My Heart Draws a Dream
5 Capítulo 5
Notas iniciais
As atualizações estão a passos de tartaruga porque eu estou sem PC
mas vou fazer o possível pra postar logo ^^
Mais uma vez brigada Beta
xD
*abraça beta*
mas vou fazer o possível pra postar logo ^^
Mais uma vez brigada Beta
xD
*abraça beta*
Akira sentiu uma forte dor e ouviu um barulho de vidro se quebrando. Só percebeu o que havia acontecido quando viu o espelho espatifado no chão e sentiu um líquido quente escorrendo por seu rosto.
- Mas o que... – disse atordoado.- Seu maldito! Eu jurei que eu mataria qualquer pessoa que fizesse ele sofrer! – Segurou o garoto pelos cabelos e bateu sua cabeça contra a parede, deixando visíveis as marcas de sangue.Uruha jogou o rapaz no chão, em cima dos cacos e este, sentindo dores, não conseguia reagir. Kouyou se aproveitou da situação para desferir chutes carregados de ódio contra seu estômago.Conhecendo muito bem o comportamento de seu amigo, Ruki achou melhor chamar alguém e ver o que estava acontecendo. Correu até a cozinha onde, felizmente, Aoi estava com Kai, Nao e outros rapazes conversando. Puxou a mão do moreno.- Pelo amor de Deus, vem comigo, Aoi!- O que foi, Ruki? – Perguntou se levantando, porque notou o tom de apreensão na voz do garoto.- O Uru vai matar o Akira! Vamos depressa!- O quê? Onde eles estão? - O Akira tava no quarto! Aoi correu em direção ao quarto, sendo seguido pelos demais companheiros. Parou em frente a porta e tentou abri-la. Para seu desespero, ela estava trancada. - ABRE ESSA PORTA! – Gritava e dava pancadas.- Abre, Uru! – Ruki pedia. – Por favor, abre!Os garotos se assustaram ao ouvir os barulhos que vinham do quarto. Sabiam que tinham que agir logo ou uma tragédia poderia acontecer.- Eu odeio você! – Uruha disse, enquanto se sentava em cima do mais velho e lhe socava o rosto.Akira não tinha muitas opções. Ou ele se entregava, ou reunia o pouco de forças que ainda lhe restava e reagia.Acabou optando pela segunda opção. Morrer pelas mãos de um garoto com traços femininos seria muita humilhação.Apertou um dos rins de Takashima que, sentindo uma dor insuportável, enfraqueceu, e Reita aproveitou a chance para agarrar seu pescoço e o derrubar no chão. Agora a situação era inversa. Akira estava sentado sobre Uruha, sufocando-o.De repente a porta foi arrombada pelos demais garotos. Reita se assustou e soltou a garganta de Kouyou, que, aproveitando-se do descuido, pegou um pedaço de estilhaço do espelho e, mesmo cortando a mão, resistiu à dor e acertou o ombro de Akira.Os garotos correram para separar os dois. Ruki estava chorando e começou a passar mal por causa de todo o sangue que estava no quarto. Hiroto o levou para o outro cômodo, onde tentou conversar com o amigo para poder distraí-lo e tranquizá-lo.Saga e Tora tentavam segurar Reita, e Aoi, Kai e Nao seguravam Kouyou.Os rapazes tinham que ir para um hospital porque sangravam muito, principalmente Akira.Shou telefonou para o padre Francisco, que veio o mais rápido que pôde para ver o que estava acontecendo. O homem se espantou quando viu o estado dos rapazes e disse que ia levá-los para o hospital.- Mas eles não podem ir no mesmo carro – Nao disse. — Acho que eles não vão poder nem dormir no mesmo quarto.O padre não estava com cabeça para pensar numa solução e disse que não ia fazer duas viagens. Ajudou Reita a se sentar no banco dianteiro e jogou Uruha no banco traseiro. Levou Shou e Nao juntos para prevenir, caso os dois resolvessem se atacar novamente.- O que aconteceu? – Perguntou olhando para Uruha através do espelho retrovisor.O lourinho não respondeu.- Akira? – Perguntou para o garoto, que estava de olhos fechados segurando um pedaço de pano no ombro ferido.- Eu não sei – respondeu com dificuldade. – Esse louco entrou no quarto e me atacou sem motivo algum.- Tem certeza que eu não tive motivo? – Era a primeira vez que Uruha pronunciava algo desde que entraram no carro.