Mélodies Dun Piano Brisé

12 ~ précipitations ~


Notas iniciais
Pois bem, Eu realmente sabia que este capitulo ia fica meio chato... eu sinto muito se niguem gosta, por que eu não sabia muito que coloca, somente o final que é interesante, sim... Sim! É verdade gente... Eu sinto muito mesmo se não ficou nada bom... ou se ficou simples de mais... Apenas eu espero que seja o que for... que pelo menos gostem do final TT.TTO proximo sera mais interesante, e para os que esperam que Gabbe fique mais perto de Lucen, acho que esta chegando a hora de algumas verdades :)

Mélodie cinq ~ précipitations ~

Quando percebi, as coisas entre nos tinha ficado frias, o que me fez ficar feliz, pois quanto mais longe Lucen fique de mim, melhor ela ira estar. Mesmo isto provocando leves cortes em minha própria alma. Se eu tivesse escolha, eu deveria escolher nunca ter amado-a. Mais é tarde de mais.

Os dias apenas passavam, mais as chuvas em Venus Cove não. A pequena vila parecia estar isolada do mundo a fora. Eu estava seguro de que os pressentimentos que tinha tido a alguns dias se tornassem reais, o que me fazia temer um pouco o que iria acontecer, posto que era o desconhecido por agora o que nos enfrentávamos. Temia por Ivy e Bethany, principalmente Bethany, ela era muito fraca comparada a mim e a Ivy, esta ainda era sua primeira missão na terra, e por o que eu vi, Xavier era o seu fraco eminente, assim como Lucen era o meu. Mais diferente de Bethany, eu controlava meus sentimentos, e tentava sempre manter Lucen longe. Mais Bethany não... Ela era muito diferente, era mais humana do que um anjo poderia ser. E diferente de nos, os anjos, o ser humano é fraco, e cai fácil em tentação, principalmente quando se trata deste sentimento chamado amor. É exatamente por isto que nos os anjos não somos permitidos de amar da mesma forma que os humanos. fomos criados pelo amor, e amamos, amamos nosso pai, o criador, amamos a humanidade e suas almas, amamos os humanos, mais não é permitido ser um amor individual, e sim fraterno.

Enquanto tomava uma xícara de café preto admirava a janela, e em seu vidro as goticulas de chuva deslizavam ate chegar o fim. Era uma triste paisagem. Principalmente por que me fazia lembra a ela.

— Eu amo a chuva Gabriel! Você não a acha linda? É como se o céu tivesse chorando. — Me lembre vagamente daquelas palavras que um dia ela me dici, com seu moribundo e terno riso. Tão naturais, tão cheios de vida, que me costa acreditar que hoje em dia ela mal sorrir.

— Lucen... — Um sussurro se passou em meus lábios.

— Bom dia irmão, parece que hoje você acordou mais cedo do que o normal. — Ivy entrou na cozinha, com seu típico sorriso angelical.

— Bom dia Ivy. Como hoje era meu dia de fazer o café da manha, acordei um pouco mais cedo do normal... — falei com um sorriso delicado para ela.

— Entendo... Acho que Bethany, já esta para a acorda. — Ela falou enquanto que sentava em uma das cadeiras ao redor da mesa do cafe, esperando a que Bethany chegara para tomar o cafe juntos.

— Bom dia... — Bethany aparecera a apenas alguns minutos depois.

Sentamos e tomamos nosso típico café familiar, e Bethany começo a conversa.

— Parece que o pessoal lá da escola, vai fazer outras daquelas festas... Um tanto... Vocês sabe... Coisas de garotos da idade deles. — fez eu ergue uma sobrancelha e perguntei.

— Hm... E quando vai ser você sabe ? — falei enquanto que levava um copo de suco ate minha boca e bebia um gole.

— Vai ser neste próximo domingo. Na praia. — ela parecia meio preocupada. — Mais depois do que aconteceu naquela festa, Xavier acho melhor nem ele nem eu irmos... Mais a verdade é que estou um pouco preocupada, pode acontecer algum acidente.

— Hm... Se eu disser a verdade, eu acharia melhor damos uma passada lá para observa se esta tudo bem que vocês acha? — Ivy deu uma idéia. — Que você acha Gabriel... Acha que temos que observa-los de perto ?

— O natural dos adolecentes em estas festa é fazer tudo o que tem de proibido, o que alguns deles consideram atos, como ele dizem... Um ato " maneiro". — Dei uma breve explicação a ela enquanto que pensava sobre o asunto. — Considerando isto, podemos da uma passada de longe para ver o que esta acontecendo, ou podemos ver uma maneira de acabar com estas festas.

