New Girl
1 Capítulo 1
Era segunda-feira de manhã e Quinn Fabray estava deitada na sua cama com lençóis roxos bastante aconchegada a dormir. O relógio que se encontrava em cima da mesa-de-cabeceira marcava sete horas e três minutos da manhã.
O nascer do sol começava a notar-se e na noite anterior quinn tinha-se esquecido de fechar as portas das janelas. Os seus cortinados finos brancos também não ajudavam a protege-la do sol naquelas manhãs, para que ela pudesse dormir mais tempo. Hoje era o primeiro dia de aulas. Na noite passada quinn tinha preparado a sua mala adidas com cadernos, livros e estojo, e posto algumas coisas essenciais para o primeiro dia de aulas. O seu despertador preto redondo clássico tocou. -humm – murmurou procurando aos apalpões o despertador em cima da mesa-de-cabeceira. Metia a mão em cima de livros, pulseiras e finalmente, o despertador. Bateu nele com tanta força que o mandou ao chão fazendo grande estrondo. Deixou-se dormir, sem que aquela perturbação a tivesse, realmente, afectado. A mãe de quinn entrou no quarto. -quinnie, filha, acorda! Hoje tens aulas – avisou abanando-a até que ela abrisse os olhos. -já vou… -murmurou puxando os cobertores para cima -não é já vou, é agora! Irritada levantou-se. -pronto! Contente? Já estou levantada! – olhou-se ao espelho – credo! Olha para a minha cara. -estás linda como sempre, quinn – confortou a mãe -, agora vai-te vestir. Tens de ir para a escola. Quinn não respondeu. Mal a mãe saiu do quarto, quinn mandou-se para a cama novamente, mas o sono que antes era tanto, não voltou a invadi-la. Sentindo-se irritada cerrou os punhos, ainda deitada, e afundou-os o que mais pôde. Cerrou também os dentes e gritou contra a almofada. Não sabia o porquê de reagir assim. Ela costumava estar bem-disposta quando algo começava, incluindo a escola. Levantou-se e dirigiu-se à casa de banho, onde tomou um duche rápido e vestiu uma saia curta de ganga justa e uma camisola branca também justa. Calçou umas botas pretas de salto alto. Como previu, o seu cabelo estava uma lástima. Não valia nada lamentar-se perante o espelho por isso atou-o num rápido rabo-de-cavalo e meteu alguma maquilhagem: lápis preto, gloss e simbra roxa. Pegou na mala saindo do quarto. A sua mãe interrompeu a sua ida directa para a porta pricipal. -Quinn! Onde pensas que vais? Anda tomar o pequeno-almoço -não posso – olhou para o seu relógio de pulso preto –são oito horas. As aulas começam às oito e meia e ainda tenho um longo caminho até à escola. Sabes? Ainda são 10 km e eu não quero chegar atrasada -mas precisas de comer! -adeus mãe Quinn abriu a porta de madeira e saiu. Lá fora, uma brisa instalara-se e o céu estava limpo. O sol brilhava fortemente e quinn sentiu-se feliz. Do outro lado da rua, Santana Lopez soriu a quinn e nos tacões correu perfeitamente para junto dela. Quinn deu-lhe um abraço forte e, em silencio entraram no carro. Quinn deu à chave e o seu carro vermlho começou a trabalhar, fez marcha a tráz e fez-se à estrada. -pronta para mais um ano de rainha da escola? – perguntou santana aplicando batom nos seus lábios. -não sei -não sabes? Ontem parecia que sim, pelo menos, foi o que disses-te por telemovel. Quinn olhou para santana -não estou tão certa de que serei rainha do baile deste ano. Quando é mesmo a festa? Devo ir com o meu Rei – sorriu -a rainha tem sempre par. A festa é na sexta à noite Entreolharam-se algum tempo até que quinn se sobressaltou com o grito da amiga. Tudo se passou em segundos. Quinn travou repentinamente. O coração ameaçou saltar-lhe do peito. Uma rapariga morena estava à sua frente como elas, assustada. Devia estar a pensar que iria ser atropelada. Felizmente ninguém se magoou. Quinn olhou para a rapariga novamente, esta tinha olhos castanhos inexpressivos. A rapariga ajeitou as suas roupas – a maioria de estilo militar e o resto de cabedal – e correu para o passeio. Olhou de relance uma ultima vez para elas e seguiu caminho onde quer que ela fosse. Santana estava ofegante. Tinha uma mão no peito e outra no tablier -estás bem, sant? -estou! Oh deus. Ias atropelando uma rapariga -mas não atropelei. Vamos mas é para a escola – quinn olhou para o seu relógio que marcava oito horas e vinte e cinco minutos. Sant, como quinn lhe chamava, assentiu e seguiram rumo à escola. Faltavam apenas cinco minutos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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