Notas iniciais
Ai meu Deus eu acho que tem um nó na minha garganta só de escrever a palavra "epílogo" ali no título do capítulo (para quem nao entendeu, o epílogo é a continuação do prólogo, só explicando hehe)... Céus, até parece mentira que eu tô terminando Soho Dolls/ New Life, e que tô aqui escrevendo uma despedida para todas os meus 315 (wow) leitores dessa fic... Foram ao todo 116 recomendações, 2422 comentários, um reconhecimento que eu nunca pensei que fosse ter com uma simples fic e uma escritora amadora chorosa que nao sabe como agradecer a paciencia e o carinho de todos vocês que acompanharam a historia. Muitissimo obrigada por tudo gente, de verdade, eu fico imensamente feliz em saber que vocês gostaram da história, eu nem consigo colocar em palavras o quanto isso significa para mim. Meu eterno carinho por vocês e aqui me despeço de vocês e de soho dolls s2

– Cadê meus amores? – a voz conhecida de meu marido ecoou pela casa e Ian se levantou de meu colo com um sorriso radiante nos lábios.

– Papai! – ele pulou do meu colo e saiu correndo ao encontro de seu pai.

– Vá devagar Ian e cuidado para não cair! – aconselhei o pequeno que corria empolgado em direção a porta de entrada para ir em encontro ao seu pai, e eu me levantei mais uma vez da cadeira suspirando fundo um tanto cansada devido a minha pesada barriga de seis meses de gestação, para encontrar meu marido que havia acabado de chegar de um congresso.

– Papai eu estou aqui! – Ian correu gritando e ao entrar no campo de visão do pai, Damon deixou suas malas no chão e agachou-se de braços abertos para receber o filho.

– E ai garotão do pai – Damon abraçou forte o garotinho e encheu de beijos a bochechinha corada o fazendo gargalhar alto e passar seus bracinhos em volta do pescoço do pai.

– Tem alguém que acabou de acordar chorando aos pranto pedindo pelo pai... – sorri me aproximando dos dois e acabei sendo recebida por um sorriso caloroso de meu marido.

– Ah é mesmo? Estava com saudades de mim, pequeno? – Damon perguntou ao filho que assentiu timidamente com um sorriso malandro no rosto – Oh anjinho, papai também estava com saudades e você – ele adicionou beijando demoradamente a bochecha de Ian.

– Oh pai, a mamãe também estava com saudades de você, é verdade tá? Ela quem me disse...

– Ah é mesmo? A mamãe também estava com saudades de mim, é? Damon perguntou com um sorrido presunçoso e enquanto segurava nosso filho com um braço, com o outro me puxou para si pela cintura – E então mamãe, você estava mesmo com saudades de mim? – o lábio inferior dele curvou-se em um beicinho manhoso que me fizera sorrir e revirar os olhos pelo seu jogo baixo.

– É claro que eu estava, você sabe muito bem que eu sinto sua falta quando não está... Principalmente quando passamos quatro dias longe e ainda mais brigados – respondi manhosamente e cruzei meus braços entre nós e sobre minha barriga.

– Meu anjo, nós não estávamos brigados, teoricamente só você estava brigada comigo...

– É claro que eu estava brigada... Você vai a um congresso em Nova Jérsei que dura quatro dias, ainda por cima aquela biscate da Julianne que dá em cima de você o tempo todo, vai junto, e além disso me deixa sozinha em casa e grávida e não quer que eu fique brava com você? – disse mal humorada e virei meu rosto, me recusando a encara-lo dignamente para que não caísse a tentação que era seu olhar azul arrependido.

– Oh meu anjo, eu já te pedi perdão por isso um milhão de vezes, você sabe que eu precisava muito ir a esse congresso e se te tranquiliza mais, Julianne ficou o tempo todo longe de mim, entretida com o irmão que foi junto... – ele se explicou acariciando deliciosamente o meu rosto – Meu amor, olhe para mim...

