New End - New Moon
34 CAP Bônus
Notas iniciais
3ª pessoa narrando
Isabella e Edward, no fim, tiveram seu final feliz.
Mas o que trago agora em pausa nesta vida — ou imortalidade, nomeie como preferir -, é um feto.
Sim, um feto.
Antony pode ter morrido, mas foi gerado quando ela ainda era humana, ou seja, Bella ainda possui um único óvulo. Um único bebê.
Em oito meses a pequena veio a nascer.
A gravidez de uma bruxa sempre foi e sempre será de risco, portanto, nem sempre os bebês persistem até o fim.
Mas este era diferente, era não só o primogênito de uma Imperious Witch, como também de um vampiro.
Renesmee Carlie Swan Cullen veio ao mundo em 23 de maio, e, embora tenha se desenvolvido com a lentidão humana da mãe, cresceu tão rapidamente como o pai, como uma criança vampira.
Era evidente o misto de poderes e habilidades desta.
Entre as muitas características, estava o dom, um dom inverso ao pai, um dom que, ao invés de ler mentes, expandia sua mente.
Mostrava sua mente aos outros assim como a mãe os protegia.
Acho que posso lhes dizer que a criança mais mimada de todo o mundo foi ela, Nessie.
Posso lhe fazer uma lista, mas garanto desde já que não é pequena.
Carlisle e Esme, Renée e Phil, Charlie (tal qual preferiu não saber o motivo do aligeirado crescimento da neta), Carmen e Eleazar, Irina, Tanya e Elliot, Kate e Garrett, Amanda e Andrey, Benjamin e Tia, Alice e Jasper, Emmett e, principalmente, Rosalie.
Por mais improvável que fosse, Tanya era uma das tias mais próximas, isso devido ao Elliot, irmão de Bella.
* * *
Elliot não fazia ideia, mas Tanya estava acobertando ao casal.
Renesmee passaria três dias com os tios no Alasca, enquanto Edward e Bella tiravam o total proveito de uma curta viagem a Vegas.
Acharam Paris meio brega — era a cidade do amor em que eles usufruiriam de incontáveis rodadas de prazer.
Las Vegas era a cidade perfeita para tal.
Um hotel antigo — não disse antiquado, apenas antigo -, mas que não deixava de ser belo e sofisticado.
A suíte máster estava reservada, pois Edward e Bella estavam mais do que prontos para matar a saudade sem o reprimir de sons.
Sua rotina era diferenciada. Aproveitavam as tardes — em que não poderiam sair a luz do sol — para usufruir de todos os pontos sensíveis e sensações maravilhosas que o prazer poderia lhes causar.
Já anoite, saiam para se divertir em cassinos ou boates, e quando voltavam, tudo o que sabiam fazer eram rodadas de sexo.
* * *
Edward entrou no quarto e foi obrigado a parar diante de tal visão.
Seu queixo caiu. Sua mão segurou firme a sacola.
Isabella estava com um lingerie preto rendado, com direito a cinta liga e tudo o mais, e em sua mão segurava um chicote de couro.
É claro, não o machucaria, mas a simples ideia de tê-la chicoteando-o o excitava.
As botas de couro preto e cano longo caminharam sexy e lentamente até ele, onde braços rodearam seu pescoço e lábios alcançaram os seus.
Edward largou a sacola e agarrou sua cintura. Ele foi despido até a cueca — que, diga-se de passagem, era preta e mal cobria sua ereção — que foi mantida no lugar, mas sujeita a retirada diversas vezes.
Ela alcançou a sacola e ele só fez excitar-se mais.
O conteúdo encontrado dentro da mesma foi um par de algemas.
Ele mordiscou e lambeu seu pescoço, e suas mãos só sabiam apertar e massagear seus seios.
A sacola foi esquecida e Bella foi jogada na cama.
Ele arrancou a cinta liga com os dentes, e em seguida foi tentado a rasgar as peças rendadas, mas não o fez.
O motivo principal foi que gostaria de vê-la com a mesma várias vezes em sua imortalidade. Mas nada o impedia de esquecer a delicadeza.
Os preliminares foram efetuados em meio a muitos gemidos, grunhidos e pedidos suplicantes.
Depois de quase uma hora se provocando, Edward saiu por dois segundos, sentando sobre ela ao voltar.
Prendeu suas mãos a cabeceira da cama.
Sem mais delongas, devastou-a com seu tamanho, fodendo-a com vontade, com força, desejo, e, sobretudo o amor.
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