My Neighbor's Apartment
13 Dedo / Almoço / Grávida
Notas iniciais
SASUKE POV'S ON
Despertei com meu despertador despertando, olhei: 7:00 Hrs. Tsc, por que essa merda despertou essas horas? Hoje é domingo e não trabalho e... PUTA MERDA!
Saltei da cama. Esqueci que hoje eu vou levar a Haruno para conhecer a minha família. Ou é para a minha família conhecer a Haruno? Tsc, não importa.
Peguei minha toalha e fui para o banheiro. Ontem eu dei uma de durão pra Haruno, e no fim não aguentei e a acabei beijando. É. Até que foi legal sentir aquelas lábios macios com gosto de cerejas na minha boca novamente, mas mesmo assim eu quero senti-los em outra lugar, ahém, se é que me entendem.
Saí do banheiro e peguei minhas roupas. Vesti-las e fui a cozinha comer algo. Depois de um tempo terminei, olhei para o relógio em meu pulso, 7hrs e 52m. Peguei mais algumas coisas minhas e saí porta a fora do meu apartamento.
Aí da Haruno se ela não estiver pronta. Aí dela!
Tsc. O jeito era ter escolhido a Rosada para levar pro almoço na minha casa. Digo: Na casa dos meus pais. Já que tinha esquecido de arranjar a garota, e ela era a que estava mais próxima. Mas também eu não queria outra, já tinha algum tempo que estava na mente leva-la. E aqui estou, em frente o seu apartamento batendo naquela porta esperando ela abrir.
TOC TOC TOC
Não acredito se ela ainda estiver dormindo! Há, mas ela vai ver só.
Dei alguns passos para trás para poder arrombar aquela maldita porta, mas infelizmente ela abriu. Como eu queria bota aquela porta abaixo! Tsc.
Meus olhos brilharam ao ver aquela criatura em minha frente. Não tem como negar, ela está Linda! Aquele vestido tomara que caia vermelho realçava seus pequenos seios, acho que aquilo deve ser o peitinhos dela, Hehehe. Seu cabelo Rosa estava solto e a maquiagem realçava seus olhos incrivelmente verdes.
– Hm. — Resmunguei ainda a encarando.
Observei ela olhar alguma coisa em seu celular.
– São oito horas e quinze minutos! — Ouvi ela comentar. — VOCÊ ESTÁ QUIZE MINUTOS ATRASADOS! — Olhei para ela incrédulo!
– Como é que é? Eu fiquei quinze minutos batendo nessa porcaria de porta! Você que se atrasou. — Retruquei a encarando feio. Ela cruzou os braços me olhando de cima a baixo.
– MENTIRA! Eu estava sentada no sofá escutando música e jogando Pou no meu celular te esperando. E não ouvir você bater na porta! — Indagou ela amostrando seu Pou no seu celular e um fone de ouvido na outra mão. O coitado do Pou era rosa e tinha pintias pretas. Que merda era aquela? E ele é gordo pra caramba!
– Devia ser por que VOCÊ ESTAVA ESCUTANDO MÚSICA! — Explodi apontando meu dedo pra ela que revirou os olhos.
– Tudo bem, é melhor irmos logo. — Mudou de assunto, ela é bipolar? Trancou seu apartamento e passou por mim. Inalei aquela belo perfume e fitei sua bunda. E que bunda! Hehe.
A segui, mas algo não estava certo.
– Aonde pensa que vai? — Perguntei vendo que ela abria a porta das escadas. Tsc.
– Pra garagem. — Respondeu. Me aproximei dela e agarrei seu braço.
– Vamos pelo elevador. — Ela ia abrir a boca pra falar algo, mas a cortei antes. — E não venha dizer que tem medo, eu sei que você superou. — E a levei pra dentro do elevador que tinha acabado de abrir a porta.
– É. Mas... Ainda me sinto insegura. — Comentou ela segurando na barra de ferro que tinha ali dentro. Revirei os olhos.
– Então canta uma música pra se acalmar, sei la. — Disse a primeira coisa que veio na minha cabeça.
– Eu sei um música muito legal. Ela é do Pou, já te falei que adoro ele? E tenho ele no meu celular! — Revirei os olhos, a olhei, parecia pensativa.
– No que está pensando? — Perguntei olhando para os números que marcava os andares.
– Na música! — Pensou mais um pouco. — Lembrei! É assim óh. — E ela começou a cantar, só que afinando a voz. Tsc. — Eu não sou tamagoshi, to dentro do smartphone. Te acordo na madruga quando to sentindo fome. Se não me alimentar, eu fico doentinho, e pra ganhar dinheiro cê tem que brincar comigo. — Rezava para aquele maldito elevador chegasse no terraço o mais rápido possível. — Chato pra comer, nem tudo me seduz, se for pra ir dormiiir por favor apague a luz, luuuz.
