My Dear Teacher - Naxi

29 Capítulo 29 - The First Time


Notas iniciais
(A primeira vez) EITA, O CAPÍTULO TÁ QUE TÁ!

POV Naty

SEXTA-FEIRA

MEU DEUS! MEU DEUS! HOJE É SEXTA! IUUUPI! Acordo completamente eufórica e vou logo tomar banho. Saio, me visto e desço. Vejo o Diego com a mior cara de zumbi.

Naty: Ânimo Didi! Hoje é sexta!

Didi: Só fala isso porque tem um encontro.

Mãe: Encontro? Que? Como? Onde? Com quem?

Naty: Pois é, tenho um encontro. Só vou te dizer com quem se der certo.

Mãe: QUE? Claro que não. Eu te pari, pode ir dizendo — dito isso, a campainha toca. Obrigada Francesca, me salvou... ou não. Ela entra e voltamos pra cozinha — Vamos Naty, desembucha.

Fran: O que tá acontecendo?

Naty: Minha mãe quer saber com quem eu tenho um encontro hoje.

Fran: Ué, fala.

Naty: Não! E se ela ficar brava porque é com um professor? — disse sussurrando.

Fran: Relaxa, Naty.

Mãe: É pra hoje ou pra amanhã?

Naty: Amanhã! — disse com um sorrisinho simpático.

Fran: É com o Maxi.

Naty: FRANCESCA!

Mãe: Maxi, o vizinho? Professor? 9 anos mais velho que a Naty? — Fran assentiu. Puta que pariu, já era — OOWNT, MINHA FILHA ESTÁ APAIXONADA! E NÃO É POR UM VAGABUNDO QUE SÓ PENSA EM DROGAS.

Naty: Oi?

Mãe: Bom, com o mundo que tá hoje, pensei que seu namorado seria um vagabundo que usa drogas — a olhei seriamente e pensei antes de falar.

Naty: Então, você aprova?

Mãe: Se ele te faz feliz, sim!

Naty: OWNT, TE AMO MÃE! — dei um abraço e percebi uma troca de olhares entre Diego e Francesca.

Diego: Quer comer, Fran?

Fran: N-não, valeu.

Naty: Booooom... vamos? Aliás, Fran por que você tá aqui?

Diego: Eu a chamei, pra mim não ficar de vela.

Naty: Aaaahh sim. Então, vamos!

Saímos de casa e logo vejo Maxi saindo de sua casa. Corri até ele e dei um beijo na bochecha.

Naty: Boom dia! — disse sorrindo.

Maxi: Bom dia — ele riu — Parece que alguém tá animada hoje, né?

Naty: Um pouco.

Maxi: Seria péssimo se eu falasse que vai ter prova surpresa hoje.

Naty: QUE?!

Maxi: Mentira! — ele riu.

Naty: Engraçadinho. Vamos?

Maxi: Sim... ah, oi Fran e Diego... tá bem?

Didi: Sim, só não dormi muito bem hoje.

Fomos pro Colégio, atrás de Fran e Diego.

POV Fran

Logo cedo, Diego me enviou uma mensagem, pedindo que eu o acompanhasse ele na ida pro Colégio, só pra ele não segurar vela. Logo, estava na casa dele e saímos pro Colégio.

Fran: Isso é só sono mesmo, Diego?

Didi: Sim... é que eu estava fazendo umas contas e percebi que se eu tirar menos de 8 na média em Física, eu não alcanço os pontos totais pra passar. E... eu sou péssimo em Física. Eu tenho que passar de ano, não posso repetir outro. Passei a noite inteira tentando entender a matéria nova, mas eu não consigo... que merda, por que eu bobiei os outros bimestres?

Fran: Bom, eu posso te ajudar. Assim, não sou muito boa em explicar. Mas posso tentar.

Diego: Faria isso por mim?

Fran: Claro — isso e muito mais, pensei. De repente ele para e me abraça. É muito importante pra ele isso. Logo, nos separamos e ficamos nos encarando sorrindo. Seu sorriso... meu Deus, me estremeceu. Ele abaixou a cabeça e continuou andando. Fiz o mesmo.

POV Naty

Estávamos andando entre mimos e selinhos, quando Diego e Francesca param de andar e se abraçam. UHU! Eles ficam se encarando e penso — é hoje! — mas não, não é hoje.

Logo chegamos no Colégio e entramos.

[...]

Acabou as aulas. Glória. Sou a última a sair da sala — lesma — quando arrumei tudo e tive a certeza que não esqueci nada, saí da sala. Quando de repente, alguém me puxa pra dentro de uma sala, fecha a porta e me prensa na mesma.

Xxx: Saudades? — disse com um sorriso sexy.