— Se bem que com nossa vinda aqui em Venus Cove, muitos dos adolecentes que antes iam a estas festas pararam de fazer muitas burradas, as que antes eles cometiam... Como de beber tanto e entra em coma alcolica, hoje, eles já bebem mais controlados do que antes. — Ivy, deu uma breve explicação.

— Sim, isto é verdade, eu os noto mais vivos do quan antes, eles parecem muito mais interesados nos estudos, e é claro, muitos dos rapazes sempre vão fazer caridade, na paroquia onde esta a Ivy, não é irmã?- Ivy sorriu para Bethany, e ela continuara. — E as meninas gostam tanto de você, que algumas ate estão parando de se comportar como antes, de forma atirada irmão.

— Você esta certa Bethany... Mais ainda não podemos nos dar como vencidos. Lebre-se de que as forças das trevas ainda não deram com as caras. — O sorriso que antes ocupava seu rosto, se tornara uma face meio triste e preocupada.

— Sim eu sei, mais eu queria entender, por que... Por que eles estão demorando tanto para darem as caras...? — Ela ainda não entendia, Bethany é como uma criança, ainda tem muito que aprender, ela tem que aprender a ser um anjo. Mais isto me preocupa, ela parece esta aprendendo a ser mais humana do que anjo.

— Bethany carinho, os agentes das trevas são simplesmente, aquilo que dizemos imprevisíveis. Nunca sabemos quem eles podem ser, diferente de nos os anjos. Eles conseguem se esconderem bem, eles tem um modo de esconderem suas trevas, fazendo nos os anjos não perceberemos. Mais quando for a hora de eles se mostrarem, vão acabar por nos supriender. Esta é a pior coisa. — Ivy falou calmamente com Bethany, tentando explica melhor para ela, mais no final, não duvidou em fazer um rosto triste.

— É por isto que devemos estar de olhos bem abertos e não baixar a guarda. — felei para elas enquanto que as entre olhava com meus olhos seriosamente. De nos três, eu sou o que tem mais experiências de trata e lutar conta as forças das trevas, em verdade, diferente delas, sou aqueles que chama de herói de deus, junto aos outros sete sagrados, combate-mos os execitos do inferno, Ivy é uma serafim, e o poder dela é o da cura, e Bethany é apenas um pequeno anjo, ainda falta muito para ela.

Depois de decidi que apenas daríamos uma passada na festa, mais olhar de longe, para ver se estava tudo bem. Bethany e eu fomos ao colégio. Assim que nos dividimos, fui ate minha sala, naquele manhã tinha classe a primeiro tempo com os de quarto curso. E pela tarde, depois do recreio, teria aulas com os de ultimo ano. Veria a Lucen.

A manhã passou quase em um pulo, o tempo parecia correr, o tempo humano, e tão efêmero. Na hora do recreio, decidi caminhar para tomar um pouco de ar e pensa um pouco mais nas conversas de hoje de manha, e sobre aquele pressentimento que tive em alguns dias, o que se tornava cada vez alarmante. A paisagem era melancolia, um tempo chuvoso e fechado, o vento e seus sussurros percorriam os galhos das arvores. O tempo não era um dos melhores, e ate confesso que sentia saudades dos raios de luz do sol, mais este tempo não era tão mal, ele era calmo, e mesmo sem a luz do sol, ele me fazia bem.

— Então você vai para a festa este domingo...? — duas meninas comentavam perto do corredor onde eu tinha parado para admira a chuva.

— Não minha mãe disse que é melhor eu não ir, pois sabe como alguns aqui do colégio são, ela fica preocupada, e eu não quero preocupar-lá. — A outra menina que logo a reconheci falara para a outra. Elas eram Agatha Fernandes e a Christine Oliveira, duas meninas que formavam parte da orquestra do colégio, e amigas de Lucen.

— No caso então só vou eu, o Jack, o Justin e a Lucen. — Christine comentou com a amiga. E mais uma vez aquele nome me fizera presta mais atenção do que eu não devia ter prestado.

— Mais a Lucen disse que não queria ir. — Agatha voltou a comenta com a Christine.

— Mais eu vou puxar-lá, já estou arta de ver-lá daquele jeito, o profe... Quer disser o C. só a faz sofrer cada vez mais... Outro dia eu chegue em sua casa para uma breve visita e a encontrei novamente triste. Sabe, eu acho que não tem nada a ver com aquele rapaz que ela conheceu no passado, eu acredito que apenas ela teve uma incrível e estranha sorte de conhecer duas pessoas iguais, de nome e físico, mais eu não acho que seja ele, ela deve esta mesmo se confundido toda. Por isto vou fazer ela esquecer ele, eu acho melhor, se não esta pequena obsessão danina que a faz querer disser que eles são as mesmas pessoas, vai acabar machucando-a muito. — Em sua tonalidade de voz e em seu interior, pude ver uma grande preocupação.

