Neko...?!
17 Outra cama de gato
Notas iniciais
Abri os olhos devagarinho, fechando-os logo em seguida por causa da luz, mas depois voltando a mirar calmamente o rostinho do neko adormecido em meus braços. Tão lindo...
Acariciei suavemente suas orelhinhas enquanto flashs da noite passada passavam pela minha cabeça, me fazendo corar um pouco. Ri bobamente. Meu Kanda era tão lindo e inocente, mas tão sexy e erótico ao mesmo tempo... Enterrei meu rosto no seu pescoço, sentindo mais daquele cheiro delicioso que só ele emanava.
Comecei a espalhar beijinhos carinhosos pelos seus ombros e o gatinho dormia tão pesado que nem se mexeu, apenas ronronou manhoso. Ele devia estar realmente cansado, muitas coisas tinham acontecido nesses últimos dias, muitas mesmo, então era melhor deixá-lo dormir o quanto quisesse.
Levantei-me com todo o cuidado do mundo para fechar as cortinas e depois voltei a abraçá-lo. Também não tinha a mínima vontade de sair dali. Fiquei apenas observando-o, tocando delicadamente seus lábios que ainda pareciam sustentar um sorriso sutil. Por mais que ele estivesse com ainda mais marcas roxas espalhadas pelo corpo do que antes, Kanda estava visivelmente melhor; suas olheiras parecias ter quase desaparecido, sua pele não estava mais tão doentiamente pálida, tinha uma leve coloração rosada agora, e alem de tudo, ele parecia infinitamente melhor emocionalmente.
Me ajeitei mais confortavelmente na cama e deixei-o deitado por cima de mim, estávamos no inicio do verão, então os dias eram bem quentes. Afastei os travesseiros e nos cobri somente com um lençol fino, e que, por incrível que pareça, tinha escapado das garras de Kanda ontem a noite e não estava rasgado como o resto da roupa de cama. Aliás, como o som daqueles lençóis rasgando junto com os seus gemidos deliciosos era tão excitante e...
Ok, Allen. Vamos parar por aqui antes que você não consiga mais deixar o garoto dormir.
Fiquei fazendo carinho nas suas costas distraidamente... Era tão bom. Eu deveria levantar e ir preparar alguma coisa pra gente, ele com certeza acordaria com fome... Mas não queria que ele acordasse sozinho, então resolvi esperar. Provavelmente passaríamos o dia daquele jeito, nos levantando só pela tarde e...
Ouvi a porta lá de baixo batendo com força.
E não demorou muito até que a porta do quarto abrisse com um estrondo e a Lenalee entrasse com uma cara de desespero no rosto.
– ALLEN CORRE, SAI PELA JANELA QUE TU TÁ FODIDO!
–------ POV da Lenalee --------
Acordei com uma puta ressaca de vinho, enrolada com o tapete da sala e dormindo no pé da escadaria. Ah, que merda...
Sai engatinhando pela casa em busca da porcaria do celular que tinha me acordado naquela maldita hora da manhã. Sério, toques de celular não são coisa de deus.
– Que é, porra? – Perguntei mal humorada, meu cabelo estava um lixo e minha boca com gosto de guarda chuva ainda por cima.
– Lena-chan? – A voz que ssou do outro lado me fez congelar.
Puta que pariu... E agora?! Era simplesmente a única pessoa não poderia ligar justamente nesse momento.
– R-Road-chan...! Er... Tudo bem por ai? – Disfarcei imediatamente, me levantando rapidamente do chão e batendo a cabeça numa merda de mesa que nem deveria estar ali no meio da sala.
Ok, calma. É só não lembrar que o Yuuzinho foi seqüestrado, quase abusado, matou um cara, e que nós fomos atrás deles, matamos os outros caras num incêndio, e agora o Allen estava sozinho com o Neko fazendo coisas nada próprias e... Ai meu deus...
