Never Stop
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Notas iniciais
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Todos os reviews foram respondidos. Obrigada pelo apoio de vocês ♥
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Mais uma vez o cap foi betado por mim, qualquer erro me avisem :). Espero que gostem e boa leitura.
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Choi MinHo deixou a água fria cair sobre sua cabeça, não conseguia parar de pensar em KiBum e em como ele lidaria com tudo aquilo. Claro, se sentira tentado a não acreditar em nenhuma palavra que o menino havia lhe falado, mas elas continuavam se repetindo em sua cabeça diversas vezes. Não tinha como ele estar mentindo, MinHo viu a sinceridade ali em seus olhos enquanto ele falava.
Será que ele havia sido rude com o colega?
Após o menino falar, Choi não pode impedir sua boca de abrir assustada, porque nunca achou que conheceria uma pessoa como KiBum.
E agora o que ele ia fazer?
Seu coração falhou uma batida ao pensar no olhar cheio de dor que o outro lhe lançou enquanto sua mãe o levava para casa. Como poderia ajudá-lo?
NS
Kim KiBum bateu a cabeça contra a parede com força moderada pela quarta vez seguida, sentiu uma dor profunda que foi da sua nuca até sua testa e então abriu os olhos. Não deveria ter contado nada a MinHo. O olhar que ele havia lhe dado quando deixara seu mais precioso segredo escapar foi quase doloroso. Ele viu incredulidade e desconfiança ali.
Claro que ele não acreditava, disse para si mesmo desgosto, quem acreditaria nisso? E agora ele iria embora da vida de KiBum. Porque pessoas como MinHo jamais acreditariam nele. Elas achariam que ele é louco.
Ele se sentia sozinho, queria que JongHyun estivesse ali. Ele não se incomodaria de gritar que o outro tinha razão, só precisava dele ali.
NS
Doutor Wu Yi Fan sentou-se a sua mesa observando o casal a sua frente. Eles não se tocavam, na verdade, nem mesmo se olhavam. A mulher tinha as mãos cruzadas em seu colo e a perna cruzada apontando para a porta de saída. O homem estava mais relaxado na cadeira, olhando confiante para o médico.
– O doutor nos chamou aqui – senhor Kim começou – para falar sobre o KiBum, creio eu.
– Sim –confirmou, sorrindo por alguns segundos e depois voltando a ficar sério- o filho dos senhores demorou para começar a falar comigo, como sabem.
– Sim, o doutor nos disse – o homem falou novamente- nós conversamos com ele em casa e pedindo a ele que falasse, pois o senhor precisava avaliá-lo.
O olhar ressentido que a senhora Kim deu ao marido indicava que as coisas provavelmente não foram tão harmoniosas, mas o psiquiatra resolveu não entrar nesse assunto.
– E ele realmente começou a falar, mesmo que pouco e em enigmas, ele se abriu um pouco para mim e contou algumas coisas. – Ele fez uma pausa, olhando a ficha do garoto que estava a sua frente na mesa- vocês já ouviram falar em algum Choi MinHo?
O senhor Kim negou com a cabeça, os ombros de repente ficando tensos quando a mulher tocou seu braço que descansava em sua perna e se inclinava para frente.
– Choi MinHo é um colega de escola dele. – O marido enviou a ela um olhar confuso – quando KiBum caiu da escada, foi ele que estava lá com o nosso filho na enfermaria, eu o vi por apenas alguns segundos, pois cheguei ao mesmo tempo que a ambulância.
A mulher forçou a memória levemente para lembrar do garoto alto que lhe entregou a mochila do seu filho murmurando um rápido “por nada” quando ela agradeceu para logo depois entrar apressada na ambulância.
– O que tem ele? – Ela perguntou, voltando a posição inicial.
– KiBum disse que eles são amigos, é verdade?
– Eu não sei – a mulher admitiu visivelmente magoada após um minuto se silêncio- ele não me fala sobre essas coisas. Ele raramente sai de casa, está sempre enfiado no quarto sozinho, nem o computador direito ele usa.
– Vocês poderiam chamar Choi MinHo para jantar com vocês.
– Porque deveríamos? – Senhor Kim voltou a participar da conversa, olhando para o psiquiatra curioso.
– Eu tenho cogitado a possibilidade dessa amizade não existir.
– Meu KiBum jamais mentiria a respeito disso – a senhora Kim disse soando ofendida- nós o educamos muito bem, ele não mente.
– Talvez para ele não seja mentira, senhora. O filho de vocês me falou sobre dois amigos, um deles é Choi MinHo, o outro ele não disse o nome. Esse segundo foi embora, pelo o que KiBum me contou. Ele já havia me falado dele antes, disse que eles passavam muito tempo juntos... No quarto dele.
