My Shit Life Loving
2 God of Sushis
Notas iniciais
Maldita hora que ele havia decidido escutar Afrodite desde quando aquela louca fala alguma coisa que presta, só ele pra acreditar em tamanha idiotice, e o pior nem era isso, era o que ele estava se sentindo, por que estava tão confuso em relação ao ocorrido.
Enquanto se martirizava os flashbacks voltavam a sua mente com tudo:
“ — Ártemis preciso falar com você ?? – chamou ele enquanto corria atrás da ruiva ela se virou no momento em que ele a alcançou.
– Anh Oi Apolo o que foi ?? – perguntou ela.
“Que fofa, ela é tímida” – pensou.
– Bom é que eu fiquei sabendo de uma coisa e queria ter certeza.
Ela mordeu os lábios em um movimento que o deus das profecias denominou fofo e sexy.
– Fala então – disse ela enquanto colocava uma mecha ruiva atrás da orelha, esta que não ficou o que fez o deus se aproximar e coloca-la – obrigada – disse Ártemis corando o que foi um grande erro.
Neste momento ele se aproximou mais e encostou seus lábios nos delas.
“Darei a ela o melhor beijo de sua existência!!” – decidiu.
Mas isso não aconteceu, quando o deus da música pediu passagem para a língua a deusa o empurrou e em um movimento que ele não viu a mão dela tinha ido e vindo duas vezes em sua cara e ele estava ajoelhado com uma latejante dor entre as pernas, que o mesmo sabia exatamente de onde vinha.
“Merda Afrodite, você me paga” – concluiu.
– VOCEE ENLOQUECEU – falou Ártemis, leia-se berrou aos quatros cantos de Gaia – se fizer isso de novo te mando pro tártaro – terminou se recompondo e seguindo seu caminho, deixando um Apolo cheio de dor e com muita raiva de uma boneca cor de rosa”
[...]
Depois de arrumar suas malas e despacha-las para o submundo o deus dos mares aparatou para o olimpo, especificamente o templo de sua maior inimiga.
As palavras de Afrodite voltavam com uma força estranha para sua mente e ele as ignorou decidira antes de sair de seu palácio submerso que agiria normalmente.
Adentrou normalmente e ela estava sentada ao lado de suas malas com um livro em mão lendo tranquilamente, ela o encarou e largou um suspiro frustrado se levantando.
– Meu pai falou que você iria vir aqui, então ande logo por favor quanto antes estivermos junto com Hades e Perse melhor.
– Ah a espertinha do olimpo está medo de não resistir a mim – falou ele ironicamente achando saber de verdades que nem Athena sabia.
– Olha Deus dos sushis tem espaço suficiente nessa constelação para seu ego e eu não precisarmos ficar juntos, se é que me entende o que seria um milagre de Deus.
– Às vezes eu acho que você não sabe de nada Athena só acha saber.
Ela o encarou os cinzas mais raivosos do que nunca.
– Anda. Logo – falou claramente tentando controlar sua raiva.
– Claro como preferir amorzinho – respondeu Poseidon com um sorriso vitorioso na cara.
[...]
Hermes andava pelo olimpo tranquilamente Marta e George descansando no templo e sem recados ou entregas para fazer, pois tinha feito tudo ontem e esgotado seu tempo.
Observou que uma moça muito linda estava a observar as flores do jardim de Persé calmamente, era Héstia, á reconheceria até no mundo de Caos, o estranho era que estava em sua forma mais velha e muito mais bonita, que desde o ocorrido não usava.
Andou vagarosamente até onde ela estava.
– Oi Hést tudo bem ??
– Ahn Hermes – ela sorriu – estou bem sim, obrigada e você ??
– Tirando uma folguinha das correrias diárias – eles andaram lado a lado em silencio, apenas observando o ótimo trabalho de Perséfone, ele a encarou no que ela retribuiu – sabe é meio estranho te ver com essa forma de novo, você não a usa desde... você sabe.
Ela sorriu minimamente.
– Afrodite me fez prometer que só usaria essa forma daqui pra frente.
Ele pode sentir seus lábios se puxarem em um sorriso sincero.
– Posso me acostumar. – Novamente.
– Sei que pode – respondeu ela passando a pequena mão pelas flores – como podem ser tão lindas ??
– Certas coisas tem sua beleza naturalmente, eu já te falei isso.
Um sorriso alegre apareceu na face da deusa.
– Creio que sim.
[...]
A loira de olhos cinzas não aguentava mais aquele peixe falante, aonde seu pai estivera com a cabeça que a mandara para o submundo com ele, já fazia dois dias, ela não merecia esse castigo.
– Sabe ninguém irá morrer se você falar um pouco – disse o sacripanta ao seu lado.
– Prazer ninguém – falou irônica ao que ele revirou os olhos.
– Deu... Deixa quieto, sabe Afrodite me contou – disse ele e meio minuto continuou – que você pediu ajuda a ela, para me conquistar.
A deusa da sabedoria parou de respirar abruptamente e encarrou o deus dos mares.
– Ela me disse que você estava apaixonado por mim.
