Notas iniciais
Hello??Alguém ainda lê essa bagaça??
~lê-se arbustos de deserto passando~
SORRYYYYYYYYY, eu sei que demorei séculos(exageradaaa)para postar, porém eu estava MUITO atarefada esses dias, além de surgir uma preguiça fora do normal.Então eu lhes peço mil desculpas mesmo, ainda mais vocês que são leitores tão queridos e dedicados.
SORRY, SORRY, SORRY, SORRY, SORRY
... 5 minutos depois ...
SORRY, SORRY, SORRY, SORRY, SORRY...
Desculpa mesmo viu ~olhos do gato de botas~
Mas enfim...
Eu ultrapassei os 500 reviews ~lê-se aicitel soltando fogos de artifícios~ Até agora eu estou tentando entender como essa bagaça atingiu 555 reviews (5 recomendações e 555 reviews???Irônico não??), sério eu acho que estão zoando com a minha cara.Por que a minha fic não é tao boa assim.É?Esse calculo tá errado né.Nyah você quer pegar uma peça comigo né??Mas eu não vou reclamar, porque PORRA EU ESTOU MUITO FELIZ, SÉRIO EU AMOOOOOOOOOO VOCÊS MUITO MUITO MUITO MUITO...
~abraça cada um dos leitores e não solta mais~
Amei todos os reviews, estou ainda respondendo-os com calma, além do mais vocês merecem s2
Mas enfim vou deixar vocês lerem.
Boa leitura Killjoys e Avengers!!!
*-*



Frank: Você nem sabe quem está aqui?

Quem?-Gerard pergunta confuso.

Frank: A sua mãe, Donna Way.






O silêncio se estala na linha.

Gerard fica com a boca entreaberta assustado, querendo que ele estivesse errado, que não houvesse escutado de fato o que lhe temia.

Gerard?Você está aí?-Frank quebra o silencio preocupado com o namorado.

Si-sim...Frank, fala pra mim que isso é uma brincadeira, por favor.-Gerard sorri nervoso, porque ele bem sabia que Frank não iria brincar com algo tão sério.

Frank:Infelizmente não é uma brincadeira Ge.

A meu Deus, Frank ela te fez algum mal?Falou alguma coisa?Eu vou resolver isso agora, não demoro.-Gerard falava rápido preocupado.

Frank:NÃO.Gerard é melhor não.Fica tranquilo que ela não fez nada.

Gerard:Como ela não fez nada?O que ela está fazendo ai?E como soube onde você morava?

Frank:Não sei, estou confuso.Eu cheguei em casa e minha mãe me chamou dizendo que tinha uma velha amiga dela e que queria me conhecer.Ao chegar na sala adivinha quem estava lá?Donna Way em carne e osso na minha frente.

Gerard:E como ela agiu?

Frank:Apagou o sorriso na hora e ficou me encarando.

Gerard:E você?

Frank:Eu fiquei em choque, não imaginava o que ela estava fazendo ali.Mas como eu tinha certeza que a minha mãe não deveria saber de nada a cumprimentei e chamei minha mãe para conversar e lhe explicar tudo.

Gerard:O que ela disse?

Frank:Ela pediu para eu subir pro meu quarto e não sair até ela mandar e também era pra ligar pra ti para não aparecer aqui até Donna ir embora.

Gerard:Mas o que Linda pensa em fazer?

Frank:Não sei.Ela só me disse que iria resolver isso.

Gerard:Como assim resolver isso?

Frank:Vindo da minha mãe é impossível saber.Mas eu sei que ela só quer ajudar.

Gerard fica pensativo deixando estalar um silencio na linha, apenas sendo possível ouvir ambas as respirações contra o celular.

Frank:Gerard?

Gerard:Se você ligou então quer dizer que ela ainda está ai né.

Frank:Sim.Por quê?

Gerard:Em alguns minutos eu já estou chegando.

GERARD, NÃO.-Frank gritou, porém já era tarde Gerard já havia desligado.

