My Rebel Heart

34 Segundo Dia - PARTE 3 (Misto)


Notas iniciais
Oi darlings Enton, hj é meu aniversário mas decidi entregar o presente a vocês! Aqui vai um capítulo misto (como vocês gostaram) bem maior que o normal; e eu aproveitei e iniciei uma fanfic nova, além de postar uma one. (Informações sobre ambas mas notas finais) Boa leitura! Xoxo, Val Twitter: @HausOfVal

(Emma)

"LILITH!"

A voz de Maleficent, agora, não parecia nem um pouco com a branda e suave de alguns minutos atrás. A metamórfica tinha quebrado o copo de vidro no chão no momento que ouviu a constatação de Victoria, e agora se encontrava andando de um lado para o outro no meio de sua sala.

As mãos da mesma se encontravam ainda mais pálidas que de costume e começavam a tremer em movimentos rápidos. Uma fumaça negra saiu de suas mãos e então uma constatação fugiu de Deus lábios.

"Eu não consigo sentir a minha filha!"

"Mal..." — Regina começou calma mas foi cortada.

"Gina.... Eu não sinto minha filha...." — a voz da loira saiu cortada e seus olhos encheram de lágrimas – “Eu fiquei anos sem ela e agora simplesmente não a sinto!”

"Maleficent... qual foi o último lugar que você soube que Lilith estava?" — Victoria perguntou do melhor jeito possível, já imaginando a resposta daquilo.

"Minha filha estava no orfanato, ela conta historias para as crianças de lá algumas vezes por semana... Ela...." — neste momento, as palavras de Maleficent já não se sustentavam e ficaram desconexas.

Zelena apenas chorava e tentava se manter firme nos braços da irmã, já Victoria pegou Maleficent pelo braço e a jogou no sofá, ao lado de Regina, que também a abraçou. A brutalidade de sua ação retirou olhares recriminatórios de todas nós, mas ao observar o quão tremulas suas mãos se encontravam, conclui que nenhuma das "vilãs" daquela sala se encontrava consideravelmente bem.

(Regina)

Os braços de Zelena se encontravam em um tom de verde que mais parecia cinza, e se espalhava tão rápido que em poucos segundos ela se encontrava inteiramente naquele estado. Seu rosto estampava uma dor tão grande, e eu me sentia tão incapaz em todos os sentidos, até que no meio daquela bagunça, minha irmã soltou alguns sussurros.

"Blue disse que uma... uma nevoa azul... levou minha filha..." — Neste momento, os olhos de Victoria também se encontravam marejados — "Regina... por favor... traga-a pra mim... ela é só um bebê...meu bebê..."

"Uma nevoa azul...." — e com esse sussurro, Mal tentou se levantar novamente, mas eu não deixei, abraçando a mesma e deitando minha irmã em meu colo.

Sua coordenação estava atrapalhava mas a mesma voltava a tentar realizar o Feitiço de Encontro. Ele era antigo, poderoso e simples mas, talvez por seu nervosismo ou por algo pior, ela simplesmente não conseguia.

Sua aflição me deixava nervosa, eu só queria pensar em como ajudar as duas, mas eu simplesmente não sabia como e isso estava me possuindo por dentro.

Eu só conseguia abraça-las mas era óbvio que isso não era suficiente. Eu sou mãe e consigo imaginar o desespero delas. Eu e Emma somos.

Emma.

Dirigi meu olhar pra ela, apenas pedindo compreensão. Ambas as mulheres em meu colo não gostavam de Emma, e nós duas sabemos disso mas eu só preciso de compreensão dela. E como sempre, desde o primeiro dia que Emma Swan chegou em minha cidade, ela me surpreendeu.

(Emma)

Zelena já não chorava mais, talvez por estar debilitada ou por simplesmente sentir que não tinha água suficiente pra isso, mas ela não chorava mais. Já Maleficent.... A dor explícita nos olhos dela era cortante.

Seus olhos focavam em suas mãos, que se encontravam em seu solo enquanto a mesma era abraçada por Regina. Eu deveria sentir ciúme, mas o choro dela era tão puro... chegava a ser inacreditável a ideia de que uma mulher com tantas trevas em seu coração podia se sentir tão quebrada.