— Mais Chris, não acha que isto apenas vai piorar... Se você tentar fazer que ela o esqueça, pode ser ate pior. Daniel disse que seria melhor que a deixem um pouco na questão esta, eu também concordo com ele, talvez se ela refletir por se só e ver o que era o melhor, talvez... — Mais Chris não a deixou continuar.

— Chris! Agatha! — pude reconhecer aquele pequenos gritos de longe. Um tom animado em sua voz, ate chegava ser triste, de ver como ela se esforçava para aparentar esta bem. — olha o que eu ganhei !

— O que bebe? — Christine escondera todo seus sentimentos de preocupação por Lucen, e formara um sentimento de carinho.

— Jack me compro um chaveiro de ursinho , olha que fofu, e o Dany me comprou uma caixa de chocolate... Eu to tão feliz por isto. — A animação em sua voz era verdadeira, mesmo no fundo ela ainda estando mal.

Estava na cara que ela estava assim por minha causa. Isto apenas me fazia sentir mal, e por primeira vês eu quis desistir desta missão. Ate cheguei. Me perguntar. Se eles sabiam que ela estava aqui, por que me mandaram a mim? Eu sei muito bem que esta pergunta não sera respondida. O passado tinha passado, talvez era isto que as altas esferas queriam me comunicar com esta missão... Eu deveria esquecer-lá de vez. Mais sua precensi aqui... Apenas a fazia mais inesquecível para mim.

A classe não demoro em começar, todos estavam lá na hora exata. O que tinha se tornado um ato normal. Assim que passei lista a classe começou. Primeiramente dei umas teorias para ele sobre a vida de Johan Sebastian Bach, como um musico importante e um ótimo compositor. A maioria parecia interessados, ate mesmo aqueles que não tinha um grande interesse pela música clássica. O que fazia da aula um tanto proveitosa. Lucen também parecia interesses na classe, mesmo a semanas que tratava de não me olhar, ela tentava presta um pouco de atenção. Bach era um de seus grandes preferidos, ate me fez sorrir ao olhar para ela, mais ela não percebera, pois seu rosto estava abaixado, e mesmo que foi por apenas menos de um segundo. Uma emoção que não deveria de existir, tomou conta de mim. Por que as lembranças dela eram acolhedoras.

Assim que acabamos com a teoria de Bach, colocamos em pratica uma de suas melodias, a melodia minuet, conhecida por todos, e apreciadas por aquela que ama e são apaixonados por música clássica. Muitos ainda lhes faltava muito para aprender tocar direito em seus instrumentos a melodia Minuet, mais outros as conheciam ao pê da letra.

No final a classe acabara, tanto como as outras os alunos a aproveitaram. A maioria já tinha saído de sala, depois de se despedirem de mim, mais Lucen e seus amigos permanecia ainda lá, estavam guardando seus instrumentos em seus respectivos estojos, conversavam animados. Logo que acabaram passaram pela porta, e disseram um breve ate logo. E eu respondi com um — ate semana que vem. — e eles se foram.

As ultimas aulas que eu tinha que dar passaram rápidas, mais rápidas do que o normal. Percebi que desde aquela acontecimento de alguns dias atras, tudo parecia esta normal. Parecia ter volto a uma missão normal. Mesmo eu sabendo que minha presencia para ela, poderia acabar por ferir-lá mais do que já esta. Eu realmente deveria ter-lá esquecido, e principalmente, ela deveria ter me esquecido.

A sexta acabou por termina, mais a chuva não passava, mais na manha seguinte de sábado, o sol tinha voltado sair, e parecia que iria continuar assim para o domingo, e talvez o resto da semana.

O sábado passou mais rápido do esperado, pela manha fomos a igreja a ajudar a caridade para a qual Ivy trabalhava, demos comidas para aqueles que precisavam. E reparo os brinquedos para as crianças órfãs do orfanato da igreja. Logo tivemos um almoço em família, o qual também compareceu Xavier. No final da tarde ele e Bethany foram da um passeio, e eu e Ivy ficamos em casa, preparando algumas coisas para o outro dia, que pela manha iríamos a missa, e entrega algumas coisas mais para os órfãs .

