Não me deixe partir
1 Capítulo único.
Notas iniciais
Espero agradar os fãs do gênero assim como eu estou contente com essa fic. Sherlock x Watson o/
Boa leitura!
Obs: Fic também publicada no Blog Virgem Suicida.
Apesar da vida atribulada e sempre cercada de perigos e mistérios, Sherlock Holmes, estava tranquilo, não se preocupava com coisas que não fossem ele mesmo e seus experimentos. Porém ficou muito abalado quando seu companheiro John Watson deu a notícia que iria se casar e mudaria-se em breve.
Que sensação era aquela que lhe embrulhava o estômago apenas em pensar como seria sua partida? Porque seu coração parecia diminuir o tamanho ao ver a maneira que seu amigo sorria de felicidade?
Mas na verdade Watson não estava tão feliz assim, seu coração também apertava quando imaginava o detetive sozinho; Vivendo trancado naquele apartamento em Baker Street, no escuro e em meio a sua bagunça, sem ninguém para leva-lo para fora daquele lugar.
Talvez quisesse fugir de algo, da insanidade do amigo, do seu ego, talvez... quisesse fugir de algo mais forte que estes.
Sua esposa era linda e ele gostava dela, porém não era satisfatória a ideia de estar com ela para sempre.
Passado um tempo, ambos sentiam uma forte dor de saudade antes mesmo do médico partir.
Já havia retirado quase todos os seus pertences, faltavam apenas algumas peças de roupas que, provavelmente, Holmes havia "roubado". O carro de aluguel partiu levando suas coisas e sua noiva para a casa nova, os cavalos trotavam na lama que a chuva de alguns minutos atrás havia deixado nas ruas de Londres. Watson estava parado em frente o numero 221B, preparando-se para entrar e pegar suas roupas de volta e, quem sabe, ficar mais um pouco.
Quando Watson entrou percebeu que Holmes havia fechado todas as cortinas e tocava uma triste melodia em seu violino.
– Fazem 10 minutos que eu sai e você já se protegeu do mundo civilizado?
"Civilizado? O mundo?" — Foi o que passou pela cabeça do detetive, porém nada disse, continuou tocando e só apertava suas pálpebras para proteger suas iris negras da luz que entrava violentamente por cada cortina que era aberta. Lá fora as nuvens carregadas começavam a se fechar e dava para ouvir alguns trovões ao longe.
A melancolia das notas musicais faziam o coração do loiro tremer.
– E como vai indo seu novo caso? — Watson se referia ao primeiro caso de Holmes, em anos, sem ele.
– Nosso novo caso Watson! — ele disse frio e áspero.
– Você sabe muito bem que eu estou abandonando tudo Holmes. — havia um certo tom de irritação na voz do jovem médico, a teimosia de Holmes, na verdade, o irritava.
O detetive encerrou sua música com uma última puxada de notas, fina e desafinada, encarou a parede da frente, não queria encarar as lindas irís azuis do doutor.
– Então porque voltou?
– Gostaria que o senhor devolvesse minhas roupas! — o loiro jogou seu casaco para trás para poder depositar suas mãos nos bolsos da sua calça. Sherlock disfarçou seu triste sorriso.
– Estão lá em cima de sua cama, pode ir pega-las. — E retomou sua melancólica sinfonia com o violino. Watson sentiu a frieza dele em relação a sua partida, fingia que não se importava e conseguia convencer isso.
Se dirigiu um pouco desnorteado até sua antiga cama e encontrou todas as roupas jogadas e amassadas, usando um leve poder de intuição que adquirira com seu companheiro, imaginou-o jogando as roupas sobre a cama com raiva.
Sherlock permanecia na sala, o coração amedrontado e isso o deixava furioso, não sentia isso nem sob mira de armas e agora... sentia uma agustia querendo explodir pelo peito.
O médico voltou com uma pequena mala em mãos, parou em frente ao detetive que o olhou e depois desviou seus olhos para as mãos que tocavam o violino.