Naty: Muita — juntei nossos lábios num beijo selvagem e logo nos separamos — Vai embora agora?

Maxi: Não, tenho uma reunião.

Naty: Hum, ok. Tchau — dei um selinho e fui embora.

POV Maxi

Disse que teria uma reunião, mas era mentira. Ia no Shopping comprar um anel. Quero que a minha relação com a Naty seja concreta. Logo adentrei numa loja.

Atendente: Boa tarde, senhor! O que procura?

Maxi: Alianças de namoro, por favor.

Atendente: Me acompanhe.

Ela me levou até uma parte da loja e vi várias alianças. Escolhi e paguei. Espero que a Naty goste.

POV Naty

[...]

19:30, fui tomar um banho e logo saí. Me vesti e desci pra sala. Onde estavam minha mãe, Didi e Fran.

Naty: O que acham?

Fran: Arrasou!

Mãe: Tá linda! Finalmente, você tá usando essa saia que te dei.

Naty: Pois é.

De repente, a campainha toca. AI DEUS, ERA ELE! É AGORA! AI TÔ SUANDO, SOCORRO. Fui em direção da porta, abri e senti seu perfume... MY GOD!

Naty: O-oi.

Maxi: Oi! — disse com um sorriso me olhando de cima pra baixo. Quando minha mãe bota a cara pra fora '-.-

Mãe: Olá!

Naty: MÃÃE!

Maxi: Boa noite, sra. Clara!

Mãe: Só Clara, Maxi. E, espero que se divirtam... juízo ok? Não façam nada que eu não faria.

Naty: Tá mãe. Tchau... tchau Didi e Fran. Juízo, hein!

Saí de casa e fomos em direção ao restaurante... de mãos dadas. Logo chegamos e ele com um cavalheiro, puxou a cadeira para sentamos. Conversávamos sobre coisas banais. Quando ficou um silêncio e ele parecia nervoso. OH NÃO, O DEIXEI DESCONFORTÁVEL.

Naty: Tudo bem?

Maxi: Sim... é que... — ele pigarreou e continuou — Desde o dia que te vi, senti algo diferente, Naty. Ninguém nunca me despertou esse sentimento. Você foi a primeira e a única. E quero que isso seja real, seja concreto... — ele levantou de sua cadeira e se ajoelhou ao meu lado... ai DEUS. Tirou uma caixinha vermelha do bolso e abriu — Você... quer namorar comigo? — OH, ISSO É VERDADE? AI SENHOR. O encarei durante algum tempo... uns minutos — Não vai dizer nada?

Naty: Desculpa, é que eu tô processando ainda a informação. Você realmente me pediu em namoro?

Maxi: Sim... mas se você não quiser eu entendo, uma relação entre um professor...

Naty: Sim — o interrompi.

Maxi: ... não deve ser... o que disse?

Naty: Que sim... eu aceito ser... sua namorada!

Maxi: Sério?

Naty: Sim — disse com um sorriso divertido. Ele pegou uma aliança na caixinha e colocou em meu dedo anelar da mão direita e eu, fiz o mesmo. Logo depois, selamos nossos lábios em um selinho demorado.

Voltamos a comer e fiquei encarando a aliança. Quando olhei em volta, vi casais. Parecem que tinha a idade do Maxi. E me perguntei, por que ele foi se interessar logo por mim? Há mulheres mais velhas por aí muito mais bonitas e amadurecidas do que eu.

Maxi: Naty?! — levantei meu olhar e o encarei — Tá tudo bem?

Naty: Maxi... você realmente se interessou por mim?

Maxi: Por que a pergunta?

Naty: Curiosidade... e então?

Maxi: Sim, Naty. Eu te amo. Sinto coisas por você que nunca senti com mais ninguém. Eu sei que você é minha aluna e...

Naty: Não... isso não importa. Não existe profissão no amor, Maxi.

Sorrimos e voltamos a comer e conversar.

[...]

Voltamos pra sua casa, de mãos dadas. Estávamos nos despedindo quando, me deu vontade beijá-lo. E foi isso que eu fiz. O beijei ferozmente e entramos em sua casa. Ele fechou a porta com o pé. E me juntou mais ao seu corpo caindo no sofá. Logo, o fôlego acaba e nos sentamos no mesmo. Recuperamos o fôlego e voltamos a nos beijar. Sentei em suas pernas e ele me pegou no colo, subindo até seu quarto. Chegando lá, me deita em sua cama e fica por cima de mim.

O beijo recomeçou cada vez mais profundo, cada vez mais malicioso. Minhas mãos estavam pedindo urgentemente em desfazer o nó da gravata. Ele ajudou jogando o paletó negro no chão. Ao perceber o que estava fazendo, foi obrigado a se afastar alguns centímetros.

