Notas iniciais
- Os personagens de Fairy Tail não me pertencem. Grande parte dos personagens da Fanfiction são criações do mangaká Hiro Mashima. — Alguns dos personagens da Fanfiction (Ex.: Draco, Vitous, Urano) são criações próprias. PS: O personagem Urano foi criado com base no deus grego de mesmo nome. PS2: O personagem Draco, teve o nome inspirado na constelação de dragão. — O conteúdo da Fanfiction (Ex.: Magia Infinity Slayer, Dragon Soul) são criações próprias e não devem sob hipótese alguma ser inseridos em Fanfictions de terceiros. Caso você conhece alguma Fanfic com algum dos elementos originais deste enredo, por favor denuncie. — A primeira parte da sinopse desta Fanfiction foi escrita pela usuária NoRedemption. Ela está sendo usada com permissão dela. Aproveito o espaço e agradeço pela colaboração da leitora. IMPORTANTE: capítulo editado. Este foi o primeiro capítulo a ser revisado e consequentemente revisado. Os demais capítulos também passarão por este processo no futuro.

O Sol entrava pelas frestas da janela, incomodando o sono da maga que tentava ao máximo continuar a dormir, porém a luz não lhe permitia. Ao que parecia nem o próprio Sol gostava da loira. E por que dizer isto? Simples, pois desde a volta da albina mais nova de Edolas ninguém lhe dirigia uma única palavra. Nem seu próprio time lhe dava atenção ou a chamava para fazer missões. Sempre diziam que iriam levá-la na próxima, que queriam fazer uma missão com a albina para lembrar os velhos tempos. Desculpas idiotas do ponto de vista da maga loira, afinal eles vem dizendo isso desde os Grandes Jogos Mágicos.

A maga já sabendo que não poderia lutar contra a luz do Sol, se levantou, sentando-se na beirada da cama e se espreguiçando. Em seguida levantou-se, pegou uma muda de roupas em seu armário e caminhou em direção ao banheiro. Ao se deparar com a porta do cômodo, a abriu preguiçosamente e adentrou no mesmo, para logo em seguida fechar a porta atrás de si. Lucy rumou até a banheira e a encheu de água quente.

Assim que estava completamente cheia, a maga se despiu e pôs alguns sais de banho na água, para logo em seguida adentrar na banheira, se acomodando na mesma. Afundou a cabeça aproveitando a deliciosa água quente que tocava sua pele. Ficou deste jeito por cerca de trinta minutos e logo depois que saiu, abriu o ralo, deixando a água escoar. Secou-se com a toalha e vestiu suas roupas íntimas de cor rosa bebê, um short jeans preto e curto e uma blusa branca, com mangas até o pulso e diversos corações desenhados em cores como vermelho, lilás, rosa e rosa bebê.

Saiu do banheiro e tomou seu café da manhã, composto por pão, torrada e suco de laranja. Após terminar sua refeição, a loira calçou um par de sapatilhas pretas com um laço e rumou a guilda.

Lucy

Caminhava feliz para a Fairy Tail, pois havia me decidido. Hoje chamaria meu time para ir a uma missão. Fazia algum tempo que não falava com eles, na verdade ninguém na guilda conversava comigo — nem mesmo Levy que é, ou melhor, era minha melhor amiga. Todos apenas davam atenção a Lisanna que vivia falando sobre como era Edolas.

Sei que a forma como penso faz parecer que eu não gosto dela, mas na realidade toda vez que eu tentava me aproximar para me apresentar e tentar fazer amizade, ela simplesmente fingia não ouvir ou fazia cara de nojo e saia de perto. Então eu parei de tentar fazer amizade.

Logo que me dei conta já estava em frente a minha tão amada Fairy Tail. Aproximei-me das grandes portas de entrada e, mesmo sem abri-las, já era possível ouvir o som de pessoas falando alto, gritando, bebendo, brigando, enfim, sendo a Fairy Tail. Abri as grandes portas, adentrando no local e, ao que parece, novamente ninguém percebeu minha presença. Então fui até o balcão, no qual me sentei para esperar por Natsu e os outros, pois sabia que ninguém no meu time chegava a essa hora.

— Mira, pode me servir um copo de água, por favor? — pedi a albina mais velha que estava servindo cervejas para uns membros da guilda. Mira, ao ouvir o meu pedido, se virou com uma cara irritada, pegou um copo d'água e me serviu.

