My Reason For Living
89 Sequestrado
Notas iniciais
Eu sei que demorei, porém estou aqui com DOIS capítulos.
NOVIDADEEEEEE.
Eu sei, eu sei eu disse que seria a ultima vez que postaria dois capítulos.Porém eu não resisto, quero saber logo a reação de vocês.
Bom só explicando que o começo desse capítulo se passa do ponto de vista do Tuck e que é o momento onde ele encontra com alguns rapazes depois de ficar perdido.Vocês devem lembrar mas só para clarear a memória de alguns mesmo.
Ignorem os erros, responderei os reviews depois se eu tiver tempo.
Boa leitura Killjoys e Avengers!!!
*-*
[...]Passos logo são escutados fazendo-o estremecer e só agora perceber o quanto perigoso era andar a noite sozinho naquele horário.[...]
Ora, ora olha quem encontramos. Se não é Matthew Tuck.-Um dos garotos fala sorrindo maldoso.
Hoje é o nosso dia de sorte.–O mais alto completa.
É parece que o destino está ao nosso favor.
O que vocês querem?-Matthew grita trêmulo.
Só queremos brincar.
Os rapazes começam andar na direção de Tuck que recua pra trás com medo.
Não cheguem perto de mim. -Tuck grita com a voz esganiçada.
Calma, nós não vamos te machucar.– Uma pausa e ele completa sorrindo maldoso. -Ainda.
Ao terminar de falar o garoto estala os dedos e dois rapazes seguram Matthew por trás imobilizando-o. Tuck surpreso com o ato tenta se desprender, porém os rapazes tinham o dobro de seu porte físico além de estarem em número maior.
Soltem-me. -Tuck esperneava sobre os braços que lhe prendiam.
Matthew, Matthew tão indefeso e vulnerável. Uma cena realmente linda de se ver. – O rapaz debocha.
Tuck: O que vocês querem comigo? Já não bastou tudo que fizeram?
Há há há olha ele acha que aquilo pagaria tudo que ele me deve.
Realmente é tão ingênuo que me dá náuseas.
Tuck aquilo fora só um aviso, você me deve muito ainda.
Querem mais o que? Tiraram-me a liberdade, minha vida, a paz, tudo que ainda me restava. Acham que já não é o suficiente? Ou querem me ver morto? – Tuck rosna.
Sabe que não é má ideia. – O rapaz fala fazendo Tuck estremecer. — Agora durma com os anjos.
Tuck franze a sobrancelha confuso quando um pano envolve sua boca e nariz, segundos depois tudo escurecera.
...
O garoto estava voltando à consciência, a primeira coisa que percebeu fora que seu corpo todo doía como se um caminhão houvesse passado sobre o mesmo. Seus olhos estavam vendados dificultando sua visão, o rapaz tinha a sensação de estar sentado em uma cadeira sendo que suas mãos e braços estavam presos. Sua cabeça estava dolorida por ter ficado na mesma posição por o que pareceu horas, quando ele tenta se desprender apenas consegue com que seu corpo reclame ainda mais e faça com que sua cabeça lateje. Um pânico logo toma conta de si, principalmente ao não se lembrar de como havia chegado até tal lugar. Seus pensamentos quanto a isso não o ajudavam muito, cada alternativa pior que a outra. Seus braços voltam a se sacudir, cansado ele tenta se ajeitar da melhor forma possível. Sua mente agora tentando fazer com que se lembre de algo e estremece ao enfim lembrar-se de tudo. Desde sua fuga da festa, ou melhor, de uma certa pessoa, até o momento que se perderá e encontrará com um grupo de rapazes nada amigáveis que fora até sua direção. Seu desespero só aumentara ao pensar que os mesmos rapazes poderiam ter-lhe trazido até tal lugar, os mesmos rapazes que começaram tudo isso, os mesmos rapazes que destruíram sua vida. E ao pensar nisso ele percebe o quão azarado é, pois ao tentar fugir de alguém conseguiu ser pego por algo bem pior.
