My Angels

42 Capítulo XLII – Um final feliz?


Notas iniciais
Gente, por favor, vou falar tudo aqui, então espero q deem atenção a essa escritora aqui e leiam o q eu tenho a dizer (ai, todos correm curiosos quanto o capitulo, e adeus q)
Começando... A Kiyomi fez um desenho de My Angels, olhem q fofo: http://desmond.imageshack.us/Himg14/scaled.php?server=14&filename=img00151ce.jpg&res=medium (OBRIGADA KI-CHAN *-*)
EEE eu sei que eu disse que demoraria a postar o cap, por ser o ultimo (um monte gente pediu), mas com esse momento Jongkey q teve no inkigayo, quero postar hj hoho
E agora... quanto a fic. Eu AMEIIIII escreve-la, juro. Foi muito especial. Quero agradecer a todos, quem comentou por review, quem comentou por twitter, face (teve bastante, pq n tem conta) e... Ateh aos leitores fantasmas aushuahsua. Enfim, a todos q leram a fic XD Obrigada mesmo.
E teve uma leitora (oi...) q me disse que a fic alegrou bastante ela em momentos difíceis, eu fiquei muito feliz em estar ajudando-a *-* Espero q eu tenha animado vcs tbm. Eu nunca escrevi comédia antes, tinha medo, achava difícil, por isso eu gostei de My Angels *--* Pois eu sinto q consegui (um pouquinho, pelo menos) escrever comédia, e misturar romance e ate um pouco de drama junto.
Daqui a pouco isso ta maior q o capitulo auhsuahs Entao... Vou indo, espero que gostem e digam o que acharam *--* bjos *vai pro cantinho chorar*

My Angels

Capítulo XLII – Um final feliz?

Key’s POV

Droga, droga, droga. Levantei correndo, pegando minhas calças e indo para o banheiro. Meu Deus, que vergonha, e pra piorar a campainha não parava de tocar. NÃO SABE ESPERAR NÃO?

- Key? O que eu faço? – Jonghyun perguntou do quarto.

- Se mexe logo, sua mula.

Ele me obedeceu, começando a colocar a roupa, enquanto eu me limpava. Não podia ser pior. Olhei-me no espelho, e além de estar todo suado eu tinha um grande chupam no meu pescoço.

...

Tá, sempre pode ser pior.

- Jong, eu vou te matar. Atende aquela porta de uma vez e diz que eu estou no banho.

Ainda se vestindo Jonghyun saiu do quarto, indo fazer o que eu havia pedido. E cara, o que eu vou fazer? Nem está frio para colocar um cachecol. É, nessas horas nem o clima colabora.

Peguei minha caixa de maquiagens e gastei quase tudo para tampar aquele maldito chupão, e mesmo assim dava pra ver um pouco. AHHH. Bem, caso perguntassem eu diria que queimei com a chapinha.

...

A voz de Minho e de Nichkhun vinha da sala, pelo jeito era apenas ambos que haviam chegado, e eu suspirei um pouco aliviado. Depois que achei estar realmente pronto, eu sai do quarto, e ao chegar à sala tive uma grande surpresa.

- Vocês são loucos. – me limitei a dizer, ainda imóvel de tão chocado.

Há uns meses, Minho e Nichkhun entraram na fila de espera para adotar uma criança, sim uma criança, mas sabe, eu nunca imaginei que eles fossem realmente conseguir, mas eles tinham conseguido.

A criança era a coisa mais fofa, os olhos grandes e negros, assim como os cabelos, que eram ainda ralos, a pele era tão branca que dava para ver algumas veias azuis. Devia ter uns quatro meses ainda, de tão pequeninha. Era Minho que segurava, mas logo eu me aproximei, pedindo para pegar no colo.

Era tão frágil que eu tinha medo de segurar.

- É uma menina, seu nome é Sunkyu.

- Oint, oi Sunkyu. – falei com voz manhosa para ele, que me observava com os olhos bem abertos. – Não é fofa, Jong?

- É sim. – ele disse, sorrindo ao observá-la.

Hum, achou o bebê lindo? Então quando vamos ter um, ein? Sério, eu tava com uma inveja do tamanho da burrice do Jonghyun — bem grande . Eu quero um bebê também!

A campainha tocou novamente, e Jonghyun foi abrir a porta, dessa vez eram todos Yuri, Appa, Yoogeun, Taemin e Onew. Por sorte o apartamento era grande, e tinha uma sala de jantar, bem bonita.

Devolvi o bebê para Minho, e fui até as visitas, cumprimentado. Taemin estava ruivo agora, nossa, como gostava de mudar o cabelo.

- Podem ficar a vontade, eu vou terminar o almoço, está bem? – dito isso eu fui para a cozinha, com Taemin atrás de mim.

- Quer ajuda, Hyung?

