My Little Secret
6 Capítulo 6
Minha mãe gritava descontroladamente ao telefone. Era visível no seu tom de voz que ela estava estressada...
Desci correndo as escadas com a intenção de saber o que estava acontecendo. Minha mãe havia desligado o telefone e continham lágrimas em teus olhos. Aproximei-me dela...
- O que aconteceu, mãe? — Abracei-a com carinho, passando os meus dedos sobre os fios de teus cabelos, para acalmá-la.
- Eu vou precisar ficar um mês fora, o pior é que se eu não fizer um bom trabalho lá fora, eu posso perder o emprego. Estou preocupada de não ser capaz... Disso.
- Fique tranquila, você conseguirá! Você é ótima no que faz e eu acredito em você, mãe. — Eu a consolei.
- Eu não sei, o trabalho é difícil. É algo que nunca fiz, que eles me mandaram. Estou preocupada de perder o emprego e não conseguir mais segurar as barras.
- A gente vai conseguir. Quando você vai?
- Amanhã, à tarde. — Ela me olhou, limpando as lágrimas de seus olhos. — Vou ter que deixar aqui, sozinho. Promete que vai ficar bem? Eu vou deixar o dinheiro de tudo para que você consiga se virar, terá que pagar contas, fazer compras... E se quiser pode chamar seus amigos, só não gaste o dinheiro todo antes que eu volte, pode ser que eu não possa lhe dar mais, Frank.
- Tudo bem, mãe, fica tranquila. Eu sei que tudo vai ocorrer bem.
- Filho! Olhe a hora, você vai se atrasar. Vá logo para à escola.
O dia foi tediante. A escola foi chata, não olhei na cara do Gerard, nem ele quis olhar na minha. A Jamia correu atrás de mim, como ela sempre esteve a fazer, neguei-a inúmeras vezes e ela desistiu. Pelo menos neste dia. O caminho para casa foi calmo, eu chutava as pedrinhas que encontravam-se ao chão, liguei meu MP5 e comecei a ouvir uma música qualquer...
Uma semana havia se passado, relembrava-me da despedida que tinha dado a minha mãe, já estava com saudades dela. A casa encontrava-se em uma intensa bagunça, o cheiro de comida estragada estava por todos os lados, haviam caixas de pizzas...
Eu estava apenas com uma bermuda, foi quando a campainha tocou. E eu calmamente fui atendê-la.
- O que você faz aqui? — Perguntei assustado ao ver quem encontrava-se defronte a mim.
- Eu acho que a gente precisa conversar. — Ele disse.
- Entre. — Dei espaço para que ele pudesse adentrar em minha casa. — Não repare na bagunça, foi como eu disse... Minha mãe está fora.
- Tudo bem. — Ele disse, olhando-me com o olhar de fixação.
- Bom... Sente-se. O que quer conversar comigo?
Ele se sentou e iniciou.
- Acho que a gente se afastou demais, por pouca besteira. Desculpe por tentar torná-lo algo que não é... Não sei o que aconteceu comigo. Eu parecia estar meio que fora de mim e eu queria lhe dizer que não consigo mais ficar tanto tempo longe de você. Digo, sem ter as nossa conversas.
- A culpa não é sua, eu que preferi me afastar de você, porque... — As palavras se misturaram em minha cabeça e não consegui mais uni-las.
Gerard olhava para mim de tal forma, parecia que ia devorar-me apenas com os olhos. Ele movimentava os dedos, como se estivesse controlando-se para que não fizesse algo.
\"Provoque-o, Frank.\" Senti um sussurro malígno ao meu ouvido.
Foi quando aproximei-me dele, deixando nossos lábios próximos, posicionei meus olhos nos deles. Senti o corpo dele enrijecer por conta da aproximação.
- Tem alguma coisa no meu lábio? — Perguntei-me tentando despejar inocência.
Ele caminhou seus dedos até o meu rosto, onde passou com letidão os dedos sobre os meus lábios, acariciando-os.
- Não que seja visível, pequeno. — Ele comentou.
- Tente com a língua.