" De dia ou de noite
a sensação eu sempre sou,
se ainda não conhece,
prazer, eu sou o Pou,
se ainda não tem um,
é porque não me conheceu,
vai lá no celular e por favor
baixa eeeeeeeeeeeeeeeeu,
baixa eeeeeeeeeeeuuu,
baixa eeeeeeeeeu,
baixa eu."
Ela parou de cantar e agora que a porta abriu. Tsc, não podia ter sido ao contrário?
– Você tem o Pou no seu celular? — Ela perguntou atrás de mim.
– Não. — Respondi seco.
– Ahh... Então deixa eu baixar vai! — E sentir ela enfiar aquela mão dentro dos meus bolsos e puxar meu celular pra fora.
– Devolve isso! — Exclamei zangado. Ela parece uma criancinha naquele corpo de tirar o fôlego.
– Mas... — A cortei.
– Anda logo! — Vi a Haruno fazer beicinho igual aquelas crianças que não conseguem o que querem. Tsc. — Entra dentro do carro. — Falei destravando as portas.
– Você não vai abrir a porta para mim? — A olhei soltando faíscas dos meus olhos, ela entendeu o recado e entrou sem dizer mais nada.
Tomara que ela se comporte na frente dos meus pais.
Entrei e travei as portas, não sei se ela é capaz de pular do veículo em movimento, mas tenho que me prevenir, já que ela quase pulou de uma janela do meu quarto. Tsc.
Dei a partida do carro e rumo a Mansão Uchiha.
SASUKE POV´S OFF
SAKURA POV´S ON
Esse Uchiha é MUITO chato! Quem é que não gosta do Pou? NINGUÉM! Todos gostam do Pou! Mas não... Ele tinha que ser diferente! Coitadinho do Pou, deve estar muito triste por alguém despreza-lo assim. Ahh... Mas não se preocupem, eu vou arranjar um jeito de baixar o Pou no celular desse Desprezável-qqq?
E que linda a música do Pou que cantei não? Achei ela na Internet, o funk do Pou. Hehehe. Mas acho que Sasuke Gostoso, não curtiu muito ela não. Mas que se dane. Ahém.
E ainda por cima ele teve a audácia de não abrir a porta para mim como naqueles filmes de romances que assisto. Err. Mas deixa ele, pode deixar. Ele vai ter que aprender a ser cavalheiro comigo se quiser que minto pra sua família; Digo: Escondo da sua família que não sou de verdade a namorada dele. E falo que ele me subornou e ofereceu dois mil reais para fazer isso. É. Mas só dois mil? Tsc, ele é pobre isso sim. CAHÁM. Err.
O olhei de rabo de olho, desde de quando meu olho tem rabo? Bom, isso não importa. E sim, que ele está terrivelmente gostoso, ahém, acho que tive um orgasmo aqui-qq?
Tentei abrir a janela, mas estava travada. Qualé... Ele acha que eu tenho a ousadia de pular em um carro em movimento? Não sou tão doida assim não. Err.
O olhei novamente, ele fica super sexy dirigindo. Percebir que ele estava de sinto de segurança, olhei para mim, não estou de sinto. Se nos sofressemos um acidente eu ia me ferrar. Por que? Por que eu estou sem sinto ora bolas!
Estiquei meu braço e puxei aquela sinto travando-o logo em seguida, vi que Sasuke me espiou pelo canto do olho mas logo voltou a observar a estrada.
Peguei meu Pou para ver como ele estava, tenho quatro mil reais em dinheiro e ele estava super sujo. Minha nossa! Eu tinha acabado de limpar ele já estava sujo? Tsc, minha filhinha Meg é uma sapeca mesmo. Limpei ela tudinho e lhe dei mas comida e rémedio. Guardei meu celular e olhei a paisagem que passava por nós.
Aquele silêncio já estava insuportável. Olhei se tinha alguma coisa dentro do carro que pudesse me distrair um pouco.
Oh! Um aparelhinho de som. Não é que me de uma vontade de escutar música? E tinha entrada para USB, eu tenho um cabo USB dentro da minha bolsa!
– Err... Sasuke? — O chamei, ele me fitou de canto.
– Hm?
– Se importava se eu colocar uma musiquinha? — Hehehe.
– Vai em frente! — Respondeu. Ok então.
Tirei o cabo USB da minha bolsa e conectei ao aparelho. Agora é só escolher a música.
– Você conhecer a Banda: Bando do Tigrão? — Perguntei como quem não quer nada. Ele franziu o cenho e respondeu:
– Já ouvir algumas músicas deles quando mais Jovens. — Olhei para o meu celular vendo aquela música ali. Será que faço isso mesmo? — Por quê? — Me perguntou.
– É que... Tenho uma música aqui. A gente poderia cantar junto. — Acho que to doente. Err.
– Que música? — Perguntou. Hehehe.
– Cami... DA@$%! — Err.
– O quê? — Ahém.
– Camisinha! — Falei super rápido, mas acho que ele entendeu, pois sorriu de canto.
– Vamos ver o que você sabe. — Falou ele. Dei de ombros e coloquei a música, é claro que íamos cantar junto, essa era a ideia.
