My New Life

20 O Poder da Fada Que Caiu


Notas iniciais
- Os personagens de Fairy Tail não me pertencem. Grande parte dos personagens da Fanfiction são criações do mangaká Hiro Mashima. — Alguns dos personagens da Fanfiction (Ex.: Draco, Vitous, Urano) são criações próprias. PS: O personagem Urano foi criado com base no deus grego de mesmo nome. PS2: O personagem Draco, teve o nome inspirado na constelação de dragão. — O conteúdo da Fanfiction (Ex.: Magia Infinity Slayer, Dragon Soul) são criações próprias e não devem sob hipótese alguma ser inseridos em Fanfictions de terceiros. Caso você conhece alguma Fanfic com algum dos elementos originais deste enredo, por favor denuncie. — A primeira parte da sinopse desta Fanfiction foi escrita pela usuária NoRedemption. Ela está sendo usada com permissão dela. Aproveito o espaço e agradeço pela colaboração da leitora. E aí, gente, como vocês vão nesta tarde quente de domingo? Eu vou bem. Enfim, vamos ao capítulo. Eu prometi, eu fiz. 5000 palavras e e treta da Lucy e da Fairy Tail, hehe. Peço para que por favor não cometam suicídio durante a leitura, nem me xinguem nos comentários. Boa leitura, gente, bjs. Papai ama vocês S2 PS: por favor, me avisem se tiver erros tudo bem? Obrigado. :3

Lucy

Os punhos com energia de Regulus da loira acertaram em cheio o rosto do Dragon Slayer do Fogo. Mesmo que este estivesse sobre o controle de um demônio, Kyôka neste caso, não importava. Lucy já possuía motivos mais do que suficientes para querer um acerto de contas com ele, com a Fairy Tail.

Mas, apesar da loira ter utilizado uma grande quantidade de força, Natsu não pareceu receber muito dano. O corpo dele emitiu uma aura de poder que Lucy jamais havia visto. As veias dos braços e de sua testa se destacaram, como se seus músculos estivessem se desenvolvendo durante a luta. A maga celestial jamais havia visto algo assim, pelo menos não até… Kyôka.

O nome da Etherious surgiu na mente de Lucy em um passe de mágica. A energia que agora emanava do corpo de Natsu, se assemelhava a energia que Kyôka utilizara em alguns momentos durante a luta das duas. E se agora a integrante da Tartaros podia controlar cinco magos de forma tão simples, ela poderia muito bem dar a eles uma amostra de seu poder, isto é, se ela realmente quisesse que eles conseguissem cumprir o objetivo do demônio: matar Lucy.

Os punhos de Natsu se envolveram em chamas e ele tentou acertar a loira, porém esta foi mais rápida e se lançou para trás, ficando fora do alcance dos ataques do rosado.

Lucy pousou de forma graciosa, alguns metros de distância do Dragon Slater de Fogo, e tornou a carregar seus punhos com a energia de Regulus. Os magos se puseram ao seu redor e se prepararam para atacar.

Lucy não se intimidaria pela tão fácil, visto que ela enfrentava magos que poderia derrotar com facilidade, mas algo a surpreendeu. A concentração da energia mágica em seus corpos mudou, expandindo-se de forma que eles se tornassem dignos de atrapalhar a vida da loira. Mas ela não recuaria, mesmo se eles, em um passe de mágica, se tornassem os magos mais poderosos do mundo.

Com isto em mente, a maga celestial investiu de forma aleatória contra os magos da Fairy Tail. Não importava em quem ela focasse, pois todos vinham em sua direção de forma apressada.

Primeiro Laxus tentou acertar Lucy com o Punho do Dragão do Relâmpago, porém Lucy desviou o golpe usando de seu antebraço, para logo em seguida acertar um chute, também com energia de Regulus, no rosto do loiro, fazendo o nariz dele quebrar e sangue escorrer por sua face.

O Dragon Slayer do Relâmpago se afastou, porém os outros quatro magos aproveitaram da abertura para lançar um novo ataque conjunto contra a maga celestial.

— Water Slicer – gritou Juvia.

— Ice Make: Lance – gritou Gray ao mesmo tempo em que Juvia lançou seu ataque.

Lanças de gelo e cortadores de água voaram em direção à loira em alta velocidade, porém Lucy simplesmente desviou da maioria, enquanto mandava para longe os mais próximos, utilizando de seus punhos luminosos.

Lucy olhou para trás de si, pois ela tinha a mais absoluta certeza de que os ataques dos dois tinham o objetivo de distraí-la, tanto é que Natsu e Gajeel corriam por trás dela com magias prontas para serem usadas. Ambos se moviam em alta velocidade.

— Espada do Dragão de Ferro – disse o moreno e toda a extensão desde seu cotovelo até a ponta de seus dedos se tornou uma espada com uma lâmina de diversas saliências, como se possuísse dentes de tubarão. A lâmina era extremamente maior do que todo o braço do Dragon Slayer de Ferro.

