Notas iniciais
Depois de séculos e séculos sumida e sem postar vim me redmir; eu to com o cu entalado de provas a trabalhos então ta foda entrar aqui, realmente me desculpem e vou fazer de tudo para postar todos os dias.

Depois de quase um ano de conviver com meu pai e com os amigos deles eu arrumei um amigo naquela escola, não era um amigo, era um cara do último ano que tinha repetido 3 vezes, ele tinha a aparencia semelhante ao meu pai, mas consegui fazer amizade com ele, que realmente era um cara legal e poderia me ajudar a fazer uma coisa...

- Matheus. — Berrei seu nome, o bom era que ele e eu eramos os únicos brasileiros daquela escola.

- Fala amor da minha vida. — Ele zoou guardando sua mochila no armario e rindo de mim depois de correr.

- Eu preciso muito falar contigo. — Falei.

- Vai se declarar a mim? — Ele falou com os olhos brilhantes.

- Não fode Mat. — Disse séria pegando o livro de inglês.

- Fala então Jorie. — Ele falou me acompanhando.

- Seu sonho é sair desse pais não é? — Eu disse, ele também foi obrigado a vir para ca, já que seus pais aceitaram uma oferta de emprego aqui.

- Aonde isso vai me levar e quanto vai me custar? — Matheus foi direto ao ponto. Que bom que ele entendeu.

- Vamos voltar para o Brasil, simples. — Falei sorrindo.

- Gostei do plano fala mais.

- Bom, minha ideia era comprarmos a passagem e ir direto, tipo fugindo sabe? -Me sentei de baixo de uma arvore sendo acompanhada por ele.

- Temos dois problemas. — Ele disse bem óbvio.

- Quais?

- Seu pai e sua idade, uma menor de idade não pode viajar sem acompanhante e seu pai iria ficar preocupado, além do mais, ele é famoso, se sumirmos assim, duas horas depois as noticias já estariam nos jornais de toda america.

- Bom, meu pai ta tão preocupado com a turnê que nem percebeu que eu tingi a Dipsy de roxo. — Eu ri, a uns dias atras eu tingi ela de roxo por vingança dela ter comido a minha Vogue, ninguém percebeu, isso era bom.

- Tingiu sua cachorra de roxo? — Ele ria ainda mais comigo.

- Não foge do assunto. Bom, eu pensei que como você já é de maior poderia ser meu responsável.

- Tudo bem, hoje a tarde a gente compra as passagens. — Ele disse derrotado e sorri, finalmente iria voltar para a minha casa.

(...)

As passagens já estavam compradas e as malas quase prontas, hoje a noite eu voltaria. Já tinhamos todo o plano; as onze, depois do meu pai partir, eu já estaria no aeroporto desembarcando, mal posso esperar.

Tomei um banho, coloquei uma camisa do Metallica, uma calça jeans e um all star, prendi meu cabelo e esperei Matt me hamar o que não demorou muito.

- Calma ai. — Gritei e taquei as malas pra ele, quero dizer, taquei as malas nele.

- Calma garota. — Ele dizia se levantando.

- Agora sou eu filho. — Estavamos falando em português ainda. Me joguei e cai em cima dele.

- Gorda cretina. — Ele se reergueu.

- Vamo viado chupa rola. — Eu ri e fomos até o aeroporto.

Chegamos no aeroporto e ficamos sentados naquelas cadeiras perto do embarque.

- Aonde vai ser a turnê do seu pai? — Ele perguntou deixando as malas de lado.

- Argentina. — Falei. — Deve ser la pra aqueles lados sabe?

- Não Marjorie, não sei. — Ele riu mas logo ficou sério de novo.

- Que foi? Viu um fantasma? — Perguntei ainda rindo.

- Vi seu pai. — Matheus disse e eu paralizei.

- O que? — Me virei e vi eles e os outros de costas. — Ai merda, vem se esconde. — Puxei ele para atras das cadeiras. — Esqueci que eles vinham aqui. — Falei.

- E agora? — Ele falou preocupado.

— Da sua jaqueta, rápido. — Peguei a jaqueta dele e coloquei o capus que cobria totalmete meu rosto.

- Nossa hein, sabe que eu não pensei nisso? — Ele disse ironico.

- Não fode, vamos logo. -Eu levantei e fui até o desembarque, até que esbarro num poste. — Desculpe. — Falei em inglês de cabeça baixa.

- Ta tudo bem. — O cara disse, essa voz não me é estranha, merda, meu pai, calma, age normalmente. — Marjorie? — Ele gritou alteirado.

- Merda. — Sussurrei.

Continua...

Notas finais
Eai, gostaram? kkk