– Ah então você assume que essa biscate fica grudada em você no dia a dia? – disse boquiaberta mostrando o quanto aquilo me indignava e acabei arrancando uma gargalhada estridente de meu marido.

– Eu já falei o quanto fica linda quando está com ciúmes? Será que podemos conversar sobre isso mais tarde? – Damon acariciou meu lábio inferior com o polegar e discretamente mostrou Ian em seu colo me fazendo revirar os olhos e ceder a sua condição – E como está nossa princesa? – acariciou meu ventre fazendo nossa pequena Lauren pular dentro de mim.

– Está ótima! – sem que eu conseguisse conter, um sorriso involuntário apareceu em meu rosto e então levei minhas mãos ade Damon para guia-la ao local onde nossa filha mexia para que ele sentisse melhor – Só não deixou a mãe dela dormir essa noite de tanto que pulou e soluçou aqui entro... Acho que é saudades do pai dela... – obviamente eu falava brincando já que amava sentir minha pequena princesinha mexer, amava cada chutinho dela e adorei ficar durante a noite toda conversando com ela e cutucando seus chutes.

– Papai, me coloca no chão! – Ian pediu balançando as perninhas e assim que Damon o colocou de pé, ele saiu correndo em direção ao corredor.

– Hey ei, onde você vai, amor? – perguntei a Ian antes que ele sumisse de meu campo de visão.

– Pegar uma coisa, mamãe – ele explicou brevemente e seguiu seu caminho, me deixando sozinha na sala com Damon.

– Oh meu anjo, você sabe que eu gostaria de ter ficado com você mas Marcel nos obrigou a ir a esse congresso, me desculpe, por favor... – Damon se desculpou acariciando meu rosto com uma mão enquanto me puxava mais para si com uma mão espalmada na base de minhas costas – Você viu que eu te ligava toda hora, em todos os intervalos das palestras e sempre que podia ligava o Skype para conversarmos... Eu sei que não deveria ter te deixado sozinha em casa, principalmente depois do seu sangramento, mas eu não tive opção... Me perdoe, amor...

– Você jura que aquela vadia não ficou em cima de você? Por favor Damon, não minta para mim...

Uma das coisas que costumava a me tranquilizar quando o assunto era a longa carga horaria do trabalho de Damon, era que todos seus colegas de trabalho eram homens e as poucas enfermeiras que trabalhavam com ele eram todas casadas, mas assim que Marcel, amigo de Alaric que havia aberto uma clínica de oncologia uns anos atrás o que chamara Damon para trabalhar com ele, a equipe com quem trabalhava mudou e com isso Julianne, que era oncologista, apareceu em meu caminho para acabar com a minha tranquilidade. No início, nos primeiros meses, não quis dizer nada para não parecer aquelas esposas neuróticas e ciumentas então apenas relevava e fingia que não via a indiretas que Julianne jogava para cima de meu marido em minha frente nos poucos eventos que eles faziam entre si, mas com o passar do tempo simplesmente não consegui mais aturar tamanha vulgaridade daquela mulher e acabei falando o que sentia para Damon.

Obvio que ele negou e disse que eu estava com ciúmes por uma mulher estar trabalhando com ele, mas já era de se esperar que ele não fosse assumir que ela estava dando em cima dele para que eu não ficasse ainda mais preocupada embora eu soubesse que ele notasse as atitudes de Julianne quando ela estava perto dele.

– Meu anjo, quantas vezes eu tenho que lhe dizer que Julianne não fica em cima de mim e que isso é coisa de sua cabeça? E outra, mesmo que se ela ficasse em cima de mim, eu não percebo porque em minha vida só tem lugar para você... – Damon tentou me tranquilizar acariciando meu rosto e aos poucos aquela carranca em minha testa fora se desfazendo devido as suas palavras – Lena, olhe para mim, desfaça essa carinha mal humorada e me perdoe...

