My Kind of Love

4 Don't stop the party!


Notas iniciais
GENTEEE, UM BILHÃO, UM TRILHÃO, UM ZILHÃO DE DESCULPAS PELO ATRASO!!! Prometi postar esse fim de semana, mas no sábado trabalhei na recepção de uma festa (cheguei de madrugada em casa!!!). E no domingo era dia dos pais, aí fui visitar o meu e só voltei hoje (meus pais são separados). Pra me redimir fiz um capítulo grande!!! aushaushsh Espero que vocês gostem... :*

Karina acordou um caco, como costumava dizer. Só foi dormir quase de madrugada e por mais que não fosse sair naquela manhã, cedo estava de pé por causa de Bianca, que raramente conseguia ser discreta na hora de se arrumar. Naquele dia então... Discrição passava longe!

– Ué, já acordou? – perguntou Bia, sentada na beirada da cama, calçando os seus sapatos.

– E quem conseguiria dormir com aquele maldito secador ligado? – respondia a irmã com a cabeça enfiada no emaranhado de lençóis.

– É por um bem maior, ok?

– Deixa eu adivinhar...Ai meu Deus, que difícil – fingiu estar pensativa – Pera, o Duca?

Karina adorava irritar a irmã! Era um de seus passatempos preferidos, além de ouvir música e lutar. A cara de tensão de Bianca fazia valer a pena todo e qualquer sermão, que pudesse receber. Como naquele momento, por exemplo, no qual a morena corou imediatamente, desfazendo-se aos poucos da sua expressão assustada:

– Acho que a fumaça do churrasco da vizinha não te fez muito bem! – pegou a sua bolsa- Eu e o Duca? Nada a ver – bufou.

– Aham, e eu sou Mike Tyson!

– Meiga do jeito que você é, nem duvido – ironizou, indo beijar a irmã.

– Ai, você me babou, Bianca! Te odeio! — cruzou os braços, fazendo birrinha.

– Também te odeio. – as duas riram.

Era difícil para Karina expressar seus sentimentos, isso nunca fora novidade para a irmã, que já havia aprendido pelo menos ¼ do “manual de convívio com a esquentadinha”. Pelo menos o suficiente pra entender que aquele “eu te odeio” era um “eu te amo” dela, muito mais autêntico até dos que se viam por aí...

Após tomar banho, Karina foi para a sala e se deparou com um bolo de laranja, era o seu favorito.

“Bete”

Sorriu pensando no quanto a “mãe postiça” era importante na vida dela. A casa estava vazia, provavelmente Bete tinha ido ao mercado. Ao terminar de lavar a louça, ouviu a campainha tocar insistentemente:

– Mari? Você não tinha que tá na Ribalta agora? – questionou dando espaço para a menina passar.

– Tinha sim, mas queria saber como você estava. A Bia me contou tudo e eu fiquei preocupada, mas não é pra menos, né?

As duas sentaram no sofá. Karina sorriu satisfeita, por ver que se preocupavam com ela e questionou a expressão da amiga:

– Ih...Que cara é essa aí? Aliás, não precisa nem dizer... Gustavo! – simulou o próprio enforcamento, fazendo a menina rir.

Elas não tinham uma amizade forçada. Tudo simplesmente fluía entre elas e isso era o mais legal. Se conheceram na praça, Karina, a pedido de Bianca, foi comprar uma revista e avistou Mari completamente perdida. A garota, havia recém chegado de Joaçaba, quando a haviam avisado sobre o teste na escola de artes. Então a lutadora, incomodada com a aflição da garota, ajudou- a em tudo. Levou-a na Ribalta, falou com Dandara e mesmo em cima da hora, permitiram que a interiorana fizesse o teste. Mari sempre foi muito grata a ela, estudar na Ribalta mudou muita coisa em sua vida e com tempo, como o previsto, as duas tornaram-se grandes amigas.

Karina não gostava de se intrometer na vida dos outros, mas ficava possessa quando Mari falava de Gustavo, namorado que deixou na sua antiga cidade. Sabia que eles não se amavam de verdade e ela só não o abandonava por conta da pressão dos pais. O garoto era um perfeito mauricinho, renomado na cidade e ainda era filho de um dos amigos deles, não poderiam querer genro melhor. Mas, desde que conhecera Jeff tinha que aturar a loirinha no seu pé, cheia de insinuações... Era difícil acreditar que só rolava amizade?