Sasuke começa cantando primeiro.
– Oi, tchutchuca tive um sonho com você! — Minha vez. Err.
– E como foi seu sonho, me conta quero saber... — Sasuke!
– Assim! Só eu e você numa sala, vamos brincar de rima, aquele que não souber vai tirando a roupinha... Eu te uso e você me usa. — E lá vamos nós... Hehe. Digo: Eu.
– Então tira minha blusa! — Err.
– Eu te quero até de manhã!
– Vem tira meu sutiã... — Ahém.
– De manhã de tarde á noitinha!
– Então tira minha sainha...
– Eu ganhei minha tchutchuquinha! — Ganhou nada Sasuke. Cahám.
– Mentira, mentira tu perdeu to sem camisinha. Mentira, mentira tu perdeu to sem camisinha. — Err. Hehe.
– Cao você tá enganada, camisinha tava guardada. Cao você tá enganada, camisinha tava guardada.
Depois da música de repetir mais uma vez nos entreolhamos e rimos.
– Essa música é do tempo da minha vó. — Comentou Sasuke ainda rindo. Fiquei encantada com seu sorriso. Esse sim era um sorriso verdadeiro.
– Seu sorriso é Lindo. — Comentei sem perceber. Ele me olhou e fechou a cara na hora. Acho que ele não é muito de sorrir e não gostou quando comentei. Err.
– Já estamos quase chegando. — Comentou voltando a ser o Sasuke de antigamente: indiferente. Saco!
Depois disso ficamos calados até chegarmos em uma grande. — E bota grande nisso. — Mansão. Uau, quer dizer que meus sogrinhos moram aí? Ahém.
Passamos pelo enorme portão e Sasuke estacionou o carro. Descemos ainda sem dizer nada.
Observei o jardim, era lindo, tudo bem cuidado, imagine dentro da casa? Deve ser fantástico! É. fantástico! Plim!-Q?
Fui tirada dos meus pensamentos com a voz rouca de Sasuke.
– Vamos, eles já devem estar nós esperando lá dentro. — E saiu andando rumo a porta de entrada, o segui.
Observei ele aperta a campainha. Passou um tempinho e a porta foi aberta, olhei para aquele homem em minha frente, cabelos brancos, olhos escuros e usava uma máscara tampando a metade do rosto. Hm...
– Sasuke! Estávamos te esperando. — Não me diga. — E você deve ser a...? — Ele não sabe meu nome?
– Sakura. — Resmunguei. Ele estendeu a mão para mim em forma de comprimento. A peguei. E que pegada, uiii. Hehehe.
– Isso! Sakura! Hahaha. Desculpe, é que o Sasuke não nos falou o seu nome. — Olhei para o Uchiha que deu de ombros. Idiota. — Gostei do seu cabelo. — Comentou o mascarado soltando minha mão e pegando no meu cabelo.
– Você não disse seu nome. — Indaguei tirando aquela mão de cima do meu lindo cabelinho. Ahém.
– Oh! Me desculpe. Meu nome é Kakashi. — E la foi o mascárado estender a sua linda pegada. Digo... Mão, novamente. Mas não a peguei, e o deixei no vaco. Hehe, sou má! — Err... Vamos entrar. — Disse meio sem graça nos dando passagem.
Entramos e... Nossa! Isso aqui não é uma casa simples não. É um casarão! E que tamanho de TV era aquela? Aquilo deveria ter mais de 42 polegadas! A minha só tem 29. Err.
Isso é um sofá de coro? Oh! O meu eu ganhei da vizinha do prédio, ela comprou sofás novos e me deu os dela dos anos 60. É.
– Venham por aqui. — Indagou o mascarado. Digo... Kakashi! Indo em direção para uma porta dupla.
Eu queria saber que horas são agora, mas esqueci meu celular no carro do Sasuke! Ainda conectado no USB.
Olhei em volta procurando alguma coisa que marcasse horas. Meus olhos pousaram no relógio de pulso do Moreno que caminhava ao meu lado.
Não pensei duas vezes ao agarrar o seu braço para ver as horas. Hm... 9h e 16m. Gastamos quase uma hora de meu apartamento aqui? Nem notei!
Kakashi abriu a porta e passamos por ela. E olha que nem tinha largado o braço do Sasuke ao ver a hora. E parece que ele nem se importou. Deve estar pensando que estou dando uma de namoradinha perfeita. Err.
Quando saímos uma mulher de cabelos escuros compridos e olhos na mesma cor se aproximou de nós.
– Oh meu filho! Como você cresceu! E está mais bonito do que antes. — Acho que essa coroa precisa de óculos. Hehe.
– Mãe, Eu estou exatamente igual quando a senhora me viu da última vez. — Resmungou Sasuke. Ops! Essa coroa é a mãe dele? A minha "Sogra"? Hehe.
– E essa moça Linda?! — Ela veio em minha direção pegando em uma das minhas mãos. — É a minha nora? É Sasuke, querido? — Perguntou ela virando-se para ele, que afirmou um sim com a cabeça. Tsc, idiota.