— Para você é Mirajane. — respondeu ríspida para mim, para logo em seguida ir servir cervejas para Wakaba, Macao e Cana com um belo sorriso, como se nada tivesse acontecido.

— Sim. — respondi com a voz fraca e quase que inaudível.

Como alguém podia tratar uma pessoa assim apenas por pedir um copo de água? Mas não posso me deixar abalar. Não importa o que digam, não vou me desanimar.

— Tadaima! — gritou Natsu após chutar a porta da entrada. O mago estava acompanhado por Erza, Gray, Happy e Lisanna. A última estava agarrada ao braço do Dragon Slayer.

Natsu soltou Lisanna de seu braço e caminhou em minha direção com um sorriso malicioso. Um sorriso foi formado em meu rosto, mas ele logo foi desfeito pela próxima ação do rosado.

— Punho do Dragão de Fogo.

...

Ele me atacou? Natsu Dragneel me atacou? Como? Por quê?

Meu corpo foi em direção ao chão, devido o ataque poderoso desferido diretamente.

— Você está fora do time. — disse Natsu, olhando-me com desdém.

Em seguida, cinco espadas e algumas lanças de gelo foram lançadas contra mim. Algumas apenas me arranharam, enquanto outras causaram cortes profundos. Eu olhava ao redor, mas ninguém parecia demonstrar alguma reação de me ajudar. Meus olhos encheram-se de lágrimas e minha visão ficou turva. Eu estava completamente imóvel no chão, com diversos arranhões e com uma grande queimadura na minha barriga. Natsu completou:

— O time mais forte, ou melhor, a guilda mais forte de Fiore não precisa de fracas inúteis como você.

Assim que ele acabou de falar isso, Levy veio até mim e apagou o emblema da guilda da minha mão, paro logo em seguida se afastar. Após isso, Mirajane se aproximou e me arrastou pelos cabelos para fora das propriedades da guilda, dizendo palavras que eu jamais esqueceria:

— É ai que lixos como você devem ficar. No chão, servindo de capacho.

E em seguida, a albina voltou para a guilda.

Não acreditava no que havia acontecido. Aqueles que um dia eu chamei de amigos me excomungaram da guilda?

Juntei todas as minhas forças e me levantei ainda cambaleante, devido aos ferimentos, rumando direto para o meu apartamento. Algumas pessoas me perguntavam se eu estava bem, mas nada respondi. Assim que cheguei a minha casa, peguei uma das minhas chaves e tratei de invocar um espírito.

— Abra o portão para a donzela. Virgo! — um selo mágico azul se formou a minha frente e dele surgiu Virgo, a qual se curvou em sinal de respeito.

— O que deseja Pri... Princesa! — gritou ela me segurando, quando eu ameacei cair — O que aconteceu Princesa? — perguntou.

— A-a g-guilda el-es... — mal pude terminar de responder, pois meus olhos já estavam cheios de lágrimas, tanto de tristeza quanto de dor.

— Me desculpe por não aparecer antes Princesa. Vamos. Eu vou cuidar dos seus ferimentos.

E ela o fez, começando primeiro por limpar os cortes e lacerações mais profundas, para em seguida enfaixá-los da forma apropriada.

Virgo

Eu estava tratando o corpo da Princesa. Eu ainda não podia acreditar que a Fairy Tail havia feito algo tão baixo quanto isto, mas ao que parece, a vida gosta de nos surpreender.

Neste momento estava cuidando do braço direito de Lucy, o qual possuía diversos cortes. Estava lavando os ferimentos por toda a extensão do membro e essa marca estranha chamou minha atenção. Olhei novamente o local onde a marca da Fairy Tail se localizava e lá estava ela. Asas de anjo. Brancas e belas.

Será que isso poderia ser a marca? Por garantia eu devo avisar o Rei Celestial, mas ao mesmo tempo não posso deixá–la assim. Terminei de cuidar de seu braço e me pronunciei:

— Princesa. — disse chamando a atenção da minha mestra.

— Sim, Virgo?

— Eu preciso voltar para o Mundo Celestial, mas não se preocupe, chamarei Caprico para ficar aqui.

— Claro. Pode ir Virgo.