Mas apenas em olhar seus olhos azuis, você já concluía como ela se sentia.

Ela se sentia de um jeito que chegava a ser semelhante a tristeza que Regina mostrou a mim no Grannys. Porem mais intensa. E naquele momento eu, simplesmente não fiz nada. Mas não iria cometer o mesmo erro duas vezes.

Me aproximei e agachei em sua frente.

“Meleficent... Nós não somos amigas, muito pelo contrario, mas eu preciso que fique calma, para que possamos resgatar sua filha!” – minha voz saia firme e decidida e eu aproveitei para apertar as suas mãos e completar – “Porque nós vamos resgatar a sua filha!” – enquanto as palavras saiam de minha boca, eu focava em seus olhos azuis que agora não demonstravam aflição, apenas confusão.

Quando notei que sua mão, agora, apertava a minha, soltei um suspiro aliviado e sorri em direção da loira a minha frente, que agora recebia uma espécie de cafuné de Regina e devolveu o cumprimento.

Mas o nosso tempo de "paz" foi curto demais, pois uma voz conhecida apenas por mim e Victoria se fez presente na poltrona ao nosso lado.

(Regina)

“Belo momento queridas!” – um sotaque incrivelmente carregado de fez presente, e embora eu rezasse para todo o ser poderoso existente para que estivesse errada, eu sabia, mesmo nunca ouvindo, que essa voz era exatamente de quem eu mais temia – “Mas eu acho que não vai acontecer!” – foi a finalização da mesma e só então eu tive mirei seu rosto.

Loira, alta, magra, vestindo azul e com olhos negros. Negros e vazios.

Vazios demais para um ser humano, contrastando diretamente com seu sorriso.

Victoria foi pra cima dela, mas seu ato impulsivo foi travado. Em menos de três segundos ela se encontrava presa a parede ao lado da porta principal.

“O que fez com minha filha?” – a voz de Zelena se fez presente, apenas triste e preocupada. No primeiro momento ela ainda continuava deitada e sua voz saia sem nenhum resquício de raiva, mas o sorriso da mulher a sua frente se alargava com seu sofrimento e isso nos tirou do sério.

“Que filha? Eu não peguei nada verde, afinal, gosto de crianças perfeitas!” – o sarcasmo de Cinderela era palpável e chegava a ser assustador.

“Você sabe quem é minha filha! Apenas devolva-a para mim!” – a voz de minha irmã já se encontrava chorosa outra vez, mas ainda continha o orgulho de sempre.

“Oh mas você não pensou em sua filha quando criou um plano mirabolante para me matar não é? Eu só não matei a pequena ruivinha pois você não colocou esta insanidade patética em prática!”

Então era isso. Ela sabia do plano da minha irmã. Ela sabia e queria nos punir.

“Você sabe, sua filha é incrivelmente barulhenta.... Eu nem tinha encostado nela e a mesma já estava chorando, exatamente como a mãe....” – como se a voz dela fosse um gatilho, o braço direito de Zelena se partiu, despertando um grito agudo em minha irmã e lágrimas escuras de seus olhos.

(Emma)

“Maleficent!” – agora ela se dirigia a metamórfica, literalmente, já que a mesma além de falar para ela se levantava da poltrona e seguia em sua direção – “Eu sempre tive um sonho, mas sua filha também é muito barulhenta e quase estragou tudo! Ela gritou como uma criança chamando a mãe..... mas o que eu poderia fazer? Meu sonho era ter uma escama de Dragão... mas agora eu tenho!”

A metamórfica estava ao meu lado e eu vi seu rosto perdendo a cor.

Isso não era justo. Cinderella não podia nos desarmar assim.

“Nós não temos medo de você!” – minha voz não vacilou e eu dei graças a todos os deuses por isso.

“Mas deveriam! Ou vocês acham que vossos ex namorados sairão do submundo apenas para resgatar vocês! Não sejam estupidas!”- seu pequeno monólogo foi cortado por si mesma, que riu teatralmente e continuou — “Sabe o que eu acabo de me lembrar? As Mills ainda tiraram a sorte grande, cada uma tem dois amores mortos!”