— Punho de Ferro do Dragão de Fogo – disse Natsu, com ambos os punhos nas mais vivas chamas.

Eles se movimentam de forma discreta por trás de Lucy, enquanto ela se defendia dos ataques de Gray e Juvia. A dupla de Dragon Slayer’s agora se encontrava a poucos metros de distância da loira. Ela nem mesmo se virou para se defender.

Natsu e Gajeel chegaram à loira ao mesmo tempo e ambos tentaram acertá-la com seus ataques, porém Lucy saltou para trás, acima das cabeças dos Dragon Slayer's, fazendo assim com que estes acertassem apenas o chão onde a maga celestial estava.

Lucy, ainda em pleno ar e bons cinco metros acima da dupla, carregou seu punho esquerdo com a energia de Regulus, enquanto que o seu braço direito acumulava magia de Dragon Slayer Celestial. Ela juntou seus punhos e os direcionou aos magos, os quais ainda estavam com mãos fixas no chão.

— Impacto de Regulus do Dragão Celestial – disse a loira liberando uma grande rajada de energia dourada. Essa adquiriu as formas da cabeça de um leão e de dragão, e atingiu Natsu e Gajeel em cheio.

A rajada de energia foi tão destrutiva, que obliterou completamente o solo abaixo dos Dragon Slayer's, mandando-os para o andar inferior.

Lucy se pôs de ponta cabeça ainda em pleno ar e produziu um círculo mágico rosa, o qual ela utilizou como plataforma, lançando-se em direção aos magos que haviam caído pelo grande buraco.

O corpo da loira se moveu de forma tão veloz que ela ainda pôde ver Natsu e Gajeel caindo. Eles possuíam diversos ferimentos pelos seus corpos, os quais a loira não reparou no momento.

Uma chave dourada surgiu na mão direita da maga celestial. Lucy cortou o ar com o pequeno objeto.

— Abra o Portão para o Leão, Leo! – invocou a loira.

Um brilho dourado surgiu no espaço entre Lucy e a dupla de magos. Loke surgiu.

— Já faz um tempo que eu queria uma chance de enfrentar vocês – exclamou o ruivo recém-chegado, enquanto pousava no chão, alguns metros dos magos que haviam se estatelado no solo árido da base da Tartaros – Você vai sofrer Natsu.

O espírito celestial tinha uma face psicótica. Lucy aterrissou ao lado dele.

— Bem, vai ser como nos velhos tempos – disse a loira, enquanto suas mãos brilhavam com a energia do Star Dress

O ruivo sorriu.

— Com certeza – disse o homem em um tom sério – Depois que terminarmos, que tal um jantar?

A maga celestial riu, enquanto Juvia e Gray desciam para o andar em que eles estavam por meio de um escorregador de gelo feito pelo mago.

— Se você derrotar dois deles antes de mim, você terá o seu jantar – barganhou a loira.

Os olhos do espírito brilharam com o desafio.

Katrina

A situação na qual as duas jovens se encontravam com certeza não parecia ser das melhores, principalmente para o esqueleto demoníaco que assistia a nevasca devorar o campo de visão das garotas, enquanto que arpões de gelo tentavam acertar a dupla. Mas nem tudo é o que parece, principalmente quando se trata de Carol Danvers e Katrina Ives.

Dentro da nevasca, as jovens resistiam aos ataques de forma graciosa. Claro que isto era fácil, uma vez que o atacante avisava-lhes sobre a direção de onde os projéteis vinham. Mas ainda assim, elas resistiam de forma firme.

Uma bola de gelo, de tamanho equivalente ao de uma bola de canhão, cortou o ar em direção a Katrina, porém a morena apenas enviou uma esfera de energia simples, a qual explodiu facilmente o projétil.

— Vocês são Infinity Slayer's, correto? – perguntou o Devil Slayer do Gelo na mente das duas magas – Vocês são imensamente poderosas. Para derrotar este demônio do inferno, basta que...

...

Silêncio. Silver parou sua fala subitamente.

— Silver? – perguntou Katrina em pensamento – O que houve? O que devemos fazer?

— Sr... Silver? – chamou Carol desta vez.

Um ruído infernal foi ouvido pelas magas. Um barulho semelhante a unhas arranhando um quadro negro se fez presente dentro de suas mentes, mas por mais que fosse um ruído mental e não físico, as jovens taparam os ouvidos por instinto, deixando assim suas armas caírem no chão.

— Meninas tolas – disse uma voz gélida que parecia ressoar das profundezas do inferno. As duas moças taparam os ouvidos ainda mais forte – Vocês realmente achavam que eu não tinha conhecimento dos pensamentos do Silver? Quão patéticas vocês podem ser?

O ruído piorava cada vez mais, e Katrina sentia que em breve seu cérebro vazaria pelo ouvido. O incômodo era tamanho que a mulher não podia lançar uma única magia. Ela apenas poderia resistir o máximo que pudesse.