– Em primeiro lugar, você tá bem? Sua voz parece péssima. – Suspirou do outro lado da linha. – Eu conversei com Tikky logo quando cheguei de viagem, foi horrível o que aconteceu com o apartamento de vocês, espero que o Allen-chan não tenha se machucado, e espero também que me perdoem por não ter dito nada sobre o Kanda, é que...
– Eu sei Road, você estava protegendo quem você ama. Eu entendo isso, pode ficar tranqüila. – Me sentei no sofá e acendi um cigarro. – E... Eu tô bem sim, só fui comemorar uma coisa boa que aconteceu ontem, bebi demais e tô um caco. Mas já melhoro.
– Coisa boa? É que... Bem, o Tikky me falou que você já sabe do Kanda, e eu sei que ele e o Allen estão juntos... – Começou incerta.
Road era minha melhor amiga, na verdade, eu nunca me dei muito bem com garotas, então ela era praticamente a minha única amiga mulher, e por mais próximos que eu, Lavi e Allen fossemos, nem sempre dava pra discutir certas coisas com eles... Principalmente quando eu estava apaixonada por um deles, e não podia contar ao outro por que tinha medo de que ele me dedurasse pensando em juntar nós dois.
Mesmo não tendo a conhecido na infância, como o Allen, Road era uma verdadeira irmã pra mim, sempre contávamos tudo uma para outra, e buscávamos entender e superar nossas dores também. Ela era a única pessoa que sabia que eu gostava do Allen, e também estava na mesma situação que eu: Gostava de alguém que não gostava dela e só a via como amiga. Ela nunca me contou quem era essa pessoa, mas ás vezes desconfio que era o Tikky... Já que este era apaixonado até o ultimo fio de cabelo ondulado pela porra louca do Lavi.
– Eu tô bem com isso. Na verdade, ontem estava comemorando que eles fizeram as pazes. – Respondi sorrindo, imaginando o que aqueles dois não deveriam ter aprontado... Ah, eu tinha que arrumar uma câmera, e logo...
– S-Sério? Então... Não é mais apaixonada pelo Allen? – Indagou incrédula.
Parei pra pensar um pouco...
– Não sei. Sinceramente não sei te explicar, e só que... Eu vejo ele sorrindo pro Yuuzinho e acho os dois tão lindos juntos. Aliás, o Yuu é a coisa mais fofa desse mundo! Sério mesmo, dá vontade de apertar aquele garoto. – Comentei me lembrando do nekinho na chuva ontem. Awwwwnnnnttt!!!
– Você não tem idéia do quanto eu fico feliz em ouvir isso justamente de você! Sério, quando eu chegar ai, vamos comemorar! – Falou animada e eu ouvi um som de carro parando, e depois uma porta batendo...
– A-Aqui? – Indaguei nervosa.
– Sim, acabei de entrar no taxi. Tikky me deu o endereço da casa de campo.
AI CARALHO!
– D-Da casa?! – Minha mão já tava tremendo no telefone.
Putamerda... Ela não sabia nem da metade do que tinha rolado aqui, tenho certeza...
– Sim, algum problema? – Desconfiou. Aliás, se tinha uma coisa que a Road NÃO era, era lerda. – O Tikky me disse que precisaríamos conversar sobre uma coisa importante quando chegássemos... O quão importante isso é?
– Ele não te contou mais nada? – Acendo outro cigarro pra segurar o nervosismo.
– Não. Só disse que eu não iria mais ter que me preocupar com o Neah, e que era melhor que o próprio Allen me explicasse tudo. – Falou parecendo confusa.
Isso definitivamente não iria ser fácil, e só seria ainda pior se ela chegasse lá sem nenhum aviso prévio e encontrasse...
– Ok, ele falou certo então.
– Oh... Então posso falar com o Yuu? Tô morrendo de saudades... – Eu já podia até imaginar o sorriso carinhoso que ela só fazia quando falava do gato.
Agora fo-deu.
– Er... É que eu não estou no mesmo lugar que eles... – Murmurei com medo do que estava por vir.