– Meu nome é Sakura. — Eu tinha o direito de falar alguma coisa não?
– Que nome Lindo Sakura! Eu sou Mikoto, mãe do Sasuke. — Sorrir para ela em forma de comprimento. Afinal, ela ainda está segurando minha mão. — Venha, vou te apresentar o resto da família. — E saiu me arrastando não sei pra onde, olhei para Sasuke que revirou os olhos e nos seguiu.
Mas a frente eu pude ver uma enorme mesa que tinha pessoas sentado la.
Inner: Não Tapada, aquilo são animais, não esta vendo que uns deles tem chifre?
" Que? onde? Não estou vendo nada não! "
Inner: Tsc, você é muito Tapada mesmo!
Vou ignorar essa conversa desnecessária.
Nos aproximamos da mesa. Olhei para trás confirmando que o Uchiha estava nos seguindo, afinal, eu não quero ficar sozinha no meio de um bando desconhecidos.
– Eles chegaram pessoal! E aqui está minha nova Nora, ela se chama Sakura! — Apresentou-me a Senhora Mikoto. Odeio ser o centro das atenções. Já disse isso? Não? Então eu digo; Eu ODEIO ser o centro das atenções. Err.
Um homem de aparência já velha levantou de sua cadeira e veio em minha direção.
– Me chamo Fugaku. Pai de Sasuke. — Ele me olhou de cima para baixo. E me cumprimentou.
O Sasuke teve para quem puxar. Err.
– Sou Obito, primo dele. — Esse Obito parece ter uns 16 anos. E um lado de seu rosto é meio deformada. O que será que aconteceu com ele? Acho que Obito leu meus pensamentos e respondeu. — Isso aqui foi por causa de uma queimadura. Quando tinha 11 anos sem querer querendo derramei aguá quente em meu rosto. — Ouvir alguém pigarrear e Obito revirou os olhos.
Certo, conheci a família de Sasuke. Conheci o tio dele, Madara. A esposa de Madara, Kaya, uma mulher de cabelos castanhos escuros e compridos, olhos castanhos claros. A mulher parece um cão chupando manga! Ahém, sem ofensas Madara.
Também conheci uma amiga de Obito, a Rin. Ela é legal.
A Senhora Mikoto também trouxe umas amigas dela. No total 3. São: A Saya, Kushina e Megumi. O Senhor Fugaku também trouxe um amigo; Minato. Ele me parece alguém familiar... Mas não consigo me lembrar. Saco! Maldito problema de esquecimento que é de família.
Minha Tia coitada, vivia esquecendo das coisas. Só não esquece a cabeça por que ta grudada no pescoço. Hehehe.
Sentei em uma das cadeiras que estava sobrando, Sasuke se sentou ao meu lado.
– Itachi ainda não chegou. Você vai adora-lo conhece-lo. Ele foi buscar sua esposa. — Comentou Mikoto. Aí eu me pergunto: Quem é Itachi? Já que Sasuke estava ao meu lado o cutuquei.
– O Quê que é, merda? — O olhei de cara feia. Eu não sou merda, diferente dele que é um cocô-QQ?
– Quem é Itachi? — O perguntei quase num sussurro.
– Meu irmão. — O chutei na canela por debaixo da mesa. O coitado deu um pulo.
– Mas que porra! Por que me chutou? — Hehehe. Tadinho.
– Por que você não me disse que tinha um irmão? — Eu sou a "namorada" dele afinal, tinha que saber poxa!
– Você não perguntou. — Simples assim. Ele é um idiota mesmo.
– Então Sakura... Você trabalha? — Perguntou Mikoto, e todos olharam para mim.
É. E agora começa a hora da entrevista. Tsc. Eles não iriam esperar o irmão do Sasuke chegar não? Hehe. A verdade era que eu não queria falar que trabalho em uma loja de móveis. Ahám.
E minha boca é tão grande que o próprio Itachi apareceu. Err. Certo. Eu não sabia que era ele até a sua mãe lhe dizer o nome.
– Até que enfim vocês chegaram, Itachi.
– Desculpe a demora. — E ele me olhou. Mikoto comentou:
– Essa é Sakura. Noiva do Sasuke. — Quase boto as tripas para fora. Como é que é isso? Noiva? SFBW@$55636&&*$¨25KBFIFBAF#&)%*$¨2h
Antes de eu falar qualquer coisa Sasuke se intromete:
– É Itachi, ela é minha NOIVA. — O idiota ainda enfatizar a palavra noiva. E ele me olha. Acho que isso é um sinal para eu ficar quieta. Ah. Mas isso não vai ficar assim não. O combinado era eu ser sua namorada, não noiva! Tsc.
– É um prazer conhece-la. — E Itachi me cumprimenta. Ele não é de se jogar fora não. É gostoso igual ao irmão. Ahém — Essa é minha esposa. Konan. — E minha felicidade vai por água abaixo. Ele já tem uma mulher. Mas que Saco! Err.
