Nada Convencional.
13 Um começo.
—A lasanha ! – falo interrompendo o beijo, ele me olha sorri, se levanta e vai ate a cozinha, coloca a lasanha no balcão, pega um pedaço com o garfo, e me chama com as mãos, eu me levanto e vou até ele, que coloca o pedaço na minha boca e me observa enquanto mastigo.
— É da pra comer –falo brincando, por que ou a lasanha esta incrivelmente boa, ou a minha fome esta muito grande.
—Da pra comer ? – diz ele rindo
—É, mais como você me parece ser muito enjoado recomendo que você coma uma salada ou um salgadinho, e eu como a lasanha pra não jogar fora né?, odeio desperdiço de comida- falo pegando outro pedaço.
—Muito engraçada você- diz ele me fazendo cocegas.
—Para deixa eu comer !- grito entre os risos, estou quase caindo no chão e ele não para.
—Primeiro admiti que esta boa ?- diz ele aumentando a intensidade das cocegas.
—Ta boa, Ta boa ! – grito quase sem conseguir respira, ele para, e a gente senta no chão pra comer por que não queríamos sentar nos banquinhos do balcão.
—Esta muito tarde pra você ir embora, deveria dormi aqui ? – diz ele enquanto come
— Quero uma camiseta sua! – falo autoritária
—Isso quer dizer que vai ficar ?- ele pergunta confuso.
—Quer dizer que você vai dormi no sofá hoje – respondo sorrindo.
—Um colchão no chão não é suficiente ?- ele pergunta aparentemente feliz com a minha decisão.
—É pode ser, não vai rola sobremesa não ? – pergunto rindo .
— Patricinha tenho que reconhecer em, você é boa de garfo- ele diz me olhando sorrindo.
—Eu disse que sou boa em tudo que faço – respondo me levantando, pegando nossos pratos e colocando na pia.
—Então seja boa em lavar a louça, por que já que cozinhei essa parte é sua – diz ele me colocando o avental .
—Visitas nessa casa não tem mordomias né ? – pergunto indo até a pia.
—Jamais ! – ele responde pegando um pano pra enxugar, arrumamos as coisas na cozinha e fomos arrumar as coisas para dormi.
—Essa camiseta esta boa ? – ele pergunta pegando uma camiseta de time .
—Esta ótima, vai vira uma camisola – falo pegando a camiseta e indo ate o banheiro do quarto pra colocar.
—Tem certeza que não posso dormi na cama ? ela é grande cabe umas 5 pessoas- grita ele para que eu possa ouvir do banheiro.
—Tenho certeza sim, adoro me esparramar , sou muito espaçosa essa cama ficara pequena para mim, você vai ver.- falo abrindo a porta do banheiro e arrumando o travesseiro da cama.
—Patricinha, marrentinha e folgada – diz ele arrumando seu colchão no chão.
—Você que convidou – sorrio e faço careta para ele.
—Não sei por que, mais gostei da sua companhia e não queria que fosse embora-diz ele sentando na cama.
—Fala isso para todas ?– pergunto enquanto dobro minha roupa e guardo na bolsa.
—Geralmente funciona, já posso dormi na cama depois dessa ?– ele pergunta me abraçando por trás com os braços ao redor da minha cintura.
—Não ! – respondo rindo.
Arrumamos as coisas e deitamos, esta tudo escuro, realmente a cama é grande e me viro varias vezes ate achar uma posição que me agrade pra dormi, abraço um travesseiro e coloco outro no meio das minha pernas, só depois de relembrar a todos os acontecimentos da noite, principalmente o primeiro beijo que o Caio me deu é que consigo dormi.

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