– Para, K. Não faz isso... O Gu é legal! Isso é porque você não conheceu... – respondeu com a sutileza de sempre.

– E nem quero conhecer! – sentiu uma vibração no bolso do short, era o celular. Olhou o número no visor e piscou pra Mari, com expressão safada, já dando a entender quem era no outro lado da linha – Oi, Jeff! Não, só vou voltar daqui a três dias...Tô é feliz por não aguentar você e a professora de física – riu de algo que ele falou – Claro! Só tenho amigo foda...- riu novamente, era normal isso acontecer perto de Jeff ou Mari – Ok, beijos!

– O Jeff vai passar aqui mais tarde, pra trazer as atividades que perdi. Não quer ficar até mais tarde não? – provocou.

– Não, sua louca! – jogou uma almofada na amiga – Para de tentar bancar o cupido!

Jeff era outro que a loira desenvolveu rápida afeição. Eles não se conheciam por causa da Ribalta ou coisa do tipo, mas porque estudavam juntos. Era o único que ela suportava, já que implicava com a maioria das meninas da sala, “frescas demais”, ela dizia. E os garotos, então? Sem comentários. Um bando de imbecis! Odiava mais ainda quando insinuavam que seu amigo era gay, tinha vontade de ser batendo em todos. Enfim, Jeff era um amigo “quase perfeito”, o quase, tinha nome: Pedro. Ela não suportava o fato de seu melhor amigo andar com aquele babaca.

*****

Dias depois, Karina já estava recuperada da contusão. Mexia em seu notebook, quando a irmã entrou eufórica no quarto:

– ACHEI, ACHEI, ACHEI, ACHEEEI!!! – pulava na cama empolgada, exibindo uma sacola para a irmã.

– O que? A fórmula secreta do hambúrguer de siri? – zoou.

– Para de graça que você não é o Bozo! – deu língua – Eu finalmente achei o vestido perfeito para o 1.8 da Guta!

Na semana anterior, Bianca chegara em casa contando até para as paredes sobre a tal festa da colega. Tentava convencer a irmã a todo custo pra ir também, mas Karina estava irredutível. Mari e Jeff também ligaram, mas acabaram cansando quando viram que seus esforços em nada resultariam.

Agora, Bia apostava todas as fichas numa pessoa que tirava a Karina do sério ( não, não é o Pedro). Conhecendo bem a irmã, saberia que ela ia preferir a festa aos puxões de orelha de um certo dono de academia...

– A Bia tem razão, vocês nunca saem juntas e agora me parece um ótimo momento. – Gael argumentou.

– Cara, quando vocês dois se unem para me encher o saco... – revirou os olhos.

– Deixa de ser rabugenta! Já imagino quando tiver velha. Ó pai, não vou cuidar dela não, viu? – Bia brincou. – É, sério, por favor! – juntou as mãos, implorando-a.

–Deixa de chiada, Karina e diz logo que sim! Além do mais eu não quero deixar a D. Bianca lá sozinha não! Um lugar cheio de bebidas, hormônios em alta e até droga...

– Pai! Nada a ver, é SÓ uma festinha de 18 anos.

Karina já estava impaciente com aquela conversa. Sua resposta ecoou pela sala, fazendo com que Bianca e Gael se calassem imediatamente:

– O que? Acho que não ouvi direito. – disse Bianca enquanto um sorriso brincava em seus lábios.

– Além de monga é surda! – debochou – Eu disse que vou pra festa!

Gael ergueu as mãos como se o caso finalmente estivesse solucionado e mencionando um “aleluia”, despediu-se das filhas. Bianca deu um grito extremamente agudo e afetado, fazendo questão de mostrar sua alegria, mas Karina lembrou-se de um detalhe:

– Quer saber? Esquece. Eu não tenho roupa...Não que eu me preocupe com isso – corrigiu – mas, não quero ter que aguentar os seus ataques de patricinha, reclamando do meu estilo.

– Relaxa, eu te ajudo. Tenho um vestido reserva! – piscou.

– Ah não, nem vem! Eu vou de calça!