Um segundo ruído surgiu na audição da morena. Um projétil, muito provavelmente um arpão de gelo, cortava o ar em sua direção e antes que ela pudesse tomar qualquer medida defensiva, Carol se jogou em cima dela, fazendo com que ambas caíssem no frio chão, este que começava a congelar.

Uma enorme esfera de gelo com diversas saliências passou voando acima da dupla, errando por pouco a cabeça da morena. Algo estava errado, pensava Katrina, Silver não as avisara sobre o ataque. O que teria lhe acontecido?

Porém antes que ela pudesse imaginar uma resposta, uma grande liberação de energia ocorreu abaixo dela e de Carol. Uma liberação de energia negra, a qual lançou as duas jovens para o alto, a aproximadamente dez metros do chão.

Uma vez fora do chão, uma série de objetos cortou o ar em direção as duas, e desta vez elas não poderiam se esquivar. Poderiam apenas tentar bloquear os ataques.

Katrina passou seu braço em volta da cintura de Carol e puxou o corpo da loira contra o seu. Pela expressão confusa da maga, a ação a pegou de surpresa.

Assim que estavam mais próximas, a morena produziu uma barreira de água que girava ao seu redor de forma semelhante a um ciclone. Katrina achava que a rotação as protegeria mesmo que os projéteis viessem em grande velocidade e quantidade. A garota estava certa.

Arpões de gelo, muito maiores do que uma pessoa extremamente alta, atingiram a barreira e foram desviados nas mais diversas posições, deixando as garotas intactas e sem ferimentos.

Katrina e Carol pousaram no chão e a morena abriu os braços.

— Water Cyclone.

Um ciclone de água surgiu ao redor das garotas e se expandiu, dando fim a nevasca que obstruía a linha de visão das magas.

Agora, Katrina e Carol podiam ver Keyes a alguns metros de distância delas. Mas o que chamou a atenção delas era o fato de Silver estar ao lado do esqueleto. O homem não possuía nenhuma expressão e seus olhos estavam vidrados.

— Silver? – chamou Carol – O que houve com você?

O homem não respondeu e como um foguete, assim como ele fizera anteriormente, Silver voou rapidamente contra Carol, acertando um soco no abdômen da garota e levando-a juntamente dele para longe de Katrina. Carol gritou por causa do golpe repentino.

— Carol!? – gritou Katrina em preocupação e virando a cabeça para ver como a loira estava, porém algo duro acertou sua bochecha, fazendo a jovem olhar para frente.

— Você tem problemas maiores, Katrina.

A morena olhou para frente e viu Keyes a sua frente com o cajado erguido. Ele a havia golpeado com o objeto.

— Não se preocupe. Tenho certeza que Silver cuidará muito bem da sua amiga.

Um grito feminino foi ouvido atrás de Katrina. Um grito de dor.

John

A respiração de Marcus enfraquecia a cada minuto, fazendo John se preocupar cada vez mais.

O garoto em seus braços tinha uma aparência que se tornava cada vez mais preocupante para si. O corte no peitoral do mago demoníaco estava com uma aparência cada vez mais pútrida, tanto é que começava a emitir um cheiro altamente desagradável.

Mas afinal de contas, aonde John estava indo? Fazendo-se esta pergunta, o rapaz parou de súbito. Sua respiração estava pesada e agitada. Onde ele conseguiria algo para tratar Marcus?

Ele pôs o amigo no chão com o máximo de cuidado possível, mas ele gemeu ao entrar ao contato com o chão frio do corredor.

Novamente John tomou a mão do outro entre as suas e sentiu sua pulsação. Ela estava extremamente enfraquecida. Se ele passasse mais tempo assim, ele iria… ele iria…

Não. John se recusava a cogitar a hipótese da morte de Marcus. Ele iria ficar bom. Ele iria. John olhava fixamente para o chão, tentando conseguir algo em sua memória que pudesse salvar o amigo. Mas nada surgia.

Marcus gemeu de dor, espantando John e fazendo-o olhar para ele. O mago demoníaco havia aberto os olhos e encarava fixamente um ponto vazio no teto.

— Marcus? – chamou John, depositando levemente a mão do outro no chão e movendo para mais perto do rosto do amigo, olhando para os olhos dele – Eu estou aqui.

Marcus engoliu em seco, ou pelo menos era o que John achava, e virou lentamente sua face para o outro, porém mesmo que o moreno olhasse na direção correta, ele não parecia capaz de ver nada.

— Jo… nh? – perguntou Marcus com uma expressão repleta de dor – O… Onde…?

— Aqui – respondeu John, tomando novamente a mão de Marcus – Bem aqui. Por favor, tente se manter consciente – completou fazendo este pedido.

Ele sabia que não deveria fazer um pedido como esse, dadas as atuais circunstâncias, mas ele precisou. John precisava de esperança. Ele precisava de algum sinal de que o quê ele fazia poderia salvar Marcus, que o amigo não estava tão mal assim.

— Eu… eu… – Marcus tentou dizer algo.