– Olá. — Ela me disse. O seu cabelo é estranho. Ele é azul. Hehe. Fala outra que tem cabelo rosa. Ahém.
– Oi. — Lhe respondi. Konan sentou em frente a Sasuke, e Itachi na minha. Já que todos estavam meios que calados, tive uma idéia. Plim! — Vou ao banheiro. Você pode me levar até la Sasuke? — E o cutuco com o pé. O Idiota revirou os olhos e se levantou, começando a caminhar. E la vou eu atrás dele.
Quando chegamos ao destino ele abriu a porta do banheiro para mim. Entrei e levei ele junto.
– O que pensa que está fazendo? — Ele perguntou enquanto eu trancava a porta.
– Eu que o digo. Que história é essa de noiva? — Retruquei o encarando de braços cruzados. Deu de ombros.
– Minha mãe disse e eu só confirmei. — Meigo não? Adora agradar a mamãe. Err.
– Nem anel eu tenho seu idiota. — Lembrei que para ser noivos teríamos que ter pelo menos um anel.
– Dizemos que não compramos ainda. — Revirei os olhos. Isso não vai dar certo. Tenho certeza disso!
– Preciso de um calmante. — Murmurei o fitando.
– Dentro dessa gaveta tem um. — Apontou para a gaveta em baixo da pia.
Me agachei e abri-la. Procurei, procurei, procurei e nada. De raiva fechei a porcaria da gaveta de uma vez. Só que esqueci de tirar meu dedinho de la dentro. Err.
– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH... — Berrei por causa da dor. E meu dedinho continuava la dentro.
– Vou é doente mental? É o que parece. — Resmungou Sasuke entre os dentes. Acho que ele não gostou do grito que soltei.
– Cala a boca e me ajuda a tirar isso. — Choraminguei. Estava doendo muito! Ouvi passos do outro lado da porta. Mas não me importei. Eu quero meu dedinho de volta!
– Idiota. — Ouvi ele dizer antes de se agachar ao meu lado.
– Ahnnn Sasuke! Cuidado! — Disse, eu quero voltar viva e com meu dedo-qqq??!
– Então fica quieta que não vai doer. — Falou ele se aproximando de meu dedo. — Isso aqui vai ficar bastante inchando. — Sussurrou mais para si mesmo.
– Por favor, Sasuke. Vai devagar! — Choraminguei fechando os olhos para não sentir a dor. Ahém. Mas abrir para ver o que o idiota estava fazendo. Ele fez mensão de puxar a gaveta, mas sentir uma terrivel dor na hora. — AHHHHHHHHH! TA DOENDO SASUKEEEE! EU MANDEI VOCÊ IR DEVAGAAAAR! AI, AI.
– Para de berrar no meu ouvido, porra! — Resmungou ele novamente. Não é ele que está sentindo dor! — Vamos ter que cortar seu dedo para não estragar a gaveta. — Arregalei meus olhos.
– Você se importa mais com a gaveta? — Perguntei perplexa.
– Ela é de madeira pura! — Respondeu ele rindo cinicamente enquanto eu o olhava incrédula. Revirou os olhos. — Eu vou contar até três! No três eu irei puxar a gaveta. — Eu ia protestar, mas ele disse. — Ou fazemos isso, ou arrancamos seu dedo! — Diante dessa confirmação tive que ficar calada.
Fechei meus olhos com força esperando pela dor.
– Um... Dois... E... Três!
– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH... — Pelo menos meu dedo saiu inteiro. Mas que doeu. Doeu! — Meu dedinho! — Choraminguei assoprando ele.
– Aqui. Deixa eu colocar isso. — Vi que ele segurava um esparadrapo. Estendi meu dedo em sua direção.
– Cuidado. — Resmunguei.
Achei que ele ia colocar aquilo sem se importar com meu dedinho. Mas não! Ele segurou a minha mão com o maior cuidado. E colocou o esparadrapo com maior cuidado ainda! Meu coração deu uma palpitada.
– Pronto. — Finalizou ele. Olhei para meu dedo que estava com a pontinha branca. Hehehe. Por causa do esparadrapo, é claro. — Agora vamos. — Me ajudou a levantar e saímos para fora.
Ao chegar na mesa, todos estavam nos encarando. Será que eles ouviram meus berros? Err.
Eu e Sasuke nos sentamos nos nossos lugares.
– Safadinhos... — Ouvi itachi comentar, ele estava sentando na nossa frente. Olhei para ele sem entender. — Depois que vocês sairam para ir ao banheiro eu fui buscar algo em meu antigo quarto. — Comentava ele. — Quando passei em frente ao banheiro, ouvi a Sakura gritar, falando para o Sasuke ir devagar... — Sentir meu rosto corar. — E depois disse que estava doendo. Acho que já da pra saber uma noção do que vocês estavam fazendo, certo? — Olhei para Sasuke como um pedido de socorro silêncioso.
– Não foi nada disso, idiota. — Respondeu Sasuke.
