Notas iniciais
O prólogo é um tanto confuso e inconsistente, mas serve principalmente para já deixar claro quem é o protagonista e dar a ambientação da história.

— Quando Deus criou o mundo percebeu que, para que pudesse existir o livre arbítrio dos seres humanos, seria necessário limitar seu próprio poder. Não poderia haver real livre arbítrio caso Ele comandasse cada minúsculo evento que ocorresse no plano material — o garoto começou a explicar sem qualquer sinal de pressa. Sentado sobre uma pequena mesa redonda de madeira envernizada, ele balançava uma de suas pernas compassadamente e fitava o chão com um ar um tanto quanto inocente e descompromissado em seus olhos de um castanho vivo que pareciam gemas de âmbar — Então ele criou a mim, Nada, uma entidade desprovida de quaisquer tipos de sentimentos. Sou, basicamente, o ente mais livre já criado. Por definição do próprio, estou acima até mesmo dos planos de Deus. Cabe a mim tudo aquilo que independa da vontade, quer seja de ser material, quer seja de ser espiritual. Foi por minha decisão que nos encontramos hoje, jovem — ele levanta os olhos para a pessoa sentada do outro lado da sala branca como marfim. — É por acaso que você veio parar aqui. Pelo MEU acaso.

Notas finais
É isso por enquanto, espero que gostem e que eu consiga postar em breve o primeiro capítulo =P