My Lovely Nanny
11 Capítulo 11 - Noite de Amor
Notas iniciais
Abarai dirigiu até chegar em seu apartamento, percebendo que o Kuchiki nem estava surpreso, já devia ter imaginado que iriam para lá no meio do caminho. O mais novo sabia que Rukia não estava na casa dele e que pelo estado embriagado do moreno, seria melhor ficar de olho nele. Sim, estava preocupado com ele afinal. Ambos desceram do carro, o ruivo o trancou e rapidamente foi para perto do outro, ajudando-o a se manter firme quando necessário à medida que entravam no prédio. No elevador, Renji manteve a mão sobre o ombro dele todo o tempo até saírem no andar e entrarem em sua morada.
Byakuya observou atentamente o local, tinha certa curiosidade sobre onde o rapaz morava e agora podia ver com seus próprios olhos. Estava bem organizado para um homem que morava sozinho, mas o mais velho sabia como o outro gostava de deixar as coisas em ordem. Tudo tinha a cara de Abarai, os móveis simples, os aparelhos mais modernos, as cores... O moreno foi levado até o sofá e se sentou, encarando o rapaz em seguida. Renji havia notado cada mínimo olhar e movimento do menor, sabendo que ele tinha feito uma analise demorada de sua casa e até ficou feliz com o interesse dele naquilo, mas agora precisava cuidar dele.
– Kuchiki-san, acho melhor eu fazer um café bem forte para você. Espere aqui certo?
– Está bem... – concordou, dando um longo suspiro e encostando-se ao móvel.
O ruivo se afastou e foi para a cozinha, ligando a cafeteira e pegando o que era necessário para preparar a bebida. Vez ou outra olhava para trás para observar o mais velho, mas esse continuava encostado no sofá, de olhos fechados e parecia até estar dormindo. Nunca tinha visto Byakuya beber tanto, nem parecia o mesmo. Com isso Abarai também se lembrou de quando chegou ao bar e viu o moreno sendo agarrado por Kenpachi. Essa lembrança fez com que o maior apertasse a caneca que tinha em mãos com certa força, trincando os dentes em seguida. Sim, tinha ficado muito enciumado só de imaginar alguém tocando no mais velho.
Assim que o café ficou pronto Renji colocou na caneca sem adoçar, era melhor que fosse amargo também e voltou para a sala, se sentando no sofá ao lado do outro. Demorou um tempo até dizer algo, estava admirando o rosto sereno e a respiração calma do Kuchiki que realmente estava cochilando. Já fazia tanto tempo que não conseguia ficar perto do menor desse jeito que queria aproveitar essa oportunidade. Tinha tantas coisas que queria perguntar também, se sentia inquieto com aquele afastamento repentino e também com o ciúme provocado essa noite. Por fim, tocou o ombro de Byakuya e o balançou de leve até que despertasse.
– Kuchiki-san... O café está pronto.
– Oh... Obrigado. – o moreno pegou a caneca, sentindo o aroma da bebida – Acabei cochilando, desculpe.
– Tudo bem, a bebida provoca isso também. Alias, por que estava bebendo tanto? Mesmo sendo uma comemoração com o pessoal da empresa, nunca pensei que gostasse assim do álcool.
– Realmente, não costumo beber muito. – admitiu, tomando um bom gole do café e fechou um pouco a expressão ao sentir o gosto amargo, mas sabia que seria melhor assim – Eu não percebi que já tinha passado do ponto, na verdade. Eu simplesmente estava virando um copo atrás do outro.
– Que distração... Se sente melhor?
– Um pouco. Logo o efeito deve passar. – o mais velho comentou, afinal tinha ficado um tanto zonzo e perdia o equilíbrio por conta da bebida – Não imaginei que fosse aparecer naquele bar.
– Ah, eu costumo ir lá com alguns amigos. Foi mesmo uma coincidência... E eu não pensei que você fosse tão intimo do Zaraki-san – o maior não conseguiu conter seu comentário enciumado.
– Eu não sou! – bradou com uma clara irritação na voz – Aquele maldito... Vive querendo me deixar abalado no trabalho, aposto que ele só estava querendo me humilhar na frente de todos.
– Não me pareceu... Acho que ele realmente estava interessado em você.
– E o que isso me importa? Eu o odeio! – o menor bufou, tomando mais um bom gole de café, já acostumado com o gosto amargo e se sentindo aquecido.