Ele me puxou, colocando-me ao seu lado no sofá. Adentrou seus dedos nos fios de meus cabelos, onde os puxou com agressividade, carregando o meu rosto para trás e logo levando-o na direção de seus lábios. Meus lábios entrava em contado com os dele, aquela língua percorria na minha sem piedade, o fogo de nossos corpos se tornava visível. E agora as mãos espalmavam-se costas, barriga e pescoço. Minha mão percorria sobre a cintura dele, enquanto as dele era pressionada contra a pele de minhas costas. Eu adentrei a minha mão envolta da blusa dele, fazendo com que a mesma subisse rapidamente, retirando-a por completa de seu corpo. Gerard seguiu com seus lábios até o meu pescoço, roçando apenas a ponta de sua língua contra o local, mordendo-me com agressividade e chupando aquela região com ferocidade, sua respiração ofegante me proporcionava arrepios constantes. Meu pescoço encontrava-se repleto de chupões e vergões... Sua mão deslizou-se diretamete ao meu membro, encontrando assim uma intensa ereção. Deixei-me escapar um gemido baixo, por conta dos movimentos que ele fazia sobre a minha calça. Abriu-se zíper, minha calça foi retirada por fim, libertando apenas minha boxer. Eu adentrei a minha mão sobre a calça dele, apertando com toda agressividade e força possível a sua bunda, para que assim o corpo dele consiga ser pressionado contra o meu, puxei a sua calça com rapidez, liberando-o desse vestimento. Os lábios deles desciam de forma rápida pelo meu corpo, suas mãos percorriam cada região de meu corpo, ele encaixou seus dentes envolta de minha boxer e puxou-a com o mesmo, parando-as sobre o meu joelho e levando sua língua até a minha virilha. Senti um intenso prazer com os lábios dele alí, um breve gemido foi arrancado de mim. Sua mão percorreu toda extensão de meu membro, movimentando-o lentamente, enquanto seus lábios defrutavam de minha glande, meu corpo se entregava aos movimentos dos lábios de Gerard. Sua mão escorregou de meu pênis ao meu testículo, ele apalpava-o com intenso desejo, enquanto encaixou toda extensão de meu membro em seus lábios, chupava-me com rapidez e proporcionava-me todo o prazer possível. A ponta de sua língua escorregou sobre toda a extensão do meu membro lateralmente, fazendo-me gemer ainda mais de prazer pelo ato, sua língua unia-se com a minha glande circularmente. Senti um calor intenso ser dominado em meu pênis, onde um líquido viscoso foi ejaculado em seus lábios. Visualizei-o com toda aquela porra na boca e em segundos não encontrava-se mais em teus lábios. Caminhei a minha mão até o membro dele, comecei a movimentá-lo, deixando-o completamente enrijecido... Retirei a sua boxer, jogando-o contra o sofá logo após, encaixei uma de minhas pernas em cada lado e comecei a movimentar apenas a minha bunda contra ele, sem ao menos me encaixar alí. Ele encixou seus dedos envolta de minha cintura, com a intenção de pressionar-me contra si. Eu aproximei meus lábios dos deles, apenas encostando-os, enquanto sentia apenas a sua glande adentrar-me. Uma dor intensa percorreu o meu corpo, deixe-me um gemido alto de dor tomar conta de mim naquele momento, pressionei ainda mais o meu corpo contra seu pênis, tentando proporcioná-lo prazer... A dor a cada instante aumentava e possuia-me. Eu tentava me movimentar junto ao seu corpo, tentando assim aliviar-me daquela dor que em alguns minutos era transformada em prazer. Meus lábios foram tomados pelos deles com carinho, um beijo repleto de amor continha alí, nossos corpos se movimentavam com a mesma intensidade e o mesmo desejo. Eu retirava-me e adentrava-me sobre o membro dele, movimentava-me circularmente sobre ele, seu membro percorria dentro de mim com rapidez, encostando-se rapidamente na minha próstata, trazendo-nos assim o orgasmo. Senti todo aquele líquido quente ser expelido em mim. Retirei-me dele e deite-me ao seu lado, encaixando minha cabeça sobre a sua barriga. Mantemos um intenso silêncio, havíamos nos tornado um só...
Horas, horas e horas, se passaram. O telefone começou a tocar alto, levantei-me vestindo apenas a minha boxer e pegando o telefone descobrindo que minha mãe encontrava-se do outro lado da linha.
- Como está sendo aí, mãe? — Perguntei sem empolgação a ela.
- Está sendo bom, Frank. Volto nas próximas três semanas e não está sendo tão difícil quanto eu pensava ser. E aí? O que tem aprontado?
- Que bom! Nada de bom... A escola está parada e acho que só.
- Cuide-se, tá? Vou ter que desligar, te amo.
- Te amo, tchau, mãe. — Desligamos.
Olhei ao sofá e Gerard ainda estava dormindo, ele estava tão angelical que decidi deixá-lo dormir alí mesmo. Uma risada cobria o meu rosto enquanto eu o observa-o dormir.
Dei-me conta do horário e decidi que deveria pedir uma pizza. Foi o que eu fiz.
- Ger. — Deixei um beijo sobre a sua testa, onde deslizei os dedos em seu rosto. — A pizza chegou, vem comer.
Ele entreabriu seus olhos com lentidão, demorando um pouco para assinalar tudo que estava acontecendo. Ele sorriu, puxou sua boxer a vestiu, seguindo-me até a mesa e sentando-se na cadeira.
- Frankie, o que aconteceu hoje... Teve algum significado para você?
Quase engasguei-me com o pedaço de pizza que encontrava-se em meus lábios, meus olhos estavam completamente arregalados por conta de sua pergunta.
- Eu descobri algo hoje.
- O que foi? — Ele perguntou incrédulo.
- Que. Eu. Amo. Você. Ger. — Falou pausadamente olhando para os teus pés que encontravam-se em contato com o chão.
- Awh, eu também amo você, meu pequeno. — Ele esboçou um enorme sorriso, levantando-se rapidamente de seu lugar e indo em minha direção, ele agarrou-me de uma forma inexplicável, seus braços pareciam me proteger com tanto carinho que eu fiquei impressionado com aquilo. Ficamos minutos abraçados, ele então, deu-me um selinho e agarrou em minha mão, entrelaçando nossos dedos.
Terminamos a pizza. Ele vestiu-se, despediu-se de mim e foi até a sua casa. Eu me sentia aliviado por tudo o que tinha acabado de acontecer, nunca me imaginei com um homem, na verdade, isso nunca me passou pela cabeça e eu nunca senti atração por um, mas com ele era diferente. Só com ele.
Nos próximos dias, nós ficávamos juntos nos intervalos e próximos no refeitório, quando íamos ao banheiro sempre nos beijávamos, eu estava completamente enlouquecido por ele, ele realmente tinha dominado não só os meus pensamentos, mas o meu corpo, a minha cabeça, meus sentimentos...
Hoje teria um encontro com o meu \"amado\".
Fim do capítulo 6.
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