Na sua ausência...

25 Tudo acaba como tem que acabar...


Por Anastasia...
Christian esta conversando com os seguranças no escritório, parece que já esta tudo acertado para o resgaste de meus filhos sei muito bem que Christian não quer nem que eu chegue perto, mas eu não posso ficar aqui, eu preciso ir com eles, eu quero ver minhas crianças, quero ser a primeira a abraça-los, quero ser a primeira que seus olhinhos vão buscar, eu tenho tanta saudade, meus coração esta totalmente esburacado dilacerado, eu só fico a imaginar como eles estão. Segurei-me muito para não bater naquela vagabunda da Isadora, se fazendo de arrependida dizendo que era porque precisava de dinheiro, eu até entendo que podemos fazer loucuras quando estamos necessitados, mas dai colocar a vida em jogo de duas crianças inocentes já é demais isso é não ter escrúpulos. Quando ela se jogou aos meus pés confesso que tinha vontade de chutar a sua cara, eu queria deixar a marca de meu sapato cravada em seu tosto como ela deixou marcada a minha alma e meu coração pela ausência de meus filhos, mas não! Eu não fiz, eu sou um ser humano que não precisa disso, eu sei muito bem que ela vai pagar por outros meios, eu não sujarei minha mão com alguém assim, a uma força divina pra quem eu peço e agradeço todos os dias, e essa força divina vai olhar por meus filhos e vai trazê-los de volta pra mim, vai fazer Isadora se arrepender e pagar pelos seus erros.
Sentada na cama reflito tudo que esta acontecendo e tento tramar uma maneira de sair desse quarto, sei que quando Christian sair ele vai me deixar rodeada de seguranças, preciso dobra-los, sair dessa casa sem que me vejam no meio de meu conflito batem a porta, mesmo sem saber quem é ao certo peço que entre, e eis que me aparece uma faxineira, ele pergunta com seu espanhol se pode limpar e tirar as roupas de cama dou graças a Deus pelas aulas de espanhol que frequentei, hoje elas vão valer de alguma coisa, faço algumas perguntas para ela como quem não quer nada, e agradeço mais uma vez por ela me devolver respostas muito uteis, como a que estão em uma pequena equipe na casa, a uma moça na cozinha fazendo uma faxina e um senhor na área externa organizando algumas coisas, ela diz que estão com um carro aonde trouxeram os equipamentos para limpeza, e eu já logo traço meu plano, já sei muito bem como vou agir, saio deixo a moça fazendo seu serviço me dirijo até o escritório onde Christian esta ele mal me vê e já se levanta impondo ordens que eu não irei acatar.
—Amor escute, eu preciso que fique, dois dos seguranças vão ficar com você aqui na casa. – Christian diz demonstrando preocupação.
—Mas eu quero ir com você!
—Você não vai Ana, você não vai!
—São meus filhos Christian, mas que inferno!!!... — vou quase pra cima dele mostrando meu desespero — eu sou a mãe entendeu! Preciso salvá-los.
—E eu sou o pai Anastásia, isto não me torna menos – Christian passa a mão pela cabeça nervoso, a conversa já esta saindo dos eixos, ele vem novamente em minha direção e parece querer se desculpar pelo modo com que falou.
—Meu amor acredite você lá só vai correr perigo, não sabemos certamente com quem estamos mexendo, esses bandidos com certeza estão armados até a cabeça, e eu não quero nem pensar no que pode te acontecer.
—Não vai acontecer nada meu amor.
—Ana por via das duvidas você não vai entendeu! é uma ordem fique aqui, você nem tinha que vir, eu estava louco quando deixei que isso acontecesse, agora participar da operação ai já é demais, você não vai!.
—Mass Chrisss...
—Não Anastásia! Robert e Douglas, por favor, não tirem os olhos de minha esposa, e me mantenham informado, e você Anastásia se comporte, eu te juro que voltarei com nossos filhos em meus braços são e salvos.
—Eu não sou uma criança Christian.
—Então pare de se comportar como uma.
Deixo Christian falando sozinho, e o estrondo que a porta faz ecoa pelos corredores nos separando nesse momento tão triste, mesmo querendo pedir desculpas, não posso voltar atrás tenho que seguir com meu plano de sair desse lugar, sigo novamente para o quarto sem olhar para traz. Da janela vejo Christian sair escoltando por seus seguranças, vejo também que a equipe da faxina já esta colocando algumas coisas no seu carro, tenho que agir agora se não meu plano pode sair por agua a baixo.
Por Elena...