– Isso... Realmente me deixa contente.
O comentário de Abarai fez com que o moreno encarasse o rapaz por algum tempo, notando sua expressão estar realmente aliviada. Pelo jeito, havia sentido ciúmes de si quando o encontrou com Kenpachi no bar e essa conclusão acabou deixando o executivo feliz também. Pensava que depois de tanto evitá-lo talvez o ruivo já tivesse esquecido o amor que declamou ter por ele, mas pelo visto estava enganado. Porem acabou se lembrando de Hisagi e que o mesmo estava com o maior no bar, então novamente fechou a expressão enquanto terminava de beber o café.
– Tinha alguém com você... – comentou ao pousar a caneca na mesa em frente ao sofá.
– Ah! Era meu amigo... Geralmente vamos naquele bar para conversar e nos divertir um pouco. Eu tenho que ligar pra ele, aliás. – Renji se lembrou de que havia prometido ligar para o outro, avisando que tudo estava bem e para explicar a situação. Chegou a se levantar do sofá, mas teve o braço segurando pelo outro.
– Ele... É realmente importante pra você, não é? – Byakuya não conseguiu se controlar, ainda mais ao ver que o ruivo queria ligar para Hisagi – Eu atrapalhei o encontro de vocês, sinto muito.
– Kuchiki-san... – o maior estranhou aquelas palavras, voltando a se sentar no sofá ao seu lado – Você não atrapalhou nada, porque está dizendo isso?
– Por que é verdade. Você foi lá com seu precioso amigo para se divertir e no fim, teve que me ajudar. Eu atrapalhei seu encontro, sendo que você poderia estar lá com ele, bebendo e... – se controlou antes que falasse mais alguma coisa, não queria que o ruivo soubesse que o seguiu.
– Ei, eu já disse que você não atrapalhou nada. Se eu te ajudei foi por que eu quis. Eu não queria deixar você naquele lugar e naquele estado com aquele lobo faminto. – rebateu, se referindo ao Zaraki – Hisagi é um amigo importante sim, mas não é mais importante do que você pra mim. Sei que ele vai entender assim que eu explicar o que houve.
– Mentiroso... – Byakuya sussurrou, sentindo-se mexido com aquelas palavras, mas não conseguia acreditar pelo ciúme – Você é jovem e bonito, é normal estar rodeado de pessoas... Você devia estar com alguém como o Hisagi, não comigo.
– Kuchiki-san, o efeito do álcool não passou por um acaso? Está dizendo bobagens agora. – Renji realmente ficou surpreso com aquelas palavras, segurando no ombro do outro – Eu disse a você que te amo, então é claro que você é mais importante. Eu não nunca menti pra você...
– Mas você e esse Hisagi definitivamente tem alguma coisa. – o mais velho rebateu, não olhando para o rosto do maior naquele momento e deixava as palavras fluírem sem controle – Amigos não ficam se agarrando e sussurrando coisas no ouvido...
– O que? – Abarai estava ficando mais surpreso, se lembrando de que realmente Hisagi fazia coisas assim consigo – Kuchiki-san, como você...
– Eu os segui até aquele bar, um dia. – sem que esperasse, acabou contando a verdade, fechando os olhos com força quando as lembranças vieram à tona.
– Você nos seguiu?! Mas... Por quê? – o ruivo estava incrédulo, não desviando o olhar do outro nem um segundo.
– Eu vim até aqui para falar com você e vi vocês dois saindo... Pareciam íntimos demais e isso me preocupou. Eu acabei seguindo vocês sem pensar, então entrei no bar e fiquei em uma mesa próxima, vendo como vocês dois se davam bem e como eram íntimos um do outro. Aquele... Hisagi te tocava com tanta intimidade e ficava tão perto... Eu realmente... O odeio!
Renji não poderia estar mais surpreso depois daquela revelação, encarando o executivo com os olhos arregalados e não sabendo o que dizer. O Kuchiki estava com a expressão irritada e os olhos fechados, parecendo sentir dor com o que dizia. O mais novo mal podia acreditar que aquele homem o havia seguido e pela forma que falava, parecia terrivelmente enciumado. E claro, isso deixou o ruivo nas nuvens! Sem pensar, trouxe o menor para mais perto e o abraçou com força e carinho, não conseguindo tirar o sorriso do rosto.
– Kuchiki-san... Essas coisas que você disse só alimentam os meus sentimentos. Se você sente ciúmes de mim então você também me ama, certo?