– Aqueles sacos de batata que você chama da calça? Nem pensar! Você decide: vai com o meu vestido ou uma calça e demais acessórios que EU – frisou – escolherei?

– Já disse que te odeio?

*****

As meninas foram acompanhadas por Duca, que mandou elas adiantarem devido a um problema no carro. Bianca, sendo fiel ao estilo romântico, chamava atenção com um vestido tomara que caia rosa nude e preto. Os cachos que fez no cabelo caiam como cascata em seus ombros descobertos, fazendo uma linda moldura ao rosto, impecavelmente maquiado.(notas finais) Já Karina, recebia olhares positivos da maioria das pessoas com que cruzava no caminho. A lutadora estava com uma calça skinny vermelha, destacando seu corpo, que não fazia o estilo “corpão”, mas era igualmente bonito e proporcional. Além disso, uma blusa estampada e um blazer preto compunham seu visual, junto com um tênis branco. Bianca brigara muito para que ela fosse de sandálias, mas depois não insistiu mais,vendo que a loira desistiria de sair. E por fim, usava uma maquiagem sutil, mas bela, destacando os olhos azuis. (notas finais)

Paradas na porta, Bia resolveu que entraria sem Duca mesmo, mas antes agradeceu a irmã pela companhia:

– De nada, Bianca. Só espero não me arrepender...

– Claro que não, meu amor, essa noite promete! We’ll be burning up like neon lights! – fez uma dancinha escrota, após citar um trecho da música.

– Demi Lovato? – arqueou as sobrancelhas.

– Claro! Eu sei que “ama”, K.

E ela até gostava, de umas duas músicas mais ou menos, mas essa era só mais uma das muitas coisas que não sabiam sobre ela.

Assim que entraram na casa, ficaram admiradas com a arrumação impecável. A decoração era em tons de branco, preto e prata, tudo muito jovial, combinando com o espírito de uma festa de 18 anos. Logo viram a aniversariante e foram cumprimenta-la. Karina, apesar de não conhecer Guta, a achou muito agradável. Bianca saiu de perto dela para pegar uma bebida e incomodada por estar sozinha decidiu ir atrás da irmã, quando um rapaz, que ela não conhecia, derrubou um drink nela. O pior de tudo, foi que ele nem se preocupou com um pedido de desculpas, deixando-a ainda mais irritada:

– Idiota! – resmungou.

Avistou uma escada e resolveu subir, à procura de um banheiro, pois precisava lavar a blusa urgentemente. Não tanto pela mancha, já que a blusa não era tão clara, mas porque o cheiro de álcool já era predominante. Passando pelo corredor, viu a porta de um quarto aberta, provavelmente o de Guta. Não queria pagar de intrometida, mas a situação exigia tal atitude. Ela entrou no quarto e sorriu aliviada por ver um banheiro lá dentro.

******

Pedro chegara antes de Karina. Estava com os meninos, próximo à área onde ficavam as bebidas. Viu Bianca e pensou na possibilidade da loira estar com ela, mas logo balançou a cabeça com o absurdo daquele pensamento. Uma tal de Marcela, amiga da anfitriã, não tirara os olhos dele desde que aparecera na festa. Pedro não ficou intimidado, estava até gostando, ela era realmente bonita. Rico, logo percebendo, tratou de juntar os dois. Da parte da menina estava tudo certo, faltava apenas a opinião do guitarrista:

– Pedro, não tá afim de ficar com a Marcela, não? Mó gata...

– Ela é gata mesmo... – sorriu, olhando para a morena.

– Então, meu quarto tá vazio, vocês podem ir para lá. Mas, não pra fazer “aquilo” – fez aspas com as mãos – apenas para conversar mesmo e ficar, claro.

– Fechou! Onde é que fica?

– Lá em cima, a porta deve estar aberta, não vai ser difícil de achar.

– Valeu, irmão. Tô indo... – foi em direção às escadas.

– Vou avisar a ela, pegador! – riu.

******

Pedro seguiu às instruções do amigo, mas só havia uma porta aberta. “Deve ser aqui mesmo”, pensou. Mas, logo observou os pertences de Guta e viu que estava no lugar errado, porém decidiu ficar ali mesmo, provavelmente seria onde Marcela iria encontra-lo.

