Notas iniciais
Buenos días, ángeles!

Sexta, acordei um pouco atrasada, me arrumei rapidamente e corri para o carro da Quinn. Essa já estava prestes à fazer uma festa de buzinadas.

– Bom dia, meninas. – eu disse, entrando no carro.

– Está atrasada. – Quinn murmurou, já dirigindo o carro.

– Eu sei, me desculpe.

Ela me ignorou, Rachel olhou para mim e sorriu, eu sorri de volta e ouvimos Quinn rosnar por um carro estar na frente, Rachel revirou os olhos e gesticulou um “TPM” com a boca. Quinn parou o carro em frente à escola da Beth e a tirou do carro, me aproximei da Rachel e ela olhou para mim.

– Como resolvo isso? – perguntei.

– Eu não sei. Nunca me aproximei dela quando Quinn estava nesses momentos.

– Eu vou morrer hoje. – choraminguei.

– Sobre o que estão cochichando? – Quinn perguntou, entrando no carro.

– Nada de mais. – Rachel respondeu.

– Eu também não ligo, vocês podem ter os segredinhos de vocês.

Suspirei, me ajeitei no banco e olhei para fora. Seria um longo dia... Quinn parou o carro em frente à minha escola, dei um selinho em Rachel e olhei para Quinn, a mesma revirou os olhos e suspirou.

– Eu te amo. – sussurrei para ela.

– Pare de enrolar e dessa logo do carro! Não quero chegar atrasada na faculdade.

Me aproximei para beijá-la, mas Quinn se afastou.

– Quinn!

– Santana, eu não tenho o tempo todo.

– Sairei apenas quando você me beijar. – eu disse, voltando e me sentar.

– Santana! Deixe de infantilidade e saia desse carro!

– Não.

A ouvi rosnar, Rachel olhou para mim e mordeu seu lábio inferior, revirei meus olhos e sai do carro. Rapidamente Quinn se afastou com o carro, franzi a testa e me aproximei de Marley.

– O que houve? – ela perguntou.

– Quinn está de TPM. – resmunguei.

– Isso passa rápido.

– Espero.

Nós entramos na escola e fomos para a sala de aula.

***

Vi o carro da Quinn parado do lado de fora, parei na porta e Marley parou ao meu lado.

– Aconteceu algo? – ela perguntou.

– Estou criando coragem para enfrentar o furacão.

– É só a Quinn.

– É o que você pensa.

Nos aproximamos do carro, entrei no mesmo me sentando ao lado da Quinn, Marley acenou para mim e olhou para Quinn.

– Oi, Quinn.

Quinn não respondeu, apenas apertou no acelerador, se afastando cada vez mais.

– Quinn, isso foi rude. – eu disse.

– Cale a boca. – ela resmungou.

Em minutos paramos em frente à sua casa, saí do carro, tirei Beth do mesmo e pensei se entraria no carro novamente ou não.

– Quinn, se importa se eu ficar em casa hoje? – perguntei, cautelosamente.

– Você faz o que quiser. – ela respondeu, dando de ombros.

– Então... te vejo de noite?

– Que seja.

Rapidamente ela se afastou, bufei e entrei em casa, fui até meu quarto, me joguei em minha cama e suspirei.

***

Olhei pela janela e vi o carro da Quinn estacionado, avisei aos meus pais que estaria na casa ao lado e corri para lá. Encontrei Quinn sentada no sofá assistindo televisão, me sentei ao seu lado e olhei para a televisão.

– Hum... boa noite, Q.

Ela olhou para mim, deu um mínimo sorriso e voltou a olhar para a televisão, suspirei e olhei em volta.

– Britt saiu com Beth e Rachel saiu com Katie. – Quinn disse.

Bufei, comecei a estalar os dedos conforme a musiquinha que tocava na televisão, Quinn segurou minhas mãos e eu a encarei.

– Quinn, o que eu te fiz? – perguntei.