Meu querido El estava acertando algumas coisas com seus funcionários, por isso tínhamos vindo para chácara, onde se encontrava o cativeiro das crianças De Christian, estávamos há poucas horas de embarcamos em um avião que nos levaria diretamente para suíça, eu mal podia esperar finalmente eu iria ter o tipo de vida que eu merecia, joias dinheiro roupas caras e finas, tudo do bom e do melhor que o dinheiro sujo do meu homem poderia me proporcionar. Estava dando graças a Deus que iriamos sair desse lugarzinho chinfrim e colocar um ponto final nessa historia de sequestro Já que a terra tinha tragado José, quer dizer El tinha dado seu jeito, a cada dia que passava ele só me orgulhava forte sem piedade, gostava de riqueza ostentava um mundo maravilhoso eu realmente via que era esse tipo de homem que pra mim valeria.
El se trancou no escritório com seus subordinados eu fiquei em uma sala esperando o, o choro daquelas crianças ecoava por todo canto da casa, e como uma pontada forte eles entravam na minha cabeça fazendo que eu tivesse dores alucinantes, mas era questão de tempo só aguentar mais um pouco e logo estaríamos longe tendo fodas enlouquecedoras nos Alpes, e essas crianças seriam responsabilidades dos empregados de El, já que ele tinha descartado a ideia de seguir e frente com tudo isso, na realidade para ele não valeria, então a coisa toda ficaria mesmo com aqueles carniceiros dos seus empregados que não podem ver uma moeda que quase pegam com a boca “Miseráveis, nojentos malditos”, odeio homens de merda que se arrastam por migalhas, não nasci pra estar do lado de alguém assim, ainda bem que terminei a minha historia com José, é nítido que eu não merecia a porra de vida que ele estava disposto a me dar, tomara que ele nunca volte do buraco de vermes que foi jogado, porque se pensar em voltar mando colocar uma enorme pedra em cima, e se de nada resolver mando mata-lo.
Passo uma mão por um monte de jornais que estavam em cima de uma mesa em frente ao sofá que eu havia me sentado, busco algum tentando achar algo interessante para ler enquanto espero El, vejo uma noticia interessante parece que Eduard Marshall e Megam Harter Velásquez se casaram isso sim é interessante, olha!!! e estão em lua de mel na Escócia a vaca tirou a sorte grande! Eduard é um dos homens mais lindos que conheci, pena que é uma pessoa de caráter porque se não fosse eu já tinha o traçado e não ia sobrar nada pra Megam nenhuma! eu estaria no seu lugar na Escócia curtindo uma lua de mel depravada e deliciosa com aquele Deus maravilhoso. Já estava pra tocar fogo em todo aquele jornal, que só falava de politica bobeiras e afins, claro que eu tinha recortado a bela foto do doutor Eduard Marshall para quem sabe me aliviar mais tarde, sempre é bom dar uma balançadinha no sininho talvez no banheiro do avião ainda mais com essa bela visão, guardei na bolsa e me levantei para ir atrás de El não queria mais ficar um segundo dentro daquele lugar, mas o barulho da porta sendo aberta atrás de mim me fez levantar.
—El amor é você? Eu já estava indo te procurar! Preciso comprar umas coisas para nossa viagem para suíça meu bem, quero chegar com estilo.
Assim que me viro tenho a impressão de estar de cara com o diabo em pessoa, seus olhos estão vermelhos, sua respiração esta pesada, o que lhe move é a raiva, José esta parado me olhando com um olhar que me arrepia inteira, mas não é de excitação como antigamente ele fazia, se tocasse agora a musica tema do filme psicose de Hitchcock seria pouco.
—Então vejo que minha puta preferida esta muito bem, vai até para suíça.
—José. – falo não crendo na imagem que vejo.
—Sim! o próprio. Mas digamos que hoje você pode me dar um nome melhor.
—E qual seria? – pergunto querendo conter o medo.
—bem minha querida, que tal demônio?