- Claro que tenho! – Respondendo exaltado, virando para trás, mas sentiu uma dor aguda tão forte no ombro, que o fez se sentir tonto.- Tudo bem aí? – Shou perguntou preocupado.- Acho que sim.Uruha abaixou a cabeça e encarou o tecido ensangüentado que envolvia sua mão. Sorriu. Apesar da dor que sentia, estava satisfeito em ter provocado alguma forma de sofrimento naquele que havia magoado os sentimentos de seu melhor amigo.Chegaram ao hospital e os garotos foram atendidos no pronto socorro. Uruha precisaria de alguns pontos na mão e logo estaria bem.Reita, por sua vez, além dos pontos, precisaria tirar radiografias e ficar algumas horas em observação.Aoi chegou ao hospital cerca de meia hora depois, acompanhado de Ruki, que estava muito nervoso. Os dois perguntaram pelos garotos no balcão de informações e seguiram até o quarto onde ambos estavam tendo seus ferimentos tratados.- Taka... – Uruha disse quando viu a expressão magoada no rosto de seu amigo, que parou em sua frente.O pequeno deu um tapa em cheio no rosto do mais velho, que, envergonhado, abaixou a cabeça.- Olha pra mim, Takashima! Uruha mantinha a cabeça baixa... Estava sem coragem de encarar seu melhor amigo. Sentia-se mal porque ele sabia que estava magoando o pequeno. Estava sendo pior que Akira, que nunca havia feito promessa alguma.- Taka, me desculpa...- Como você teve coragem? Você prometeu que não ia agredir mais ninguém! PROMETEU! – Gritou.- Calma – Aoi que conversava com Reita, tocou o ombro do pequeno na tentativa de acalmá-lo.Ruki se afastou de Uruha e saiu da sala, sem falar com ninguém.- Acho que ele se chateou de verdade – Shiroyama disse, tentando puxar algum assunto com Takashima.- Isso não é da sua conta.O moreno deu as costas para o lourinho e sentou-se de frente para seu amigo Akira. Ficaram conversando até que o Padre Francisco voltou para buscar Uruha e levá-lo de volta ao orfanato. Aoi também voltou com eles.Alguns minutos mais tarde, Ruki entrou no quarto.- Você está bem, Aki?O rapaz se surpreendeu ao ver que o pequeno ainda estava no hospital. Apesar de ter ficado alegre, ele não queria demonstrar seus sentimentos.- Me chamando de ‘Aki’ de novo? Você tem algum tipo de problema mental ou coisa parecida?- Me desculpa...- Eu acho que você deveria ir embora. A gente não tem permissão pra ficar saindo. Se te pegarem, você pode ser punido.- Eu sei... Mas eu pedi pro padre me deixar te fazer um pouco de companhia.- Por quê? Depois de todos os maltratos você ainda é bom comigo... Será que você não entende que eu não gosto de você?- Eu não estou te pedindo pra gostar de mim, Aki, mas... Eu me sinto culpado, porque de certa forma eu sou responsável por essa confusão...- Você não teve culpa. Aquele seu amigo é um maníaco psicopata, deveriam expulsar aquele cara!- Não podem expulsar ele.- Por quê? Qualquer dia aquele maluco vai acabar matando alguém.- Ele não é assim porque quer, Aki... Por favor, acredite em mim, eu sei o que estou falando.- Eu quero que vocês dois se explodam. - Por que você é tão insensível? O que foi que eu te fiz pra você me odiar tanto? - Eu não preciso de motivos pra não gostar de você. Eu NUNCA vou gostar de você.Ruki fechou os olhos e abaixou a cabeça. O mais velho sorriu, imaginando que havia ganhado essa batalha e que finalmente Takanori sairia de seu pé, mas se enganou. - Sabe, eu sou filho de mãe solteira... Nunca conheci meu pai, nem mesmo por foto. Mamãe sempre tinha muitos namorados, lembro que eles iam sempre à minha casa... Alguns deles eram bons, outros não. Um dia ela cansou de ser assim e começou a namorar um cara, eu gostava muito dele, era como um pai. Mas uma noite eu estava dormindo e de repente ele começou a me bater, me tirou da cama e me jogou na chuva...- Takanori, eu não quero saber do seu passado.O baixinho fingiu que não escutou e continuou a contar.
