Neighboring
37 Quinn's PMS
Notas iniciais
Sexta, acordei um pouco atrasada, me arrumei rapidamente e corri para o carro da Quinn. Essa já estava prestes à fazer uma festa de buzinadas.
– Bom dia, meninas. – eu disse, entrando no carro.
– Está atrasada. – Quinn murmurou, já dirigindo o carro.
– Eu sei, me desculpe.
Ela me ignorou, Rachel olhou para mim e sorriu, eu sorri de volta e ouvimos Quinn rosnar por um carro estar na frente, Rachel revirou os olhos e gesticulou um “TPM” com a boca. Quinn parou o carro em frente à escola da Beth e a tirou do carro, me aproximei da Rachel e ela olhou para mim.
– Como resolvo isso? – perguntei.
– Eu não sei. Nunca me aproximei dela quando Quinn estava nesses momentos.
– Eu vou morrer hoje. – choraminguei.
– Sobre o que estão cochichando? – Quinn perguntou, entrando no carro.
– Nada de mais. – Rachel respondeu.
– Eu também não ligo, vocês podem ter os segredinhos de vocês.
Suspirei, me ajeitei no banco e olhei para fora. Seria um longo dia... Quinn parou o carro em frente à minha escola, dei um selinho em Rachel e olhei para Quinn, a mesma revirou os olhos e suspirou.
– Eu te amo. – sussurrei para ela.
– Pare de enrolar e dessa logo do carro! Não quero chegar atrasada na faculdade.
Me aproximei para beijá-la, mas Quinn se afastou.
– Quinn!
– Santana, eu não tenho o tempo todo.
– Sairei apenas quando você me beijar. – eu disse, voltando e me sentar.
– Santana! Deixe de infantilidade e saia desse carro!
– Não.
A ouvi rosnar, Rachel olhou para mim e mordeu seu lábio inferior, revirei meus olhos e sai do carro. Rapidamente Quinn se afastou com o carro, franzi a testa e me aproximei de Marley.
– O que houve? – ela perguntou.
– Quinn está de TPM. – resmunguei.
– Isso passa rápido.
– Espero.
Nós entramos na escola e fomos para a sala de aula.
***
Vi o carro da Quinn parado do lado de fora, parei na porta e Marley parou ao meu lado.
– Aconteceu algo? – ela perguntou.
– Estou criando coragem para enfrentar o furacão.
– É só a Quinn.
– É o que você pensa.
Nos aproximamos do carro, entrei no mesmo me sentando ao lado da Quinn, Marley acenou para mim e olhou para Quinn.
– Oi, Quinn.
Quinn não respondeu, apenas apertou no acelerador, se afastando cada vez mais.
– Quinn, isso foi rude. – eu disse.
– Cale a boca. – ela resmungou.
Em minutos paramos em frente à sua casa, saí do carro, tirei Beth do mesmo e pensei se entraria no carro novamente ou não.
– Quinn, se importa se eu ficar em casa hoje? – perguntei, cautelosamente.
– Você faz o que quiser. – ela respondeu, dando de ombros.
– Então... te vejo de noite?
– Que seja.
Rapidamente ela se afastou, bufei e entrei em casa, fui até meu quarto, me joguei em minha cama e suspirei.
***
Olhei pela janela e vi o carro da Quinn estacionado, avisei aos meus pais que estaria na casa ao lado e corri para lá. Encontrei Quinn sentada no sofá assistindo televisão, me sentei ao seu lado e olhei para a televisão.
– Hum... boa noite, Q.
Ela olhou para mim, deu um mínimo sorriso e voltou a olhar para a televisão, suspirei e olhei em volta.
– Britt saiu com Beth e Rachel saiu com Katie. – Quinn disse.
Bufei, comecei a estalar os dedos conforme a musiquinha que tocava na televisão, Quinn segurou minhas mãos e eu a encarei.
– Quinn, o que eu te fiz? – perguntei.
– Como assim? – ela perguntou confusa, voltando a olhar para a televisão.
– Bem, desde cedo você está me ignorando ou brigando comigo, e eu nem sei porque.
– Eu só estou irritada, está bem?
– Comigo?
– Não! Eu... é sobre a faculdade, sabe? Tem uma mulher lá que é meu par em um trabalho, que é complicado, e teremos que fazer isso durante o meu trabalho na lanchonete.
– E qual o problema nisso?
– Terei que ficar a semana inteira trabalhando nisso. E se Lucy descontar do meu salário? Rachel também trabalha lá, mas é o salário dela e...
– Quinn! Converse com a Lucy, diga isso à ela.
– Acha que ela vai entender?
– Claro!
Ela sorriu, desligou a televisão e se virou para mim.
– Obrigada. Você nem parece ter 17 anos, sabe?
– Achei que eu era infantil. – comentei.
– Esquece isso, eu estava estressada.
– TPM?
– O que? Acha que estou de TPM? Qual é, Santana? Eu não posso ficar estressada em dez minutos que vocês já acham que é TPM? Qual é o problema de vocês?
Quinn se levantou e foi para a cozinha, joguei minha cabeça para trás e suspirei. Talvez eu não devia ter tocado nesse assunto. Ela voltou, sentou ao meu lado e começou a beber suco. Olhei para ela, sorri, peguei o copo de sua mão, fazendo-a me encarar, bebi um pouco do suco e coloquei o copo no chão. Me sentei em cima das suas pernas de frente para ela, acariciei seu rosto e comecei a beijá-la. Quinn não lutou contra isso, provavelmente era o que ela queria desde que voltou do trabalho. Coloquei minhas mãos em seus ombros, desci um pouco as alças da sua blusa, desci meus beijos até seu pescoço e ouvi-la gemer.