– Eu... Eu amo. – admitiu finalmente, estava sem forças para afastar o maior ou mesmo tentar negar agora – Eu vim aqui aquele dia justamente para falar isso pra você. Mas... Depois de vê-lo com o Hisagi, eu pensei que você merecia alguém melhor, mais jovem e que pudesse te fazer feliz. Você é capaz de encontrar uma pessoa assim...
– Eu já encontrei. – Abarai respondeu com convicção, transbordando de felicidade – Ela esta bem aqui, nos meus braços. Kuchiki-san, eu amo você e apenas você. Não se diminua dessa forma, você é um homem maravilhoso, muito bonito e eu não ligo nem um pouco para a nossa diferença de idade. Só você pode me fazer feliz, então não fique mais pensando nisso. Céus, eu achei que você tinha se afastado por que me odiava, mas era ciúmes então?
– Eu não sou capaz de te odiar... Eu estou completamente envolvido por você afinal. – o moreno começava a se sentir bem e mais confiante depois das palavras do mais novo – Eu nunca fiquei com tanto ciúmes antes... E vocês pareciam realmente íntimos, achei que pudesse te perder para alguém logo, então achei melhor nem começar algo.
– Bobo... Você é Kuchiki Byakuya, cadê toda a sua confiança? – o ruivo brincou, erguendo o rosto do outro para sua direção – Mas isso só me faz te amar mais ainda. Eu vou te mostrar que só quero você, não vai ter duvida alguma depois disso.
Renji não perdeu tempo e uniu os lábios, iniciando um beijo demorado e cheio de sentimentos. Queria poder transmitir ao mais velho tudo o que ele significava para si e faria com que ele se sentisse seguro com a relação deles. Chegou a pensar que nunca conseguiria ficar com o Kuchiki, mas agora não iria solta-lo por nada nesse mundo. Suas mãos deslizavam pelo corpo do menor, acabando por adentrar pela camisa alheia e o moreno se arrepiou com os toques, compreendendo que aquela noite não poderia fugir nem negar o que sentia e desejava.
O beijo se tornou mais intenso assim como os toques e agora o próprio Kuchiki tocava no outro, deslizando as mãos por suas costas e braços, sentindo o calor e a segurança que sempre estiveram presentes desde que o conheceu. As línguas se enroscavam e travavam uma batalha por espaço enquanto o maior abria a camisa alheia e tocava o peitoral alvo de forma lenta e curiosa. O executivo teve o lábio inferior mordido quando o beijo foi encerrado e os dos se encararam com os olhos reluzindo de desejo, o que fez Abarai pegar o outro nos braços e ir diretamente para o quarto.
Seu quarto não estava muito bem organizado, mas isso não importava agora. Renji o deitou na cama e ficou por cima dele, retirando a camisa que já havia aberto antes e jogou de lado. Apenas em seus sonhos imaginava que poderia ver o mais velho daquele jeito, mas agora ele estava bem ali diante de seu olhar faminto e não resistiu em tomar seus lábios mais uma vez enquanto o tocava com mais força e vontade agora. Byakuya se sentia um pouco intimidado, afinal nunca havia estado com um homem daquela forma antes e já havia notado que seria o passivo. Mas apesar do receio, tinha total confiança no ruivo então deixaria que ele o guiasse.
Os lábios do maior desceram até o pescoço alheio e começou a marcar aquela pele branca com alguns chupões e leves mordidas, ouvindo suspiros e ofegos por parte do outro. Seus dedos encontraram os mamilos de Kuchiki e passou a massageá-los, atento as expressões que ele fazia. O menor estranhava aquele tipo de toque, mas conseguia se sentir bem ali também então não reclamou, sentindo seus botões rosados ficarem duros pelo estimulo. Renji também deslizou a língua por aquela região, deixando as mãos descerem até a calça do outro e abriu o zíper, puxando um pouco da peça para baixo.
Logo o executivo estava apenas com a boxer verde escuro, sentindo que já era devorado apenas pelos olhos castanhos de Abarai que estavam fixos em si. O mais novo retirou a camiseta que vestia, deixando o peitoral bem trabalhado e decorado com as tatuagens tribais a vista. Byakuya também admirava a beleza do outro, voltava a se questionar se merecia estar com alguém como ele, mas já não tinha nenhuma vontade de se afastar do maior. Iria enfrentar qualquer problema daquele relacionamento sem medo e com confiança, como costumava agir.