– “Eles”...? Você tá dizendo que meu Yuuzinho está sozinho com aquele depravado que comeu metade da nossa turma de faculdade?!– Berrou irada, assustando o pobre do taxista que freou bruscamente.
– Pois é...
– Se ele tiver feito alguma coisa ao meu bebê... EU VOU CORTAR O PAU DELE FORA E FAZÊ-LO ENGOLIR DEPOIS! Ô TAXISTA, ACELERA AÊ! – Desligou o telefone.
Ai, o Allen tá morto agora.
Me levantei na velocidade da luz, vestindo a primeira bota que encontrei pela frente, preta e de cano longo, como a maioria das que eu tinha. Sai procurando o par dela que nem uma louca, mas só achei uma bota marrom de cano curto. Ah! Foda-se! Vai assim mesmo.
Peguei as chaves do carro e sai correndo. Como a pousada onde eu estava era bem mais perto da casa de Mana do que o aeroporto, e pegava bem menos trânsito também, se eu corresse, ainda chegaria com uns bons minutos de vantagem.
Ignorei os olhares que os outros hóspedes lançavam a “garota louca de camisola com uma bota de cada cor” e fui direto para o estacionamento, arrancando em alta velocidade logo que entrei no carro.
Cheguei na casa mais rápido do que esperava. Sai correndo do carro, e praticamente voei para dentro da casa, indo até o quarto e abrindo a porta sem pensar duas vezes.
– ALLEN CORRE, SAI PELA JANELA QUE TU TA FODIDO! – Berrei ainda sob o efeito da adrenalina e... AI MEU DEUS, QUANDO A ROAD VIR ISSO ELA VAI SURTAR!
Os lençóis da cama estavam parcialmente destruídos, o Yuuzinho estava com o cabelo meio desarrumado e tinha uns belos chupões espalhados pelo corpo, já o Allen... Minha nossa...
– Allen-kun, a noite foi selvagem, heim? – Falei com um sorriso pervertido, vendo os váários arranhões que o albino tinha espalhados pelo corpo, e isso sem contar a mordida que ele tinha no pescoço... Dava pra ver até os dentes de trás impressos na pele da criatura! – Se eu não conhecesse você, e não soubesse que o Yuu é um bichinho inocente, eu iria jurar que você tinha sido o uke pelo seu estado... – Ri de canto quando vi o rosto dele ficar da cor de um pimentão enquanto me encarava com os olhos arregalados.
– Você é bipolar. Sempre soube disso... – Murmurou fazendo carinho nas orelhinhas do neko que ainda não tinha acordado. – Agora, o que foi que aconteceu? Por que eu deveria fugir?
Respirei profundamente, me acalmando, e sentei na mesinha de cabeceira.
– Olha, acorde o Kanda, tome um banho, disfarce todas essas marcas, reze para o gatinho estar andando direito por que... A Road tá vindo ai. – Falei vendo a expressão do Allen ir de irritada pelo modo como eu entrei, até apavorada pelo que acabou de ouvir.
– O q-quê...?
– E ela disse que ia arrancar teu pau e te fazer engolir. – Complementei vendo o garoto ficar pálido com o susto.
– Tô. Muito. Fodido. – Murmurou com uma carinha de desespero.
– Então se mexa! Vai! Levanta daí e tenta consertar a situação com a sua sogra, vai! – Falei dando um tapa no seu ombro, fazendo-o grunhir de dor já que estava todo arranhado.
Ele se sentou direito na cama, aninhando o gato em seu colo e começando a beijá-lo carinhosamente, beijando todo o rosto do pequeno até alcançar seus lábios, tomando-os em um beijo lento, mas de tirar o fôlego, que acabou acordando o nekinho.
– Nyumm... Mais... Quente... – Kanda murmurou, sentando no colo do albino com uma perna de cada lado e intensificando o beijo, quase deixando o lençol cair para minha alegria... Pena que quase, né?
– Yuu... Espera... – Allen tentou começar a explicar a situação, mas...
