My Heart Is Yours

1 My Heart Is Your - One-shot


Notas iniciais
Olá galerinha! Como vai vocês? -q
Essa é a segunda fic yaoi que eu posto, mas é a primeira de GreenxRed... Eu comecei a gostar do casal a partir de ler várias fics relacionadas a eles! Agora, realmente prefiro Red do que Ash! ~ em todos os sentidos...
Planejo fazer no futuro uma fic de NaruXSasu, iria ser demais, não?

Bem, espero que vocês gostem e me desculpem pelos erros de português!

--Narrador Green--

Lá estava eu novamente naquele local, que ficava atrás da escola. Nesse lugar, as pessoas usam para declarar seu amor pelas outras. E geralmente, usam cartas para isso.

Ok, existe coisa mais clichê do que isso? Acho que não.

No final da aula, a Blue me chamou para eu ir com ela nesse lugar. Eu fiquei o caminho todo rezando que não fosse outra declaração, porque sem ofensas, eu já estava ficando farto disso. Mas, a vida me odeia sabe? Então...

- Por favor, me ajude com isso! – Disse a Blue me entregando uma carta. – Adeus!

E ela saiu correndo toda corada. Sério isso?

Bem, eu virei o envelope para ter certeza do que era.

“Para Red-senpai S2!”

---------------- My heart is your --------------

-- Narrador Green --

Depois daquele momento, eu fui para a sala do conselho estudantil. Ah, esqueci de mencionar que eu sou o vice- presidente do conselho estudantil e o Red é o presidente. Eu posso ser arrogante como as pessoas dizem, mas não negam quando dizem que eu sou bonito. Já o Red, ele tem uma personalidade meio ‘inexpressiva’ digamos assim. Mas ele com certeza é lindo (e meu) também. Estava eu junto com ele sala do conselho estudantil arrumando a papelada.

- Acredita que eu recebi outra carta para entregar a você? – Digo eu irritado enquanto arrumava a papelada. – Isso é um saco.

- Ah, por falar nisso... – Ele tirou duas cartas de sua mochila, e eu pude ler claramente: “Para Green-sama” e outra: “Para Green-kun”. Ele deu um sorrisinho como se tivesse achando a situação engraçada e estendeu os envelopes. – Para você Green.

- Hahaha... – Ri ironicamente. — Nós dois estamos recebendo muitas cartas de amor um para outro recentemente.

- Mas é claro. – Disse Red com sua personalidade ativa novamente enquanto arrumava os livros. – Algumas são muito tímidas e outras sabem que se entregar diretamente para nós, será rejeitas. Bem, mas o resultado é o mesmo.

- Além disso, somos amigos de infância. Talvez elas achem que nós passaríamos as cartas. — Comentei.

- Bem, somos mais que amigos de infância não é? – Disse o Red.

- Verdade. Seria muito desonesto aceitar essas cartas de amor. – Disse enquanto sentava em cima da mesa.

- Green... – Sussurou Red.

- Sim?

- Houve muitas vezes, que eu me senti feliz por eu e você sermos um casal. Sabe... Consigo me lembrar de cada gesto, das pequenas brigas, e de todo o carinho que vêm depois. Isso me faz sentir muito feliz. – Disse o Red com a cabeça abaixada e com o boné cobrindo quase seu rosto. Mas eu conseguia ver que ele estava corado e com um sorrisinho bobo. Mas depois ele ficou com uma cara tristonha e completou. – Mas quando recebemos essas declarações, é muito frustrante que eu não possa dizer: “Green é meu namorado”.

- Red... – O chamei baixinho e puxei-o delicadamente, selando nossos lábios.

Começou com um simples selinho. Mas eu não consigo me segurar com esse garoto, então pedi passagem da língua, e ele meio que automaticamente aceitou.

Então começou nossa batalha das línguas. Claro que eu sempre fico guiando o beijo, e meio que o Red solta um gemido de frustação. Enquanto estamos nos beijando, o Red segura as minhas costas e eu deixo uma mão no seu rosto e outra desce sorrateiro para de baixo na blusa de Red, e eu belisco um dos mamilos dele.

- Mnn... – Red fecha os olhos e geme manhosamente.

- Ah, desculpe... Fui longe demais? — O Red balança a cabeça negando, corado.

Sim. Eu e Red ainda não tínhamos chegado ao final. Como somos meios que ‘populares’, as pessoas ficam seguindo a gente e torna nossos encontros difíceis. Em casa, nós nunca tentamos nada por medo de nossos pais ouvirem ou chegarem em casa do nada, e encontrarem seu filho e o namorado se agarrando.

Eu já ia me afastar dele, quando ele aproximou nossos rostos. Pensei que íamos nos beijar novamente, mas só ficamos com as testas e os narizes colados.

