NKE-the night, the knight,and erick the wanderer
12 Parte 12
Nke – the night, the knight, and Erick (the wanderer)
Capitulo 12
Na sala de estar, Elizabeth pós um espelho na mesinha de centro de aparência muito estanha a moldura dele parecia uma seqüência de varias molduras com desenhos de flores pássaros e vários outros.
—bem vou começar pelo século XlV, pelos humanos conhecido como peste negra ao qual não tinha cura caso acabasse contraindo a doença, porem havia muitos poucos que conseguiram sobreviver – o reflexo do espelho sumiu e começaram a aparecer cenas de pessoas deitadas em suas camas que pareciam a beira da morte, mas do nada se levantavam – havia dois tipos delas, a primeira eram os vampiros que para se livrarem da doença beberam sangue humano e acabaram se tornando vulneráveis a sol e imortais com outros seqüelas que apareceram conforme sua idade aumentava, e os outros eram os lobisomens pessoas que se curavam de repente sem qualquer sentindo nisso, elas possuíam um efeito considerável da doença que era...
Depois do ocorrido com o Night, ela ficou seriamente preocupada com isso, deixar ele exercita o seu poder é algo problemático por ele ter origens nas sombras; elas poderiam começar a influenciar-lo e depois tomar controle dele, andando inconscientemente entrou num quarto quase vazio exceto por uma cama onde havia um homem amarrado que começou a gritar e se remexer na cama, então fechou a porta e saiu correndo para a cozinha onde pensou encontra Night ou Elizabeth as não encontrou então foi para a sala de estar e quando ia entrando acabou tropeçando no próprio pé e quase caindo de cara no chão mas uma mão a segurou e ajudou a ela fica em pé.
—quase que você caiu – Night a guiou para o sofá e a ajudou a se sentar e ela ainda olhava seu rosto sem cicatriz – a Elizabeth estava me contando a diferença entre vampiros e lobisomens
—na verdade não há diferença, humanos acreditam na forma de um vampiro quando esta se alimentando e na forma de um lobisomem quando está lutando, mas os dois são o mesmo, e na verdade é correto dizer que só existem vampiros, pois a peste que criou a doença lobisomem não existe mais
—entendi, mas vamos voltar a parte do que era o lobisomem
—tudo bem, mas acho melhor bebemos algo — o mordomo trouxe três xícaras e colocou na mesa sem falar nada – se ficamos falando sem parar, acabamos perdendo as palavras – tomou dois goles e respirou, Night e Roberta fizeram o mesmo – bem onde eu estava mesmo?
—no efeito colateral da doença
—obrigado, Night, bem esse efeito pode se assemelhar ao que acontece com os ratos seus dentes cresciam numa velocidade alarmante e matava o sobrevivente em ciclo de lua cheia onde se tornou a lenda do lobisomem onde suas vitimas eram dilaceradas, mas quando isso estava começando a ficar descontrolado por causa de um vampiro que desenvolveu a habilidade de recriar a doença lobisomem entre os humanos, mas então um deles veio até nós e pediu nossa ajuda para acabar com todos os outros e nós fizemos um acordo e exterminamos os outros e selamos ele.
—espera, aquele é o ultimo vampiro?
—sim, acho que fica tanto tempo preso no livro acabou bagunçando a cabeça dele
—bem, se ele volta ao normal está tudo bem, mas se não voltar poderíamos trancar-lo de novo?
—acredito que isso iria pagar sua existência, então não recomendo
—quanto tempo vai levar para ele voltar ao normal – Roberta perguntou
—não sei, mas vamos esperar
—tudo bem, mas tem algum lugar para exercícios aqui
—ainda bem que perguntou, eu e a Rosseta vamos ter que fazer alguns testes, eu vou cuidar da parte psicológica e mágica enquanto ela vai fazer os dois se esforçarem o suficiente para dormirem por três dias inteiros
— que teste vai ser esse – perguntou Night.
—bem, não vou estragar a surpresa, assim que a Rosseta acordar vamos começar o teste, a Roberta vem comigo e você ira com a Rosseta.