– Não. Eu quero... – Murmurou com uma vozinha completamente provocante. – E quero agora. – Mordeu o lábio do albino, antes de puxá-lo para um beijo que de repente deixou todo o quarto mais quente.
Ai minha nossa... E EU ESQUECI A DROGA DO CELULAR PRA GRAVAR!
Sem conseguir resistir a tentação, Allen puxou o neko pela cintura, beijando-o ainda mais intensamente, arrancando um gemido de deleite do menor... E nesse exato momento, a porta do quarto abriu com um chute.
Olha Allen, foi muito bom te conhecer, passar minha vida ao seu lado, todos os momentos bons e ruins... Vou sentir muito a sua falta.
– TIRE AS SUAS PATAS DO MEU FILHO SEU PEDÓFILO DESGRAÇADO!
Até meus ossos se arrepiaram com a raiva da pequena.
Allen só teve tempo de pegar Kanda em seus braços e saltar para o outro lado da cama antes de escapar por um fio de um jarro voador.
Oh merda, agora a porra vai ficar séria.
Agarrei-a pela cintura, dando uma chance do albino escapar pela janela. A Road era pequena, mas tinha a força de um touro! Aposto que se fizessem um exame antidoping nela, o resultado ia ser assustador.
Logo, ela se soltou de mim e correu para fora da casa. Fui atrás sem pensar duas vezes, tendo que passar pela portinha de gato uma vez que ela trancou a porta. A merda é que... Ah, cara, eu tô de ressaca, nervosa, tendo que um impedir um assassinato e acima de tudo: Eu NÃO tenho o tamanho de um gato, claro que eu acabei entalada!
Ai meu deus, e agora?!
Fiquei me espremendo desesperadamente ali, mas minha bunda simplesmente não queria passar! Ai, será que eu tô gorda?
Ok, não é hora pra isso.
Arrrghhh que droga!!! O que eu faço?!
–---- POV do Kanda -------
Humanos... Não fazem sentindo nenhum. Falo sério.
Me deitei na sombra de uma árvore e fiquei assistindo a cena calmamente. Em primeiro, por que eu ainda estava com sono, e em segundo, por que sentar estava extremamente complicado.
Allen corria desesperadamente enrolado com um lençol da cintura pra baixo e a mamãe ia atrás dele com uma katana em mãos. Idiota... Ele correria bem mais se não ficasse segurando esse lençol estúpido. Aliás, eu teria uma vista melhor também nesse caso...
Me espreguicei sentindo minha coluna meio dolorida ainda, mas não era uma dor ruim... Na verdade, era bom, digo, tudo o que envolvia Allen era realmente bom e o que fizemos ontem foi...
– Nyuu... Quero mais... – Resmunguei para o nada, enfiando as garras na grama.
Ok, foi uma péssima hora para a mamãe ter aparecido... E o que raios a Lenalee estava fazendo lá?
Argh, humanos irritantes.
Me levantei e... Meow! Eu deveria ter continuado sentado, mas que se dane. Caminhei até a parte de trás da casa... Er, a coisa tava feia.
Olhando bem para a cara do Allen, você nunca diria que ele seria capaz de fazer mal a uma mosca, isso até vê-lo irritado. Sim, por que quando a coisa branca ficava irada, até eu não achava seguro ficar no caminho da sua raiva. O ultimo que tinha ficado fora Neah e... Heh, aquele filho da mãe morreu bem detonado.
De alguma forma, Allen tinha conseguindo desarmar a baixinha e agora os dois discutiam feio. Não prestei muita atenção no que falavam, nem ligava. Só queria que a minha mãe parasse de agir como uma louca psicopata de filme e que a coisa branca voltasse a me beijar como antes.
Me aproximei dos dois fazendo uma carinha manipuladora, que, não importando a situação, sempre funcionava.
– Mamãe...? – Murmurei fazendo uma vozinha chata e puxando a manga do casaco da baixinha.