Guta, que estava passando por ali, notou a porta do seu quarto encostada e imediatamente decidiu trancá-lo, para evitar que casais mais assanhados, fossem fazer “indecências”.

Pedro levantou da cama assustado, vendo que a porta havia sido trancada. Esboçou um xingamento, alto o suficiente para que Karina percebesse que estava acompanhada.

– O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI??? – falou alto, devido ao som da festa e também pelo susto. Por uma fração de segundos, procurava, sem respostas, um motivo que justificasse sua presença na festa, mas logo ela lembrou que Pedro estudava na Ribalta, junto com a aniversariante.

– O que VOCÊ tá fazendo aqui?

– Perguntei primeiro. – cruzou os braços e ergueu o queixo, desafiadora.

Pela primeira vez, Pedro tinha parado para observá-la. As roupas, a maquiagem, estavam deixando-a diferente, ela estava... Linda. Balançou a cabeça, repreendendo-se por aqueles pensamentos.

– Rico – começou, mas logo a viu franzir a testa, em dúvida – o irmão de Guta, pediu para ir no quarto dele, mas todas as portas estavam trancadas, menos essa, aí pensei que fosse aqui, mas logo vi que era o quarto de Guta... – omitiu a parte de Marcela, talvez porque Karina não precisasse saber de tantos detalhes assim, foi o que pensou.

–Bom, agora que já viu que não é, pode ir. – indicou a direção da porta.

– É, então...tem um probleminha... – coçou a nuca.

*****

Bianca estranhou o sumiço da irmã e começou a procura-la:

– Tá perdida, princesa? – olhou pra trás sorridente, já reconhecendo aquela voz. Ela gostava de Duca e eles já haviam ficado umas duas vezes, meses atrás, mas nada aconteceu depois disso. Talvez a festa fosse uma boa oportunidade.

– Oi, Du. – sorriu – tô preocupada com a K, deixei ela aqui, mas quando voltei ela não tava mais.

– Relaxa, a K deve tá se divertindo por aí. Tem o Jeff e a Mari, esqueceu?

– É mesmo...tem razão! – disse, iniciando uma dança com o garoto.

*****

– O QUÊ? ESTAMOS PRESOS? Não acredito... Que droga, cara! – começou a andar em círculos pelo quarto. – Eu vou matar a Bianca quando sair daqui!!!

– Sempre querendo atacar alguém... – debochou.

– Eu sabia! Sabia que não era pra ter vindo...Agora vou ter que ficar, sabe-se lá por quanto tempo, com você aqui! – passou a mão no cabelo, irritada.

– Ah e eu tô adorando isso, né? – ironizou – A festa tá cheia de gatinha e eu aqui! – rebateu. – Que cheiro é esse? – disse se aproximando dela. – Andou bebendo, esquentadinha? Que coisa feia...

– Eu não bebo! Um idiota derramou bebida em mim!

Ela revirou os olhos e sentou no chão do quarto, de costas para a parede. Pedro repetiu o gesto e eles passaram um bom tempo sem falar algo, até que ele resolve se pronunciar:

– Aí...tá tudo bem? — se referia ao atropelamento — Sério, desculpa novamente.

– Para de pedir desculpas! Tá tudo bem, já disse... – esboçou um sorriso, mas logo tratou de tirá-lo do rosto. Queria evitar que o garoto achasse que eles tinham algum tipo de intimidade.

Ele observou o pequeno corte na lateral do dedo indicador da menina, tocando-o em seguida:

– Lembra disso? – sorriu nostálgico.

Karina tinha adquirido a cicatriz quando criança, tentando roubar fruta do pé da vizinha, a mando de Pedro. Ela se desequilibrou, cortando o dedo em um caco de vidro que havia no chão.

– E como eu poderia esquecer? Pensei que eu fosse ter uma hemorragia de tanto sangue que saiu. Tudo por sua culpa, palhaço! – jogou um bicho de pelúcia nele, que agarrou.

– Além de maluca é dramática... – zoou — Mas, sério, eu sinto falta daquele tempo. A gente deixava a D. Amélia doida! – sorriu.

Karina nada disse. Ela não gostava de falar sobre aquela época...trazia-lhe um incômodo terrível.