— Por favor, não precisa dizer nada. Apenas fique acordado, por favor – pediu John, com preocupação mais do que aparente em sua voz.

Marcus tossiu fortemente. Sangue saiu de sua boca e suas costas se dobraram, fazendo-o se sentar. Seu corpo tremia. John rapidamente deu apoio para ele, impedindo-o de cair ou até mesmo de ter uma convulsão.

Marcus tossiu de novo e desta vez ele vomitou sangue, sujando completamente o chão entre suas pernas. As forças do corpo dele falharam e ele teria ido diretamente para o chão, porém John o amparou e o deitou calmamente no solo.

John olhou para a poça de sangue a frente dos dois e viu que boa parte dela estava coagulada. Mas o sangue apenas coagulava quando alguém morria, não é mesmo? O que diabos é esse veneno.

— Mas… eu… que… ro… – disse Marcus, chamando a atenção de John, porém ele se arrependeu de ter olhado para o outro.

O rosto de Marcus estava sem cor. Seus olhos haviam perdido quase que todo o brilho, não, eles haviam perdido todo seu brilho. Eles não transmitiam mais a alegria característica do garoto. Os lábios dele estavam manchados de vermelho e uma pequena linha de sangue escorria pelo canto de sua boca, indo até o seu queixo e se espalhando pelo seu pescoço. Suas veias e artérias brilhavam verdes abaixo de sua pele.

Ele ficou assim de um segundo para outro. Como infernos isso era possível?

— Eu… eu… – o maxilar dele tremia, como se não aguentasse sustentar os movimentos da fala – Eu… t… e…

…

…

Nada. Apenas silêncio era ouvido. Os olhos de Marcus ficaram completamente sem vida. Sua mão perdeu a força entre as de John e acabou caindo no chão, já que o outro estava em choque com o que acabara de acontecer.

— O… o que? – perguntou John.

Sua expressão estava congelada. Seus olhos tremiam, assim como sua boca, a qual estava ligeiramente aberta.

— O que? – tornou a perguntar, mas desta vez ele estava gritando.

Algo molhado caiu sobre as mãos de John. Uma lágrima havia caído dos olhos do rapaz. Mas quem poderia culpá-lo?

— Por favor – gritou, enquanto segurava o rosto de Marcus com ambas as mãos – Por favor… me responda. Marcus, por favor, responda.

Lágrimas caiam dos olhos de John de forma cada vez mais intensa. Ele tomou o corpo inerte de Marcus e o abraçou, chorando cada vez mais alto.

— Eu imploro… Volte… Por favor – pediu.

Os gritos de John estavam embebidos no mais profundo do desespero. O que ele tanto temia aconteceu. Marcus… se foi. Ele estava morto.

Mirajane

A maga, ainda com o Take Over: Mirajane Seilah ativo, carregava Erza rumo ao local onde Mira havia sentido a magia de Lucy há poucos minutos. A albina havia coberto o corpo da ruiva com um lençol que havia achado após derrotá-la, afinal, ela não poderia deixá-la nua.

Mira se sentia estranha desde que havia utilizado o Take Over em sua própria alma. Era inegável que a sensação de poder era incrível e maravilhosa, porém parecia que algo fundamental fora tirado dela. Ela entendia que havia absorvido o poder presente em sua alma, mas será que isto afetaria sua humanidade?

Esta era a dúvida que permeava os pensamentos da Demônio Mirajane. Isto, Lucy e Marcus.

Lucy. Mira não entendia o que havia acontecido e por isso estava indo até ela. Para se desculpar e para tentar compreender o acontecido.

Já Marcus preocupava a maga Classe-S de outra forma. O poder e o descontrole que ele havia demonstrado em sua luta contra Seilah haviam deixado Mirajane completamente horrorizada. Ela jamais havia sentido um poder demoníaco tão poderoso quanto aquele que o mago havia usado. E se havia alguém que entendia algo sobre poder demoníaco, esta era Mirajane Strauss.

Mas para ser absolutamente sincera, a albina possuía uma quarta preocupação, a qual era derivada da primeira.

Bem, Mira sabia, tanto pelo seu bom senso quanto pela sua experiência, que devia estar preocupada com Marcus e que deveria se sentir mal pelo que houve a Lucy, mas na verdade, ela não estava. Não de verdade.

Sua mente estava ciente do que ela deveria sentir e ela se encarregava disto, mas na realidade, ela não possuía uma preocupação real com Marcus, nem culpa verdadeiro em relação à Lucy.

Era como se ela tivesse consciência, mas não sentimentos, e isso era assustador, afinal, o que aconteceria se ela perdesse seus sentimentos para sempre? Muito provavelmente ela se tornaria uma pessoa perigosa. E graças ao poder de sua alma, ela poderia ser muito pior do que a Tartaros.

Seus pensamentos foram interrompidos quando uma magia familiar veio em sua direção. De forma extremamente veloz, Lisanna surgiu em sua linha de visão.

Ela se deteve por um momento, porém em um tom de surpresa e curiosidade ela deu um passo à frente.