– Só porque você está me pedindo com jeitinho... E também porque eu não resisto a você... – revirei meus olhos jogando meus braços ao redor de seu pescoço para puxa-lo para mim para fazer algo que estava morrendo de saudades e de vontade de fazer desde que ele havia chegado em casa; beijar seus lábios com lentidão – Eu estava com saudades de você... – disse contra seus lábios e então aprofundei ainda mais nosso beijo.

– Eu também estava, meu anjo... – Damon sorriu em meio ao beijo e puxou meu lábio inferior para si entredentes – O que acha de matarmos as saudades depois que certo garotinho for dormir?

– Por mim tudo bem... – sorri maliciosamente dando de ombros e o puxei mais para mim com a intenção de beija-lo mais intensamente, mas logo o garotinho de quem falávamos voltou correndo e parou diante de nós, cruzando os braços e fazendo cara feia.

– Ei, ela é minha mamãe! – ele falou mal humorado e com um beicinho manhoso nos lábios, assim como seu pai estava minutos antes de ele chegar. Ian era extremamente ciumento e toda vez que Damon me beijava, me abraçava ou que me fazia carinho, ele o impedia como se fosse proibido me tocar.

– Ah ela é sua mamãe? – Damon o provocou ainda me abraçando.

– Sim! – Ian assentiu severamente me fazendo rir.

– Então eu não posso abraça-la? – meu marido perguntou.

– Não, só eu posso!

– E eu não posso beija-la assim? – ele perguntou mais uma vez e em seguida deixou um beijo demorado em minha bochecha que me fizera sorrir.

– Também não! – Ian negou rudemente mais uma vez.

– E porque eu não posso? – Damon perguntou fingindo-se cabisbaixo e pegou nosso filho emburrado no colo.

– Porque ela é minha mamãe! – nosso filho respondeu manhosamente e olhando para baixo um tanto envergonhado. Para ser sincera eu adorava quando ele tinha esses ciúmes comigo porque mostrava o quanto meu pequeno gostava da mim, mas ao mesmo tempo em que gostava e que achava bonitinho, sabia que não era certo e que devia corrigi-lo.

– A mamãe é sua sim, filho, mas tem que saber dividir... A mamãe é sua, do papai, da Emily e da Lauren também... – expliquei com muita calma e paciência para ele mas Ian não ficou nada satisfeito com o que eu havia dito – Hey, eu amo muito você independente de quantas pessoas você tenha que me dividir, está bem príncipe? – disse acariciado seus cabelos e seu rostinho e ele assentiu em silêncio.

– Mamãe, você esqueceu de colocar minha maninha no seu desenho, olha só... – Ian me alcançou a folha com o desenho que eu estava fazendo para ele antes de Damon chegar – Você tem que colocar uma barriga bem grandona em você e desenhar a minha irmãzinha ali dentro... – ele me apontou para o boneco que julgava ser eu no desenho e me alcançou o lápis que estava usando para desenhar.

Aquela garotinha que carregava em meu ventre era mais uma novidade em minha vida, uma novidade extremamente boa e que só estava me trazendo alegrias obviamente. Diferente de como fora com Ian, Lauren fora planejada e eu e Damon estávamos tentando ter outro filho quando desconfiei de que pudesse estar grávida, então quando tive a confirmação de que realmente estava esperando outro filho, não conseguimos conter a alegria e a excitação com a notícia da chegada de mais um membro em nossa família e até Ian, que apesar de ser um tanto hesitante e ciumento em relação a irmã, estava adorando a ideia de ser irmão mais velho assim como Claire era para Camila.