E com sua permissão, eu desapareci em um brilho dourado, aparecendo na sala do trono de Sua Majestade.

— Você tem certeza do que viu Virgo? — perguntou o Espírito Celestial Rei a mim, depois de eu explicar o que havia visto.

A sala do trono era magnífica. Ela possuía um chão de mármore em tom creme, diversas pilastras em um tom levemente mais escuro que o chão e um longo tapete vermelho que ia desde a grande porta dupla até o trono do rei, cujo tamanho era proporcional ao grande espírito. Este obviamente estava sentado no trono e eu me encontrava alguns metros a sua frente.

— Sim, eu tenho certeza Vossa Majestade. — respondi com firmeza — O que devemos fazer quanto a isto?

— Por enquanto devemos apenas avisar a eles. — disse o espírito sério — Por favor, Virgo, encarregue-se disso. — disse o rei.

— Sim. — respondi curvando-me e me retirando dos aposentos.

Lucy

Assim que eu respondi, Virgo sumiu em um brilho dourado e poucos segundos depois Caprico surgiu a minha frente, curvando-se a minha frente.

— Srta. Lucy, Virgo me pediu para vir cuidar de você.

— Sim. Muito obrigada, Caprico. — agradeci sorrindo.

Caprico terminou de tratar meus ferimentos, continuando de onde Virgo havia parado. Agora, o espírito celestial estava preparando algo para eu comer, porém os pensamentos do que os outros falaram ainda rondavam a minha mente. Então eu tomei uma decisão.

— Caprico, você poderia fazer as minhas malas? Não quero mais ficar nessa cidade. — disse ao bode que me servia o jantar.

— Como desejar. — disse o espírito, começando a arrumar os meus pertences.

Algumas horas depois, eu já estava andando por uma floresta. A maioria de meus pertences havia sido levada para o Mundo Celestial por Caprico e por isso eu levava comigo apenas uma pequena mochila com algumas coisas que poderiam ser necessárias. Mas ao que parecia minha sorte estava verdadeiramente em falta.

Eu havia ido até a estação de trem, no objetivo de sair de Magnolia e ir para algum lugar onde eu pudesse treinar, mas a estação parara de funcionar temporariamente.

— Lamentamos o transtorno, mas alguns magos da guilda local causaram danos aos trilhos. Nenhum trem partirá ou passará por aqui até o fim de semana, quando terminarmos os reparos. — dissera um funcionário da estação.

— Fairy Tail. Ferrando com a minha vida de todas as formas possíveis. — disse, enquanto enfrentava a mata fechada, rumo à cidade vizinha, na qual eu poderia pegar um trem.

Antes que eu pudesse continuar a amaldiçoar a guilda, eu comecei a ouvir sons que pareciam passos, mas os mesmos eram pesados e múltiplos, indicando que era mais de uma pessoa ou ser.

Medo se instaurava em mim conforme os sons ficavam mais próximos. Alguns segundos depois, as árvores começaram a se mexer, como se algo muito grande e forte as estivesse forçando para os lados. O som de galhos e madeira se partindo também se fez presente e, quando cessaram, eu já podia ver a minha frente três grandes seres e um humano.

— Dragões. — sussurrei para mim mesma, recusando-me a acreditar no que meus olhos viam.

Diante de mim se encontravam três enormes dragões. O primeiro era Acnologia, O Grande Dragão Negro do Apocalipse. A esquerda deste se encontrava um dragão roxo com a parte da barriga azul e mais atrás se encontrava o último dragão, o qual possuía asas negras, tronco amarelo e uma calda que possuía diversos espinhos.

Porém o que mais chamou minha atenção era um homem estar com as três grandes bestas. Ele tinha olhos azuis e cabelos negros que iam até um pouco acima do ombro. Possuía pele clara, era alto, aparentando ter entre 1,85 e 1,87. Ele usava um tipo de terno com um sobretudo que se encontrava aberto.

— Olá Lucy. — disse em um tom extremamente doce, mas que também era sério e firme. Sua voz era grave e repleta de confiança, de uma forma quase que divina


Próximo capítulo: Infinity Slayer.

Notas finais
Obrigado pela leitura. Os próximos capítulos serão editados como este foi. então não se preocupem, pois a escrita será melhorada. Obrigada novamente por ler e se gostou, por favor favorite e comente. Até :3