Frank apavorado encara o celular brigando consigo mesmo por ter contado ao namorado mesmo sabendo que ele é altamente teimoso.Agora ele encarava a janela observando qualquer vestígio que indicasse que fosse Gerard, torcendo para que Donna fosse embora antes do filho chegar.



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Gerard, aonde você vai?-Helena pergunta ao ver o neto andar apressado em direção à porta.

Gerard:Na casa do Frank.

Aconteceu alguma coisa?-Helena pergunta, porém já era tarde.

O garoto já entrava no carro saindo em disparada em alta velocidade.Sua cabeça estava em uma confusão só, perguntando-o o que Donna faria na casa de seu namorado.

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O silencio era a única coisa audível na casa tirando a respiração das duas mulheres que se encaravam constantemente.Até Donna criar coragem e falar.

Donna:Linda, eu sei que não agi certo.Eu não deveria vir com quatro pedras na mão quando ele anunciou esse namoro.Porém pense nas minhas condições, ele vim e apenas anunciar que está namorando um homem.Ele me pegou de surpresa, eu não sabia o que pensar.Como você acha que eu agiria?

Linda:Eu não posso lhe julgar, mas qualquer coisa seria melhor do que expulsá-lo de casa.

Donna:Eu sei, eu agi de cabeça quente.Mas como eu disse foi um choque.Eu nunca imaginaria meu filho gay.

Linda:Donna, você preferiria que ele estivesse largado em alguma rua qualquer inconsciente, dependente químico ou pior drogado?

Claro que não!-Donna exclama apavorada com a ideia.

Linda:Então mulher, pense o quanto seu filho é maravilhoso.Ele é saudável, educado, gentil, talentoso, um aluno e filho exemplar.Não tem o que reclamar dele.

Donna:Sim, mas eu tenho medo.

Linda:Medo?Do que?

Donna:Eu não tenho boas lembranças de gays.

Linda:Você está falando de Jeff?

Você também lembra dele?-Donna pergunta adquirindo um olhar tristonho ao lembrar do rapaz..

Linda:Vocês eram carne e unha e também depois de tudo que aconteceu como não lembrar.

Flashback on



O garoto andava normalmente sobre os corredores da escola.Estava de noite e ele havia acabado de sair do quarto de seu namorado.O loiro voltava para o seu quarto tendo que atravessar boa parte dos dormitórios do colégio.Sua visão era escura, sendo que àquela hora da noite todas as luzes eram apagadas e só a luz do luar clareava o lugar onde ele passava.O garoto estava feliz cantarolando uma música qualquer, que não notou uma movimentação entre as sombras.Porém quando notou já era tarde de mais, dois rapazes o puxam arrastando-o para um ponto totalmente escuro.Não deu nem tempo de gritar ao perceber que os rapazes não haviam o segurado com uma boa intenção.E seu pensamento foi confirmado ao receber o primeiro soco de outro rapaz escondido sempre pelas sombras.Motivos?Ele não tinha ideia do por que de estar sendo agredido de tal forma.Porém um dos rapazes puxa seu cabelo pra trás fazendo o loiro encarar o causador de tudo aquilo.

Você sabe por que está aqui?–A voz do rapaz era intimidadora.

O loiro não responde por medo e também devido à dor vinda de sua cabeça.

EU TE FIZ UMA PERGUNTA.RESPONDE PORRA.

O garoto assustado apenas balança a cabeça negativamente.

Pois eu posso te fazer lembrar de uma coisinha.

Você pode achar que nos engana, porém você está muito enganado Jeff.–O garoto que estava o segurando fala em seu ouvido causando arrepios ao loiro ao ouvir seu próprio nome.

Tenta esconder de todos o que você se tornou.–O rapaz que se encontrava a sua direita fala usando um tom enojado na voz.

Um monstro é isso que você é.

Mas nós vamos lhe ensinar como ser homem.Algo que você não é.