— Mira? – perguntou ela – É você?

— O que você está fazendo aqui Lisanna? – perguntou Mira, em um tom frio e com os olhos sérios.

Lisanna se espantou, como se a pergunta da irmã mais velha não fosse esperada.

— Eu… eu vim com a guilda. A Tartaros atacou Magnolia e nós viemos até a base voadora deles para contra-atacar. Também viemos buscar você e a… Erza!

Apenas no fim de sua frase a Strauss mais nova notou a ruiva nos braços da irmã, e ao fazer isso, correu até ela.

— O que houve com ela? – perguntou Lisanna.

Mira depositou a ruiva nos braços da irmã, que a segurou com um pouco de dificuldade, mas de forma firme.

— Eu aconteci a ela – respondeu Mira – Volte para junto dos outros. É perigoso ficar andando pela Tartaros, ainda mais sozinha.

Mira evitou a irmã e continuou seguindo seu caminho.

— Mas… eu vim atrás do Natsu. Ele está aqui em algum lugar. Vim para ajudá-lo – explicou Lisanna – Não posso voltar.

Mira suspirou, mas não parou de andar.

— A única coisa que você pode fazer para ajudar é levar a Erza até o lugar onde está o resto da guilda para mantê-la em segurança. Depois de achar a Lucy, eu irei atrás do Natsu também. Agora volte, é uma ordem – disse Mira.

Lisanna fez um barulho estranho, quase como um inseto ao morrer.

— Lucy? – questionou ela com repulsa ao nome que acabara de ser dito – Ela está aqui? Você está indo matá-la, não é, Mira? Aquela vadia imunda e…

Lisanna não pôde terminar sua frase, pois Mira havia parado e uma aura extremamente assustadora começou a ser emitida por ela.

Mira, não, a Demônio Mirajane se voltou para Lisanna e a encarou com um olhar amedrontador.

— Leve Erza até os outros e nunca mais fale deste modo desprezível novamente. Isto é uma ordem – disse assustadora. Lisanna tremeu – Agora vá. Não desperdice mais tempo.

E então, Mira continuou seu caminho até Lucy, enquanto os passos apressados de Lisanna se afastavam atrás de si.

Por mais que o que houve a pouco não tenha sido algo muito gentil a se fazer, algo alegrou Mira, fazendo a maga sorrir minimamente. Ela havia sentido raiva por Lisanna ter ofendido Lucy.

Então, afinal de contas, sua humanidade não estava completamente perdida.

Lucy

Loke correu a frente da maga celestial e se encarregou de batalhar contra Gray e Juvia, deixando Gajeel e Natsu para a loira.

O espírito celestial golpeou o mago de gelo com os punhos envoltos em energia, fazendo o moreno expelir todo o ar de seus pulmões e gemer de dor.

— Water Cane – gritou a azulada.

O braço direito de Juvia se transformou em água e se expandiu, tornando-se uma espécie de chicote de água, o qual a maga tentou usar para afastar Loke de Gray, porém o espírito celestial jogou o mago do gelo em direção do ataque, fazendo com que ele recebesse todo o dano.

— Você joga sujo – disse Lucy.

— Bem, por um jantar com você, eu não me importo em trapacear – disse o espírito celestial rindo, enquanto via Juvia ajudando Gray a se levantar e se desculpando por tê-lo acertado.

A dupla voltou a atacar o espírito e ele tratou de se defender. Após Loke acertar um soco em Juvia, Lucy parou de prestar atenção naquela batalha e focou nos oponentes restantes. Natsu e Gajeel.

— Então? – questionou a loira com um sorriso no rosto – Não vão querer tentar acertar o primeiro golpe?

O rosado e o moreno rosnaram.

Os corpos deles começaram a emitir uma energia poderosa, semelhante a de Kyôka, assim como Lucy pensava.

Natsu ativou seu Modo Dragão de Fogo e Relâmpagos, enquanto Gajeel assumiu a forma Dragão de Ferro e Sombras. Ambos emitiam uma magia poderosa.

Lucy em momento algum os temeu. Não havia motivo para tal ato, uma vez que ela ainda era mais forte. Isso sem mencionar o fato de ela não estar usando todo o seu poder.

Gajeel e Natsu avançaram ao mesmo tempo, com o Punho Dragão de Fogo e Relâmpagos e a Espada do Dragão de Ferro e Sombras, respectivamente.

Lucy também avançou contra eles, com o pinho de Regulus na mão esquerda e com uma chave de diamante na esquerda.

— Abra o Portão para o Deus da Guerra: Ares – gritou a loira, quando estava a poucos metros de distância dos inimigos.

Os ataques se encontraram e uma considerável explosão surgiu, levantando poeira e destruindo um pouco do chão, além da liberação de energia causada pelo fogo e pelo poder de Regulus.

Quando a poeira baixou, Lucy pode ser vista segurando firmemente o punho de Natsu. Além disso, o punho de Gajeel estava longe de acertar a loira, pois uma espada bloqueava o moreno. Uma espada pertencente a um homem que não estava ali segundos antes.