– Pare de tocar por um minuto... — Holmes pareceu ignora-lo e continuou tocando, só que agora mais rápido. — Holmes pare com esse barulho infernal! — o loiro se irritava e Sherlock passou a encarar os ameaçadores olhos azuis, aumentando o ritmo da melodia que transmitiu ódio e angustia.
– Holmes! — Watson gritou e apertou os punhos, o detetive agora estava de pé, tocando e tocando o mais rápido que podia.
Um forte trovão fez estremecer a cena no mesmo momento em que o jovem médico havia abandonado suas malas e segurado os pulsos do menor. O dia já estava escuro, entrava pouca luz pelas janelas, luz de uma manhã devorada pela chuva. As pupilas do doutor estavam dilatadas, grandes, um azul mais intensso que o normal e assustadoras.
– Chega com esse barulho. — disse pausadamente.
– Você não ia embora Watson? — seus olhos negros estremeceram.
– É isso que você quer? — o loiro soltou seus pulsos.
– É isso que você quer... — sentou em sua poltrona e começou a tocar seu violino com as pontas dos dedos. Watson esperou que ele dissesse algo, porém, calou-se, estava morto, um morto com seus olhos apagados tocando seu instrumento favorito.
– Então... — o mais alto apanhou a mala- eu estou indo embora. — Holmes deu de ombros e virou todo o conteúdo de uma garrafa de vinho garganta abaixo. Nada disse.
Watson já fechava a porta atrás de si quando ouviu passos rápidos e seu nome sendo chamado.
– Watson!
– Sim Sherlock. — virou-se tentando permanecer frio, mesmo estando apreensivo.
– Eu preciso que... — calou-se e desviou seus olhos para a mala.
– Precisa...
– Preciso de sua ajuda nesse caso... — tornou olha-lo para não perder seu desejo se sempre ser superior.
– Holmes por favor, deixe de ser teimoso. — Seu coração bateu em descontentamento.
– Por favor você Watson! Deixe de ser teimoso você Watson! — sua postura passava confiança e desejo, como se amasse situações que causavam desconforto. — Você não a ama. Você não quer ir. Porém é burro o suficiente para pensar que será feliz com ela. — Holmes sentiu que pecou com as palavras, mas a palavra é como uma pedra atirada, só voltaria se alguém a jogasse de volta.
– Burro? — Watson fechou a porta e abandonou a mala, caminhando até o moreno sorrateiro como um felino, fitando-o com seus olhos de caçador. — Você não quer que eu vá embora, nunca quis! — parou em frente ao menor, sentindo seu cheiro de vinho. — Porque você não implora para que eu fique?
Sherlock permaneceu imóvel, com os braços dobrados nas costas, porém por dentro estava gélido com tal pedido, seu ágil raciocínio o deixou na mão dessa vez. Tentou dar uma resposta a altura, mas não conseguiu formular uma só palavra. Continuou encarando o mais alto então, sem deixar a pose cair. Uma sensação de arrepios subia e descia por todo seu corpo a cada vez que reparava nos olhos hipnotizantes o médico.
– Vamos detetive... — estava cada vez mais próximo. Queria por toda a pose de Holmes a prova.
– Watson...
– Diga... — a pele branca se arrepiou ao ouvir o próprio nome.
– Vá embora. — o moreno respirou fundo.
– Me obrigue! — Foi então que ambos perceberam em qual encrenca atrativa que estavam metidos; estavam se provocando, não que isso fosse anormal, mas nunca haviam chegado a ponto de sentir prazer físico com tais provocações.
– Me obrigue a implorar que fique! — Holmes sorriu com sua frase desconexa e o loiro reparou em seu amigo como nunca antes, a barba ainda por fazer, os olhos escuros como a noite, os cabelos bagunçados e aqueles deliciosos lábios que agora ansiava tanto. Tudo tão próximo.