Renji se mantinha ajoelhado no colchão, segurando uma das pernas do menor e a ergueu, levando os lábios até o peito do pé e beijando-o ali. O amava completamente, faria qualquer coisa por aquele homem e naquele momento mostrava seu respeito pelo outro. Seguiu beijando a medida que subia até o joelho. A partir desse ponto, usou a língua e deslizou por toda a coxa até chegar à peça que cobria a região intima. O Kuchiki observava tudo com atenção e o primeiro gemido rompeu de seus lábios assim que os lábios do mais novo roçaram em seu membro encoberto, fisgando a borda da boxer com os dentes e puxou para baixo, retirando aquela peça dessa forma.
A mão de Abarai envolveu o pênis do moreno e deslizou por toda a extensão, desde a base até a ponta, onde apertou com o polegar para provocá-lo. O executivo agora estava inquieto no colchão, gemendo baixo e não conseguindo desviar o olhar do rosto do mais novo que parecia delirar só com o fato de tocá-lo. A masturbação essa ritmada e habilidosa, deixando o menor mais ereto e quente. Com a mão livre, o ruivo abriu a gaveta do móvel ao lado da cama e retirou um tubo dali, juntamente com uma camisinha. Parou o estimulo apenas para abrir o tubo e despejar o conteúdo em uma das mãos, erguendo a cintura alheia com a mão livre enquanto a outra se aventurava na fenda intocada do Kuchiki.
O mais velho já imaginava que aquilo era um lubrificante para prepará-lo, mas sentir os dedos do ruivo naquele lugar o deixou um tanto tenso. Manteve a cintura erguida para ele e Renji pode voltar a tocar seu membro para distrai-lo do incomodo que a preparação lhe dava. Apesar disso, o executivo também sentia o prazer despontar à medida que os dedos eram inseridos e entravam e saíram de dentro de si. Algumas vezes chegavam tão fundo que seus gemidos saíram mais altos, alertando ao maior que era por ali que sua próstata se encontrava. Abarai estava tendo todo o cuidado possível, mordendo os lábios ao sentir as paredes internas do moreno lhe apertarem e acolherem, não conseguindo conter um suspiro ao imaginar seu mastro rijo ali dentro.
Assim que estava devidamente preparado, o ruivo retirou os dedos e abriu o zíper da própria calça, retirando-a em seguida. Byakuya pode ver a boxer cinza que ele usava e também o grande volume que parecia querer rasgar aquele fino pano, de tão excitado que estava. Tinha conseguido deixar o mais novo daquele jeito com tão pouco... Chegou a se sentir orgulhoso de tal fato. Renji retirou a boxer em seguida, suspirando de alivio agora que seu pênis túrgido tinha sido libertado e pegou a camisinha, abrindo o pacote com os dentes e logo colocava em si, pegando mais um pouco de lubrificante e espalhando em seu próprio membro. Todo o cuidado para dar o menos de dor possível para o moreno.
– Kuchiki-san... Eu não posso esperar mais, então... – o maior comentou, guardando o tubo novamente na gaveta engolindo em seco ao encarar o outro.
– Tudo bem, eu também não. Só te peço uma coisa... – o mais velho parecia preparado, relaxado na cama.
– E o que é?
– Meu nome. Me chame pelo meu nome.
Abarai não pode segurar um sorriso largo com aquele pedido, assentindo positivamente enquanto se acomodava entre as pernas do executivo, erguendo-as um pouco para poder visualizar a entrada, encaixando sua glande em seguida. Byakuya mordeu os lábios com força assim que sentiu o membro alheio lhe invadir, mesmo que tivesse sido devidamente preparado, não podia negar que ainda sentia um pouco de dor. O ruivo entrava lentamente, se controlando ao máximo e parando quando já estava inteiramente dentro do outro, sentindo a pressão intensa sobre seu falo, mas esperando que o menor relaxasse.
Demorou um pouco até que o Kuchiki relaxasse por completo e fez um leve movimento com o quadril, alertando ao outro que poderia se mover. Com o sinal, o mais novo não perdeu tempo e começou com movimentos lentos e curtos, segurando as coxas do outro pela parte de trás e estava com os olhos fixos no rosto do executivo, não perdendo nenhuma de suas expressões que eram mescladas de dor e prazer. Quando Byakuya começou a sentir somente o prazer do sexo é que Renji se permitiu ir um pouco mais rápido, retirando o membro quase que completamente de dentro dele e estocando-o fundo em seguida.