Em meio a toda a essa alegria e animação, quando eu estava completando dezoito semanas de gestação e havia acabado de descobrir o sexo de minha pequena e que todos, principalmente por Emily, estavam mais do que contentes por ser uma menininha, eu tive um forte sangramento que por pouco não me fizera perder minha princesa. Segundo a minha médica eu tive um deslocamento de placenta e devido a grande perda de sangue e aos batimentos cardíacos fracos de Lauren, tive que ficar internada por uma semana em repouso absoluto até que minha placenta voltasse ao lugar e que minha pequena ficasse bem novamente.

Para o meu grande alívio aquilo fora apenas um enorme susto e com todos os devidos cuidados tomados, minha Lauren estava sã, salva e sadia em meu ventre, crescendo a cada segundo e mexendo a cada dia mais.

– Oh é verdade, anjo – sorri para ele e peguei a folha e o lápis para fazer o que ele havia me pedido. Desenhei um volume em minha barriga e dentro fiz uma garotinha com um vestidinho para que ele guardasse aquele desenho e então o entreguei – Pronto, filho, sua irmãzinha está aqui.

– Oba, agora minha família está completa! – Ian sorriu abertamente e afastou seus cabelos dos olhos para que pudesse olhar o adendo que havia feito em nosso desenho.

– Filho, o que acha de irmos cortar esse cabelão lá no barbeiro onde o papai corta o cabelo? – Damon sugeriu a Ian ao perceber que o filho afastava o cabelo, que em minha opinião não era tão incomodo, para olhar o desenho melhor – Igual ao papai, igual um homenzinho crescido?

– Sim! – Ian assentiu sorridente e instantaneamente para o pai, assim que Damon falou as palavras mágicas; “igual ao papai e igual um homenzinho crescido”. Meu filho tinha adoração pelo pai e adorava quando alguém falava que ele era um homenzinho crescido, então era obvio que ele iria aceitar ir cortar o cabelo com o pai com esse jogo sujo de Damon.

– Não Damon, o cabelo dele está curto ainda... – resmunguei me aproximando dele e passei os dedos pelos cabelos lisos e com cachinhos nas pontas de Ian, que eu tanto amava.

– Curto? Lena, está incomodando ele, coitado...

– Não... Está tão lindo, não tenho coragem de deixar cortar esses cachinhos, Damon...

– Meu anjo, está enorme o cabelo dele, já até passou da hora de cortar, você vai ver como vai ficar muito melhor com ele curto... Filho, você quer cortar o cabelo igual ao do papai?

– Siim, eu quero! Mamãe, me deixe cortar o cabelo e ficar bonitão igual meu papai... – Ian insistiu fazendo manha e me olhando seus olhinhos azuis pidonhos.

– Isso é jogo baixo, você sabe que ele sempre vai querer quando você fala que é para ficar igual a você! – rebati fuzilando Damon com o olhar – Meu anjinho, você já é lindo como o seu papai, não precisa cortar o cabelo para isso.

– Por favor mamãe, deixa! – Ian insistiu.

– Elena, vai ser pior se você não deixar porque senão eu vou leva-lo escondido! – Damon provocou sorrindo presunçosamente para mim me fazendo encara-lo incrédula – Amor, Lauren está vindo e você poderá deixar o cabelo dela do tamanho que você quiser, mas Ian é menino...

– Eu sei mas e esses cachinhos... – cruzei meus braços relutante – Filho, você quer cortar o cabelo?

– Sim! – ele assentiu sorrindo e sem ter coragem de negar aquilo a ele e deixa-lo triste, acabo cedendo.

– Tudo bem então, mas eu vou querer ir junto... Esperem eu trocar de roupa! – disse me dando por vencida e dei as costas para seguir ao corredor e ir ao meu quarto trocar de roupa.

– Ebaa! – atrás de mim escutei Ian e Damon comemorando juntos e alegres e em seguida o barulho do elevador anunciando que alguém havia chego soou pelo apartamento.

– Olá família! – a voz doce de Emily soou alegre em seguida ao sino do elevador me fazendo sorrir e parar na porta de meu quarto para escutar o que eles iriam conversar.