– Não? Então nos explique! — Comentou Itachi.
Sasuke me olhou. Apontei meu dedo machucado pra cara do Itachi.
– Ela prendeu o dedo na gaveta e tava ajudando a tira-lo. — Todos da mesa soltaram suspiros de alivio. Mas hein?
– Graças a Deus! — Exclamou Mikoto. — Aqui nos temos um lema; A noiva não pode ter relações sexuais antes de se casar. — Ah. Então era isso por que todos estavam tensos! Mas hein? — Você ainda é virgem, néh? — Mikoto perguntou. Alguém me mata por favor.
Meu rosto ficou vermelho e acenei positivamente com a cabeça.
– Ótimo! — Exclamou ela. — Agora vamos voltar para onde paramos: Você trabalha de que, querida?
Achei que ela estivesse esquecido disso. Mas não... Droga!
De que, que eu trabalho? Hm. Já que estou mentindo sobre ser noiva de Sasuke, acho que posso mentir sobre meu trabalho!
– Eu faço curso de medicina na Faculdade. — Err. — E sou ajudante de uma médica no hospital perto da minha casa. — Desde de quando existe ajudando para medico? Sei la! Hehe.
– Maravilha! Vamos ter uma médica na família! — Comentou Mikoto alegre. — Isso não é ótimo, querido? — Perguntou ao seu marido.
– Sim querida. É maravilhoso. — Fugaku me encarava parecendo querer detectar uma mentira! Vai em frente querido! Seu aparelhinho não vai parar de apitar! Hehehe.
– E como vocês se conheceram? — Olhei para o autor da pergunta. Oh! Acho que ela é a Kushina. Seu cabelo é vermelho e comprido.
– Moramos no mesmo prédio. — Respondeu Sasuke por mim. Há! Essa resposta foi fácil para ele.
– Já moram juntos? — Perguntou a mulher do Madara fazendo uma careta. Faz isso não querida. Se sem careta você já é feia, imagine com uma. Err.
– Não. Eu moro no meu apartamento, e ele no dele. — Respondi.
– Você tem algum animal de estimação? — Obito perguntou.
– Sim. Um gato. — Agora lembrei que tinha de colocar comida para o Felpudo. Coitado.
– Mora sozinha? — Perguntou Saya, a outra amiga de Mikoto.
Elas também querem saber que absorvente uso? Ou querem saber o meu ciclo mestrual? Também posso falar se meu cocô é grande ou pequeno. Duro ou mole. Elas escolhem. Tsc.-QQ?
Sasuke percebeu que eu estava começando a me irritar e interveio.
– Vocês viram aquela notícia do avião que desapareceu? — Ele não tinha outra pergunta melhor para fazer não? Mas pelo menos mudaram de assunto.
– Hahahahahahaha... Fiquei sabendo que o mestre dos magos desapareceu com ele. — Obito comentou rindo feito louco.
– Mentira! O mestre dos magos não leva ninguém com ele. Hashaushauhsuahaus. — Exclamou a tal de Rin. Essas crianças assistem muita TV hoje em dia. Err.
– Dizem que acharam algumas peças, mas ainda não sabem se é do avião. — Comentou a Konan.
– Vamos falar coisas alegres! — Exclamou o mascarado que até agora estava calado. — Que tal contarmos piadas enquanto o almoço não está pronto? — Adoro piada! Hehe.
Sasuke revirou os olhos. Ele não sabe se divertir não? Idiota! O resto concordaram.
– Eu vou começar... — Todos fitaram Kakashi. — Era uma vez... Um pintinho manco que foi ciscar e caiu! — Ele falou tão rápido que quase não entendi. E o idiota começa a rir sozinho. — Hahahahahahahahahaha. — Foi sou eu quem não entendeu? — Qual é gente! Imagine só: Um pintinho manco, que quando foi ciscar, ele caiu. Hahahahaha.
– Hahahahahahahahaha. — Comecei a rir. Todos me fitaram. É engraçado imaginar que um pintinho manco, na hora que foi ciscar caiu. Hehe. Essa gente não tem senso de humor. Err.
– Ok. Minha vez! — Olhamos para Minato que até agora não tinha falado nada. — Vocês sabem qual é o maior pesadelo para um homem? — Perguntou ele sorrindo maroto.
– O seu amiguinho não subir mais? — Retrucou Madara. Nossa! Que isso Jzuis?
– Também, mas não. — Respondeu Minato. Depois de ninguém mais tentar respondeu ele respondeu. — É ter uma sogra chamada Esperança.
– Por quê? — Perguntou Kushina.
– Por que todo mundo sabe que a Esperança é a ultima que morre. Ahém. — Todos da mesa riram. E a ruiva só faltou voar pra cima dele.
– Não fala assim da minha mãe! — Reclamou ela. Ah! Então eles são casados? E olhando pro marido dela... Ele me lembra de alguém... Já disse isso não? Hehehe É o problema da falta de mémoria. Ahém. Err.
