Notas iniciais
nesse capitulo a historia começa se desenrolar melhor, com aventuras e etc, na minha opinião ficou muito bom ^^

“Era considerado um garoto prodígio, tinha algum tipo de talento para o assunto, a pesar de nunca praticar esportes e ser sedentário”

— Kuchi... Kuchi acorda, o que vamos fazer hoje?

— Oi? Meu deus menino, São 6h da manhã, para que acordar tão cedo, você nem tem treinamento hoje...

— Mas você falou que eu teria que ir para uma missão o mais rápido possível para conseguir uma arma.

— Que saco... está bem... só me deixa dormir mais 2 horas...

Logo que Kuchi acordou, ele e Daitan foram em direção a uma floresta, que ficava logo ao lado do deserto, era um dia de viagem. Eles chegaram na floresta de noite, e se acamparam em cima de uma cachoeira, dormiram lá e acordaram logo de manhã.

— Meu deus... minhas costas... porque tinha que ser em cima de uma cachoeira Kuchi?

— Você já vai entender... ali, olha.

Falou Kuchi em quanto apontava o dedo para alguns homens encapuzados entrando na cachoeira.

— Esses são nossos alvos... vamos!

Kuchi então pulou na cabeça deles antes que pudessem entrar na cachoeira, e matou todos, eram apenas guerreiros comuns, que não tinham nenhuma importância, portanto, portavam espadas normais, como qualquer katana.

— Desce aqui Daitan...

— Mas como que eu vou...

Falou em quanto escorregava da cachoeira e caia.

— AH!

Mas Kuchi pegou ele no ar como se fosse uma bola.

— Toma, usa essa espada que encontrei nesses caras.

— Mas foi você que matou eles, só você pode controlar ela, não é?

— Negativo, já que essa espada é uma espada comum, existem milhões dessas no mundo, qualquer um pode usar essa...

— Tudo bem... obrigado então.

Daitan olhou a espada, e percebeu sua má qualidade, nem brilho ela tinha, era totalmente opaca, e o corte era bem vagabundo, mas não era tão mal para um iniciante.

Kuchi e Daitan entraram na cachoeira, no começo estava tudo escuro, mas começaram a aparecer tochas conforme eles andavam pelo túnel.

Depois de andar muito, havia uma porta na direita deles.

— Fique atrás de mim Daitan...

— Ok...

Kuchin pulou no meio do cômodo, preparado para lutar, mas não havia ninguém. Porém tinha outros quartos depois desse cômodo.

— Está limpo

— Já estou indo

Eles dois foram entrando nos quartos e nunca encontravam nada, a não ser cartas que contavam a história daquele lugar. Era um lugar de sacrifícios, em que se matavam todos os tipos de vida para se obter algo. Eles acreditavam que se matassem algo e pedissem qualquer coisa para o Deus Anubis (mitologia egípcia) seu desejo era concedido.

Eles andaram durante horas até avistaram uma espécie de monge com roupas faraônicas meditando no meio de uma sala vazia, eles dois se esconderam e começaram a montar um plano.

— Menino, você precisa dar o último golpe nele, então vamos fazer assim: Eu distraio ele, em uma luta mano a mano, e quando achar uma brecha você pula nele, ficando a espada em seu corpo, está de acordo?

— Parece bom para mim

Então Kuchin foi para cima dele, e ele como se já estivesse esperando, pegou sua espada do chão, e com um movimento limpo acertou seu cabo no estomago de Kuchin, que caiu se contorcendo. Daitan em um ato de desespero, gritou e foi correndo na direção do monge, que obviamente o derrotou facilmente. Daitan lembrou que em umas das cartas havia uma história de um homem que havia pedido uma arma muito poderosa para Anubis, essa arma era capaz de fazer seu portador prever movimentos do inimigo, e de cortar qualquer tipo de material, seu cabo nocauteava qualquer um que, com ele, era alvejado, era uma arma muito boa.

O monge voltou para sua meditação como se nada tivesse acontecido, porem para sua surpresa, das sombras, apareceu uma mulher, que deu uma voadora em seu rosto, sem dar tempo de reação, mesmo com a espada do Anubis.

Ele levantou em choque e perguntou:

— Quem é você?

— Eu sou Kawarimashita, mais conhecida como Kawari na minha terra.

Kuchin levantou ainda meio tonto e viu Kawari em pé ali, olhando para ele, e ele resmungou:

— Não é possível, até quando você vai me perseguir?

— Então é assim? Eu te salvo e é assim que me retribui?

— ... Desculpa, obrigado...

— Disponha...

— Mesmo sabendo que não precisava de ajuda...

— Vai para o inferno velho fedido!

Kawari era uma “menina” de 80 anos, que havia tomado uma poção da juventude, e que vai ter aparência de nova até a morte, ela e Kuchin são velhos amigos, que já tiveram um caso antigamente, quando eram jovens. Ela tem uma bota que permite ela a alcançar a velocidade do som, e também tem um livro de invocações, em koreano, que ela usava para invocar demônios as vezes.

— Quem é essa Kuchin?

Perguntou Daitan confuso.

— Quem é esse Kuchin? Mais um de seus infelizes discípulos?

Perguntou Kawari com um tom sarcástico.

—Daitan, Kawari, Kawari, Daitan. Primeiro respondendo Daitan, ela é uma velha amiga, e respondendo a kawari... sim.

O monge começou a gemer em quanto caído no chão. E quando Kawari estava indo para dar o golpe final Kuchin gritou:

— Espera!!

— O que foi velhote?!?

— Precisamos de uma espada para esse garoto, deixa ele matar o monge.

— Aff... que saco... tudo bem.

— O que está esperando garoto?

O garoto pegou sua espada e fincou no coração do monge. Automaticamente Daitan sentil a espada se ligando a sua alma.

— Vamos lá garoto, pegue

Falou o velho com impaciência.

— Pronto, muito obrigado Kuchin...

— Não foi nada, vamos voltar para casa...

— Ei kuchin...

Disse kawari com uma voz meiga.

— Eu posso ficar na sua casa por um tempo? É que meio que explodiram a minha...

— Aff... novidade... tudo bem, pode ficar com a gente.

— Muito obrigado velhote.

Falou com um ar de gratidão a pesar da provocação.

Notas finais
Não tenho certeza se o próximo capitulo terá outra aventura ou uma parte mais calma, mas de qualquer jeito, as coisas em minha mente estão muito boas, não vou demorar muito eu juro ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.