Por José...
—Demônio, José demônio. – Elena repete o nome.
—Isso minha querida, isso mesmo!
—Por favor, não faça nada que você possa se arrepender José.
—Me arrepender do que minha querida me diga?
—Não sei José, da minha vida da sua?!?!? — Elena diz desesperada.
—Que vida Elena? Você e aquele bastardo que te come agora me jogaram na porra de um buraco sem nada, você pensou em mim por acaso? Diga-me sua puta, você pensou?
—Por favor, José. vamos conversar?
Olhei fundo nos olhos de Elena, e pude ver o quanto aquela puta me enojava, nunca senti tanta repulsa de alguém como eu sentia dela, estava montada, com ar de riqueza carregada em joias, era visível que o famoso El Gafe tinha feito muito por ela, com certeza ela tinha deixado ele foder todos os buracos existentes em seu corpo, e como uma boa puta ele a recompensava com seu mundo de luxo, eu nunca poderia dar isso a ela nunca! Eu realmente achei que ficaríamos juntos, ela me esperou quando estava na cadeia, achei que fosse minha parceira, Mas agora movido por toda minha raiva, esqueci-me de tudo que vimemos eu iria mostra-la o que traidores merecem já não me importa dinheiro e nem nada, muito menos a porra da minha vida, só queria fazer descer pela garganta de Elena tudo que passei cada chute no estômago que levei dos capangas de seu namoradinho, ela vai sentir tudo o que eu senti, vai sentir tudo!.

Por Christian...
Confesso que o medo tomava conta de cada terminação nervosa do meu corpo, não o medo de agir, de ir até lá e estar de frente aos bandidos, eu tinha medo que fosse frustrante à tentativa de resgatar meus filhos, e também ficava martelando na minha cabeça a ideia de Anastásia querer nos acompanhar, conheço Ana e sei que há essa hora sua mão deve estar formigando para conseguir pegar a chave de algum carro, ela que não ouse me contrariar e fazer alguma merda, já não basta nossos filhos no meio de toda essa tragédia. Anseio pela hora de colocar minhas mãos em José e Elena aqueles seres asquerosos vão me pagar, no passado eles se uniram para ver minha desgraça, mas sinceramente pra mim isso não tem nenhuma importância hoje, foi uma fase da minha vida que fiz questão de esquecer, mas agora eles vem novamente e mechem com meus filhos, minhas crianças que tanto amo e me orgulho, eles mexeram na pior ferida que tenho, vou mostrá-los o que um pai é capaz de fazer quando mexem com seus filhos.

(...)