– Como assim? – ela perguntou confusa, voltando a olhar para a televisão.

– Bem, desde cedo você está me ignorando ou brigando comigo, e eu nem sei porque.

– Eu só estou irritada, está bem?

– Comigo?

– Não! Eu... é sobre a faculdade, sabe? Tem uma mulher lá que é meu par em um trabalho, que é complicado, e teremos que fazer isso durante o meu trabalho na lanchonete.

– E qual o problema nisso?

– Terei que ficar a semana inteira trabalhando nisso. E se Lucy descontar do meu salário? Rachel também trabalha lá, mas é o salário dela e...

– Quinn! Converse com a Lucy, diga isso à ela.

– Acha que ela vai entender?

– Claro!

Ela sorriu, desligou a televisão e se virou para mim.

– Obrigada. Você nem parece ter 17 anos, sabe?

– Achei que eu era infantil. – comentei.

– Esquece isso, eu estava estressada.

– TPM?

– O que? Acha que estou de TPM? Qual é, Santana? Eu não posso ficar estressada em dez minutos que vocês já acham que é TPM? Qual é o problema de vocês?

Quinn se levantou e foi para a cozinha, joguei minha cabeça para trás e suspirei. Talvez eu não devia ter tocado nesse assunto. Ela voltou, sentou ao meu lado e começou a beber suco. Olhei para ela, sorri, peguei o copo de sua mão, fazendo-a me encarar, bebi um pouco do suco e coloquei o copo no chão. Me sentei em cima das suas pernas de frente para ela, acariciei seu rosto e comecei a beijá-la. Quinn não lutou contra isso, provavelmente era o que ela queria desde que voltou do trabalho. Coloquei minhas mãos em seus ombros, desci um pouco as alças da sua blusa, desci meus beijos até seu pescoço e ouvi-la gemer.

– Vamos para o seu quarto, Q. – sussurrei em seu ouvido.

Ela se levantou, prendi minhas pernas em sua cintura e Quinn me carregou até seu quarto. Ela me deitou em sua cama, começou a beijar meu pescoço e deu uma pequena mordida. Rapidamente tirei sua blusa, percebendo que Quinn estava sem sutiã, toquei em seus seios e a ouvir soltar um forte suspiro.

– Oh... Sant...

– Você gosta disso, Quinn?

– Hum... S-sim...

Eu sorri, inverti nossas posições, me sentando em cima do seu quadril, comecei a beijar seus seios com carinho, Quinn colocou uma de suas mãos em meus cabelos e a outra segurou no travesseiro. Comecei a dar pequenas mordiscadas em seus seios, Quinn apertou meus cabelos e gemeu.

– Quer mais, Q?

– Uhum...

– Hum?

– Q-quero...

Lambi seus mamilos, ela mordeu seu lábio inferior e fechou seus olhos, desci meus beijos até sua barriga, Quinn suspirou e soltou meus cabelos. Lentamente puxei seu short, deixando pequenos beijos no caminho, aproximei meu rosto ao dela e comecei a beijá-la. Quinn puxou minha camiseta e a jogou longe, me afastei um pouco e sorri, ela tirou rapidamente meu sutiã e trocou nossas posições, em seguida começou a chupar fortemente meus seios.

– Oh! Quinn! – gritei.

– Parece que alguém gosta mais que eu. – ela zombou.

– Pelo amor de Deus, Quinn!

– Oh! Nunca lhe ensinaram que não pode dizer o nome d’Ele em vão?

– Quinn!

Ela sorriu e voltou ao que fazia. Me contorci um pouco, mordi meus lábios e tentei respirar. Quinn desceu até minha barriga e deixou uma pequena mordida, abriu o botão do meu short e olhou para mim.

– Droga, Santana! Você é linda demais...

– Por que você parou?

– Eu precisava ver você.

– Quinn...

– Ok.

Quinn tirou meu short junto com minha calcinha, levantou minhas pernas e deu pequenos beijos em minhas coxas.