Os dois se encaram por uns minutos e depois souberam exatamente o que a deusa do amor queria.
– Eu e você – disse Athena saindo do estado de choque o nojo era visível em sua voz – ela só deve ter ficado louca.
– Louca é apelido e isso ela já é faz tempo.
– Ainda bem que ela se esqueceu que você é idiota e ia acabar jogando na minha cara que eu estava apaixonada por você.
– Pode parar a gente tem uma inimiga em comum agora, você sabe que Afrodite quando cisma com um casal não para – Athena assentiu minimamente – temos que mostrar que não iriamos dar certo nem na Afrolandea.
– Não inventa palavras desse tipo isso é ridículo – ele riu com a observação dela mais nada falou dando chance para a deusa da sabedoria se ajeitar melhor no sofá e continuar, já que Hades e Perséfone ainda não tinham vindo de suas saídas – até que você não é tão idiota quanto eu pensei.
Ele olhou para ela do outro lado do sofá um sorriso sacana em seu rosto.
– Estou começando a achar que Afrodite não é tão maluca assim não.
– E eu em retirar o que disse mas não era disso que eu estava falando olha você disse que não daríamos certo deveríamos mostrar pra Afrodite que não daríamos certo.
– Você quer dizer fingir um namoro ??
– Basicamente mas...
– Seu pai me mataria não tem chance.
Ela revirou os olhos
– Você é um deus não morre Poseidon, não sabia que tinha medo do meu pai.
– Não é medo é precaução seu pai é mais maluco que Afrodite quando quer e uma terceira guerra mundial não faria bem nem para os deuses muito menos para os humanos.
– A gente podia fingir um namoro as escondidas, essa não é minha melhor estratégia mais é o único jeito de Afrodite deixar essa ideia de nós como um casal.
Athena viu o deus do Sushi fazer uma cara de nojo ao imaginar os dois como um casal.
– Mas se nós não somos um casal como vamos fingir ser um ??
– E está ai uma coisa que eu não sei.
– Bem eu sei por onde podemos começar.
Ela olhou para ele e percebeu tarde que o mesmo estava perto demais e então seus lábios estavam juntos em um beijo calmo, ele pediu passagem para língua e ela aceitou e foi quando escutaram alguém praguejar que se separaram, era Perséfone e Hades ambos com cara de acusação, Poseidon olhou para a Tv por um momento e Athena corou.
– Vocês chegaram – Falou Poseidon como se notasse o irmão e a cunhada pela primeira vez.
– Sim desculpe se interrompemos algo seja lá o que estava acontecendo aqui.
A esse ponto Athena já estava mais encolhida ainda em seu casaco vermelho da GAP o frio pareceu aumentar na percepção da deusa.
– Não estava acontecendo nada – respondeu firme – estava indo me deitar isso sim, bom com licença amanhã temos um grande dia, boa noite.
E andou em passos firmes até o quarto de hospedes, trocou de roupa e se entregou ao mundo de Morfeu.
[...]
Ártemis tentou deixar a agua levar todos os seus pensamentos para longe daquele beijo, mas era impossível a boca macia dele sempre vinha para sua lembrança depois de uma hora ela saiu do banheiro e que surpresa, deitado em sua cama com as mãos na nuca estava um loiro de olhos azuis os músculos tensionados pelo movimento.
Ele se endireitou.
– Oi, desculpa pelo beijo eu ... eu
– Sem problema maninho estou acostumada com suas burradas – respondeu enquanto andava até seu closet e pegava um casaco da GAP preto presente de Athena e uma calça de couro preta colada – já voltou.
Entrou no banheiro, se trocou e voltou para o quarto.
– Eu te chamei de maninho e você não vai nem dizer que eu nasci depois.
Ele riu de canto.
– Você acabou de provar que eu não preciso ruivinha.
Ártemis sentou ao seu lado em sua cama fazendo cara de nojo ao diminutivo que ele falou.
– Você quer falar o porquê do beijo ??
– Prefiro não falar, só quero pedir desculpa eu não devia ter feito aquilo.
– Tudo bem, desculpado – ela deu um soco fraco no ombro forte dele ele olhou pra ela um sorriso sacana no rosto – que foi ??
– Eu to me lembrando que certa garota me chutou em locais privados.
Ela arqueou a sobrancelha.
– 1ºVoce mereceu, 2º Privado – ela apontou para as pernas dele irônica de uma forma que nunca fora – serio ?? Isso não é o que as deusas menores falam maninho.
Ele deu uma gargalhada que ela denominou como um ótimo som e em um movimento rápido deitou os dois na cama e começou a fazer cocegas em Ártemis que se debatia mas não conseguia medir forças com os músculos de Apolo.
– A vingança é um prato que se come frio maninha.
– Apolo par.....aaa por....r – ele parou as cocegas no que ela escorregou para o pé da cama as mão preparadas se ele decidisse atacar de novo mas ele não fez – que foi ??
– Você devia parar com essa pergunta – ele sorriu – vamos sair para beber ??
Ela pensou um pouco e decidiu que não seria uma má ideia beber um pouco e esquecer seu atual problema.
– Claro.

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