– Aqui vai uma... — Olhamos para a Senhora Mikoto. — Qual o nome da doença que paralisa as mulheres da cintura para baixo?
Hm. Eu acho que sei essa... É... Pa... Para... Maldito esquecimento. Hehe.
– Paraplégico? — Obito indagou. Era isso que eu ia falar! Hunf!
– Não. — Respondeu Mikoto.
Não? Então o que é? Olhei para Sasuke.
– Você sabe o que é? — Perguntei a ele. Ele me olhou.
– Sei. — Se ele sabe por que não responde? Idiota.
– Você deve saber Itachi, querido. — Mikoto Falou o olhando.
– Infelizmente eu não sei, mãe. — Respondeu ele.
– Você teve a felicidade de casar com a pessoa que ama! — Respondeu ela olhando de canto para Sasuke. Mas logo disfarçou. — Mas já que você não sabe...
– É o meu pau. — Todos olharam para o Sasuke depois daquelas palavras.
Eu fiquei de boca aberta. Desde quando ele fala esse tipo de coisa? Tá certo que eu não o conheço direito. Mas... Ah! Sei la!
– Sasuke! — A sua mãe o repreendeu.
– O que foi? É verdade! — Sasuke se defendeu. E eu só observava. — O meu lindo pau grosso vai meter na mulher bem fundo e rápido até faze-la não andar mais!
– Sasuke! Isso não é modo! O que deu em você? — Reclamou Fugaku batendo o punho na mesa. Mas Sasuke ficou calado.
– Não, não era isso. Mas você acabou com a brincadeira com essa boca suja sua. — Falou Mikoto aparentemente irritada. E logo uma mulher de avental se aproximou.
– O almoço está pronto, Senhora Uchiha. — Disse ela. Acho que é a empregada.
Todos levantaram da mesa. Sasuke ainda continuou sentado. Eu não entendo por que ele ter dito aquilo. Mas acho melhor não comentar nada, ainda.
– Você não vem? — Perguntei me levantado.
– Não. — Respondeu seco. Suspirei.
– Sasuke, eu não sei o que deu em você para mudar assim de uma hora pra ou... — Ele me cortou.
– Nem é pra saber, afinal, isso não te interessa. — Ele está escondendo alguma coisa. Mas não vou prolongar esse assunto.
Não disse mais nada e me virei seguindo os outros. Oxe! O que deu nesse Uchiha? Ele é bipolar por acaso?
* ___ *** ___ *
Todos estavam sentado ao redor daquela mesa, menos o Sasuke. Onde será que aquela coisa se meteu? Não o vi desde que sair para almoçar.
– Então querida, vocês já marcaram a data do casamento? — Perguntou Mikoto a mim.
Por que eu tenho que enfrentar isso sozinha? A ideia foi daquele moreno gostoso. Ahém. Acho que era o dever dele está aqui! Não, tenho certeza que era para ele está aqui. Hunf!
– Ainda não, Dona Mikoto. — Respondi com um sorriso no rosto. É bom manter as aparências. Err.
– Me chame só de Mikoto. — Ela disse. Afirmei que sim com a cabeça. — Acho melhor marcarem rápido, pois quanto mais rápido melhor. — E deu uma piscadela para mim.
Será que ela estaria dizendo que se eu me casar rápido vou poder "dormir" na mesma cama do Uchiha? Hehehe. Até que não é uma má ideia. Ahém.
Konan estava em minha frente. Ela parecia incomodada com alguma coisa, e ainda não tinha tocado em sua comida. Acho que ninguém mais percebeu isso.
– Está tudo bem, Konan? — Perguntei atraindo a atenção de todos na mesa para nós.
– Não... Quero dizer... Sim... É... Mais ou menos. — Exclamou ela mexendo na sua comida com o garfo.
– Tem alguma coisa te incomodando, querida? — Mikoto perguntou pegando em uma das mãos da Konan.
Ela olhou para baixo mordendo o lábio inferior. Parecia nervosa.
– Eu... Eu... — Parou para puxar o ar. — Eu não sei como dizer isso. — Olhou para Itachi que estava ao seu lado.
– Isso o que? — Perguntou ele a fitando. Sua voz saiu rouca.
– Eu estou... — Ela não terminou. Konan colocou uma mão na boca e levantou saindo correndo escada a cima. Todos olharam ela sair, sem entender nada.
– Acho que sei o que isso significa. — Indagou Kushina olhando para Mikoto com um belo sorriso. Só eu que estou boiando aqui? Não. Itachi também tava.
– Do que vocês estão falando? — Perguntou Itachi fitando a mãe dele que só sorria.
– Acho que é ela que tem que te dizer. — Respondeu ela fazendo sinal para ele ir atrás dela.
Ele se levantou e seguiu o caminho que Konan fez.
– O que a Konan tem? — Perguntou Rin. Se ela não tivesse perguntado eu tinha feito isso.
– Ela ta grávida! — Respondeu Mikoto aumentando ainda mais o sorriso. — Eu vou ganhar um netinho!