– Irei obriga-lo então! — Suas palavras foram firmes assim como suas mãos pegando-o pela cintura e trazendo-o para mais perto. Encostou sua testa na do menor deixando seu nariz tragar aquela essência de vinho e produtos químicos. O moreno também deixou-se levar pelas narinas, deixando-as "farejar" o perfume do jovem médico da mesma maneira como fareja o cheiro das pistas.
Os lábios estavam tão próximos, respiravam o mesmo ar e sentiam os corpos se roçando. Sentiam na verdade um nojo extraordinário, algo como uma repulsa necessária.
O primeiro passo foi o médico quem deu, cravando suas curtas unhas na cintura de Holmes, este que deu o segundo passo que foi respirar com dificuldade ao morder os lábios sedentos de Watson. Apartir de então o terceiro passo se perdeu. Sherlock invadia a boca do médico com sua ágil língua, se enlaçando com a dele e mostrando uma habilidade a mais do detetive. Watson tirava os suspensórios de Holmes enquanto deleitava-se com as mãos do moreno explorando seu pescoço e forçando entrada quase impossíveis por seu casaco.
A chuva permanecia implacável lá fora, assim como as mãos de Watson que aos poucos ia percorrendo a pele quente do amigo que teimava em se esconder debaixo da roupa. Com os corpos cada vez mais em atrito já era possível sentir os membros rígidos se roçando por baixo dos tecidos daquelas malditas roupas que teimavam em não sair.
O médico buscava o pescoço do outro com desespero, sugando-o e mordendo-o, sentindo seu perfume e ouvindo os baixos gemidos do menor.
As mãos de Sherlock enfim descobriram uma maneira de abrir os teimosos botões da camisa branca e da calça do loiro, abrindo-os em sequência, com uma mão espalmada sobre seu peito semi nu e outra adentrando sua cueca, apertando com força a rigidez do seu médico e assistente.
Watson aos poucos começou a gemer mais alto, a mão do detetive desci e subia pelo membro do companheiro, parava na glande acariciando-a com a palma da sua mão. Sentia espasmos de prazer subir pelo seu corpo, viajou em devaneios com seus olhos fechados, deixando-se ser masturbado sem pudor. Foi despertado quando Sherlock o puxou pela gravata, levando-o de volta para a grande sala e empurrando-o para a sua grande poltrona. O detetive ficou parado a frente dele dizendo indecências em francês enquanto Watson, sem fazer esforços para compreender, percorria com seus olhos o corpo maravilhosamente atraente ali parado e deixou seu olhar pousar sobre o volume que pulsava para sair de dentro da calça do companheiro. Holmes sorriu e apoiou com as mãos nos braços da poltrona e encarou o loiro bem de perto, abaixou-se beijando o peito definido do parceiro e arrancando gemidos do mesmo quando mordiscava seus mamilos.
Watson aos poucos começou a gemer mais alto, a mão do detetive desci e subia pelo membro do companheiro, parava na glande acariciando-a com a palma da sua mão. Sentia espasmos de prazer subir pelo seu corpo, viajou em devaneios com seus olhos fechados, deixando-se ser masturbado sem pudor. Foi despertado quando Sherlock o puxou pela gravata, levando-o de volta para a grande sala e empurrando-o para a sua grande poltrona. O detetive ficou parado a frente dele dizendo indecências em francês enquanto Watson, sem fazer esforços para compreender, percorria com seus olhos o corpo maravilhosamente atraente ali parado e deixou seu olhar pousar sobre o volume que pulsava para sair de dentro da calça do companheiro. Holmes sorriu e apoiou com as mãos nos braços da poltrona e encarou o loiro bem de perto, abaixou-se beijando o peito definido do médico e arrancando gemidos do mesmo quando mordiscava seus mamilos.
Tremeu quando Sherlock parou e riu da reação do outro, se levantou até colar seus lábios nos macios lábios de Watson.