– Vamos para o seu quarto, Q. – sussurrei em seu ouvido.
Ela se levantou, prendi minhas pernas em sua cintura e Quinn me carregou até seu quarto. Ela me deitou em sua cama, começou a beijar meu pescoço e deu uma pequena mordida. Rapidamente tirei sua blusa, percebendo que Quinn estava sem sutiã, toquei em seus seios e a ouvir soltar um forte suspiro.
– Oh... Sant...
– Você gosta disso, Quinn?
– Hum... S-sim...
Eu sorri, inverti nossas posições, me sentando em cima do seu quadril, comecei a beijar seus seios com carinho, Quinn colocou uma de suas mãos em meus cabelos e a outra segurou no travesseiro. Comecei a dar pequenas mordiscadas em seus seios, Quinn apertou meus cabelos e gemeu.
– Quer mais, Q?
– Uhum...
– Hum?
– Q-quero...
Lambi seus mamilos, ela mordeu seu lábio inferior e fechou seus olhos, desci meus beijos até sua barriga, Quinn suspirou e soltou meus cabelos. Lentamente puxei seu short, deixando pequenos beijos no caminho, aproximei meu rosto ao dela e comecei a beijá-la. Quinn puxou minha camiseta e a jogou longe, me afastei um pouco e sorri, ela tirou rapidamente meu sutiã e trocou nossas posições, em seguida começou a chupar fortemente meus seios.
– Oh! Quinn! – gritei.
– Parece que alguém gosta mais que eu. – ela zombou.
– Pelo amor de Deus, Quinn!
– Oh! Nunca lhe ensinaram que não pode dizer o nome d’Ele em vão?
– Quinn!
Ela sorriu e voltou ao que fazia. Me contorci um pouco, mordi meus lábios e tentei respirar. Quinn desceu até minha barriga e deixou uma pequena mordida, abriu o botão do meu short e olhou para mim.
– Droga, Santana! Você é linda demais...
– Por que você parou?
– Eu precisava ver você.
– Quinn...
– Ok.
Quinn tirou meu short junto com minha calcinha, levantou minhas pernas e deu pequenos beijos em minhas coxas.
– Quinn... por favor...
Ela riu, acariciou minhas coxas e começou a lamber meu centro. Eu tentava me controlar ao máximo, mas era difícil com a língua da Quinn em meu clitóris. Quinn começou a chupá-lo, soltei um gemido alto e apertei o lençol da cama, o puxando cada vez mais para mim.
– Hum... Sant... você é tão...
Eu sorri com seu quase comentário, apertei mais o lençol e senti-la parar. Quinn deitou em cima de mim, colocou sua coxa entre minhas pernas, encostando-a em meu centro, a minha ficou na mesma posição, voltamos a nos beijar, ela fez alguns movimentos em cima de mim, desceu seus beijos em meu pescoço e seus movimentos aumentaram.
– Oh... Quinn... não... assim... Ah...
Quinn ria com meus gemidos. Desceu sua mão até meu centro e rapidamente penetrou dois dedos no mesmo.
– Hum... – ela gemeu.
Coloquei minhas mãos em suas costas, as desci até sua bunda e a apertei, o que fez Quinn penetrar mais um dedo. Eu a penetrei com dois dedos, acompanhei-a nos movimentos e senti seu suspiro em meu pescoço.
– Quinn... hum... mais...
Ela aumentou mais o ritmo, tentei acompanha-la, mas Quinn ia bem rápido e forte. A apertei com o outro braço, escondi meu rosto em seu pescoço e senti-la chegar ao orgasmo no mesmo instante que eu. Quinn deitou ao meu lado, apoiei minha cabeça em seus seios e a abracei com um braço e uma perna.
– Eu tenho que dizer. Você foi a melhor garota na cama comigo.
– Levo isso como um elogio? – perguntei, ainda com a voz falha.
– Oh, sim! Um belo elogio.
– E... com quantas garotas você já...
– Não sei.
– Como assim não sabe? Você fazia com qualquer uma?
– Na sua idade sim.
– Quinn! – gritei, lhe dando um tapa no braço. – Não gosto de ser comparada com suas ex.
– Não estou lhe comparando com ninguém, Santana.
– Está sim. Tenho certeza que elas eram mais bonitas do que eu.
– Sabe de uma coisa? Por um tempo eu havia me esquecido que você ainda tem 17 anos.
Eu sorri, levantei meu rosto e lhe dei um beijo no queixo, fazendo-a sorrir.
– “This girl is on fire...” – cantarolei, fazendo-a rir.
– Talvez esteja mesmo. – ela disse, acariciando meu rosto. – Oh, merda!
– Quinn! Tente não falar muito esses insultos.
– Me desculpe, mas... eu havia me esquecido que amanhã é aniversário da Rachel.
– Oh! Rae vai ter a mesma idade que você!
– Exatamente. Provavelmente ela está esperando um presente especial, ou algo grande.
Deitei minha cabeça novamente, respirei fundo e sorri.
– Acho que ela terá algo grande.
– O que está aprontando?
– Ainda nada, mas amanhã, tenho um plano que não pode falhar.
– E você pode me dizer que plano é esse?
– Ainda não, mas só posso pedir uma coisa.
– Que seria?
Voltei a olhar para ela, sorri e lhe dei um beijo, me aconcheguei mais nela e suspirei.
– Quero que você diga à Britt e aos outros da lanchonete uma coisa...
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