- Lembro que acordei num hospital e depois ele me trouxe pra casa, mas a coisas começaram a ficar diferentes. Ele parecia me odiar sem ter motivos... Certa vez ouvi ele dizendo pra minha mãe: “Ou ele ou eu.” Adivinha quem ela escolheu? – o pequeno sorriu de forma triste. – Um dia eu acordei e vi minha mãe arrumando minhas roupas numa mochila. Ela me disse que nós íamos passear, e então embarcamos num ônibus e fomos pra longe. Eu não tenho noção de quanto tempo viajamos, porque eu dormi praticamente o caminho inteiro. Quando chegamos num lugar completamente desconhecido, ela me levou à uma praça e me mandou ficar ali... Mamãe me abraçou pela última vez e saiu chorando.- Quantos anos você tinha quando isso aconteceu? – O rapaz estava começando a se interessar pela história.- Seis – respondeu.- E você consegue se lembrar assim com tantos detalhes?- É engraçado... Tem coisas que eu fiz na semana passada e não me lembro, mas essas lembranças nunca se apagaram da minha memória — sorriu e continuou a contar. — Eu fiquei esperando minha mãe por uns três dias... Tinha muito medo, principalmente à noite, mas eu ainda tinha esperanças de que ela ia voltar pra me buscar. Numa noite, começou a chover e um senhor que sempre me dava algo pra comer me convidou pra ir passar a noite em sua casa. Eu não queria ir, mas não tive outra escolha, chovia demais e eu sentia muito frio... Fui pra casa desse homem, tomei um banho quente, comi e dormi no sofá. No dia seguinte uma mulher foi me buscar logo pela manhã.- Quem era?- Uma assistente social... Chorei tanto naquele dia porque eu sabia que nunca mais encontraria minha mãe – suspirou enquanto secava algumas lágrimas.- Eu posso imaginar...- Bem... Ela tentou procurar minha mãe, mas não conseguiu encontrar, então me levou pra um orfanato e não demorou muito tempo para que eu fosse adotado. Um casal que queria muito ter filhos, mas não podia, acabou me adotando. Como eles trabalhavam muito, não podiam adotar uma criança recém-nascida, então me escolheram. No começo eu tinha muito medo, mas a mulher era tão boa e carinhosa comigo, ela me tratava com mais carinho do que minha própria mãe, e o meu pai adotivo também... Apesar de eles serem muito ocupados e eu ficar sozinho em casa a maior parte do tempo, os momentos que passávamos juntos eram maravilhosos. Mas parece que eu sou perseguido pelo azar e meu pai perdeu o emprego e ficou frustrado... Começou a beber e gastar todo o dinheiro. Batia muito na minha mãe adotiva... Ele só parava de bater nela quando eu passava mal por causa das minhas crises de falta de ar. Só que um dia, ele chegou tão bêbado em casa e começou a bater nela como sempre, daí ele se virou e veio pra cima de mim, começando a me bater também. Os vizinhos ouviram os gritos e vieram socorrer. Eu lembro que acordei no hospital e senti a mesma sensação ruim de meses atrás, quando o namorado da minha mãe me bateu... - Takanori...- Parecia que tudo estava acontecendo de novo.- Eu sinto muito por isso... - Depois a assistente social me levou de volta pro orfanato. Eu não queria ir porque, apesar de tudo, eu gostava deles, e eles eram bons para mim.- Mesmo você não querendo ir ela te levou de volta?- Sim... E foi aí que eu conheci o Kouyou. Ele sempre foi fechado, não falava com ninguém... Mas eu sempre tentava puxar algum assunto com ele.