– Vamos voar. — Respondi e deixei com que o peso do meu corpo me levasse mais para a esquerda. Levantei o pé direito que estava usando como apoio e puxei Scarllet comigo. E, então...
Nós caímos.
Notas finais
PS: Ele não sabe voar mesmo, ok? Ele só falou aquilo mesmo pela sensação que iriam sentir graças à queda. :3
Beijos! ♥
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