— parece ate um treinamento de super herói
—nos pegamos um pouco mais pesado, digamos que é mais para um torneio do que para ser torna um justiceiro
—gostei, mas e a parte mágica, psicológica como vai ser?
—dessa parte eu posso falar, pois sou que vou testá-los...
Ela explicou parte do processo e claro que deixou detalhes de fora para podemos se testados, conversamos por meia hora, até que Rosseta apareceu e ficou sentada junto da sua mãe enquanto eu questionava sobre os criados da casa.
—eles são espíritos, bem diferentes de fantasmas, eles possuem consciência de que já morrera, mas estão conformados, os que trabalham aqui são todos cujo objetivo de vida era servir.
—então caso esse seja seu objetivo de vida, mas você não faça ainda ira trabalhar aqui?
—nesse sentido não, pois os descontentes se tornam fantasmas
—mamãe, vamos começar os teste?
—tudo bem, Roberta me siga
—Night, está melhor?
—sim, mas nem isso iria me impedir, não conheço da minha força e preciso entender o que tenho para usar – ela se aproximou e me analisou com os olhos – o que foi?
—nenhum ferimento aberto, que bom se tivesse algum íamos ter de esperar até fecha completamente
—por quê?
— você vai ver, me siga – e ela saiu andando
—para uma criança de oitos anos de idade, ela age como uma de 21 – a seguiu ate o lado de fora que ele pensou que era inacessível, mas viu um belo jardim aparado, arvores, um canteiro de flores, e olhando para cima e os lados viu no lugar de um céu azul o oceano em sua vastidão, e no lugar dos pássaros havia peixes, tubarões, e ate baleias – que bonito
— também acho, vamos, é lá fora que vamos fazer o teste
—como assim? Aqui não dar?
— mamãe me disse para não estragar o jardim e não daria certo, você me venceria muito fácil, espero que goste de ser molhar
—o que? – ela correu para a parede de água entrando no oceano e fez um sinal de mão o chamando – bem, vamos
Assim que ele entrou no mar sentiu o frio e depois a pressão começou a agir sobre ele quando começou a perde a consciência sentiu uma mão no ombro, pensou ser Roberta e se sentiu aliviado quando o seu corpo voltou ao normal, ele se virou para agradecer, mas viu somente uma sombra que se chocou contra ele, desaparecendo, entrando em posição de luta, mas ficou assustado com a lentidão dos seus membros e acabou mal conseguindo defender um chute lateral que Rosseta deu parecendo deslizar caso estivesse em terra firme, lembrando que na água seria melhor nadar e conseguiu desviar de uma rocha pontuda que quase o pegou, mas ao aterrissar acabo sendo cortado por uma ponta escondida na areia, mal sentiu o ferimento, mas ele se abriu rasgando a perna inteira e ele sentiu a força diminuir enquanto a pressão da água aumentava e ele pensou que se mexesse iria diminuir a pressão em volta de si, mas isso só serviu para espalhar o sangue que saia da sua perna atraindo os tubarões que estavam por perto, de repente quis poder usar a pressão para si e como se fosse um desejo, a água em volta dele começou a ser empurrado deixando um vácuo quando os tubarões chegaram, ele mexeu a mão como quem afasta moscas e eles foram rebatidos para longe eles ficou surpreso com sua força e agilidade que mudaram completamente, ele olhou para Rosseta que estava voltando para a mansão.
—me impressionou, o que você para despertar essa força?
—só queria que a pressão que eu sentia me servisse de arma
—que estanho, assim que se passar pela barreira você deveria fica imune, quando se contorceu era por causa disso e não do frio?
—Sim, o frio não incomodou tanto
—bem diferente, nós vamos continuar, mas depois de cura sua perna, consegue andar?
—mancando, mas consigo
—vamos que eu ter dou uma ajuda
— não precisa, e você não tem altura para isso – então cresceu aparentemente do nada – desculpe pelo que disse – dando o braço voltaram para dentro e secaram e ela voltou a ser criança e ajudou à cura a ferida dele.
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