Passos abafados são ouvidos fazendo com que seu corpo estremecesse e seu desespero aumentasse. Um trinco de porta é girado, segundos depois um ruído ensurdecedor, os passos agora soavam mais altos e precisos, o rapaz continuava imóvel tentando não chamar atenção. Ele sente uma respiração próxima ao seu rosto junto de um perfume masculino enjoativo, uma voz então sussurra em seu ouvido.
Tuck, Tuck não precisa fingir eu sei que você acordou. Eu tenho câmeras meu caro. -Aquela voz, só de ouvi-la fez o rapaz estremecer.
Uma mão lhe agarra obrigando-o a levantar seu rosto segurando-o fortemente. Em seguida sua venda é retirada com força, sua visão turva devido a pouca claridade.
Olhe pra mim. – A mesma voz ordena.
Matthew ao focalizar a imagem a sua frente observa o rapaz, não há surpresa ao reconhecê-lo apenas um ódio profundo.
Matthew, Matthew enfim nos encontramos novamente. – O garoto sorri maldoso.
O que você quer Jared? – Tuck pronuncia o nome do rapaz com desdém.
Calma garotão, temos muito tempo para conversarmos. Para começar como você esta se sentindo? Dormiu bem? – Jared ri divertido.
Vai se foder Jared. – Tuck rosna.
Olha como você fala comigo seu verme. Você está sob meu controle é só eu fazer isso. — Jared estala os dedos. — E você já era. Agora voltando, que bom que dormiu bem. Você deve estar se perguntando várias coisas. Do tipo onde estou? – Jared tenta imitar a voz de Tuck, fazendo gestos exagerados. — O que vocês vão fazer comigo? Pois bem isso tudo está nas mãos dos seus amigos, se é que você tem algum.
Como assim? – Tuck franze a testa confuso.
Jared: Vamos jogar?
Uma luz é projetada sobre a parede e uma imagem familiar aparece.
O que é isso? – Tuck pergunta surpreso.
Jared: Não reconhece?
Tuck analisa a sala toda bagunçada e a parede manchada com uma tinta vermelho sangue com uma frase intrigante escrita na mesma.
Pois bem vou refrescar sua memória, está é a sua sala. – A imagem mudava conforme Jared falava. — Este é o corredor de sua casa, seu quarto e os tantos e tantos cômodos de sua casa.
Tuck: Porque você fez isso?
Jared: Por quê? Hm deixa eu pensar. Porque você me deve muito Tuck. E seu tempo já esgotou há muito tempo.
Tuck: O que vocês estão pensando em fazer?
Calma princesa logo você descobrira, agora enquanto isso vou deixar você ficar pensando em quanto sua vida é miserável. – Jared sai deixando Tuck sozinho naquela sala.
O garoto se encontrava desesperado, sua respiração estava desregulada, sua cabeça latejava. Todas aquelas imagens a sua frente fazendo imaginar mil coisas, querendo tentar adivinhar o que diabos os Leto estão planejando. A menção de seus amigos não fora nada agradável, a possibilidade de quererem machucar qualquer um deles o assustava. Se eles o queriam, eles teriam, porém a única coisa que Tuck não queria era envolver seus amigos, as únicas pessoas importantes e necessárias em sua vida. Se é que agora restava algo dela. E automaticamente um rosto familiar surge em sua mente, o sorriso brincalhão, os olhos penetrantes, as famosas covinhas. Seus olhos se fecham em um ato de tentar conter as lagrimas e apagar a imagem da sua mente. Porém ao contrário do que queria, a imagem repete agora mais nítida e lembranças envolvem sua mente. Ele, tão lindo, tão surreal, perfeito, um anjo.
"Para de me chamar de Matthew é estranho sendo que você também se chama Matthew. Me chama de Shadows ou Sanders, como preferir Mattie. [...] Eu não vou deixa-lo sozinho. [...] Ninguém irá te fazer mal se é isso que te preocupa, porque eu não deixarei ninguém te machucar. [...] Você vai se divertir. [...] Oh, meu amor!Jogue suas tranças, Rapunzel. [...] Eu gostei, mas ainda preferia você vestido de Harley Quinn."