O casal ficou tenso, parecendo confusos e tentando absorver o que o médico falava.
– Só se ele vai lá quando nós não estamos... – O senhor Kim começou, mas parou quando viu o olhar do psiquiatra. Parecia que ele estava prestes a dar uma noticia horrível.
– Segundo ele, os desenhos são a forma de fazer os outros verem. Eu achei que ele tinha depressão, por que os sintomas iniciais são parecidos e ele não falava muito...
– Por favor – a mulher interrompeu nervosa, suas mãos tremiam levemente – o que nosso filho tem?
– Esquizofrenia.
Ninguém falou nada por quase cinco minutos, o casal olhava para o médico como se ele tivesse dito que o mundo ia acabar amanhã.
– Ma-Mas – a senhora Kim gaguejou, ainda parecendo chocada –ele só tem 17 anos.
– É comum a esquizofrenia se desenvolver em homens entre 15 e 25 anos – ele explicou pacientemente- ele provavelmente começou a ter os sintomas há muito tempo...
– Ele sempre foi assim... Mais calado, mais tímido que os outros garotos – o senhor Kim disse- com quatro anos ele quase se jogou da janela.
– Eu não sei se a esquizofrenia começaria tão cedo... Os senhores teriam notado.
– Mas nós não notamos – lágrimas começaram a descer pelo rosto bonito da mãe de KiBum – ele sempre fazia esses desenhos, e sempre falava sobre pessoas que nós nunca achávamos nos lugares que ele frequentava... Nós somos culpados.
Assim que a esposa começou a tremer, o senhor Kim se aproximou dela, levantando de seu lugar para abraçá-la.
– Nós erramos em alguma coisa –ela continuou, a voz sufocada pelo peito do marido – não tomamos cuidado dele...
Yi Fan levantou da sua cadeira, indo pegar um copo de água para a senhora Kim.
NS
O jantar na casa da família Kim foi silencioso àquela noite. KiBum notou que a sua mãe lhe lançava olhares tristes a cada minuto. Eles não falaram muito sobre a visita ao doutor Wu Yi Fan, segundo eles, precisariam voltar lá novamente para terminar de esclarecer algumas coisas e depois a senhora Kim insistira por horas para que MinHo fosse visitá-los.
Pensa em MinHo fazia KiBum sentir-se ainda mais sozinho.
– Você vai ter que tomar remédios, KiBum –seu pai disse calmamente- outros diferentes desses que ele te passou agora.
O menino assentiu, olhando a comida em seu prato com uma expressão desgostosa. Ele queria perguntar o que o psiquiatra havia dito a eles, mas não queria entrar em outra discussão com a sua mãe hoje, ela parecia magoada e nem um pouco disposta a falar sobre o assunto.
NS
KiBum estava olhando para a pagina em branco de seu caderno quando um copo de chocolate quente foi colocado em seu campo de visão. Ele levantou o olhar para encontrar Choi MinHo sorrindo para ele. Seu coração falhou uma batida. Ele estava ali. Mesmo depois de saber a verdade, ele ainda estava ali.
– Bom dia – o garoto mais alto se sentou ao lado do menino que o olhava com uma expressão a assustada – o que foi?
– Você – ele hesitou um pouco- está aqui.
MinHo soltou um suspiro. Tinha pensando nisso a noite quase toda, quantas vezes será que o outro havia contado aquilo para alguém? Quantas vezes as pessoas tinham lhe virado as costas? Choi decidiu que não ia ser assim. Ele não faria como os demais, ele ia continuar ali ao lado do colega de sala. Não importa o que acontecesse.
– Sim, estou – ele relaxou na cadeira- achei que não tivesse mais problemas sentar com você.
– Não tem – o mais baixo disse, a voz saindo arrastada – eu só achei que você não fosse mais querer. Não depois de saber...
– KiBum –o mais alto se inclinou levemente na direção do outro – porque eu não iria querer? Eu achei que você me contar o seu segredo significa que nós somos amigos.
Amigos. A palavra pronunciada pelo outro fez o coração do menor falhar uma batida, ele de repente se lembrou da sua mãe falando consigo na noite anterior “você tem um amigo chamado Choi MinHo, querido?” e ele não soubera como responder. Ela tinha os olhos vermelhos quando perguntara e nem ela, nem seu pai haviam comentado algo além disso da visita ao seu psiquiatra.
– Amigos não abandonam amigos, KiBum – ele completou.
O rosto do outro adquiriu uma coloração avermelhada enquanto o mais alto voltava a sentar na posição anterior. Para mim, o rosto corado dele era a coisa mais adorável do mundo.
– Minha mãe – Kim brincava com a ponta do lápis no papel, fazendo desenhos aleatórios – quer te conhecer.
– Me conhecer? Por quê?