– Quinn... por favor...

Ela riu, acariciou minhas coxas e começou a lamber meu centro. Eu tentava me controlar ao máximo, mas era difícil com a língua da Quinn em meu clitóris. Quinn começou a chupá-lo, soltei um gemido alto e apertei o lençol da cama, o puxando cada vez mais para mim.

– Hum... Sant... você é tão...

Eu sorri com seu quase comentário, apertei mais o lençol e senti-la parar. Quinn deitou em cima de mim, colocou sua coxa entre minhas pernas, encostando-a em meu centro, a minha ficou na mesma posição, voltamos a nos beijar, ela fez alguns movimentos em cima de mim, desceu seus beijos em meu pescoço e seus movimentos aumentaram.

– Oh... Quinn... não... assim... Ah...

Quinn ria com meus gemidos. Desceu sua mão até meu centro e rapidamente penetrou dois dedos no mesmo.

– Hum... – ela gemeu.

Coloquei minhas mãos em suas costas, as desci até sua bunda e a apertei, o que fez Quinn penetrar mais um dedo. Eu a penetrei com dois dedos, acompanhei-a nos movimentos e senti seu suspiro em meu pescoço.

– Quinn... hum... mais...

Ela aumentou mais o ritmo, tentei acompanha-la, mas Quinn ia bem rápido e forte. A apertei com o outro braço, escondi meu rosto em seu pescoço e senti-la chegar ao orgasmo no mesmo instante que eu. Quinn deitou ao meu lado, apoiei minha cabeça em seus seios e a abracei com um braço e uma perna.

– Eu tenho que dizer. Você foi a melhor garota na cama comigo.

– Levo isso como um elogio? – perguntei, ainda com a voz falha.

– Oh, sim! Um belo elogio.

– E... com quantas garotas você já...

– Não sei.

– Como assim não sabe? Você fazia com qualquer uma?

– Na sua idade sim.

– Quinn! – gritei, lhe dando um tapa no braço. – Não gosto de ser comparada com suas ex.

– Não estou lhe comparando com ninguém, Santana.

– Está sim. Tenho certeza que elas eram mais bonitas do que eu.

– Sabe de uma coisa? Por um tempo eu havia me esquecido que você ainda tem 17 anos.

Eu sorri, levantei meu rosto e lhe dei um beijo no queixo, fazendo-a sorrir.

– “This girl is on fire...” – cantarolei, fazendo-a rir.

– Talvez esteja mesmo. – ela disse, acariciando meu rosto. – Oh, merda!

– Quinn! Tente não falar muito esses insultos.

– Me desculpe, mas... eu havia me esquecido que amanhã é aniversário da Rachel.

– Oh! Rae vai ter a mesma idade que você!

– Exatamente. Provavelmente ela está esperando um presente especial, ou algo grande.

Deitei minha cabeça novamente, respirei fundo e sorri.

– Acho que ela terá algo grande.

– O que está aprontando?

– Ainda nada, mas amanhã, tenho um plano que não pode falhar.

– E você pode me dizer que plano é esse?

– Ainda não, mas só posso pedir uma coisa.

– Que seria?

Voltei a olhar para ela, sorri e lhe dei um beijo, me aconcheguei mais nela e suspirei.

– Quero que você diga à Britt e aos outros da lanchonete uma coisa...

Notas finais
Vocês curtem Spoilers? Vou colocar um pequeno pra vocês. "Rachel fechou os olhos com força, assoprou as velas rapidamente e todos aplaudiram, Rachel passou o dedo no bolo de morango e o lambeu, com um sorriso no rosto. Me aproximei dela, ainda com a casa silenciosa, seu sorriso abriu ainda mais. - Rachel Berry... achou mesmo que esqueceríamos seu aniversário? Em prova que nunca esqueceríamos este momento especial, fizemos essa festa, em apenas um dia inteiro." Depois tem mais... Beijos, lindas e lindo!