- Não precisa Tae, eu prefiro ficar cinco horas fazendo tudo a deixar você estragar minha comida. – brinquei, mas é brincando que se dizem as verdades, não é?

- Ah, seu bobo! – mostrou a língua. – Eu tenho uma novidade pra te contar! – começou animado.

- Que foi? Vai ter um bebê também? – coloquei o macarrão da panela, e deixei ali, enquanto ia terminar o molho que fazia antes de Jonghyun me atrapalhar.

- Isso mesmo.

- O que? — indaguei incrédulo. Não! Antes de mim não!

- É mentira. – ele começou a rir, certamente da minha cara de desesperado. Bati em seu ombro, fingindo estar brabo, mas na verdade estava era aliviado.

- Então o que é? Não me assuste de novo. – finalmente o molho estava pronto, era só esperar o macarrão. Olhei para Taemin, que estava sentado na cadeira, dando mais atenção a ele.

- A verdade é que o pai do Onew, milagrosamente aceitou nosso relacionamento.

- Nossa que bom! – exclamei feliz.

- Não é bem aceitar sabe, é só porque ele precisa de alguém para sucedê-lo, ou seja, o Onew. Então ele vai deixar baixo, mas não é como se tivesse mesmo aceitado. Mas Onew disse que se ele me ofender, ele volta...

- Voltar? – indaguei confuso.

- É Key... Eu e Onew estamos indo para Nova Iorque na próxima semana.

Fiquei chocado, deixando clara minha expressão de tristeza, não, Taemin não podia ir. Eu juro que prefiro que ele adote uns 10 bebês antes de mim, mas ele não podia ir, não mesmo.

- Taemin. – murmurei baixinho, com a cara de choro visível.

- Key, eu prometo que vou sempre te ligar, e... Eu vou vim pra Coréia sempre que der, se não minha mãe me mata. – ele riu com o último comentário, mas era um risinho triste.

Mas eu já tinha lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Como aquele idiota decidia algo assim sem falar comigo? Estou com vontade de matar Onew agora.

- Key... – ele murmurou, também com os olhos marejados, e veio me abraçar.

Aceitei o abraço, abraçando-o também, fortemente.

- Você é um grande amigo, Key, obrigado por tudo... E nossa amizade vai durar pra sempre, não é? Até estivermos velhos e raquíticos. – eu ri, apesar das lágrimas ainda descerem.

- Você também é um grande amigo, Tae. E você vai entrar todo dia na internet, ok?

- Vou entrar sim! Mas bem, é só semana que vem.

Separamo-nos, enquanto eu limpava minhas lágrimas, e nessa hora Jonghyun entrou na sala, arregalando os olhos, claro, por eu estar chorando. Ele sempre ficava todo preocupado quando eu chorava, e ficava me enchendo o saco, por isso eu fazia de tudo para ele não me ver em momentos assim.

- Você está chorando, Key? O que houve? – ele se aproximou, tocando em minha face.

- Ai, criatura, não é nada. Eu já vou servir o almoço, está bem? Vai lá e fique com os convidados. Vai você também, Taemin, deixe que eu coloco a comida na mesa.

- Mas...

- Eu te explico, Jonghyun. – Taemin falou rindo, o pegando pelo braço.

-oo0oo-

A comida estava servida, e todos comiam, e claro, elogiavam minha comida.

- Eu sei, eu sou um cozinheiro de primeira. – me gabei.

- Então você vai sempre nos convidar, não é? – disse Minho, espertinho.

- Nem se acostume, meu filho.

- Ahh... – reclamou, voltando a comer a comida. Comer? Ele praticamente a devorava toda, não sei como não se afogava. Mas com aquele tamanho todo, eu o entendia.

Aqueles eram as pessoas que eu mais amava, e vê-los todos reunidos fazia meu coração aquecer de uma forma inexplicável. Esse era o sentimento de amar, você fica feliz com pequenas coisas como aquela.

Sorri, começando a comer a comida que eu havia preparado, e não é que eu era bom mesmo?

-oo0oo-

Era noite, Jonghyun, eu e Yoogeun estávamos no parque, Yoogeun brincando a nossa frente e eu e Jonghyun sentados observando as estrelas brilhantes. Ficávamos apontando para elas, e dizendo que desenhos elas formavam.

- Deite-se, Key. – Jonghyun pediu, se deitando na grama. – Assim dá pra ver melhor.

- Eu não vou deitar nessa grama, vou ficar me coçando depois. – torci o nariz.

- Não seja fresco, eu do um banho em você depois. Vem...

E eu não tive escolha, pois Jonghyun me puxou pra baixo, fazendo-me deitar naquela grama, e Ahh que coisa.

- Olhe para o céu agora.

Olhei para o céu, e realmente era melhor para ver as estrelas, e elas pareciam ainda mais brilhantes, e era fresquinho com a brisa tocando a face.