“Cale a sua boca!” — a voz de Zelena se fez presente, áspera e cheia de raiva, enquanto a mesma se levantava, mesmo absurdamente machucada, e se lançava como um animal em direção a loira de azul a sua frente, provando que eu não tinha ouvido errado.

Ela realmente tinha dois amores mortos.

Hades já era conhecido por todas nós, talvez não por Victoria mas isso não era relevante. Mas seu segundo amor era uma incógnita, pelo estado de choque de Regina, para todas nós.

“Já você feiticeira...” – seu olhar voltou a ser direcionado a Maleficent, que se encontrava no mais profundo estado de choque – “Bom, seu amor não esta morta mas é como se estivesse! Não concorda comigo?”

Nenhuma palavra foi proferida pela metamórfica. Apenas lágrimas escorriam sem freio por seu rosto, como se ela só estivesse diluindo as palavras que ouviu em sua mente.

“Salvadora, eu deveria pegar dicas com você!” – Cinderela veio em minha direção – “Vejo que já matou um dragão antes, não é Maleficent?! Oh espere, é melhor não... Seu trabalho não foi muito bem feito!”

“Acabou?” – a voz de Victoria se fez presente, ignorando tudo o que ouviu e finalmente se soltando da parede.

“Mas ainda falta você querida madrasta...” – o sarcasmo era visível em sua voz, e isso fervia meu sangue – “Sabe o porque de não estar no mesmo barco que as Mills, não é?!”

“Oh eu sei, é simplesmente porque Fiona é incontáveis vezes mais poderosa que você e te mataria se você ousasse tocar nas asas dela!” – a ideia clara e despreocupada saiu de seus lábios calmamente, provando que seu momento de descontrole foi, graças a Deus, apenas um lapso momentâneo.

“Bom... Estão eu deveria tentar a sorte Reino das Trevas qualquer dia dess...”

Silencio.

Silencio de Cinderella.

Silencio causado por uma espada fina e limpa, que se encontrava no maxilar daquela que vestia azul, graças a ousadia e descontrole de Regina Mills.

(Regina)

''Faça! Vamos” – ela me incentivava – “Faça e nunca mais verá sua sobrinha e sua quase enteada novamente!"

Ameaças.

Eu sou a Rainha Má. Eu fui, durante anos, a mulher mais perigosa e temida da Floresta Encantada.

Eu sou.

Eu sou a mulher mais perigosa que esse desastre loiro metido a vilã já viu em toda a sua vida.

Suas ameaças são uma piada. Um desrespeito a minha magnificência. Eu sou uma rainha.

Suas tentativas de ameaças são apenas palavras desesperadas e soltas.

“Chega de palavras! Libere Robin e Lilith agora sua infeliz!”

“Prazer em conhecer Rainha!” – seu sorriso era um insulto.

Um insulto a mim. Um insulto a o que eu simbolizava e ao que eu sou.

Um insulto que teve uma consequência. Uma consequência a ela.

Um insulto que fez a minha espada escorregar devagar e ameaçadoramente em direção a sua artéria. Essa loira estava indo longe demais! Precisava ser parada! E eu iria para-la!

“Você não sabe do que eu sou capaz...”

“Então me mostre Rainha sem Reino!”

Aquilo foi a gota d’água. Sem pensar em nada, subi minha espada até a altura de seu maxilar e raspei a lâmina ali, retirando apenas um filete de sangue na garota.

O corpo dela tremeu rapidamente, mas voltou ao mesmo estado e com o mesmo sorriso, antes do esperado.

“Esta ouvindo?” – sua voz era suave e repleta de sarcasmo.

“O QUE?”

“Um choro... Um choro de um belo adolescente com um raro coração, enquanto o mesmo paga pelos erros das duas mães! A proposito, minha proposta ainda está de pé Emma!” – e do mesmo modo que ela chegou, Cinderella sumiu em sua névoa azul.

"Ela vai matar nossos filhos!" — as vozes de Zelena e Maleficent saíram repletas de agonia, e embora eu não estivesse proferido aquela frase, me encontrava no mesmo estado.

E como um balde de agua fria, minha fixa caiu. O que eu tinha feito?

Lágrimas já deixavam minha vista embaçada e para piorar tudo, a pior dor de cabeça que eu já tinha sentido se fez presente.