– Kanda! Você tá bem?! Senti tanto a sua falta... Eu prometo que esse pervertido nunca mais vai te fazer nada, ok? – Falou me abraçando e... Espera, o que foi que ela disse?!
– QUÊ?!
– Eu não vou separar vocês, nem pensei nisso, eu sei que se gostam... Mas Yuu, você ainda é inocente, não entende que existem irresponsáveis que abusam dessa sua característica e...
– Road, eu fui seqüestrado pelo desgraçado do Neah, apanhei que nem um condenado, quase... Quase que aquele maldito colocava mais do que só as mãos em mim, ai depois o branquelo surrou ele e eu o matei. Acho que inocente é uma coisa que eu não sou. – Falei sério.
Ela ficou olhando pra mim bem impressionada. Depois a cor do seu rosto começou a sumir e... Meow! Ela desmaiou?!
Olhei para Allen desesperado.
– A mamãe... – Me preocupei, será que foi o que eu falei?
– Kanda... Acho que não foi uma boa idéia. – Ele falou me lançando um olhar preocupado.
– Ela vai ficar bem, nee? – Indaguei enquanto ele a pegava nos braços.
– Vai sim, mas vamos amarrar ela só por precaução... E Yuu?
– O quê?
– Eu... Não machuquei você, machuquei? – Perguntou com aquela cara de cachorro na chuva.
– Não. – Senti meu rosto ficando quente.
– Tem certeza? – Ele parecia preocupado.
– Quer levar outro soco? – Devolvi, vendo que seu rosto ainda estava marcado do soco de ontem.
– Ok, não se irrite... – Sorriu de canto olhando pra mim com cara de bobo. – Yuu...?
– Nyu... O que foi agora? – Resmunguei sentindo meu rosto quente por causa do jeito besta que ele olhava pra mim.
– Eu te amo. – Sorriu daquele jeito que me deixava sem ar.
Tch, essa coisa branca me fazendo sentir essas coisas tão... Quentes, aconchegantes e confusas.
– Abaixa. – Mandei.
Ele apoiou um dos joelhos no chão e eu finalmente matei minha vontade de sentir outra vez aqueles lábios que tinham um gosto melhor do que os picolés de atum... Allen, era uma criatura viciante. Muito viciante.
– Awwwwnnn! Vocês são tão fofos! – Ouvi uma voz vindo de trás da gente e...
O que merda a Lenalee tava fazendo na portinha pra gato?!
.
.
.
–- Yoo pessoal ♥
Vou colocar as notas finais aqui, por que o Nyah! resolveu me trollar hoje e não tá aparecendo lá de jeito nenhum Y_Y (depois conserto)
Queria agradecer sinceramente a todos que comentaram e que vem acompanhando minhas histórias, muito obrigada por tudo! Mas queria agradecer especialmente a Azurichan que sempre me inspira a escrever com seus reviews lindos :3 Também queria dar boas vindas ao Traveler~Seu fofo!
Espero que não tenham ficados bravos com a Road, ela é apenas uma mãe coruja o/ Meio doida, mas... Enfim...
Tô começando 2014 quase com o pé direito (quase né, por que ressaca de vinho é uma merda), e espero continuar assim e trazer mais atualizações para vocês, dessas e das outras histórias! Agradeço de todo o coração a todos que me apoiaram, e se eu melhorei como escritora, se postei cada vez mais histórias, e busquei melhorar meu português, foi por que todos vocês merecem uma autora a altura.
Agora momentinho divulgação:
Para quem não conhece, tenho uma pág no face para minhas fics, lá eu aviso quando posto ou vou postar, e tem outra autora lá comigo (a Dri :3). Estamos sempre postando Yullen também, então se quiserem, sei lá, falar de yaoi e babar nesse casal perfeito, a pág é:
https://www.facebook.com/ByTsukiSensei
Fiz também um ask para os personagens das minhas fics:
http://ask.fm/AWS2KY
E nem precisa ter conta pra perguntar :3
Até o próximo ~
Kissus!
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