A voz de Shadows ecoa sobre sua mente como um calmante, uma melodia. E é inevitável que uma lágrima desça sobre seu rosto, uma lágrima de tristeza, sofrimento, aflição, amor e seus tantos derivados. Matthew tentava entender porque Deus quis castiga-lo tanto, não bastava ele ter sido sequestrado, tinha que ser um sequestrado apaixonado. Possa parecer bobagem, mas para Tuck esse detalhe fazia toda a diferença. Se caso não estivesse apaixonado estaria tudo bem, ele talvez não tivesse ido à festa ou mesmo poderia morrer sem quaisquer arrependimento. Porém estar apaixonado exigia muito mais, a dor no peito de perdê-lo, o desejo de querer não morrer antes de se declarar, vê-lo uma última vez. Porque apesar de tudo, para Tuck morrer não era o problema ninguém sentiria sua falta, pelo menos era isso que ele pensava.
Matthew acorda de seus devaneios ao ver que a tela havia mudado, a imagem agora refletia a fachada de sua casa e nela estava estacionado dois carros familiares. Logo a porta da sala é aberta e de lá aparece Jared novamente, porém agora segurava um saco de pipocas.
Até que enfim o jogo vai começar. – Jared fala animado.
Ao terminar de falar Jared senta ao seu lado em uma cadeira, a imagem se reproduz e a porta dos carros se abrem e Tuck arregala seus olhos ao ver quem saíra dos mesmos.
Jared: Ohh quem diria. Tuck amiguinho dos viadinhos. Isso está mais interessante do que eu imaginava.
A imagem muda ao que os rapazes entram na casa e seus espantos são notáveis. A voz de todos ecoava perfeitamente no cômodo onde Tuck se encontrava como se estivessem a centímetros de distância. Tuck simplesmente não consegue controlar e seus olhos marejam.
Jared: Quer pipoca?
Tuck lança um olhar raivoso para Jared.
Ah esqueci que suas mãos estão presas. Uma pena isso está uma delicia. – Jared fala voltando a mastigar o salgado.
O que diabos você pensa que irá fazer com eles? – Tuck pergunta curioso.
Jared: Espere e verá.
Os rapazes mudam de cômodo e Tuck reconhece sendo seu quarto.Ele observa a confusão dos rapazes em quererem decifrar a frase confusa, ansioso por também querer saber o significado de tudo aquilo. Tuck assiste Shadows colocar o DVD e se apavora ao escuta-lo.
Você ficou maluco? O que você pensa que está fazendo? – Tuck grita.
Cala a boca você não tem o direito de falar assim comigo. – Jared grita no mesmo tom.
Tuck: Eu falo como eu quiser. Você é um doente. Psicopata. Vai foder com a vida de outro. Imbecil.
Jared: Cala a porra dessa boca seu drogadinho de merda. Eu mando aqui.
Veja eu me importar. – Tuck gospe no rosto de Jared.
Jared respira fundo raivoso tentando não se descontrolar e por fim fala.
Você que decidiu, eu queria ser bonzinho e te deixar ir. Mas agora as coisas mudaram. Você vai sair daqui morto de um jeito ou outro. – Jared ameaça e sai em passos pesados batendo a porta em seguida.
Foda-se eu não me importo. Me mata de uma vez, covarde. – Tuck grita furioso, porém Jared já tinha saído.
Matthew tenta se acalmar , enquanto volta a assistir a tela. Ele observa o esforço dos rapazes em andarem de um lado ao outro procurando pistas, o desespero em quererem acha-lo. E mesmo sendo em um momento errado, Tuck se sente pela primeira vez importante, amado.Todo aquele esforço só para quererem acha-lo, ele nunca pensara que eles variam algo assim por ele. E ali estavam todos eles unidos pelo mesmo motivo: salvarem-no.
CONTINUA...
Notas finais
Estão com muita raiva do Jared sim ou claro?? rs
EU QUERO REVIEWS NOS DOIS CAPÍTULOS.
Fui
*-*
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