Ele tinha cabelos negros e olhos castanhos levemente avermelhados, como se um relâmpago escarlate passasse por eles. Ele era relativamente alto, maior do que Lucy, mas menor que Laxus. Ele usava uma armadura de batalha completa, desde as botas prata-azuladas até o elmo no mesmo tom de cor. Suas armas eram um machado e uma espada, e no peitoral da armadura havia entalhada uma caveira. Agora que Lucy havia notado, Ares era incrivelmente semelhante a John.

— É. Você definitivamente é o deus dele – disse Lucy para o deus, mas sem tirar os olhos de Natsu que tentava empurrar a mão de Lucy e se libertar.

— De quem? – perguntou Ares.

— Seu God Slayer, John Mackenzie. Ele é seu God Slayer, não é?

— Ah, você conheceu o meu pirralho? É, agora que você disse… eu e ele definitivamente temos umas coisas em comum. Nossa incrível beleza, por exemplo. Mesmo que a minha ultrapasse a dele, hehe.

Ele ria com o próprio comentário.

— Convencido – disse Lucy, sem papas na língua – Todos os deuses são assim?

— Não, apenas todos os deuses que podem ser assim. Então você meio que pode eliminar o Hefesto, hehe.

— Não diga isso. Ele é tão legal – disse Lucy defendendo o Deus Ferreiro – Você poderia aprender umas coisas com ele.

— Nem. Ele é muito…

— Rugido do Dragão de Fogo e Relâmpagos.

Um rugido de fogo e raios foi desferido no rosto de Ares, fazendo-o parar sua frase e ser envolto em uma torrente de chamas e eletricidade, a qual logo gerou fumaça que cobriu o deus completamente. Natsu tinha uma expressão furiosa.

Mas, mesmo com o ataque de Natsu tendo acertado o deus em cheio, o punho de Gajeel continuava detido pela espada. Isto fez o rosado se assustar.

— Você não viu… – começou Ares, enquanto a fumaça desaparecia, permitindo que o deus fosse visto. Intacto, diga-se de passagem – Que nós estávamos conversando?

Ele tinha pura fúria em seu olhar. Seu poder mágico emanava em ondas concentradas, mas poderosas.

O deus, com um simples movimento de armas, lançou Natsu e Gajeel para longe, e em seguida avançou contra eles, atacando-os com a espada e o machado.

A dupla de Dragon Slayer’s tinha dificuldade em se defender, pois os ataques de Ares eram rápidos, precisos e causavam danos, não importando a forma como os magos defendessem.

Ares cuidaria deles, Lucy tinha certeza absoluta disso. E uma vez livre dos empecilhos, ela poderia finalmente se ocupar com o mais poderoso dentre os magos da Fairy Tail. E agora, pensando nele, Lucy se perguntou mentalmente onde ele estaria.

Bem, ela não teve de pensar por muito tempo, pois ele simplesmente surgiu acima de si. Laxus. O loiro se jogara direção a Lucy. Ele estava com os punhos carregados e com o rosto sujo de sangue.

Lucy se jogou para frente, evitando por pouco ser esmagada pelo brutamontes que Laxus era.

Com um movimento acrobático simples, a loira se pôs de pé e se voltou para o mago. Ele avançava contra si com os punhos transbordando eletricidade.

— Star Dress: Sagittarius Form.

A vestimenta estelar da Heartfilia desapareceu, tendo sido trocada por uma que era semelhante ao espírito de Sagitário. Ela também possuía um arco dourado.

— Star Shot.

Lucy atirou diversas flechas de luz contra Laxus, visando parar o mago ou até mesmo feri-lo. Porém, ao que parece, a loira apenas conseguiu a primeira parte, a qual já era satisfatória por enquanto.

As flechas de luz atingiram o tórax e o rosto de Laxus, e o brilho o fez parar. Sua camisa fora parcialmente destruída pelo ataque.

— Bruxa – gritou ele com as mãos nos olhos – Eu não posso ver.

E era essa a deixa que a maga celestial esperava. Ela novamente mudou seu Star Dress, voltando para a Taurus Form.

Lucy se moveu rapidamente e desferiu uma série de golpes pelo corpo do loiro, todos imbuídos com a força da constelação de Touro. Laxus gemia de dor a cada golpe e tentava se defender como podia, mas a habilidade de combate de Lucy penetrava a defesa dele como se nada fosse.

A loira conseguiu acertar um forte murro na barriga do loiro, fazendo-o expelir todo o ar de seus pulmões, além de outros murros e chutes por toda a extensão do tórax do mesmo.

— Punho do Dragão Celestial.

O punho de Lucy brilhou dourado e ela o usou para acertar o rosto de Laxus, porém o mago desviou o golpe usando apenas de seu antebraço.

— Impossível – disse Lucy, completamente surpresa.

Laxus deu um sorriso convencido, mas Lucy reconheceu aquele sorriso como não sendo do Dragon Slayer do Relâmpago. O sorriso era de Kyôka.