- Eu sempre estive feliz e orgulhoso de você, não importa sua popularidade. Mas recentemente... Isso anda me magoando. – Disse o Red.

- Red?...

- Como presidente do conselho estudantil, eu tenho que colocar as necessidades dos outros estudantes acima de tudo. Mesmo assim, dia após dia, eu estou preocupando mais com meus sentimentos, e ficando completamente incapaz de fazer meu trabalho. Ás vezes eu ando pelo corredor e escuto as pessoas dizendo que você é muito legal ou bonita... Esse tipo de coisa também. — Os olhos dele começaram a lacrimejar. — Eu não posso me perdoar por ser tão imaturo.

- Isso não é o que todo mundo chama de ciúmes? — Perguntei com um sorrisinho enquanto minhas mãos seguravam os quadris dele.

- Isso não é algo fofo como ciúmes! — Disse o Red balançando a cabeça rapidamente negando como o rosto vermelho. — Isso é inveja!!

Bem... Isso é basicamente a mesma coisa...

- Inveja... Tem a ver com desejos em geral, não afeto especialmente. – Ele disse quase para ele mesmo.

Odeio esses climas tensos que eu tenho com o Red. Então eu dei um suspiro levemente, desci da mesa que eu ainda estava sentado. Com uma das minhas mãos, eu segurei a do Red e puxei para perto de mim novamente, peguei a outra mão e coloquei no meu peito. Depois, usei a minha para levantar o queixo dele, encarando aqueles adoráveis olhos escarlates.

- Eu pertenço a você, ok? — Apertei mais a mão dele que estava em cima do meu peito. — Isso faz de você meu, certo?

Como vi que ele abaixou o rosto novamente, eu retirei o boné dele, deixei em cima da mesa. E dei um abraço nele.

- Não é isso? — Eu perguntei novamente. Eu acho que eu estava um pouco com o rosto vermelho também. Então eu me escondi no ombro dele, respirando aquele perfume tão conhecido. — Há algum problema com isso?

- Não, não tem. — Eu não estava vendo o rosto dele, mas pude ter certeza que ele estava sorrindo.

- Então, o seu corpo é só meu Green... — Sussurrou Red vermelho com um sorrisinho pervertido. Ainda estávamos no abraço confortável.

Sim, meu namorado tem uma personalidade pervertida também.

- Isso mesmo. Meu corpo, minha mente. Tudo é seu.

- Eu também...

Red quebrou o abraço, ficou para frente de mim, e disse corado:

- Quero te oferecer minha mente e corpo para você, Green...

Nisso, o Red tirou o casaco, e jogou no chão.

- Estamos na escola... Tem certeza disso? Presidente do conselho estudantil... – Eu disse com um sorriso malicioso.

- Eu... Tranquei a porta hoje.

-- Narrador Red --

O que eu estou fazendo? Eu não sei. Acho que eu já deveria ter feito isso faz tempo. Eu amo o Green. Eu não me importo se estamos na escola ou em qualquer outro lugar... Se for com ele, está tudo bem.

- Bem, então você já tinha planejado tudo, Red? — Green me lançou um sorriso malicioso. — Então, eu não vou poder voltar atrás.

Com isso, Green pressionou meu corpo contra a parede e começou a espalhar beijos no meu rosto, e eu suspirava baixinho. Enquanto isso, tirava minha blusa também, e a sua própria, e jogava no chão. Depois começou a mordiscar meu corpo e deixar uma trilha de chupões, e parou no meu umbigo e começou a lamber lá.

- Hmhm... — Gemi baixinho.

E parece que Green gostou. Ele deu um sorrisinho, mas não parou o que fazia. Colocou a mão dentro da minha calça e cueca, alcançando minha bunda, e apertou com força.

- Ah-h! Green!

Ele alcançou minha boca e logo começou seu trabalho. Sempre que eu beijo o Green, é a mesma sensação. Do chão desaparecendo, só existe eu e ele no mundo. E meu corpo só consegue se esquentar ainda mais. Como se não bastasse, ele leva uma das suas mãos livres até meu mamilo, e começa a brincar com ele, enquanto me beija. Sinto-me ficando duro cada vez mais...

O Green, depois de cansar de brincar com o meu mamilo, ele foi até o meu cinto, e desfivelou. Descendo a minha calça no chão. Depois colocou sua mão em cima do tecido, só de sádico, apertou com força.

- Ahhh! Mnn..

- É incrível aqui em baixo. Você está incrivelmente molhado e duro, pode sentir? — Começou a colocar a mão pra cima e para baixo, como se fosse uma masturbação, mas por cima do tecido.