- Você também ficava encarando ele sem a menor vergonha na cara?O pequeno sorriu sem graça e respondeu.- Sim... Ele sempre se irritava comigo.- Você nem se dá ao trabalho de disfarçar.- Eu não consigo, é mais forte que eu – riu.- Continua contando sua história.- Ta! Um dia, eu estava doente, e ninguém queria ficar comigo. Eu estava chorando porque eu precisava ter alguém perto de mim... Não gosto de ficar sozinho, porque começo a lembrar da minha mãe e fico triste. Então o Kou-chan foi o único que ficou ao meu lado. Mesmo sem dizer uma palavra, a presença dele era muito importante pra mim... Depois desse dia, pouco a pouco ele foi se aproximando e nós nos tornamos amigos. Lembro a primeira vez que ele sorriu pra mim. Acho que foi um dos dias mais felizes da minha vida.Akira cruzou os braços, enciumado.- Então eu fui adotado pela segunda vez... A família tinha um filho e o garoto era muito solitário. Eles queriam alguém da mesma idade para poder ser amigo dele e fazer companhia. Eles gostaram e mim e acabaram me levando.- Do jeito que você fala parece que as pessoas pensam que você é algum tipo de mascote.Ruki começou a rir e continuou.- No começo, como sempre a nossa relação era ótima, o garoto e eu nos dávamos muito bem, mas ele começou a ficar com ciúmes de mim, porque os pais dele me elogiavam muito e gostavam de mim. Então ele começou a fazer as coisas erradas e me acusar. A sorte foi que os pais dele me conheciam e sabiam que eu não era o tipo de garoto que arrumava confusão, mas a situação foi se agravando e chegou uma hora que a convivência com meu irmão dentro daquela casa estava tão complicada que eles acharam melhor se desfazer de mim. Eu não os culpo por isso, entendo a situação deles, afinal eu era apenas um estranho morando de favor na casa deles...- Poxa...- Voltei pro orfanato novamente e eles não me queriam... Não por eu ser uma pessoa ruim, mas porque eu já havia sido devolvido uma vez então, eles achavam que eu poderia acabar com a reputação do local e dificultar as adoções. Eles passaram um tempo procurando um lugar para que eu pudesse ir... Minha sorte foi que o padre aceitou ficar comigo, senão eu não sei onde eu estaria agora.- Você teve muita sorte, Takanori.- Foi muita coincidência o Kou-chan também ser devolvido, mas no caso dele foi diferente, porque a família não queria mais ficar com ele por causa do mau comportamento. Como o padre já havia me aceitado, ele disse que tudo bem, que aceitaria o Kouyou sem problemas. E então ele me prometeu que não arrumaria mais confusão, mas eu acho que ele mentiu... – suspirou desapontado. – Ele é muito importante pra mim, Aki... O problema é que ele age por impulso, não pensa antes de fazer as coisas, mas eu juro que ele é uma boa pessoa... Ele foi o único que nunca me abandonou. Apesar dele não gostar de conversar muito, só a presença dele, o fato de eu saber que ele está ao meu lado, me conforta e não me deixa sentir solidão... E... Ele precisa de muito amor e carinho. A vida dele não foi fácil... - Takanori... Sua história é muito triste, mas eu não tenho nada a ver com seus assuntos. Eu já tenho os meus problemas, não preciso saber dos seus e muito menos dos daquele maluco.- Mas, Aki, eu só estava...- Eu não quero mais ouvir sua voz ou te ver. Estou cansado, quero descansar.- Aki...- TCHAU! DESAPAREÇA!Ruki saiu do quarto chateado e sentou-se num banco ao lado da sala onde Akira descansava. Fechou os olhos e suspirado pesado.