Já estamos de frente à chácara, fico observando a movimentação, que praticamente é zero, a não ser por um carro que saiu com dois homens bem desconfiados, mas a raiva que me domina não faz eu sentir medo algum, Taylor e toda a equipe de segurança estão a postos bem atrás de mim. Todos estão armados
—_Senhor Grey, iremos na frente!- diz o chefe da segurança.
—_Não, somente me cubra! Quero entrar primeiro!
Saímos apressadamente dos carros optamos por deixa-los do lado de fora, para que ninguém que estivesse dentro escutasse algum barulho, se não nossa ação iria pra merda, e não era isso que queríamos tudo foi calculado, Taylor fez o plano da operação inteira, com certeza traçamos a abordagem melhor do que a própria policia.
Já lá dentro damos a volta pela casa e ao chegar na porta principal, posso ouvir duas vozes discutindo. Elena e José.
Estouro a porta com o pé e ao me ver, os dois tomam um enorme susto.
—_Christian! –Elena se surpreende ao me ver rodeado com minha equipe. Todos de arma apontada para eles
—_ Ergam as mãos!- grito. — Onde estão meus filhos? Vim para buscá-los e não sairei daqui sem eles, bando de ordinários!
Ao fundo, ouço um choro. É Theddy.
—_Taylor, assuma daqui!
—_Sim ,senhor Grey!
Ao dar dois passos em direção ao corredor, minha atenção se volta para Ana,como assim Anastasia? Merda!!! Eu pedi pra ela ficar, cade a porra dos seguranças? Minha esposa desobediente rompe a sala como uma leoa atrás de seus filhotes, estreito meus olhos e a encaro, mas sua expressão é a mesma, se eu quisesse tirá-la daqui nesse momento não conseguiria. Ela não irá ceder.
—_Onde estão os meus filhos? Que-ro meus fi-lhos!!!- seus olhos estão vermelhos de raiva, deixando-os mais azuis.
—_Ana, o que faz aqui?- indago.
—_O mesmo que você, vim para levar nossos filhos!
Ela passa por mim e ao cruzar com Elena, empurra-lhe com tanta força que a mesma vai ao chão.
—_Sua cadela, acerto minhas contas com você, mais tarde, te prometo!
Minha esposa entra pelo corredor e em segundos sai com Phoebe e Theddy agarrados à ela. Nossos olhares se cruzam e sinto tanto orgulho pela sua coragem e força. Ela sorri para mim com os olhos lacrimejantes e as crianças a agarram como se tivessem medo que ela os largassem ali.

—_Mamãe está aqui, não vou deixar ninguém tocar em vocês novamente, meu príncipe, minha princesa!- beija e os aperta sem parar.
Corro até eles e os abraço, aperto tão forte que Phoebe até reclama.
Tento me conter para não chorar, mas minha garganta arde e meu peito se abre , numa espécie de alívio. Eles estão sãos e salvos.
Beijo a cabecinha dos dois e em seguida, beijo de leve os lábios de Ana, minha leoa.
—_Leve-os para o carro, me espere lá!
Ana ainda lança um último olhar para Helena.
—_Quero cuidar daquela cachorra!
—_Nada disso, Ana, cuide dos nossos filhos, me espere lá fora. Deles cuido eu!
Ela para por um instante e finalmente resolve me obedecer.
—_Está bem, espero você no carro, não demore, por favor!
Ana leva meus filhos e respiro mais aliviado, agora é levar esses bandidos para a polícia e por falar em polícia ouço uma sirene. De repente, ouço um grito. É Ana. Corro para a porta e a cena que vejo, deixam meu corpo trêmulo e minha adrenalina a mil.
El Gafe tem uma arma apontada para a cabeça de Ana e meus filhos choram em desespero!
Vários carros se aproximam, uma voz grita no megafone!
—_Polícia!

Por Anastásia...

Liberte os reféns que vocês estão cercados!!!!
A policia de anunciava.
O sentimento que eu tinha agora era um misto de desespero e medo, eu temia muito mais agora pela vida de meus filhos, aquela arma apontada em nossas cabeças parecia que queria cortar os fios de nossas vidas, eu não me importava se ele atirasse em mim, com tanto que meus filhos saíssem bem, eles tinham o direito de viver suas vidas, eu também tinha mas tinha que colocar a deles acima de tudo.