Jeff arregala os olhos assustado prevendo o pior.

Tá com medinho querido.Pois quando está fodendo seu namorado você não age assim não é boneca.

Risadas são ouvidas juntos de alguns socos contra seu rosto.

Só fica quietinho.Do contrário será pior.

Uma fita é colocada na boca do rapaz que é logo recebido por vários chutes e socos.Ele tentava se libertar, porém era impossível com dois braços imobilizando-o.Todo a tentativa de barulho feita pelo loiro era inútil.Não havia o que fazer, só esperar até aquele pesadelo acabar se é que iria acabar de alguma forma.

Alguns metros do lugar, uma garota escuta alguns barulhos estranhos e decide averiguar.Ao chegar perto o suficiente, vê a cena e arregala os olhos em choque.Um de seus melhores amigos apanhando covardemente de outros três colegas de classe.Sem poder fazer nada Donna apenas fica observando calada esperando que os rapazes cansem e deixe o garoto em paz.

Jeff já estava à beira da inconsciência quando os chutes cessaram, os rapazes o deixaram cair no chão como um boneco e apenas sussurram em seu ouvido ameaçando-o se contasse algo que houvesse acontecido ali.E saem como se nada tivesse acontecido, porém para o garoto caído no chão aquilo seria o motivo de seu pior trauma causando feridas que só seriam cicatrizadas anos depois.

A garota ao perceber que os outros rapazes já haviam ido embora corre até o local que o amigo está, já chorando ao ver a cena.Pensando em como pessoas poderiam agir com tamanha brutalidade.

Flashback off



Donna:Eu não quero que aconteça algo assim com o meu filho.Entende?

Linda:Donna isso passou, os tempos são outros.Hoje em dia isso é mais controlado.Ainda há preconceito claro, porém tem diminuído bastante.

Donna:Mas Linda eu já cansei de ver na TV a quantidade de agressões contra homossexuais.Eu não quero ter que um dia visitar meu filho no hospital por tais motivos.

Linda:E você não irá deixá-lo viver por causa de outras pessoas?Donna violência tem em todo lugar e não é só contra homossexuais.Você não pode prever o dia que será violentada, agredida ou assaltada.Ninguém pode sabe o dia de amanhã.Você vai deixar de ir aos lugares públicos ou bancos só porque poderá acontecer um assalto?Ou mesmo andar de carro, avião ou moto por correr o risco de ser atropelada?Claro que não.Nós vivemos com o perigo sempre ao nosso lado, porém não tem como evita-lo é algo natural.

Você tem razão.-Donna faz uma pausa pensando em como seu filho havia agido depois das palavras ditas por ela e seu marido.-Ele ama mesmo o seu filho não é?

Sim, eles se amam muito.-Linda sorri.-E eu acredito que eles não iram desistir desse amor por nada.Se eu fosse você eu procurava o Gerard e conversava com ele

Donna:Ele não irá me ouvir, eu sei como é meu filho.

Linda:Não desista se você realmente está arrependida corre atrás dele e o peça perdão.

Donna:Você está certa.E é isso que farei.



As duas mulheres trocam apenas um olhar confiante antes de ouvirem um carro freando bruscamente, logo depois a porta se escancara fortemente dando lugar a um garoto com uma expressão nada amigável.As duas mulheres levantam olhando para porta assustadas, passos rápidos são escutados da escada e logo Frank aparece na mesma com um olhar preocupado, parando ao ver Donna.O moreno direcionava seu olhar para Donna, o ódio estampado em suas orbes esverdeadas.

Filho!-Donna exclama surpresa.

O que você pensa que está fazendo aqui?-Gerard fala entre dentes.

Frank imediatamente se posta ao lado do namorado e sussurra em seu ouvido:

Gerard, não faça nenhuma besteira.

Gerard:Pode deixar Frank,eu sei bem o que estou fazendo.

Donna:Filho, que bom te ver.Estava com saudades.