- Ah-h... P-pare com i-isso... G-green... – Disse eu arfando.

Ele está visivelmente me fazendo sofrer.

- Ei Red... Fique parado, ok?

- Eh?

Não entendi o que ele quis dizer mais depois... Ele ficou de joelho no chão, e antes de descer minha cueca boxe vermelha, Green lambeu por cima dela e eu só consegui gemer e tremer com aquela sensação. Depois de tira-la, ele começou a dizer coisas vergonhosas e a lamber por lá.

- Você é tão fofo, Red! — Pegou meu pênis, que já estava saindo o gozo da pré-ejaculação, e segurou ele pela base. — Olha, quase sem nenhum pelinho!

- Ahh! Mnn.. A-ai m-meu Deus G-green... C-cala essa b-boca...

Depois de dá um risinho, ele pegou meu membro, e começou a lamber perto da minha virilha, para ir descendo e finalmente chegar aonde ele queria. Começou a lamber minha base, e depois, me engoliu por inteiro.

- Green! Ah! Ah! — Eu estava gemendo igual uma puta. Mas aquela boca, me proporcionando aquela sensação... Não tem palavras para descrever.

Ele começou a fazer a movimentos vai e vem, com suas mãos livres brincando com minhas bolas.

- Ah! G-green! M-mais r-rápido! — Coloquei as mãos na cabeça dele, puxando seu cabelo levemente.

O Green aceitou meu pedido com prazer e começou ir mais rápido, e não aguentei mais, desmanchei na boca dele, e ele engoliu tudo.

- Aahhhhh! Greeen!

Parece que eu tinha perdido as forças das pernas, então eu acabei caindo no colo dele. Com isso, coloquei minha cabeça no ombro dele com os olhos fechados (e com certeza com o rosto vermelho), enquanto eu tentava recuperar do orgasmo recente. Ele começou a acariciar meus fios pretos.

- Me desculpe... Eu me empolguei um pouco. Mas você é tão fofo sabe...

Depois de alguns minutos, ele me colocou no chão, ficou em cima de mim e disse:

- Red... Os sentimentos dessas mulheres não superam os meus. – Falou seriamente. – Eu-

Não deixei ele continuar, já saberia oque ele iria falar. Então eu dei um beijo nele. Falando que eu também queria isso. Depois de o ar acabar, e a gente teve que separar, eu disse a ele:

- Eu quero você Green.

Depois dei um abraço nele. Com isso, já senti uma mão conhecida indo até a direção na minha bunda novamente... Quando eu senti dois dedos molhados com sua saliva, indo até minha entrada. JE foi colocando devagar, como se tivesse medo de machucar. Aquilo era desconfortante, mas depois, eu comecei a me acostumar. E comecei até a gemer e sentir eu ficar duro lá embaixo novamente.

- Ah! Mm...

- Foi apertado, mais eu enfiei meus dedos bem fundos em você... – E colocou mais outro. – Isso machuca?

-Ah! Ah! Hm...

- Eu gosto de ter meus dedos dentro em você, depois de você gozar. Seu interior me aperta com tanta força... – Sem aguentar mais, ele tira a calça junto com sua cueca boxe verde. – Eu preciso de você urgentemente.

- Venha... – Estendi os braços e chamei com uma voz rouca por causa do prazer que eu sentia.

- Vou colocar certo? Se doer, por favor me avise.

Eu apenas assenti com a cabeça.

Bem, aquilo realmente doeu. Eu devo ter feito uma careta horrível, porque Green parou no meio do caminho preocupado. Então apenas puxei ele com tudo para acabar com isso. Ficamos assim por algum tempo até que Green falou:

- Me desculpe Red, não aguento mais. Preciso me movimentar.

Então, ele começou com movimentos vai e vem, estocando com cada vez mais força.

- G-gosto de que você me aperte assim... Isso me deixa saber que você gosta de me sentir dentro de você. Isso me faz feliz. – E depois foi até o meu ouvido, deu um gemido quando estocou mais forte. E podem não acreditar, mas eu gemi novamente só por causa do gemido dele.

- E-eu admito... Que isso me faz sentir muito b-bem... – Consegui dizer no meio dos gemidos.

- Eu vou fazer você se sentir ainda melhor. – Foi a resposta do Green.

Sem parar de estocar, ele pegou meu membro, começou uma masturbação rápida e começou a chupar meu mamilo já duro. E teve uma hora que ele acertou na minha próstata, então eu não aguentei, e cheguei ao ápice.

- AhAh! Ahh! Nnn... G-greeeennn!!

Sentindo minha entrada contraída, ele acabou soltando um gemido e gozando dentro de mim também.

- Ahh! R-red...