Maxi: Eu não sei se é uma boa ideia... — disse me olhando nos olhos. Sei como ele deve estar, igual à mim, inseguro. Já que, é a primeira vez de ambos. Nossos rostos continuavam próximos. Isso não me ajudava a pensar.

Naty: Não me importo que esse momento seja com você... — afirmei. Mordi o lábio delicadamente e tomei a iniciativa de beijá-lo. Nada mais iria nos interromper.

Maxi acariciava meu corpo, creio que ansioso por explorar. Fechei os olhos ao sentir os lábios dele tocarem, inicialmente o pescoço e depois descerem até o colo. Com as mãos, ele tirou meu casaco e tirou minha blusa, permitindo que mais partes do seu corpo fossem descobertas. Depois do colo, seus lábios desceram ainda mais, parando na região dos seios ainda cobertos pelo sutiã, mas que logo foi retirado. Ele demorou no local, me provocando com sucções e leves mordidas, primeiro pelo seio esquerdo e depois com o direito.

Comecei a gemer baixo, não consegui controlar meu instinto. Estava gostando dos contatos íntimos de Maxi. Ele abaixou minha saia rapidamente. E continuou a chupar meus seios. O contato de sua língua e saliva diretamente no meu mamilo me fazia gemer mais alto. Meus olhos estavam fechados e tudo que fazia era apertar os ombros de Maxi. Abri os botões da camisa social que ele usava.

Depois que a camiseta branca dele caiu no chão, foi a vez de dar adeus à calça. Seu membro havia ganhado vida... quanta vida, hein! Ele usava somente uma boxer cinza, que realçava ainda mais sua ereção. O provoquei, acariciando o local cheia de malícia. Maxi virou o jogo e ficou por cima de mim. Abri as pernas maliciosamente, revelando minha calcinha. Maxi não se incomodou em tirá-la. Seus dedos passaram levemente pela área entre minhas pernas. Virei a cabeça para trás adorando os arrepios que me invadiam. Ele demorou alguns minutos explorando minha parte íntima. Passava seus dedos de baixo para cima, sentindo a umidade e calor. Ele não estava mais aguentando. Ajudei-o a tirar a boxer. Foi bastante fácil tirá-la do lugar. Ele olhou em meus olhos por alguns segundos. Nos beijamos com mais calma dessa vez, uma ternura muito boa. Quando estava aproveitando o beijo, ele penetrou. Uma dor que nunca havia sentido antes me invadiu. Era como se estivessem separando minha alma em duas partes. Porém essa dor era masoquista. Uma dor que adorei sentir. Não nos beijamos mais. Não precisava. Ficamos olhando um nos olhos do outro, como se quisessem transmitir mensagens pelo olhar.

Maxi me penetrou pela segunda vez. Meu grito foi menos agudo dessa vez. Meu coração batia rápido e passava a transmitir o tesão, arranhando os ombros dele. Ele me encarou, acredito que era para ver se havia qualquer olhar de reprovação, o mandando parar. Mas não mandei, então ele continuou. A medida que meus gritos se transformavam em gemidos, o corpo dele ia mais rápido contra o meu. Ele não se incomodava em ter seu ombro e a região de suas costas arranhadas. Era uma dor boa de sentir, que dava sinal verde para ir mais rápido.

Ficamos nesse movimento frenético por alguns minutos. Estávamos em uma perfeita sincronia, rumo ao orgasmo. Maxi gozou primeiro. Seus cabelos estavam ensopados de suor, mas isso não significava cansaço. Para ajudar a acompanhá-lo, ele esfregou seus dedos em meu clitóris outra vez. Não demorou muito para que eu gozasse também. Uma sensação de alívio me invadiu quando alcancei o orgasmo, o primeiro da minha vida. Respirei fundo e pausadamente, tentando permitir que seus hormônios voltassem ao estado normal.

Maxi segurou meu queixo com um sorrisinho no rosto e lhe deu um selinho. Como a algum tempo atrás, ele também não sabia o que dizer. Talvez não precisasse dizer nada. Seus olhos revelavam tudo que deviam saber. Logo, acabamos o selinho e nos deitamos. Ele nos cobriu e ficou fazendo cafuné.

CONTINUA...

Notas finais
*---* Desculpem se há algum erro no HOT, sou péssima em fazer isso. Acreditem, sou mesmo. reviews :D Look Naty: http://static.tumblr.com/renae7l/S3qmxo8t3/a_cidade_estava_come__ando_a_fazer_frio.jpg Alianças: http://images.tcdn.com.br/img/img_prod/402924/aliancas_de_prata_compromisso_952p_96_1_20141212144250.jpg