Eu me sentia tonta, minha cabeça pesava o dobro, tudo girava e quando eu foquei em Emma ela estava do mesmo jeito.

O que eu tinha feito?

A filha de Zelena e de Maleficent já estavam em perigo, o que já era desesperador o bastante, mas agora o meu filho também estava.

O que eu tinha feito?

Eu precisava pensar.

Surtar estava simplesmente fora de cogitação, pois eu literalmente já tinha feito isso.

Com certeza algo que nós não tínhamos nos focado nos salvaria. Eu só precisava pensar.

Ou melhor, eu precisava lembrar.

Rapidamente como se esperasse o momento certo, um único diálogo de Rumple passou por minha mente:

“Victoria tem a terrível mania de achar que consegue fazer tudo sozinha... lembre-a que ela não está assim! Ela tem Fiona e sabe disso! Só coloque na cabeça dela que não é vergonha nenhuma pedir por ajuda!”

“Não, ela não vai matar ninguém...” – iniciei enquanto colocava meus pensamentos em ordem e me dirigia até Victoria, quando fiquei em sua frente toquei suas mãos e continuei – “Porque você não esta e nem precisa estar sozinha.....”

Seu cenho franzido foi suavizando, como se, com o tempo, ela tivesse compreensão do que eu estava, mesmo indiretamente, sugerindo.

“Eu já envolvi tanta gente nisso...” – sua voz saia quebrada e culpada, como se a culpa de tudo o que estivesse acontecendo fosse exclusivamente dela. O que não era verdade.

"Ela te ama e vai agradecer por poder te ajudar! Confie nisso!” – foi a vez da voz de Emma soar, completando o meu pensamento, enquanto afagava os cabelos de Victoria.

A resposta que obtivemos foi um simples e convicto sorriso, junto a um aceno positivo de cabeça.

Victoria apenas sinalizou para que todas nós nos mantenhamos distantes dela e iniciou o sussurro brando de um feitiço.

(Emma)

Victoria repetia o mesmo poema incontáveis vezes.

“Deixe que o céu noturno trema

Enquanto a estrela sombria cairá

Acorde Fada das Trevas

E atenda meu chamado!"

E nada, além de uma densa nevoa negra, acontecia.

Até que uma única frase foi proferida, no final do feitiço, em meio a sussurros e soluços:

“Por favor querida, sou eu! E eu preciso de você!”

E no meio da sala de Maleficent, uma nevoa negra abriu espaço entre os moveis, arrastando tudo pra longe. Quando a mesma se dissipou, o breu deu espaço para uma bela mulher com vestes e asas negras que olhava o lugar em confusão, até seus olhos pararem em Victoria.

Suas asas se elevaram, assustando todas nós, enquanto ela levantava Victoria em um abraço repleto de saudade.

“Senti sua falta! Você esta bem? Machucaram você?” – A voz dela era grave mas tinha um sotaque incrivelmente parecido com o de Zelena.

“Eu... não, ninguém me machucou! Ao menos não a mim.... Mas, ela já chegou! Dois dias Fiona! Dois dias e ela já está aqui!” – a voz de Victoria se atrapalhava em meio a soluços.

“Esta tudo bem querida...” – Fiona abraçava Victoria como se o seu amor pudesse cura-la e isso era incrível se se testemunhar, lembrava o amor palpável de meus pais, mas eu infelizmente precisava atrapalhar aquilo.

Nós não tínhamos tempo.

“Olá, na realidade não está tudo exatamente bem...” – quando minha voz soou, o olhar da morena a minha frente parecia cortante, fazendo jus ao apelido de Fada das Trevas, mas como já tinha iniciado apenas continuei – “Cinderella deve ter descoberto o plano que traçávamos para derrota-la e...”

“Ela sequestrou nossos filhos...” – A voz de Zelena soou, deitada no sofá e sendo amparada por Maleficent.

Seu braço se encontrava com uma aparência necrosada e solto, apenas preso por sua pele, que com o passar do tempo se encontrava com um aspecto ainda pior.

“Eu consigo cura-la, mas eu não consigo suprir toda a dor...” – A voz de Maleficent voltava a soar calma, trazendo um ar de tranquilidade a sala, embora essa fosse a única palavra que não poderia descrever esse momento.