Lucy estava tão chocada com o fato de seu ataque ter sido parado de forma tão simples, que ela nem reparou quando Laxus desferiu um murro no rosto dela.

— Punho do Dragão do Relâmpago.

O soco elétrico acertou Lucy em cheio e a arremessou para longe. A maga celestial caiu a aproximadamente dez metros de distância de Laxus, com o rosto no chão.

Ela ergueu a cabeça devagar e tomou apoio com os braços para se levantar, mas então ela olhou para as outras batalhas que aconteciam.

Loke, que antes estava tendo grande facilidade na luta contra Gray e Juvia, estava sendo pressionado. Tanto o mago de gelo quanto a maga da água obtiveram um aumento repentino de poder, e agora conseguiam se manter firmemente contra o espírito celestial.

Natsu e Gajeel também lutavam com destreza contra Ares. Obviamente o deus ainda não estava usando seu poder máximo, para não consumir muito do poder mágico de Lucy e também por não precisar, mas ainda assim, ele não havia conseguido vencer.

Todas as teorias de Lucy foram confirmadas. O poder de Kyôka definitivamente havia sido partilhado entre os magos. Mas como? Pense Lucy, pense.

A maga celestial sentiu uma magia hostil vindo por trás dela, então ela rolou para o lado, evitando por pouco um segundo soco de Laxus.

Lucy parou e se levantou, encarando o mago a sua frente.

— Rugido do Dragão Celestial.

Um feixe de energia foi liberado da boca da maga em direção a Laxus. Este ataque não podia ser facilmente desviado e não foi, assim como Lucy achava.

O rugido acertou Laxus, fazendo-o recuar, mas ao mesmo tempo ele não havia recebido muito dano. Sua resistência, sua força e seu poder mágico haviam aumentado consideravelmente. Mas como Kyôka conseguiu fazer isso?

Uma frase ressoou pela mente de Lucy.

— Nós, Etherious, usamos maldições. As quais não dependem de poder mágico, por isso não nos preocupamos em nos livrar da magia deste continente. A minha maldição, por exemplo, permite que eu afete o corpo de outras pessoas. Em você, eu a estou usando para aumentar sua sensibilidade à dor, por isso até mesmo o menor dos arranhões lhe causa uma dor insuportável.

Esta frase fora dita por Kyôka quando ela havia torturado Lucy e Júpiter.

Kyôka manipulou o corpo de Lucy para que ela sentisse dor com o menor dos arranhões, correto? Aumentando sua sensibilidade a dor. Então, ela também deveria ser capaz de aumentar a força e o poder dos outros também, não é?

Esta era uma teoria a ser levada em consideração, levando em conta que o poder dos magos da Fairy Tail fora aumentado de forma desumana. O poder deles podia ser sentido a uma distância enorme.

Laxus se recuperou do dano causado pelo rugido de Lucy e tornou a avançar contra ela, porém ele estava diferente. Aquilo era a Dragon Force?

Sim. Lucy não tinha dúvidas. Escamas recobriam o abdômen e os bíceps de Laxus, seus dentes estavam mais pontiagudos e seu poder mágico rivalizava com o de Lucy.

Uma segunda onda de poder, parecida com a de Laxus, porém menos poderosa, chamou a atenção de Lucy. Ela evitou o ataque de Laxus e olhou na direção deste poder e constatou que ele vinha de Natsu e Gajeel, que também possuíam suas Dragon Force’s ativas. Até mesmo Gray e Juvia possuíam uma forte aura de poder.

Lucy precisaria pensar no que faria a seguir com cautela. Eles estavam extremamente poderosos.

— Reagrupar— disse Lucy em pensamento, sabendo que a instrução seria ouvida por Ares e Loke.

Pois é, Lucy possuía contato telepático com seus espíritos. Foi assim que ela observou a luta de Hermes e Minerva.

Uma exclamação de dúvida foi ouvida na mente da loira, porém todos a ouviram e se juntaram rapidamente, ficando de costas um para o outro, enquanto as fadas os cercavam.

— O que foi? – perguntou Ares com raiva – Eu não ia perder.

— Eu sei que não, mas você ia consumir muito da minha magia. Eu ficaria exposta – explicou Lucy – Não tenho escolha. Vou ter de usá-la.

Lucy olhou para sua mão direita, observando a Marca dos Anjos nela.

— Você tem certeza disso? – perguntou Loke.

— Pelo que Urano falou para Zeus, você não tem controle sobre essa coisa, não é? Levando em conta a história que você tem com essas pessoas, você pode perder o controle – argumentou o deus.

— Eu não tenho escolha, Ares. Voltem, por favor – pediu Lucy – Não quero machucá-los. Se algo acontecer a vocês, eu não vou me perdoar.

Loke e Ares arregalaram os olhos, principalmente o deus que conhecia Lucy há pouco tempo, mas Loke já sabia como a loira era.