– Oi filha! – Damon a cumprimentou alegremente.

– Mana, mana, eu vou cortar o meu cabelo igual um homenzinho crescido e vou ficar bonitão igual ao meu papai! – Ian contou a novidade a Emily com excitação e mesmo que não estivesse em sua frente poderia imaginar meu pequeno dando pulos de felicidade enquanto sorria abertamente enquanto falava.

– Oh meu Deus, é mesmo? E qual foi o milagre que aconteceu para que sua mamãe deixasse você cortar seu cabelo? – ela riu me fazendo revirar os olhos e baixinho pude ouvir Damon dar risada também.

– Hun? Milagre? Que milagre? Eu só disse que queria ficar bonitão igual ao meu papai e ele deixou... – Ian explicou inocentemente e eu sorri deslumbrada.

– Ah sei... – Emily riu descrente – Viu pai, Jesse virá estudar comigo daqui a pouco e depois ele me levará ao treino, ok?

– Ok mas eu e Elena eremos levar Ian para cortar o cabelo...

– Ok, tudo bem! – assentiu Emily.

– Você e Jesse sozinhos aqui? Não, sem chances... – Damon negou com um riso desaforado.

– Pai pelo amor de Deus, eu e Jesse estamos juntos há anos e nós só vamos estudar! – insistiu minha enteada. Emily estava no primeiro ano de medicina enquanto seu namorado estava entrado para o segundo então sempre que podiam, eles estudavam juntos as matérias que tinham dificuldade.

– Estudar, conheço esse estudar de vocês...

– Oh céus, será que esse ciúmes doentio nunca vai passar? Pai, eu estou com quase vinte anos! – Emily bufou alto e eu gargalhei alto, mostrando que eu estava ouvindo a conversa – Mãe, me ajuda!

– Damon, deixe eles! Nós não vamos demorar mais do que uma hora fora de casa...

– Hm... – ouvi meu marido resmungar contra gosto.

– Estou indo para o meu quarto e vou arrumar meus materiais, assim que Jesse chegar você fala para ele ir me encontrar, ok?

– Não está ok mas fazer o que, não é? – Damon suspirou inconformado e Emily veio até o seu quarto, onde me encontrou encostada na porta do quarto que eu dividia com seu pai.

– Juízo vocês dois, viu? – sussurrei baixinho e fuzilei Emily com o olhar.

– Está bem, mãe, está bem! – ela me respondeu sussurrando e revirou os olhos de brincadeira.

...

– Elena, é impressão minha ou Lauren está se mexendo? – Damon perguntou estranhando o fato de meu vente estar fazendo algumas ondas por Lauren ter se movido levemente dentro de mim – É melhor pararmos, meu anjo, talvez isso seja um sinal, talvez esteja incomodando ela, vai que não faça bem esse seu esforço e agitação... – ele disse tentando ajeitar-se na cama e apoiou-se em seus cotovelos com cuidado para não me derrubar, já que eu estava sentada sob ele.

– Não, não... – respondi ofegante com uma manha e balancei minha cabeça de olhos fechados – Ela já para, só está feliz... – tentei explicar e tateei suas mãos para que ele voltasse a me acariciar as colocando uma em minha cintura e outra na altura de meu rosto para que ele descesse até meus seios – Ela está feliz porque você está fazendo a mamãe dela feliz e eu sugiro que termine de fazer o que começamos porque caso ao contrário a mamãe dela ficará muito mas muito triste, brava e frustrada...

– para incentiva-lo a continuar, eu rebolo lentamente em seu colo fazendo nossas intimidades descobertas se roçarem, arrancando um suspiro fundo de prazer de mim – Damon, me toque, me faça sua... – implorei em meio a um ofego ainda rebolando em seu membro.

– Com todo prazer, meu anjo! – ele assentiu sorrindo presunçosamente e então se sentou na cama com cuidado, passando o braço em volta de minha cintura.