O domingo logo chegara, e com ele aquela festa que tanto passara a preocupar. Naquela mesma manha fomos a missa, e logo depois, fomos ao orfanato. Depois do almoço esperamos a que chegasse a hora do passeio na praia, iríamos espera a hora da festa.

— Lucen... — Sem percebe seu nome se escapuliu de meus lábios. Nem estava pensando nela, mais...

— O que você falou irmão? — Perguntou Bethany curiosa. — Não falei nada, apenas pensei em alto. — tentei corta a conversa antes que ela se estendesse, o que Bethany entendera bem, e Ivy, nada elas comentara.

Continuamos a caminhada ate a praia. Olhei para o relógio em meu pulso, e vi que eram quase as dês da noite.

— Não são eles ali ? — Ivy falou enquanto apontava para um grupo grandioso de jovens.

Quando demos uma olhada um pouco mais de perto, mais ao mesmo tempo um pouco escondidos apenas tentando de ver se estava tudo bem, podemos ver alguns dos jovens bebendo, alegres, conversando. alguns em grupinhos numerosos, outros a sois, alguns casais se beijando, fora a grande quantidade de álcool parecia esta tudo muito bem, nada de mal parecia ir acontecer... Mais não era o que eu esperava, assim que a vi. Lucen estava ali... O que quase me fez perder o controle e ir correndo ate lá. Mais me segurei, Bethany e Ivy não sabia nada sobre aquilo, o passado que eu guardava. Escondido.

— Que vocês acham, será que devemos ficar aqui a observa mais- Bethany perguntou .

— Acho que seria bom ficar a observar por alguns minutos mais. — Falei um tanto serio.

— Talvez seja uma boa oportunidade para os agentes das trevas dar as caras. — A preocupação na voz de Ivy era eminente. — Então vamos observa um pouco mais. — Bethany esperara calma, mais ao mesmo tempo parecia um tanto inquieta.

Em todo o momento, não conseguia tirar os olhos de Lucen, desde da pedra na qual os três estávamos sentados. A brisa do mar a noite era fria, e acariciava minha pele de tal forma que teria que me fazer sentir bem, mais ao ver Lucen daquele jeito, me fazia ficar inquieto por dentro. Ela estava completamente bêbada, ela dançava sem se importa com o que tinha envolta, ate chegara a dança com um dos seus colegas de classe, o que me fez sentir um pouco de... Raiva.

— Acho que nada ira acontecer por hoje, sera melhor irmos. Já é tarde, são quase meia noite, Bethany você precisa descançar para a aula amanha. — Me levantei de onde estava sentado, eu não agüentava ver-lá daquele jeito, e se eu me descontrolase na frende de Ivy e Bethany poderia ser muito mal.

— Acredita mesmo que ira ficar tudo bem Gabbe ? — me perguntou Ivy um pouco preocupada. Me olhando ao mesmo tempo que Bethany.

— Sim, acredito que tudo ficara bem. — Eu não deveria esta me sentido assim.

Voltamos a casa, caminhávamos em silencio, e por um minuto me perguntei no que eu tinha me tornado, o que estava acontecendo comigo. Aquele não era eu, e simplesmente eu estava no alge de alguem que não era eu, o descontrole em meu ser era grande. Sentia as trevas se ocupare de um pouco de minha luz, e por um minuto o medo e o temor de alguem que gritara meu nome tomou conta de mim.

— Lucen...! — sussurei aquele nome enquanto que me voltava para traz, vendo o caminho que já tínhamos percorrido. Senti os olhares confusos de Ivy e Bethany em minhas costas. — Esperem aqui, eu já volto.

Caminhei de volta para o mesmo local, cada vez era mais aprezado. Mais assim que ia chegando de onde sentia o medo provindo de Lucen, um estranho rapaz topara comigo.

— Não se preocupe Gabriel... Sua amada Lucen já esta a salvo... — Meus olhos se arregalaram a ouvir aquela voz profunda e sinistra. — mais tenha cuidado Gabbe... Eu disse que a tornarei minha.

Antes que eu poderá ver-ló diretamente, ele desapareceram entre meus olhos em uma fumada negra.

— Cain... — minha voz soara com uma tremenda raiva e ao mesmo tempo em pronuncia aquele nome sujo. Aquele a quem eu tanto odeio... Por culpa dele... Lucen...

~ précipitations — fin — Continua...

Notas finais
Apenas espero criticas... e talvez um review de presente xDse no gostarem... Desculpe de novo!(To me superando, um cap por semana eu to pretendendo, pelomenos isto... ou talvez se eu consegui, escrevo o outro logo :D)