Gerard:Saudades?HÁ-HÁ-HÁ foi você que me expulsou de casa e diz que está com saudades.É muita cara de pau mesmo.

Calma amor.-Frank sussurra em seu ouvido segurando a mão do namorado carinhosamente, sendo logo apertada pelo mesmo.

Frank, eu acho melhor deixa-los a sós.-Linda fala vendo que a conversa era algo pessoal e eles estavam sobrando ali.

Gerard:Não Linda eu quero que vocês fiquem, esse assunto é de seu respeito.

Linda:Mas...

Donna:Deixa eu faço questão que vocês escutem também.

Gerard:Há agora a senhora vai se fazer de boazinha.

Donna:Filho, para com isso eu sei que errei, mas estou disposta a mudar.

Gerard:Você?Mudar?Isso é uma piada né.

Donna:Gerard, eu entendo que você aja assim, mas tente se por no meu lugar.Eu não sabia como lidar com isso.

Gerard:Não sabia é.E agora sabe?

Donna:Sim e sinto muito por tudo que eu lhe disse.

Gerard:Aonde você quer chegar com isso?

Donna:Eu quero que você volte pra casa querido.

Gerard:Há eu sabia.Tinha que ter alguma coisa atrás disso tudo.

Donna:Acredite em mim.Eu só quero o seu bem e eu aceito o seu namoro.

Gerard:Só quer o meu bem?Aceita meu namoro?Você retira tudo que havia dito sobre namorar um homem?

Donna:Sim eu me arrependo de tudo.

Gerard:Você está ciente que terá que se acostumar com a presença do meu namorado e que eu não vou admitir você o tratando mal.

Donna:Claro, Gerard eu estou disposta a apoia-los.

Gerard:Quem é você?E o que você fez com Donna Way?

Donna:Sou eu mesma, poxa será que uma pessoa não pode tentar consertar os erros.Eu sei que o que lhe fiz foi errado, porém eu agi com a cabeça quente.Eu não esperava isso, você me pegou de surpresa.Gerard, por favor volta pra casa.Eu não aguento mais ver aquele quarto vazio, aquela casa fica muito quieta sem você.

Gerard fica um tempo em silencio tentando absorver toda aquela conversa.Ele estava escutando bem?sua mãe estava arrependida e o quer que volte pra casa?

Gerard:Mas e o Donald?

Donna:Eu vou conversar com o seu pai.Ele terá que entender que não pode privar a vida de seu filho.Muito menos tirar o amor dele.Então você volta?

Gerard:Não sei, hoje eu vou ficar aqui.Amanhã eu resolvo se voltarei pra casa.

Donna:Tudo bem querido, você que sabe.

Tanto faz.Agora se me der licença eu vou para o quarto do meu namorado descansar.-Gerard da ênfase no “meu namorado” para ver a reação de Donna, porém ele não vê nada de diferente em sua feição.

Eu já vou embora, já está tarde.-Donna levanta indo na direção de Linda, abraçando-a -Tchau Linda foi muito bom rever a senhorita hem.E obrigado por tudo, mesmo.

Linda:Que isso, só fiz o que achei que seria melhor a ser feito.

Donna:Mesmo assim muito obrigado.

Donna anda até Frank que permanecia ao lado de Gerard temeroso com o olhar da mulher sobre si.-Tchau Frank, desculpe a minha falta de educação de horas atrás, mas eu não estou nos meus melhores dias.Mas eu quero agradecê-lo por permanecer sempre ao lado do meu filho.Você parece ama-lo muito mesmo.

Frank apenas acena tímido.

Donna enfim encara seu filho novamente -Gerard pense com carinho tudo que eu lhe disse ok.Que Deus lhe abençoe.Eu te amo filho.Tchau.

Ela o abraça forte depositando um beijo em sua testa, logo desaparecendo pela porta.



CONTINUA...


Notas finais
O que acharam??
Reviews??
Fui
*-*