My Hero || Flash || Livro 1
5 Capítulo 4
➺ Barry's POV
O meta que eu estava enfrentando conseguiu me derrubar jogando um carro contra mim. Ele sorriu, e veio até a minha direção. Ele se agachou e fechou os punhos, deixando sua pele parecendo um aço.
— Parece que você nasceu pra apanhar! — Onde eu já ouvi isto antes. Antes dele me acertar com seu soco, consegui escapar usando minha velocidade. Consegui chegar próximo dos laboratório S.T.A.R.S antes que eu desmaiasse.
Caitlin me acordou, e ajudou a me levantar. Ela me disse que tive algumas fraturas no meu pulso. Quando tentei dar um soco no meta, seu rosto se transformou em algum tipo de aço. Parecia que tinha quebrado todos os ossos da minha mão.
— Você tem sorte Barry de ter um poder de cura incrível. — Disse Caitlin com um olhar preocupado.
— Parece que eu conhecia este meta.
— Como assim? — Cisco perguntou enquanto girava na cadeira.
— Ele me disse algo muito familiar...
➺ Sophie's POV
**Flashback**
Comecei a criar alguns biscoitos de barro, Barry se sentou no banco perto de mim, e começou a ler um dos seus livros científicos.
— Como você é um nerd, Barry! — Tony disse vindo em nossa direção.
— Me deixa em paz Tony. — Barry não queria confusão.
— Senão o que? Vai pedir para o seu vai me matar também? — Ficou se levantou nervoso, ele nunca gostava quando culpavam o seu pai pela morte de sua mãe.
— Não fala do meu pai!
— E o que você vai faz... — Antes que ele terminasse, joguei um dos meus biscoitos de barro na cara dele, que se esparramou pelo seu rosto, entrando na sua boca.
— D-Deixa ele em paz! — Eu estava morrendo de medo, afinal ele era maior do que eu, então não parei de jogar barro nele.
— Tá bom, para, para. — Eu continuei a jogar, até que ele saiu correndo. — Vocês me pagam. — Ele disse enquanto corria. — Barry estava surpreso, e então soltou uma gargalhada, eu sorri para ele.
**Presente**
O som do meu celular tocando me acordou. Peguei ele da cabeceira, e atendi sem verificar qum era.
— Alô? — Disse com a voz sonolenta.
— Eu te acordei? — Uma voz familiar.
— Não, está tudo bem. — Levantei e bocejei esticando meus braços. — O que foi?
— O Raio veio até o café na noite passada.
— O que? — Estava cada vez mais interessando no Raio. — O que ele disse?
— Disse que eu deveria tomar cuidado com o blog, e... Eu disse o que significava o blog para as pessoas, que elas precisavam saber sobre ele. — Ela deu uma pausa. — E ele disse para eu chamá-lo de qualquer coisa menos "Raio".
— Hmm.
— Então, pensei que talvez você pudesse me ajudar... Com um novo nome.
— Claro, vou pensar, e aí te retorno. — Disse antes de me despedir. Tomei um banho e me vesti para o trabalho.
— Sophie, quero que escreva sobre a taxa de criminalidade em Central City desde da explosão do Laboratório S.T.A.R.S... — Peguei as informações, e comecei meu relatório.
Depois de horas escrevendo, finalmente terminei. Entreguei para o meu chefe, que me dispensou. Mike, que se sentava ao meu lado me convidou para bebermos algo junto, e aceitei. Fomos até o Jitters pedir algumas bebidas.
Assim que entramos, fomos atendidos por uma das garçonetes, pedi um suco de laranja,e Mike um café. Iris pegou as bebidas.
— Oi. — Eu sorri. — Aqui estão suas bebidas.
— Obrigada. E então, como está o progress...
— Iris?? — Um homem musculoso entrou na lanchonete. — A quanto tempo... — Todos viraram as cabeças para olhar quem era. — Você está... incrível. — Ele me parecia muito familiar.
— Obrigada. — Iris ficou paralisada sem saber o que dizer. — Você também, Tony... — Tony Woodward?
— Sim — Ele olhou para os seus bíceps. — Eu me cuidei. Eu tenho uma academia onde moro, você deveria dar uma passada lá. — Iris parecia inconfortável.
— Então... Você quer alguma coisa? — Iris perguntou, se afastando.
— Na verdade, eu vim para te ver. Eu encontrei o seu blog, sobre o Raio. Por que escreve sobre ele?
— Por que ele é um herói.
— Eu digo que é um covarde. Ouvi que ele levou uma surra ontem a noite, e correu igual uma garotinha. Por que não escreve sobre isto? — Ele se encostou na bancada.
— Se não vai pedir algo, então tenho que voltar para o meu trabalho.
— Eu quero te pagar uma bebida, quando?
— Não acho que o meu namorado iria gostar, ele é um policial, igual o meu pai.
— Nunca gostei de policiais... — Olhei para a TV atrás de Tony, onde havia uma foto dele, ele era um procurado da CCPD.
— Iris... — Cochichei para ela apontando a TV. Tony olhou para mim, e depois para a TV.
— Eu me lembro de você, cabelos vermelhos, amiga do Allen. — Ele se lembrou de mim. Mike se levantou.
— Eu acho que elas não querem convers...
— Seu cabelo vermelho é muito bonito, o que acha de ir na minha casa algum dia destes?
— Eu acho que não. — Mike o interrompeu. Seu punho virou em metal, e empurrou Mike para longe.
— Não estava falando com você.
— Deixa ele em paz. — Disse me levantando.
— Te vejo por aí, cabelos vermelhos. — Tony disse sorrindo enquanto andava para a saída.
— Você está bem? — Iris perguntou, ajudando Mike a se levantar.
— Isto vai doer por algumas semanas... É melhor eu te levar para a sua casa Sophie, vai que ele volta.
— Obrigada, Mike..
Ele me levou até em casa, ao entrar uma mensagem do meu pai dizendo que iria chegar tarde, jantar especial. Me deitei no sofá, e pensei no Barry. Será que os dois já se encontraram? Pedi uma pizza pelo telefone, e liguei a TV para ver as notícias.
Alguns minutos depois, a campainha tocou. Abri a porta.
— Quanto te devo? —Disse enquanto revirava a carteira a procura do dinheiro.
— Que tal um passeio comigo? — Uma voz familiar disse. Olhei para cima assustada. Tony estava bem na minha frente. — Oi, Sophie.
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