O moreno agarrava os lençóis com mais força à medida que o rapaz chegava mais fundo, os movimentos ganhando ritmo e velocidade. Controlar os gemidos era uma missão impossível, então deixava que sua voz preenchesse aquele quarto em um tom cada vez mais deliciado e obsceno. Abarai assistia aquela cena em deleite, ainda mais que seu pênis desaparecia no interior quente e apertado do menor, gemendo também embora sua voz não chegasse num tom tão alto. Quando sussurrou o nome de Byakuya pela primeira vez, pode senti-lo estremecer abaixo de si e sorriu com satisfação.
Aquele quarto parecia diminuir e ficar cada vez mais quente a medida que os movimentos se tornavam frenéticos, o barulho dos corpos se chocando era uma musica erótica que acompanhava o gemido de ambos e não conseguiam dizer nada além do nome um do outro. Renji se inclinou mais para frente e ergueu as pernas do mais velho, tomando os lábios dele em um beijo cheio de amor e luxuria. Com isso, acabou se enterrando tão fundo que atingiu a próstata do Kuchiki em cheio e o moreno apartou o beijo, jogando a cabeça pra trás e dando um grito de prazer que lhe queimou a garganta.
O maior não perdeu tempo e direcionou suas investidas para aquele único ponto, acertando aquela parte sensível diversas vezes e levando o executivo a loucura, arqueando o corpo enquanto quase rasgava os lençóis. Abarai ainda levou uma das mãos até o falo esquecido do moreno e passou a masturba-lo o mais rápido que podia. Aquela situação não podia ser sustentada por muito mais tempo e não demorou para que Byakuya gozasse com força, melando a mão do rapaz e respingando em seu próprio abdômen. A pressão sufocante que recebeu do interior do mais velho em seguida fez com que o ruivo também chegasse ao limite na próxima estocada e seu liquido perolado foi segurado pela camisinha.
Os dois estavam suados e sem fôlego, puxando o ar com força para os pulmões e Renji se retirou de dentro do outro, saindo do quarto por alguns instantes para tirar e jogar a camisinha fora. Aproveitou para molhar o rosto com um pouco de agua na pia e encarou seu reflexo por alguns segundos, sem conseguir acreditar que realmente tinha acabado de fazer sexo com o homem que amava. Ao voltar para o quarto, viu o moreno encolhido no colchão, ainda com a respiração um tanto descompassada. Se deitou ao lado dele e o abraçou por tras, deixando vários beijos por seus ombros.
– Eu te amo... – sussurrou com um sorriso.
– Eu também te amo. – o mais velho respondeu, relaxando com o abraço.
– Você foi incrível, Byakuya. Isso só me faz ter certeza de que é com você que eu devo ficar.
– Eu... Me desculpe. Eu fui muito inseguro. – se referia ao fato de tentar se afastar do maior antes.
– Tudo bem, acho que até mesmo você pode ter insegurança às vezes. Mas eu estou aqui, não vou te deixar.
– Eu sei disso. Agora eu sei... – o moreno se virou, ficando de frente para o ruivo que agora os cobria até a cintura – Agora que estamos juntos, fico pensando no que a Rukia vai dizer.
– Vai querer contar pra ela?
– Eu não acho certo esconder isso... Mas tenho medo de como ela possa reagir. – admitiu, suspirando.
– Vamos dar um jeito nisso... Não se preocupe.
– Está bem... E quanto ao Hisagi?
– Ainda pensando nisso? – o ruivo riu, deixando um selar na testa do outro – Eu já namorei o Hisagi sim, mas foi no tempo da faculdade. Agora somos apenas bons amigos, não vai me perder pra ele.
O Kuchiki suspirou profundamente, pensando sobre isso. Então realmente os dois tinham tido alguma coisa, isso não deixava o menor nada feliz. Notando isso, Renji revirou os olhos e o apertou em seus braços, enchendo seu rosto de beijos até que o executivo relaxasse novamente, chegando a rir de leve. Por fim os dois se acomodaram e dormiram bem juntinhos, ambos com um sorriso no rosto e com a sensação de que estavam no paraíso. Com os sentimentos e desejos libertados, seus corações estavam calmos e pacíficos, batendo no mesmo ritmo durante toda a noite.
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