— Nem pensar – disse o espírito celestial – Não vamos te deixar aqui sozinha

— O bonitão de terno tem razão – apoiou Ares – Nem pensar que eu vou voltar para o Olimpo para ouvir dos outros que eu não te ajudei a vencer. Vamos fazer isso. Juntos.

Foi a vez de Lucy arregalar os olhos e ficar surpresa, mas isso também não a surpreendia tanto. Ela sabia que também era importante para eles, assim como eles eram para ela.

Lucy sorriu. Ela tocou a marca em sua mão, sentindo o poder adormecido dentro dela.

— Gabriel. Raphael. Michael. Como a portadora da Marca Sagrada dos Anjos, eu ordeno, concedam a mim seu poder – disse ela, segurando a marca que começara a brilhar.

Os magos da Fairy Tail temiam o que estava prestes a acontecer e por isso se aproveitaram da distração da loira, lançando-se em direção a ela com magias prontas para serem usadas.

Eles estavam a poucos metros de distância dos três. Ares e Loke se puseram a frente da Lucy, para protegê-la, mas não era mais necessário.

— Liberar! – gritou Lucy.

Uma explosão de luz aconteceu, mandando as fadas para longe, mas deixando Loke e Ares seguros.

As fadas se afastaram em meio a gritos de dor, enquanto uma cratera era formada ao redor da maga celestial.

O brilho da explosão desapareceu, permitindo que todos pudessem ver Lucy em seu auge de poder.

Três pares de asas brancas estavam presentes nas costas de Lucy, todos eles abertos e emitindo uma luz pura. Sua roupa agora era um traje branco, colado a sua pele, e deixando partes de seu abdômen a mostra, como por exemplo, seu umbigo e as laterais da sua cintura. Este traje se estendia desde o pescoço da maga até a metade de suas coxas, e na altura de seus seios havia uma peça metálica dourada. Ela também usava botas negras que iam até a metade de suas coxas, tocando o fim do traje branco. Uma faixa rosa estava enrolada ao pescoço dela e se estendia até suas panturrilhas. Pequenas asas apareciam na lateral da cabeça de Lucy, dando a impressão de que eram pequenos acessórios.

A maga emanava uma aura dourada que irradiava poder e magia. Ela abriu lentamente seus olhos, os quais eram castanhos, porém com um brilho também dourado.

— Angel Form.

Próximo capítulo: A Cólera do Cavaleiro.

Notas finais
Gente, bem, o capítulo foi isso ai que vocês leram mesmo. Morte, poderes foderosos e esse tipo de coisa. Bem, eu gostaria de fazer umas perguntas para vocês com base no capítulo. Sintam-se livres para responder: 1º: O que vocês acham que vai acontecer na luta da Katrina e da Carol, e o que vocês acharam do que aconteceu nesse cap? 2º: Morte do Marcus? Como vocês acham que isso vai se desenrolar e o que vocês acharam da morte dele? Uma curiosidade sobre o processo de criação dessa cena: eu escutei muita música triste para fazê-la. Quase entrei em depressão, sabiam? Tudo isso por vocês bebês. Mas eu ainda tô na maior bad... :( 3°: Narração da Mira; aparição da Lisanna, reação da Mira, etc. E vocês acham que o fato de ela usar o Take Over na própria alma vai mudá-la? Como? 4°: e a batalha da Lucy? Valeu a pena? E a Angel Form? Bem, eu estou fazendo estas perguntas, pois alguns leitores comentam com um simples continua. Tipo, já é uma injeção de moral e de ânimo, mas não sana todas as minhas dúvidas sobre a minha forma de escrita, compreendem? Por exemplo, as vezes eu faço uma coisa super diferente em um capítulo, mas ninguém comenta sobre isso ou expressa uma opinião, então eu fico meio que achando que não foi importante/relevante/bom. Como no caso das armaduras dos deuses do John, e as de dragão da Kath. Bem, eu gostaria que vocês respondessem com sinceridade. Eu também queria agradecer de novo a todos que comentaram o último capítulo e que favoritaram a Fic. Sinto muito pela demora, mas semana passada foi a minha semana de provas, então não deu para escrever nada. Eu fiz esse capítulo todo essa semana, hehe. Bem, vou deixar uns links ali embaixo com algumas imagens, caso vocês não se recordem de algum elemento que eu citei. Acho que é só isso. Bjs e fiquem com Deus. Até o próximo :3 Sagittarius Form: http://40.media.tumblr.com/3b2ffd473853fb80f418fa9a6ea6f176/tumblr_nzkysnAxkS1rcpgefo1_500.png (cores não confirmadas). Modo Dragão de Fogo e Relâmpagos: http://vignette4.wikia.nocookie.net/fairytail/images/8/83/Natsu_With_Lightning_Absorbed_Anime.jpg/revision/latest?cb=20130925004747 Modo Dragão de Ferro e Sombras: http://vignette2.wikia.nocookie.net/fairytail/images/e/e0/Iron_Shadow_Dragon_Mode.png/revision/latest?cb=20140621024543