Todos na mesa ficaram chocados. Mas logo sorriram.
– Nos vamos ganhar um Neto mikoto! — Corrigiu Fugaku. Desde que cheguei aqui, agora que o vejo sorrindo.
Eles devem estar bastante felizes mesmo com essa notícia. E eu me sinto como uma intrusa. Afinal, eu fasso parte dessa família. Isso tudo é fingimento. Eu sempre sonhei em ter uma família, mas isso aqui não é minha família, e nunca vai ser.
De repente minha comida ficou amarga, e não consigo mais engoli-la. Pedi licença e me levantei da mesa, junto com as perguntas de Mikoto se tinha alguma coisa errada. Fiz que não com a cabeça e sai da cozinha. No caminho encontrei Itachi e Konan, ele estava com um sorriso bastante radiante, sinal que já sabe da novidade. Preciso procurar Sasuke para que ele possa me levar de volta para casa.
Fui em direção aonde estávamos mais cedo. Mas ao abrir a porta me deparei com muita água. Está chovendo. E não parece uma chuvinha passageira. Bufei fechando a porta. Já sei que Sasuke não está lá fora, ele não é maluco de ficar naquela tempestade.
Ao me virar me deparei com Mikoto.
– Está procurando pelo Sasuke? — Me perguntou.
– Sim, acho que já está na hora de irmos. — Disse vendo ela fazer sinal de negação com a cabeça.
– Você viu a tempestade que está la fora! Não podem sair com toda essa chuva. As pistas estão molhadas, aumentando as porcentagem de acontecer um acidente! — Me reprendeeu ela. E eu tenho que concordar com Mikoto. É bastante fácil de acontecer um acidente de carro.
– E o que a Senhora sugere? — Perguntei caminhando junto com ela para a sala.
– Já disse para me chamar de Mikoto. — Disse. — E eu sugiro vocês dormirem aqui. Junto com os outros.
– Eu não posso, tenho trabalho amanhã! E...
– Vocês não irão sair até que a chuva de trega. — Suspirei. Pelo tom dela eu não vou conseguir mesmo sair daqui.
Sentei no sofá e ela fez o mesmo. Ficamos em silêncio. E logo os outros se juntaram junto conosco.
– Está uma chuva terrível la fora. — Ouvi Minato comentar. Ele estava olhando para fora da janela.
– Pelo jeito não conseguiremos sair daqui tão cedo. — Indagou Kushina que estava sentada na minha frente.
– Vocês vão dormi aqui, ninguém irá sair nessa chuva. — Disse Mikoto me fitando. Revirei os olhos.
– Onde está Sasuke? — Perguntei á ela.
– Ele deve estar la em cima, em seu quarto. Pode subir se quiser. — Me disse.
Eu agradeci com um ''obrigada'' e me levantei subindo as escadas. Ao chegar la em cima me esqueci de perguntar qual era o seu quarto. Suspirei olhando aquele tanto de portas em minha frente. Mas me deparei com uma que tinha umas placas em frente a porta. Me aproximei e estava escrito: " Não Pertube!'', ''Vá Embora''. E outras que prefiro nem comentar.
Bati na porta esperando que ele a abrisse. O que não aconteceu. Coloquei a mão na fechadura e ela estava aberta. Empurrei e entrei.
O encontrei deitado em cima da cama de barriga para baixo, e estava sem camisa. Senti meio rosto corar.
Observei o quarto, as paredes eram pintadas de preto, e tinha alguns cartazes de bandas a pregados nela. Hm... Skillet, Linkin Park, Evanescence, Sum 41... É Ele gosta de músicas boas.
Passei meu olhar para outro lugar, sua cama era de casal, um guarda roupas grandes, um Notebook em cima daquela escrivaninha...
– O que você quer? — A voz rouca e grossa do Moreno me fez olha-lo. Ele ainda continuava de barriga pra baixo.
– Ahh... É... — Eu não sei o que dizer. Pensa Sakura pensa! — Parece que vamos ter que passar a noite aqui. Lá fora está chovendo muito. — Disse e ouvi ele bufar.
– Que seja. — Sasuke se levantou e eu pude visualizar aquele tanquinho gostoso. Se eu pedir ele deixar lavar minhas calcinhas la? Hehe.
– Aonde vai? — Perguntei vendo ele pegar algumas mudas de roupas.
– Tomar um banho. — E sumiu para dentro do banheiro. Nem tinha percebido que o banheiro era dentro do quarto.
Aquela enorme cama me chama para uma bela soneca... Acho que não faz mal eu tirar um cochilo, afinal, estou morrendo de sono.
Caminhei até a enorme cama me deitando ali. Hm... Tão macia.
Agora eu me pergunto: Sasuke vai dormi junto comigo? Ou será que tem mais quartos desocupados? Com esse tanto de gente aqui acho que não. Até que não seria uma má ideia dormi com aquele Uchiha delicia, gostoso e de tirar o fôlego... Mas agora vou dormi um pouquinho, depois veremos onde vamos dormi...
Continua...
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