– Depois de amanhã vai rolar um som lá na praça. O Nando vai tocar, você vai? – perguntou esperançoso.

– Não. Acho que não... – tentava olhar para todos os cantos do quarto, menos para Pedro. Mas, estava difícil, considerando que ele estava a sua frente. O perfume amadeirado que usava, estava lhe inebriando. Ele estava lindo. Ele era lindo, mas ela jamais admitiria...

– Mas, você é difícil, viu, esquentadinha? – fingiu estar bravo.

– Lá vem você com essa droga de apelido! – levantou estressada, começando a bater na porta, numa tentativa frustrada de alguém ouvir.

– Isso tudo é medo de ficar sozinha comigo? – ela revirou os olhos, enquanto ele se aproximava – Relaxa, eu não mordo não...Só beijo – disse sorrindo e ela percebeu suas intenções.

– Nem. Pense. Nisso – disse pausadamente – Você sabe que pode sair morto daqui, né? – ameaçou.

– Vale a pena o risco. – ele ia se aproximar. Com certeza a beijaria. E apanharia. No entanto, Guta apareceu, finalmente destrancando o quarto, com a maior cara de interrogação ao vê- los ali. Karina não ficou para dar satisfações, saiu em disparada.

******

Chegando no andar de baixo, a primeira coisa que viu foi o barman. Sabia que não era de beber e não queria dar vexame na festa de Guta, além de muitos outros motivos para não ir ao mini bar. “Foda-se” ela pensou, começara a tocar “Don’t stop the party" de Pitbull e a galera toda começou a dançar. Pegou seu drink e foi em direção à pista. Ia tomar o primeiro gole, quando foi interrompida por Pedro, que tomou o copo da sua mão.

– Ah, você de novo? – bufou – me dá o meu drink! – tentou pegar, numa tentativa falha.

Ele não estava com uma cara muito alegre. O habitual sorriso no rosto, foi substituído por uma seriedade irreconhecível.

– Não era você que não bebia?

– Isso não é da sua conta. Vai me dar o copo ou não? – suspirou irritada vendo que ele não entregaria.

– Quer saber, chega! – saiu apressada e acabou interrompendo um beijo de Bianca e Duca.

– Ei, vai pra onde? – perguntou a irmã.

– Pra casa! Cansei dessa festa!

– Eu não posso deixar você ir sozinha! E a propósito, onde você tava?

– Tava...com um pessoal aí da Ribalta. Eu vou com uma das meninas, não precisa se preocupar – mentiu,indo embora em seguida, sem ao menos ouvir a resposta da irmã.

Já estava do lado de fora da casa, quando ouviu o guitarrista chama-la.

– Não precisa ir embora por minha causa! Eu vou te deixar em paz – deu uma pausa – só por hoje – sorriu.

– Eu vou de qualquer jeito! – virou-se pra ele – Essa festa já deu pra mim! Já aconteceu tudo o que tinha para acontecer! – exclamou.

– Não, eu não acho...

– Hã? – franziu a testa completamente confusa.

– Ainda não aconteceu uma coisa. – Karina custou um pouco a entender do que se tratava.

Quando deu por si, Pedro já havia tomado- a em seus braços, beijando-a fervorosamente.

Notas finais
Curtiram? Podem falar, como já havia dito, críticas são sempre bem vindas...Tentei diminuir o cap, mas várias coisas precisavam ser explicadas, tipo a amizade de K com Mari e Jeff, etc. Quanto essa infância aí de Pedro e K, não se preocupem. Explicarei no decorrer da história. Aaah, eu sei que a roupa da K não tava lá essas coisas, mas entendam meu ponto de vista...Ela não tem o costume de se arrumar, seria muito estranho se ela fosse já de saltão (que ela provavelmente nem saberia andar) e vestido cheio de frufru ou então colado no corpo. Na novela ela usou aquela roupa liiinda de gatinha,mas vamos combinar que era festa à fantasia (o que não é o caso aqui.) E é isso... Beeejãaao, minhas jujubas de limão!!! PS: o link da música do título -> https://www.youtube.com/watch?v=i0vFid2tKbI Roupa da K - http://www.polyvore.com/karina/set?id=131686796 Roupa da Bia - http://www.polyvore.com/cgi/set?id=131688415&.locale=pt-br