- É a mesma coisa que ver sentado. – claro que eu não ia admitir.

- Tem certeza? – ele disse, pegando na minha mão, e beijando minha bochecha.

- Jonghyun, seu bobo...

Ficamos mais um tempo assim, até eu começar a sentir coceira.

- Ah, Jonghyun, essa grama coça! – suspirei, levantando-me.

- Passa logo. – ele disse, passando a mão nas minhas costas, para aliviar a coceira – E... Eu tenho algo pra te dar.

- Algo? – já arregalei meus olhinhos, com um sorriso na face. Será que era um presente? Hum, e se fosse, o que seria? Ah, eu estava tão curioso. – Diga logo Jonghyun!

- Calma. – ele riu, pondo a mão no bolso enquanto eu estava na expectativa.

Quando ele tirou, eu pude ver uma corrente de ouro, que tinha o pingente em forma de uma chave. Jonghyun se esticou para que pudesse por em meu pescoço, e após colocar se afastou sorrindo.

Olhei para o pingente, o pegando na mão e ri.

- Que tipo de trocadilho é esse Jonghyun?

Ele olhou para baixo, um pouco envergonhado, e eu senti que ele tinha mais para me mostrar, e realmente tinha. Levou sua mão até seu pescoço, e tirou o colar que escondia por baixo da blusa. Ele igual ao meu, mas o pingente era uma fechadura. Ele olhou para o pingente sorrindo de leve, e depois deixou cair sobre seu peito.

- Está vendo, fica próximo ao meu coração... – olhei confuso para ele, um pedido mudo para que ele continuasse. – Eu te dei a chave, não como um trocadinho, mas é que para mim você é a chave do meu coração... Digo, você é o único que consegue abrir dentro de mim tão facilmente e desvendar tudo. – nesse momento Jonghyun estava tão vermelho quando eu.

Fiquei sem saber o que dizer, de tão tocado que estava, virei à face para o lado, não queria que Jonghyun me visse daquele jeito, eu poucas vezes me mostrava fraco perto dele.

- Obrigado... – sussurrei.

- De nada, Bummie...

Ele me abraçou, passando o braço por cima dos meus ombros. Suspirando fundo, voltando a olhar para o céu.

- Eu te amo tanto... – é, eu que disse, eu sentia que devia algo. Ele sempre era romântico, mesmo tímido fazia coisas lindas para mim, e eu era um idiota que só dava patada.

- Eu fico feliz em ouvir isso... E você sabe que eu também te amo, muito mesmo.

- Mas Jong, a gente tem que adotar uma criança! – revelei de repente, o assustando.

- Oo que?

- Brincadeira. – ele suspirou aliviado, mas eu continuei. – Não é só uma, vamos adotar uma três.

- Key! – ele ficou ainda mais assustado e eu ri de sua cara.

- Algo errado?

- Não, é só que...

- Por favorzinho. – agarrei-me ao seu braço, chacoalhando-o e quase implorando.

- Tá bom, a gente vê isso. Mas eu quero um cachorro.

- Ah, não, cachorros só fazem sujeira.

- Ah, Key... Eu nunca tive um cachorro!

- Vai continuar não tento.

E era assim, entre discussões e risadas nós vivíamos a vida. E não é por que eu vou parar de narrar que é o final da história. Apenas para vocês, mas eu e Jonghyun continuamos nossa vida a dois, e no futuro a três, e quem sabe a quatro? Bom, isso é algo que só o tempo irá nos dizer.

-Jong hyung, Key hyung! – Yoogeun nos chamando, não acredito que me esqueci dele, e mais surpreendente é que até Jonghyun se esqueceu.

- Eu encontrei uma joaninha, olha. – ele apareceu com uma flor, onde nela tinha uma joaninha vermelha.

- Que lindo! – eu disse olhando de forma delicada, enquanto a mula do Jonghyun murmurou um “deixe-me ver” animado, e pegou a flor, o que fez a joaninha se assustar e voar.

- Ahh, minha joaninha! – Yoogeun murmurou triste.

- Desculpa! – Jonghyun pediu arrependido, era sempre assim, fazia besteiras e depois pedia desculpas, muito fácil.

- Achamos outra, Yoogeun, aí vamos deixar bem longe do seu irmão, está bem?

Yoogeun concordou, sorrindo, Jonghyun também sorria. Só de ver o sorriso de ambos, sentia que aquilo era minha felicidade também. Eu queria o bem de todas aquelas pessoas que estavam ao meu lado, pois elas eram parte de mim.

Jonghyun pegou minha mão e a de Yoogeun, ao que fomos até as flores, a procura de uma joaninha.

E realmente nossas vidas continuavam, eu os amava muito, e eles eram e sempre seriam... Meus Anjos.

FIM...

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