O garoto deu de ombros, o lápis fez uma curva brusca, assustando o mais alto levemente.
– Ela não quis me dizer, provavelmente tem algo haver com o que o doutor Wu Yi Fan disse a eles. Ela te chamou para ir a minha casa hoje à tarde.
O sorriso que recebeu em troca quase fez KiBum se sentir culpado por ter procurado mil desculpas para não ter que convidar o colega para sua casa. Falara tanta coisa, mas no final, sua mãe ganhara e ali estava ele sendo obrigado a fazer aquilo. Porém, ele ponderou em sua mente, o problema de chamar o rapaz antes era crer que hoje o outro se recusaria a falar com ele. Mas MinHo estava ali agora, então não havia problema, certo?
– Eu adoraria. – Após isso, os dois caíram em um silêncio leve que durou somente alguns segundos – tem algum deles... Tem alguém aqui agora?
A pergunta fora feita em um sussurro rouco, como se ele tivesse medo que a sua voz pudesse chamar atenção de alguém. KiBum respirou fundo.
– Não. Quando você está comigo eles não aparecem. Quer dizer, só JongHyun.
– JongHyun é legal?
MinHo pode jurar que viu os olhos felinos encherem de lagrimas antes que o menino passasse a manga do casaco neles.
– Sim. Mas os outros não.
– Eu faço eles irem embora?
KiBum assentiu, esperando que o outro lhe pedisse uma explicação que não sabia dar, mas o outro somente piscou para ele.
– Acho que isso significa que eu devo ficar ao seu lado, não é?
Algo no tom de voz dele fez o rosto do menino corar novamente.
NS
Um novo desenho de MinHo foi colado ao lado com anterior, KiBum o tinha feito naquela manhã durante a aula de matemática. Nele o garoto sorria com um copo de chocolate quente na mão. Já era o quinto desenho que fazia do colega de sala, não sabia exatamente o porque de desenhá-lo se todos podiam vê-lo, mas gostava de fazê-lo.
A voz da mulher do noticiário do meio dia tirou o garoto dos próprios pensamentos. Não havia ninguém em casa além dele, a televisão que ligara ficava no andar inferior da casa. Será que seus pais haviam chegado? A conversa com seu psiquiatra terminara tão rápido?
Ele não fazia ideia do que eles poderiam ter conversado, mas sabia que ele receberia olhares receosos e cheios de pena quando de seus pais de novo. Ele desceu as escadas rapidamente, assim que ele colocou os pés no primeiro andar, a casa estava silenciosa novamente.
– Mãe? Você já chegou?
Ele perguntou para o nada. Não havia ninguém ali e a televisão estava desligada. Ele respirou fundo, tentando focar os pensamentos em outras coisas. Um estrondo veio da cozinha, fazendo seu coração acelerar em segundos, o menino se sobressaltou quando os sons foram de panelas caindo para pratos quebrando.
As lágrimas inundaram os olhos felinos quando ele se aproximou do cômodo com passos incertos. Ele parou na porta da cozinha, sentindo as pernas paralisarem e o ar faltar.
Na pequena mesa que ficava no centro da cozinha um menino loiro estava sentado, ele tinha a expressão seria e balançava as pernas no ar em um ritmo próprio. Atrás dele um outro garoto, esse de cabelos castanhos, segurava um prato de vidro com suas duas mãos, pedaços de outros pratos e panelas faziam um caminho que ia do fogão até onde ele estava parado agora. Com uma expressão debochada, o moreno deixou o prato escorregar de seus dedos caindo no chão com um estrondo. Os dois tinham os mesmos rostos finos, bochechas pequenas que se destacavam quando sorriam e lábios naturalmente rosados e grossos.
O moreno deu passos lentos até a porta, enquanto o loiro pulava da mesa, parando em pé ao lado de seu irmão idêntico a si. Usavam calças jeans e camisas iguais, porém a do o loiro era azul e a do moreno vermelha. Eles sorriram juntos.
– KiBum – o loiro começou – há quanto tempo nós não nos vemos.
– Achamos que tinha esquecido a gente.
KiBum piscou lentamente deixando algumas lágrimas caírem. Era impossível esquecer os gêmeos. Lembrava-se de todas as vezes que eles apareceram e tudo que eles causaram.
– Por favor...
Ele sussurrou deixando o corpo se inclinar na parede ao lado, o golpe não tardou a vir.
NS
A senhora Kim estava ignorando completamente tudo que o psiquiatra e seu marido falavam. Ela olhou novamente para o pequeno livro em suas mãos, o titulo em letras brancas se destacavam no fundo azul “Entendendo a Esquizofrenia”, então agora ela precisava de um manual para entender o próprio filho?