“Não vai doer mais que saber que minha filha está em perigo!” – os olhos de Zelena se encontravam vermelhos e cansados, e com os mesmos ela focou na imagem de Fiona – “Eu sou a Bruxa Má do Oeste, conhecida por destruir um reino repleto de esmeraldas e todo o seu povo, além de matar e torturar pessoas e animais.... e eu tinha orgulho de dizer que nunca implorei por nada em minha vida, mas estou fazendo isso agora... apenas salve nossos filhos...”

(Regina)

O silêncio na sala foi indescritível. Era a mistura perfeita de respeito e empatia.

A respiração de delaestava entrecortada e suas asas tremiam. Talvez ela estivesse acostumada a ouvir aquilo, talvez não, mas independente disso ela apenas engoliu saliva e começou a falar:

“Bom, eu sou Fiona, a Fada das Trevas. Mãe do Senhor das Trevas e conhecida por criar a maldição que vocês moram e por sequestrar crianças, além de escraviza-las... E conheço sua historia, mulher que transforma homens em macacos! Mas por que diabos vocês confiariam em mim?” — seu rosto, que começou com uma face branda, agora se encontrava franzido, como se a ideia de alguém confiar nela fosse absurda.

"Eu confio em você!" — Victoria surrou no ouvido de Fiona, enquanto corava, criando uma atmosfera amável naquele lugar e uma pergunta em minha mente que se baseava em: como elas ainda não são um casal?

“Você é nossa única chance....” – mais uma vez a voz de Mal foi ouvida, enquanto a mesma tocava, o mais gentilmente possível, no braço de minha irmã – “Eu sou Maleficent....” "A maior feiticeira da Floresta Negra? É uma honra conhece-la."

"Bom, igualmente... Afinal você é uma lenda viva.”

"Me desculpe perguntar, mas você é Regina?" — minha resposta foi apenas um aceno positivo, então ela continuou, enquanto olhava pela janela principal, que se encontrava aberta — "Você fez um trabalho.... exótico com minha maldição. Bom trabalho!"

"Bom... Obrigada!"

"Fiona, por favor traga-as de volta!" — a voz de Victoria soou branda, como se lembrasse o que realmente importava.

"Oh claro! Qual a idade das crianças?"

"11 meses, 17 anos e uma mulher de 33 anos..." — foi a minha resposta, que foi proferida enquanto meus olhos focavam em cada mulher daquela sala, responsável pela vida de cada uma das vidas que estavam em jogo.

Seu cenho foi franzindo conforme as idades iam aumentando e isso só me deixava preocupada.

"Um minuto..." — ela disse antes de puxar Victoria em um canto e conversar com ela durante 10min.

Quando voltou a nossa área de visão, a mulher conhecida como uma lenda da imoralidade entre os vilões disse apenas uma frase:

"Volto o mais rápido possível e nesse momento, nada e nem ninguém irá nos impedir de matar Cinderella!"

E com essa frase, Fiona sumiu em sua névoa.

Era oficial! A Fada Negra era a mais nova visitante de Storybrook e, se um quinto de seu legado fosse real, ela só sairia de lá levando o sangue de Cinderella com ela.

Notas finais
ENTAO o negócio tá começando a esquentar e eu quero saber tudo o que vocês estão achando (além de estar aceitando desejos de aniversário, presentinhos e essas coisas)!! Sobre as fics: MAMMA MIA WERE I GO AGAIN! Procura-se adoradores de um casalzinho excêntrico entretando amado por essa escritora aqui: Donna e Tanya!! Então, simplesmente escrevi e postei o primeiro capítulo de uma ideia bonitinha que eu tive para o passado delas! Temos fãs de Jessica Lange e Susan Sarandon? Pois muito bem, escrevi uma one lindinha delas, que, em minha opinião, é simplesmente meu apce na escrita. SÉRIO, EU SEMPRE SOU MTO INSEGURA MAS EU ACREDITO QUE ACERTEI COM LOUVOR AGORA! Enfim, as duas obras estão no meu perfil do Wattpad e do Spirit (ambos com o mesmo @ daquu) e obrigada por lerem amores, vcs são mto importantes pra mim! Xoxo, Val Twitter: @HausOfVal
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.