Em seguida Damon guiou seu membro para a entrada de minha intimidade e segurando minha cintura e meu quadril, o guiou lentamente para dentro de mim me fazendo soltar uma lufada pesada de ar seguida por um gemido baixinho de prazer e só então comecei a me mover com a sua ajuda, até que caíssemos languidos na cama após um delicioso orgasmo.

– Ah como eu sinto falta de dormir com você nua em meus braços... – Damon disse com aquele seu tom de voz cansado e típico de quando fazíamos amor enquanto acariciava minhas costas.

– Falando nisso, onde está minha camisola? – perguntei preguiçosamente sem ter muitas forças para me levantar do peitoral de Damon.

– Em algum lugar no chão...

– Pega para mim? – pedi manhosa e acariciei seu peitoral.

– Ah não, eu quero dormir com você nua em meus braços como há tempos não fazemos...

– Não Damon, precisamos nos vestir e se Ian acordar, vir até nosso quarto e nos pegar assim?

– Ué, falamos que estávamos com calor... – Damon disse com descaso e deu de ombros – O que acha de irmos tomar banho e aproveitarmos para uma segunda rodada no chuveiro, hun?

– A proposta é tentadora mas eu estou cansada, amor... – resmunguei baixinho e me aconcheguei melhor em seu peitoral.

– Então durma nua comigo...

– Amor, não, precisamos de nossas roupas...

– Por favor, Lena, ele não vai acordar, ele nunca acorda e outra, a porta do quarto está trancada lembra-se? Escolha, ou você dorme nua comigo ou iremos para outra rodada no chuveiro mas como está cansada para mais sexo, sugiro que continue deitada do jeito que está e como está, sem contestar!

– Eu sei mas tenho receio... – suspirei fundo tento uma ideia – O que acha de deixarmos Ian dormir na casa de sua mãe e Emily em Jesse para termos uma noite só nossa amanhã? Daquelas que não temos há muito tempo? E podemos dormir até a hora que quisermos e do jeito que você quiser... – sugeri com um toque de malícia e minha voz para conseguir convencê-lo.

– Você só tem boas ideias, sabia disso?

– Isso é um sim?

– É um com certeza, mas você ainda vai dormir nua em meus braços essa noite! – ele riu me aninhando melhor em seus braços ainda acariciando minhas costas com as pontas dos dedos.

– Já falei que seus métodos de persuasão são muito baixos? – resmunguei baixinho me entregando aos poucos a ele e cedendo aos seus desejos.

– Já, muitas vezes mas acredite anjo, os seus são ainda piores... – Damon beijou demoradamente minha têmpora e tirou meus cabelos de meus ombros e pescoço para que fizesse cafuné no local – Como está a nossa princesa? – ele perguntou colocando a mão que não me abraçava sobre meu ventre e com um sorriso deslumbrado, eu coloquei a minha junto a sua.

– Está ótima, papai, nossa princesa está ótima, não é meu amor? “É sim, mamãe, eu estou muito bem!” – com aquele tom infantil que costumava a fazer quando se tratava de meus pequenos, eu fingi que Lauren respondeu fazendo Damon rir – Ela está quietinha agora, mas daqui a pouco começa a mexer...

– Provavelmente eu vá sentir... – ele riu e me puxou mais para si para que sentisse quando a filha começasse a se mexer.

– É, eu também – ri baixinho em meio a um bocejo.

– Durma, meu anjo, descanse... – sussurrou emaranhando os dedos em meus cabelos para fazer cafuné – Boa noite, anjo, eu amo você...

– Boa noite, meu Doutor... – sorri de olhos fechados e o senti sorrir abertamente ao me ouvir chama-lo daquele jeito – Eu amo você...

FIM

Notas finais
Só um segundo que eu preciso ir atrás de uma caixa de lenço porque a minha acabou, alguém tem uma para me emprestar? Adeus meus sd maniacs s2
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.