– Esquizofrenia é uma doença com tratamento –o psiquiatra falou- ela pode ser controlada. KiBum vai poder ter uma vida normal.
– Mas ele não precisa ficar internado? – O senhor Kim perguntou – seria mais seguro, não?
– Não me parece ser o caso – Yi Fan respondeu- na verdade, ficar internado por um longo prazo é prejudicial.
– Mas ele está andando por ai – a mãe finalmente entrou na conversa- caindo e se machucando.
– Assim que os remédios fizerem efeito – o doutor entrou a eles uma receita- ele vai começar a viver normalmente. Esse pequeno livro explica tudo que vocês precisam saber sobre doença.
O casal olhou para o livro que descansava no colo da mulher e então se fitaram. Eles tinham que ser fortes agora, eles precisavam estar aqui para dar suporte ao filho deles.
NS
Quando o casal chegou em casa não estranhou o silencio, era comum ali. Mesmo que em outras famílias fosse normal os filhos adolescentes ouvirem musicas alto quando os pais não estavam presentes, aquilo nunca foi uma realidade para eles. Os dois suspiraram cansados pensando na situação do filho, teriam que lidar com isso agora. A senhora Kim subiu as escadas em direção ao quarto do menino, enquanto seu marido se dirigiu a cozinha.
O senhor Kim tomou um susto quando entrou no cômodo e encontrou KiBum sentado encostado ao lado da geladeira, uma faca de tamanho médio se encontrava entre seus dedos visivelmente trêmulos e com lagrimas escorrendo pelo rosto bonito.
– KiBum, meu Deus, o que aconteceu?
O adolescente olhou para o homem a sua frente, a respiração ofegante, os olhos estavam vermelhos e observavam cada movimento dele. O senhor Kim deu um passo em direção a ele e o mais novo segurou a faca com mais força com a sua mão esquerda, colocando-se em posição de ataque. No segundo andar, a senhora Kim encontrou o quarto vazio.
– Saia daqui! – Ele avisou perigosamente, a voz rouca como se ele tivesse gritado por horas.
– KiBum, meu filho...
O senhor Kim continuou se aproximando apesar do aviso, o garoto levantou, fitando-o como se fosse uma ameaça.
– EU DISSE PARA SAIR.
– EU SOU SEU PAI – ele também levantou a voz. Ouvindo a confusão, a senhora Kim começou a descer correndo – NÃO OUSE GRITAR COMIGO!
– VOCÊ NÃO É O MEU PAI! VOCÊ NÃO VAI ME ENGANAR DE NOVO!
Ignorando o que o filho disse, o senhor Kim segurou o braço direito e imediatamente foi esfaqueado no próprio braço esquerdo. A dor foi profunda, o sangue começou a cair manchando o chão branco. O homem ajoelhou urrando. Ao ver a substancia vermelha e sentir o cheiro familiar, o garoto pareceu acordar de um transe, gritando ao ver o pai ferido a sua frente.
– KiBum, o que você fez?
A senhora Kim perguntou assustada, atraindo a atenção do filho, que fez sinal para ela se afastar.
– ELE ESTÁ FINGINDO! – KiBum apontou para o homem no chão, os gritos eram desesperados e ele realmente parecia acreditar naquelas palavras – ELE NÃO SENTE DOR! PESSOAS COMO ELE NÃO SENTEM DOR! FANTASMAS NÃO SENTEM DOR!
NS
Choi MinHo havia acabado de entrar na rua que KiBum morava, segundo o endereço escrito em um pedaço de papel de caderno. Era a casa número 10, como dizia a letra bem desenhada do colega de sala, pelos números das outras casas ele estava chegando cada vez mais perto, logo ele percebeu uma movimentação estranha, pessoas estavam formando uma grande aglomeração na frente da casa 10.
Ele abriu caminho entre as pessoas, que sussurravam coisas como “ele sempre foi um menino estranho”. Quando Choi finalmente chegou a um ponto onde conseguia ver o que estava acontecendo, viu um senhor desmaiado sendo colocado em uma ambulância. Logo KiBum foi sendo tirado da casa em outra maca, ele estava com os olhos abertos, porém vazios. As pupilas direcionadas para lugar nenhum. MinHo sentiu seu coração apertar enquanto lembrava das palavras que ele havia lhe dito ontem:
“Eu consigo ver fantasma, MinHo.”
NS
Notas finais
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Eu não sei se o próximo capítulo vai ser o último ou não, eu preciso escrever para saber.
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Bom, todo mundo estava querendo descobrir o que o KiBum tinha, mas e agora em quem vocês acreditam no Dr. Wu Yi Fan ou do KiBum?
Reviews são ♥ ♥
Beijos e até o próximo sábado.
PS; eu me controlei muito para a última frase do cap não ser "eu vejo pessoas mortas" /osfortes.
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