- Vamos? – Ouviu uma voz conhecida, e abriu os olhos. - Padre Manoel! – Se levantou rapidamente. – Eu nem vi quando o senhor chegou!- Você estava dormindo – sorriu e alisou os cabelos do garoto. – Vamos para casa?- Sim! O Akira também vai?- Vai. Ele está esperando a receita médica.- Está tudo bem com ele? – O pequeno queria saber porque, apesar de tudo , ele se importava com o garoto.- Está. Não foi nada de grave.- Que bom – suspirou aliviado. – Padre... O senhor vai expulsar o Kouyou?- Não, mas vou ter uma conversa séria com ele.- O senhor promete que não vai expulsar ele?- Eu já disse que não vou fazer isso, pode ficar tranqüilo. Ruki sorriu e logo Akira apareceu. Enquanto caminhavam até o estacionamento, o pequeno contava histórias para o padre, que prestava atenção e ria das bobeiras que o menino falava. Akira por outro lado não estava achando graça, estava muito irritado. O que mais lhe irritava era o fato de ao mesmo tempo em que ele queria abraçar o pequeno, ele queria se afastar... Sentimentos de amor e raiva pareciam dividir o mesmo espaço dentro dele e aquilo não estava sendo fácil... Principalmente porque ele tinha certeza de que estava apaixonado, mas não sabia lidar com o sentimento.Dentro do carro, o rapaz se ajeitou no banco e fechou os olhos. - Está tudo bem, Aki? Fingiu que não escutou.- Akira... O garoto falou com você.- Eu não respondo perguntas idiotas. Eu acabei de sair do hospital, ele sabe que eu não estou bem, então por que me faz esse tipo de pergunta?- Desculpa, eu só estava preocupado...- Droga, Takanori, eu já falei que eu não gosto de você! Será que tem como você me esquecer e me dar cinco minutos de paz?- Hei! Não vai começar a discutir dentro do carro! O garoto só está sendo atencioso, será que você pode ser um pouco mais educado?- Tudo bem, padre, ele tem razão... Eu vou ficar quieto – o menor falou.- É um favor que você me faz! – o louro disse, olhando pela janela.Pararam em frente a uma farmácia e Ruki correu para comprar os remédios de Akira. Enquanto observava o mais novo, sorridente com os pacotes, sentiu um pouco de remorso por estar sendo tão cruel com ele. Na verdade, ele tinha medo de se ferir. Havia crescido sem o amor dos pais e foi adotado por uma família um pouco desestruturada. Não sabia o que era carinho, ternura... Esses tipos de coisa o assustavam.*Uruha entrou no banheiro e se deparou com o moreno seminu. Seu rosto corou de imediato.- Algum problema? – Yuu perguntou, em tom divertido.- Eu... Não... Eu só ia usar o banheiro, mas... Eu volto em outra hora.Aoi começou a rir. Era a primeira vez que via Kouyou constrangido, e ele ficava extremamente lindo com as bochechas naquele tom avermelhado. De repente o maior sentiu uma forte dor no rim que Reita havia pressionado e se segurou para não perder o equilíbrio e cair. O moreno, preocupado, correu até o garoto.- Está tudo bem, Kouyou?- Me deixa, eu estou bem.- Não. É melhor você se deitar.Uruha, que não estava em condições para reagir, se apoiou no maior e foram até a cama. Yuu o deitou cuidadosamente e ergueu a camiseta do garoto, que estava um pouco manchada de sangue.- O que aconteceu aqui? – Perguntou espantado quando viu uma cicatriz recente no corpo de Takashima.Notas finais
=D
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