Naifu no masutā
2 o começo da aventura
Notas iniciais
“Adormeceram, como anjos, como os anjos que eles tecnicamente eram naquela época... antes daquilo...”
Daitan já não tinha mais pesadelos, e se tivesse não tinha medo deles, já kizoku era muito traumatizada com esse tipo de coisa, pois tinha paralisia do sono quando era menor.
Ela começou a sonhar que estava em um deserto muito quente, e começou a cavar a areia, e embaixo de toda a areia que ela cavou havia a cabeça de sua mãe morta, e ela começou a sentir um calor infernal, e começou a derreter, ela acordou gritando e estava tudo pegando fogo e sua mãe estava dormindo.
— Mãe, pelo amor de deus, acorda, está tudo pegando fogo!!!!!
— ...
— Rápido mãe! — gritava auto e repetidamente — Por favor mãe
Falou com lagrimas nos olhos
Ouvindo a gritaria Daitan acordou desesperado e foi correndo para o quarto delas, quando chegou lá kizoku já havia desistido de viver e ficou abraçada com sua mãe esperando sua morte, mas Daitan pegou sua irmãzinha (que era leve o bastante para ele levantar) e levou para fora da casa. Ele voltou para pegar sua mãe mas ela não acordava (provavelmente devido a doença ela estava fraca) e ele n conseguia carrega-la, quando de repente ele ouviu um estrondo fora de casa e a voz de sua irmã gritando. Quando ouviu ficou desesperado e por um momento paralisado, até que começou a refletir como a casa podia ter pego fogo, ele estava muito agitado para refletir sobre isso antes, mas antes que pudesse completar o raciocínio ouviu um estrondo no teto e virou-se, apenas para se assustar ainda mais, atrás dele havia uma espécie de robô com um cabelo rastafári e várias armas, segurando sua irmã como se fosse um saco de algodão. Ele instintivamente gritou:
— Solta minha irmã seu cabaço!
— Hahahahahahahahhahahah!!!!!
Ele ria descontroladamente como se fosse uma piada muito engraçada.
— Morre inseto
Falou em quanto jogava ele pela janela com um soco.
Daitan levantou com suas últimas forças e disse:
— Você vai pagar por tudo isso!!
— Ai meu deus hahahahhahahhahahha, você não pode estar falando sério, isso é algum tipo de show de comedia?
— Seu merdinha imbecil!
— Olha, cansei do showzinho, meu nome é Kawa no chikaku, mas me chame de chikaku, na verdade não importa, porque você está morto!
Chikaku pegou ele de fora de casa e o colocou para dentro esticando seu braço biônico. Chikaku o colocou do lado de sua mãe e falou:
— Bye bye baby
Mandando um beijinho para ele.
A seguir jogou kizoku para o alto e a socou como se estivesse sacando uma bola em um jogo de vôlei, fazendo assim o teto quebrar e a casa desmoronar em cima da cabeça de Daitan e sua mãe. Antes de perder a consciência Daitan viu Chikaku pulando para fora da casa e subindo em uma espécie de nave, e assim adormeceu.
Acordou nos ombros de um velho de aproximadamente oitenta anos que portava uma espada samurai e estava andando em um deserto.
— Olha... você acordou...
— Argh... quem é você?
— Eu sou Kanbina kuchi, mas me chame de Kuchi.
De repente ele ficou totalmente consciente e se debateu para sair dos ombros de Kuchi. Após cair no chão começou a gritar:
— O que aconteceu com minha mãe, ela está bem? E minha irmãzinha?
— Você se refere a mulher que estava ao lado de você naquela casa? Oh, ela morreu esmagada
O velho falou com uma tranquilidade, como se isso não fosse nada. E o menino claro ficou em choque.
— Co-co-como assim?
— É, ela morreu, destroçada, nem dava para reconhecer seu rosto!
Daitan se ajoelhou e começou a chorar desesperadamente, e o velho olhava aquilo sem nenhuma expressão, mas também, não interferia.
Depois de 30 minutos de choradeira, o velho disse:
— Assim você vai desidratar, e estamos no deserto, acho melhor a gente ir andando.
Ele ainda abalado seguiu o conselho do velho, e depois de recuperar sua sanidade perguntou:
— E minha irmã? Ela não morreu né? (disse com a voz tremula temendo a resposta do velho)
— Irmã? Bem... só tinha um corpo na casa, então não posso ter certeza
— Aquele merda deve ter sequestrado ela. (disse com um tom de raiva)
— Com aquele merda você se refere ao Chikaku?
— Como você sabe?
— Digamos que ele é a única pessoa capaz de fazer tal tipo de tragédia pelas redondezas, pelo menos era até se mudar para marte...
— Desgraçado... eu vou resgatar minha irmã... eu juro...
— Eu te ajudo, mas só se você jurar que está fazendo isso para resgatar sua irmã e não para vingar sua mãe...
— Eu prometo...
No fim desse diálogo eles chegaram numa cabana no meio do deserto, com um rio logo ao lado.
— Essa vai ser nossa estadia menino...
— Tudo bem...
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