– John... — o loiro abriu seus olhos angustiados e encarou o detetive. — Você não vai embora daqui e quer saber o porquê? — o loiro assentiu com a cabeça. — Porquê você é meu, caro Watson. Somente meu assistente e único no qual deposito toda a minha confiança. Se atreva a ir e verá que nunca conseguirá me tirar dos seus pensamentos.
O loiro sorriu, um sorriso de lado, tímido, deixando seu rosto ficar rubro. Afinal, sempre foi um eterno sentimental, e ouvir aquelas palavras do detetive, que nunca expressava romantismo algum, foi algo que o deixou explodindo de felicidade por dentro. E descobriu do que estava tentando fugir, do amor que sentia pelo amigo e só agora compreendeu. Sherlock sorria de canto, pervertido e amante das situações de súplica.
Os olhos de Watson suplicavam. O médico teve suas roupas de baixo arrancadas e jogadas para longe, sentindo o frio do dia chuvoso na pele e os toques quentes das mãos ásperas do moreno em suas pernas, encaixando seu corpo entre elas.
Gemia com os lábios fechados enquanto o moreno roçava com força seu membro ainda dentro das calças contra o dele, beijando e arranhando seu corpo. Watson segurou em seus braços, quase que implorando para que ele parasse com aquela maravilhosa tortura, tirou-o de cima de si e o trocou de posição, jogando-o contra a poltrona. Sorriu e ergueu uma de suas sobrancelhas, olhou para o membro pulsante do moreno e voltou a olha-lo nos olhos. Sherlock respirava rápido, tentava sorrir mesmo sabendo o que aquele olhar de descontrole do médico significava, teria que lutar pelo seu orgulho ou seria consumido em questão de minutos.
Tentou sair debaixo do mais alto, mas era uma tarefa impossível de se conseguir depois de te-lo torturado por tantos longos minutos. Era segurado pelos braços e suas pernas presas pelas do médico.
– Você não vai sair dai até que eu me satisfaça. — soltou um risada sensual e deliciosa, Holmes sabia que seria dele, mesmo que lutasse, mas não queria se dar por vencido e lutaria pelo controle até que Watson o tomasse enfim.
O médico elevou as mãos do detetive até o alto, segurando seus pulsos unidos. Deixou seu olhar pousado nos do moreno e com a mão livre abriu o botão da calça, abaixando-a junto com a roupa intima e trazendo sua rigidez para a liberdade, acariciando e apertando com leveza. Holmes mordia o lábio inferior e tentava desviar o olhar, mas o jovem médico encostou sua testa na dele, hipnotizando-o com seus olhos de safira.
Logo havia tirado toda a roupa de baixo do detetive, sentou sobre os joelhos na poltrona e trouxe-o para seu colo, deixando-o com o tronco ereto enquanto o masturbava e chupava seus mamilos.
– Quero que você saiba... — disse o médico roçando seu membro contra as costas do outro. — eu não vou ficar porque sou seu... — levou seu dedo até a entrada de Holmes. — Vou ficar porque eu preciso de você... — e penetrou com um dedo, sentindo o canal se contraindo contra seus movimento e seu parceiro gemendo sem abrir seus olhos. — e porque você precisa de mim. — O moreno colou seus lábios ao do loiro com desespero, precisa cala-lo para que ele não deixasse seu sentimentalismo envolve-lo, queria sexo, queria sentir um prazer absoluto que somente o médico poderia lhe dar. Movia seu quadril junto com o dedos do médico, arfando e se arrepiando com a brutalidade que era tocado.
– Watson... — Holmes sussurrou em meio aos gemidos.
– Eu sei... — E sabia mesmo. Tirou seu dedo de dentro do detetive e posicionou seu membro na entrada, sem mais pensar penetrou-o num impulso, arrancando-lhe um gemido longo. Deixou que o corpo dele o aceitasse, parado por alguns minutos, sentindo o canal se contraindo e relaxando em volta de seu membro. O detetive começou a se mexer, já estava esperando o suficiente.