—Por favor, faça o que quiser comigo, mas não toque em meus filhos!.
—Cale a sua boca, eu que decido aqui quem vive ou não. – ele ria maldosamente apontando aquela arma para mim.
—Senhor, por favor!
Theddy começou a chorar mais forte e Phoebe vendo o desespero do irmão pois se a chorar igual, eu não sabia o que fazia Christian estava do outro lado com a equipe, eu só queria fechar meus olhos e transportar meu marido meus filhos e eu para a nossa casa.
—Quietinhas crianças!!! A mãe de vocês é bem bonita. – o bandido dizia maldosamente – Seu pai é um cara de sorte, ou era né, já que estou pensando seriamente em meter uma bala na testa de sua mamãe.
—Bebes fiquem quietinhos, por favor, a mamãe esta aqui.
—Eu quero o papai mamãe. – Theddy dizia m meio a soluços.
—Calma filho, já já estaremos juntos meu amor por favor não chore.
—Isso crianças escutem a mamãe gostosa de vocês, minha querida se eu soubesse que você era assim tinha te sequestrado, e essa hora você estaria na suíça comigo, nem tinha perdido meu tempo com pouca coisa aqui. – o bandido fala alto despudoradamente.
Neste momento nem sei como, Elena e José chegam mais perto da gente, a policia adentrou na chácara, os seguranças continuam ai lado de Cristian a varias armas apontadas pra eles, mas o que eu temo mais é a que esta apontada em mim e em meus filhos.
—Como El? eu escutei direito! você tinha planos comigo, como pode me desmerecer assim, e o que vivemos não foi nada pra você?
—HAaaaa por favor querida, você acha que eu sou um homem que se prende a sentimentos, se eu soubesse que essa delicia estaria no meio – ele passa a arma em meu rosto e sinto o gelo se apoderar do meu estomago – levava vocês duas comigo, você nem precisava sentir ciúmes eu daria atenção as duas.
—Seu filho da puta já chega! – Christian enfurecido se aproxima.
—Fique ai esquentadinho, ou estouro os miolos dos seus filhos e dessa delicia. – o homem friamente dizia.
—A deixe e meus filhos vamos negociar. – Christian pede em meio o desespero.
—Eu quero um colete, e meus advogados, quero sair intacto daqui entenderam!
—Eu também me leve, peça por mim. – Elena dizia.
—HAaaa sua puta de luxo, você que se arrume fique com esse verme que esta do seu lado vocês se merecem.
—Meu Deus El. – Elena parecia não acreditar no que havia escutado.
—Esta vendo sua vadia, olha como vai ser o seu final, sem mim sem nada, nem esse filho da puta que estava te comendo vai lhe salvar, sinta o desespero, sinta-se sozinha vadia. – José dizia para Elena com um humor negro.
No meio de todos os questionamentos que eles faziam Theodore saio correndo em direção ao pai eu não pensei muito na hora me desprendi do bandido que me apontava a arma e sai correndo atrás de Theddy com minha Phoebe nos braços , chegamos do outro lado sem nenhum arranhão Christian nos abraçou , meus filhos se encolheram em nossos braços a procura de refugio, olhei para toda a confusão que se fazia em nossa frente os bandidos não tinham mais pra onde correr, agora eles estavam frente a frente o tal do El estava com a arma apontada José também, e Elena no meio.
—Por favor, não atire... Por favor, não atire. ... – ela pedia para os dois.
—Há querida Elena pra mim não a mais nada que me interessa nesse mundo, vamos morrer os três entendeu. – José apontava a arma com as mãos tremulas.
—Por favor, José eu imploro deixe me ir, não atire em mim eu quero viver.
—Pensasse antes querida, você não pensou em mim, você não pensou em nada porra agora você e esse filho da puta vão morrer.
—Por favor, não! Eu lhe imploro.
—Chegou a sua hora. Dê adeus a tudo e todos.
O barulho do tiro, um único tiro, foi à única coisa que todos escutaram pela última vez naquele lugar, me abaixei com Phoebe nos braços e Christian com Theddy, firmei meus olhos para frente e vi uma cena que com certeza me lembraria eternamente, Elena e El gafe estavam caídos no chão havia muito sangue, José estava com uma arma para baixo parecendo estar mergulhado em um mundo de loucura, a policia invadiu todo espaço José pediu para eles pararem apontou a arma para sua cabeça e atirou e em questão de segundos estava ao chão.