My Sweet Teacher

24 Capítulo 24 - Conhecendo os pais dela.


Notas iniciais
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P.S: LEIAM COM ATENÇÃO AS NOTAS FINAIS.

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–– Mamãe! – Demi a repreendeu – Pelo ao menos dê uma boa noite.

–– Boa noite, Joe. Prazer, Dianna. Mãe da Demi – ela apertou minha mão – Esse daqui é o Eddie, o pai dela.

–– Prazer – falei em um fio de voz, o pai dela era muito grande. Ele apertou minha mão com mais força. Dei um sorriso constrangido pra Demi.

–– Agora, posso perguntar como vocês se conheceram? – Dianna deu uma olhada sugestiva pra Demi.

–– Pode sim, mamãe – Demi sorriu, e apertou mais minha mão.

–– Então, Joe... Me conte –

–– Bom... A gente já tinha se falado antes, já que eu sou primo do Nick – falei alternando o olhar entre Dianna e Eddie – Quando Nick voltou, a gente se viu de novo. E, bom, aconteceu.

–– Aconteceu o que rapaz? – O pai dela engrossou a voz, Demi esmagou minha mão.

–– Eu a pedi em namoro, senhor – falei nervoso – Só isso.

–– Hm – os dois falaram em coro – Vamos jantar – Dianna falou por fim.


Quando eles se viraram pra se sentar na mesa, Demi suspirou aliviada, soltou minha mão e foi se sentar, fui logo depois e fiquei ao lado dela. Nos servimos.


–– Quantos anos você tem, Joe? – Dianna perguntou e logo depois colocou o garfo na boca.

–– Fiz 25, mês passado –

–– Então, você já trabalha? – foi à vez do pai de Demi perguntar.

–– Sim, senhor – respondi torcendo pra ele não perguntar em que.

–– Em que você trabalha? – Ele acabou perguntando.

–– Sou professor de Harvard –

–– O sonho da Demi é cursar direito lá – a mãe dela comentou distraída.

–– Ele sabe – Demi se pronunciou.

–– E então, o que mais tem pra contar de você, Joe? – Dianna fez uma cara de quem estava muito interessada.

–– Ahm, eu não sei – dei de ombros sem jeito. Deus! Eu to nervoso pra caralho.

–– Seus pais? Mora com eles? – Eddie falou também mostrando interesse.

–– Não, tenho minha casa. Minha mãe vive viajando, e ela se divorciou do meu pai quando eu era pequeno – expliquei. Nessa hora Lilly entrou na cozinha.

–– Nem me esperaram? – ela fez beicinho, e sentou perto da mãe.

–– Quando você arranjar um namorado, eles também vão me esquecer – Demi brincou.


Logo que a Lilly sentou na mesa, começou um assunto qualquer... Eu comecei a me entrosar por ali, até que a família delas é bem legal, acabamos no assunto: beisebol, eu e Eddie. Eu podia sentir Demi mais calma do meu lado. Assim que terminamos de comer, eu me ofereci para ajudar com a louça, junto com Dianna. Conversei sobre qualquer coisa com ela, mas ela queria mesmo saber se eu já tinha tido, algo a mais com a Demi. Desviei várias vezes do assunto.


–– Já transaste com a minha filha? – ela parou na minha frente e falou sem rodeios.

–– Não! – quase gritei. E pela risada que eu ouvia atrás de mim, eu devia ta com os olhos bem arregalados.

–– Ela não é tão pior que a sua mãe, é? – Demi falou se aproximando da gente.

–– Já conheceste a mãe dele, Demetria? – Dianna pôs a mão na cintura e mexeu a cabeça negativamente.

–– Foi por um acaso – ela deu de ombros.

–– No meu tempo o garoto que conhecia primeiro a família da namorada, pra depois ela conhecer a dele –

–– No seu tempo mãe... No seu tempo – Demi revirou os olhos, e me abraçou pela cintura.

–– Tô de olho hein? – ela arregalou os olhos e ficou nos olhando até sumir de vista.

–– A gente conseguiu – Demi me apertou mais, virei e abracei-a de volta.

–– Por que eu tive que passar por isso mesmo? – falei separando o abraço.

–– Porque a Lilly te queria aqui, e a Miley tava aqui, meus pais iam chegar... Como você ia se explicar pros três? – ela pôs a mão na cintura, assim como a mãe dela fez antes, o que me fez rir.

–– Tudo bem, tudo bem. Entendi – eu sorri. Ela retribuiu.


Envolvi ela, e dei um selinho, depois outro, e outro. Eu vi que ela não se afastou, então beijei ela. Foi algo calmo e delicado. Ela correspondeu sem pestanejar, o que me fez ficar inquieto. Em outras palavras, com o coração acelerado, como um estúpido adolescente que já fui. Briguei comigo mesmo por isso.


–– Vocês gostam de fazer isso em cozinhas não é? – Lilly apareceu ali, com cara de nojo. Nos afastamos.

–– O que? – Demi ficou vermelha – Não! Não.

–– Hmm – ela alternou os olhares entre nós dois – Isso não era pra acontecer só na frente da Miley, Nick e Selena? Papai e mamãe não precisam ver isso.


Quem ficou vermelho fui eu, até por que nem sei por que beijei ela, foi impulso. Como nas vezes anteriores, e cada beijo parece ser melhor que o outro. Fiquei agoniado, parecia que meus pensamentos podiam ser vistos pela Demi que me olhou tipo “Verdade, não é? Não vamos mais repetir isso” eu queria estar errado sobre a leitura do olhar dela, porque com certeza eu precisava fazer isso de novo. Muito mais vezes.


–– O que você veio fazer aqui afinal? – Demi mudou de assunto bruscamente. E ela ainda estava vermelha.

–– Papai disse que não quer vocês sozinhos por aqui, pra eu chamar vocês –

–– Típico dele – Demi revirou os olhos, e pegou na minha mão – Vem.


Assim que chegamos lá, conversamos mais um pouco. Depois eu fui embora, na verdade o Eddie meio que me expulsou de lá, mas eu não liguei. Acho que ele não gostou muito do fato de eu ser um tanto mais velho que Demi. Quando cheguei em casa, joguei as chaves e o resto de minhas coisas pela casa e depois me joguei na cama. Única coisa que vinha na minha cabeça era a Demi. Demi, Demi, Demi... Me obriguei a parar de pensar em qualquer coisa relacionada á ela, mas parecia que em qualquer coisa que eu fazia, ela tava incluída de alguma forma. Despeitei dos meus pensamentos com meu celular vibrando, uma mensagem da Lilly.


“Você ta gostando da minha irmã?”


Notas finais
Tem pouca gente comentando, praticamente estão sendo 2 reviews por capitulo, e sempre são as mesmas pessoas. Nesse capitulo espero ter no minimo 6 reviews, até lá... Não vou postar. Espero que me entendam :/ E, já estou arrumando o blog pra postar a fanfic.