– Watson... por favor. — Sua suplica foi atendida em questão de segundos. O loiro segurou-o pelas coxas, levando uma até seus ombros e iniciando estocadas com força, tentando preenche-lo por completo, lhe tirando gemidos altos e descompassados. Sherlock o mordia, deixando marcas que levariam dias pra sumir.
– Será muito gratificante se ela ver essas marcas... — O médico o penetrou com mais força, cortando seu comentário provocativo, tocando no fundo, sentiu a suas pernas tremerem, mas por mais que o violentasse, sentiu que não seria o bastante. Tomou o membro do companheiro e começou a masturba-lo, tão rápido e intenso quanto as estocadas que a cada novo segundo rendiam o Sr. da lei.
– Holmes... — chamou o médico. O detetive se arrepiou e olhou-o com seus olhos que tremiam a cada movimento em seu interior. — Nunca me deixe partir, por favor? — Sherlock sorriu satisfeito, esse foi o sinal para que o loiro o beijasse e enterrasse seu membro de uma só vez, acariciando seu ponto de prazer e forçando a masturbação até sentir o liquido de moreno escorrendo por suas mãos e molhando ambos. Isso também foi tudo o que o loiro precisava para também preencher o espaço interno que restava de seu amigo com seu prazer.
Holmes relaxou o corpo, deixando-se ser amparado pelo médico. Ambos ofegavam e se encaravam, sérios e tensos, tomando consciência dos próprios fatos.
– Isso... não deveria... ter acontecido... — Watson arfava e mal conseguia falar, porém ainda estava abraçado ao moreno. Esse por sua vez esboçou um triste sorriso, decepção talvez.
– Você se arrependeu? — sussurrou separando seu peito do outro.
– Não é bem assim, é que... — ele olhou para baixo, vendo seus corpos nus, sentindo que Sherlock agora sentia vergonha e ele sentindo culpa. Ambos ficaram calados, o moreno ensaiava movimentos para sair de perto dele, mas estava fraco e seu colo era confortável demais.
– Bom, se você não se importa, eu gostaria de me vestir. — Holmes sorriu para ele, porém ainda não se mostrava feliz.
– Mas eu não respondi a sua pergunta ainda. — Ele abraçou o detetive com força, prendendo-o em seus braços fortes e beijando-lhe a face. — Eu não me arrependi, eu só tenho medo de que você só esteja procurando por prazer próprio, coisa tipica, pois você se ama demais para amar outra pessoa e... — Holmes o calou com um beijo.
– Eu odeio quando você fala demais Watson. — ele deu espaço para o médico sentasse na poltrona e ele se aconchegasse em seu colo. — Fique quieto e me passe meu cachimbo sim? — deitou-se em seu peito e fechou os olhos que precisavam de um descanso junto ao resto do corpo, talvez nem chegaria a fumar. O médico passou a sorrir, um sorriso que fazia doer suas bochechas, mas era inevitável.
– Meu Deus! — levou sua mão até a testa. — O que direi para Mary?
– Isso é elementar e problema somente seu meu caro Watson. — ele riu baixo. — Eu particularmente não ligo para ela. — O jovem médico por um curto momento o olhou com reprova, mas logo após riu. Esse era o Sherlock que estava habituado e talvez agora completamente apaixonado. Apoiou sua cabeça na dele e permitiu-se descansar, afinal, era uma tarde de muita chuva, nada melhor do que calor humano e silêncio.
Notas finais
Ah ficou bem bonito para minha primeira fic Yaoi neh? Tudo bem que ela foi escrita em Junho e já tenho várias outras, mas a primeira é aquela que a gente nunca esquece =3
Criticas (construtivas), dicas e claro ELOGIOS... todos serão bem aceito.
Obrigada por ter lido. bjo
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