Ele acabou saindo de dentro de mim e indo para o meu lado. Deu um beijo na minha bochecha, e disse:

- Eu te amo, Red!

Sem folego ainda, também disse:

- E-eu também te amo...

Ficamos abraçados assim, até que eu percebi que tinha algo escorrendo entre minhas pernas... Oque iriamos fazer?

- Ei, Green?... –Chamei envergonhado.

- Sim, Red?

- O que faremos?

- Faremos o que?

Ele queria que eu falasse, ou era um idiota mesmo?

- Green... S-seu grande i-diota... Você f-f-fez d-dentro... Esqueceu? – Tentei dizer para ele.

Ele olhou para minhas pernas e entendeu o recado.

- É mesmo! Tenho uma ideia. Fique aqui. Eu vou limpar você.

Ele se levantou, colocou suas roupas, foi ate sua mochila e abriu ela. Tirou um toalha seca (que ele usa na sua natação) e uma garrafinha de agua. Ele foi ate mim novamente, ficou sentado no meu lado e disse:

- Bem, o que você está esperando? Abra as suas pernas.

- E-e-espera ai! C-como assim?

- Como você quer que eu te limpe, amor?

- P-pelo amor de Deus! D-dever ter outro jeito! – Falei com o rosto corado e colocando as minhas mãos nela.

- Ah, Red... Você ainda tem vergonha depois de tudo que fizemos? – Deu um beijo nas minhas mãos que tampavam o rosto. – Por favor, confie em mim. Abra as suas pernas.

Fazer o que? Quando o Green me pede uma coisa assim... Não tem como negar. Eu abri as minhas pernas e eu ainda continuei com o rosto tampado.

- Não se preocupe, amor. Se você se excitar novamente, eu dou um jeito... – E deu uma risada. Adoro a risada dele. Mas ainda fiquei com raiva e vergonha.

- C-cala boca infeliz, e anda logo com isso!

Bem, depois disso, o Green me limpou e depois me ajudou a colocar minha roupa. Meio que eu estava me sentindo um pouco dolorido, sabe? Quando terminou de colocar minha roupa, ele se sentou no chão encostado na parede e me colocou no colo dele.

- Ei, Red. Vamos parar de aceitar cartas que recebemos uma para outra.

- Certo. – Eu concordei com um sorriso bobo.

- E mais uma coisa. – Ele chegou mais perto do meu ouvido. – Sempre que sentir ciúmes, me fale. Eu vou te dar um abraço.

E depois de terminar de falar ele me deu um beijinho na bochecha.

- Ok. – Eu precisava falar algo mais para o Green... Depois de tudo que passarmos hoje... Peguei o seu rosto delicadamente. – Então sempre que você estiver com ciúmes de mim, Green... Eu farei qualquer coisa que eu puder por você.

Então o Green pula para cima de mim, me derruba no chão, e fica por cima.

- Eu estou com ciúmes, eu estou com ciúmes! Com muito ciúmes!! Vamos transar de novo! – Eu tive a impressão que eu vim um rabinho de cachorro nele balançando rapidamente.

- Eeeehh?

- Lembra? Você recebeu carta da Blue, Yellow... Até do Golden! Se eu contar todas, nunca vai acabar!

Esse meu namorado... O que eu fui arranjar? Mas a sala meio que ainda está com alguns resquícios...

- Por enquanto, vamos limpar essa sala, ok?

- Ceeeerto! Vamos lá!

O Green é tão fofo...

Eu não falo muito do que sinto do seu lado, mas sinto e sei que há necessidade de ouvirmos um do outro coisas boas.

Não quero falar em eternidade, quero falar no hoje, de como me sinto. A verdade é que você tem sido para mim, um alguém que ensinou a gostar sem egoísmo e medo.

Meu coração é seu.

Notas finais
Bem... E aí? Por favor, comentem! Vocês não sabem como isso é gratificante para o escritor! Apenas um: "eu gostei" é ótimo!
Sigam meu exemplo! Antes, eu não comentava nas fics ou clicava em "terminadas", mas agora, eu sempre comento e faço isso, pois, ainda faço amizade com os autores e ele vai ficar muito feliz com isso! :3

Como eu já disse lá em cima, essa foi a minha segunda fic yaoi... Então me desculpem por esse lemon fajuto! Se vocês forem nas minhas histórias, eu fiz outra one-shot, sendo que ela é original. ~ propaganda mode on ~

Bem, se vocês encontraram muitos erros de português, culpem a minha beta particular, a Mary Walker, que estava com preguiça de entrar no computador e concertar os erros! ;D
(Quem gosta de D. Gray-Man, vá no perfil dela, ela está escrevendo uma).

Tchau, tchau amiguinhos, até a próxima!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!